[PNED] Boletim 08.05.05
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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha
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    1- PORTO
    BAIXA Medo em cada esquina
    Deserta mas perigosa. Cai a noite e a Baixa do Porto mergulha noutro tipo de
    frenesim. O “coração” da cidade passa a estar, ainda mais, à mercê dos
    marginais, cujos alvos predilectos são os estabelecimentos comerciais e os
    próprios cidadãos, presas fáceis pelo simples facto de andarem na rua. Um
    retrato de desertificação que se estende à PSP. Cada esquadra tem, em média,
    três a quatro agentes de serviço e apenas um carro-patrulha em acções de
    vigilância no período nocturno. Muito pouco para tanta actividade criminosa.
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/grande_porto/baixa_medo_cada_esquina.html
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    2.PORTO
    Eléctricos regressam no Verão
    Falta pouco para os eléctricos voltarem à Baixa do Porto. Pelo menos, essa é
    a convicção de Juvenal Peneda, presidente do Conselho de Administração da
    STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto), corroborada pelo
    vice-presidente e vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Paulo Morais.

    Ainda este Verão, fica pronta a linha que passa na envolvente do Hospital de
    Santo António. Os carris na Rua de Aires Gouveia e no contorno Norte da
    unidade de saúde deverão ficar colocados em breve, afiançou Juvenal Peneda.
    Actualmente, o eléctrico chega ao Largo do Viriato e volta para trás,
    explicou.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/grande_porto/electricos_regressam_verao.html

    STCP fecha o circuito de eléctricos da Baixa a partir do início de 2006
    Depois de uma morte quase anunciada, a STCP parece agora mais determinada do
    que nunca em fechar o tão anunciado circuito histórico de eléctricos da
    Baixa, um projecto que a Porto´2001 deixou a meio.

    Assim, dentro em breve a STCP deverá começar com as obras de colocação de
    carris na Rua Aires Gouveia e a Norte do Hospital de Santo António, até ao
    Carmo. A actual Linha 18, que liga Massarelos ao Viriato, passará então a
    terminar perto do Carmo, bem perto da entrada principal do “Santo António”.

    No Verão, a Metro do Porto deixará concluídas, com a requalificação da
    Avenida dos Aliados, a ligação entre os carris deixados pela Porto´2001 nas
    ruas 31 de Janeiro e Clérigos e fará o prolongamento dos carris da Rua
    Passos Manuel, cruzando os Aliados, até à entrada do túnel de Ceuta, na
    Praça Filipa de Lencastre.
    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35779&pIdSeccion=7

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    3. PORTO
    As obras que fazem o Porto (des)esperar
    Há três temas que, de tão arrastados e debatidos, parecem já ter esgotado a
    paciência dos portuenses: o projecto do prolongamento do túnel de Ceuta, a
    localização do futuro Centro Materno-Infantil e a solução apropriada para o
    canal do metro junto ao Hospital de São João. “Passam a vida a discutir o
    túnel em vez de construí-lo! Se é mais à frente ou se é mais atrás já não
    interessa! Avancem em força e acabem rápido essa obra”, desesperava-se
    anteontem o comerciante Acácio Lobo, durante uma sessão extraordinária da
    Assembleia de Freguesia de Miragaia, dedicada precisamente ao impasse do
    canal que ligará a Rua de Ceuta ao Jardim do Carregal. Para o leitor que já
    perdeu a conta dos avanços e recuos de cada uma destas polémicas, o PÚBLICO
    faz a seguir o ponto da situação e os desenlaces possíveis das três
    empreitadas.
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=08&uid=&id=19707&sid=2148
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    4-PORTO
    Metro no Hospital de São João O túnel desejado
    A três meses da inauguração da Linha Amarela, o Governo impôs à Metro o
    estudo de algumas alterações, mas não o enterramento da linha, desejado por
    várias instituições
    Por estes tempos, o Porto parece uma cidade fadada a discutir túneis: os que
    existem e não acabam, como é o caso do de Ceuta, e os que não existem, e
    que, por isso também, geram problemas, como acontece na Linha Amarela do
    metro, na zona do Hospital de São João. Nos três anos que leva de obra, esta
    linha tem sido alvo de contestação por causa dos transtornos que a
    construção do troço subterrâneo tem provocado aos moradores da zona da
    estação de Faria de Guimarães. Mas, no final do ano passado, viu surgir à
    superfície do debate público a discussão em torno da solução, também ela à
    superfície, escolhida para o término do canal. Uma discussão que, há duas
    semanas, e a pouco mais de três meses da abertura do novo meio de
    transporte, levou a uma intervenção do Governo, que não impôs, contudo, o
    túnel desejado pelos contestatários.
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=19708&sid=2148

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    5-PORTO
    Centro Materno- -Infantil Vinte anos sem sair do papel
    Em finais de Junho deste ano, a Administração Regional de Saúde do Norte
    deverá propor novas localizações para o velho projecto
    De um compasso de espera de mais alguns meses o Centro Materno-Infantil do
    Norte (CMIN) já não se livra. Só em finais de Junho é que a Administração
    Regional de Saúde do Norte deverá surgir com novas propostas de localização
    daquele equipamento de saúde, conforme o pedido feito pelo ministro da
    Saúde, Correia de Campos, que, poucos dias após a sua tomada de posse,
    suspendeu a construção daquele equipamento no Hospital de S. João.
    Como se isso não bastasse, o ministro ordenou ainda uma auditoria ao negócio
    com os terrenos do antigo Bairro de Parceria e Antunes, que fez com que o
    Ministério da Saúde deva actualmente 1,5 milhões de euros à Câmara do Porto.
    Quando é que a auditoria ficará pronta é algo que Miguel Vieira, assessor do
    titular da Saúde, não adianta, explicando que os prazos dependerão de quem a
    faça: o Tribunal de Contas ou uma inspecção-geral.
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=19709&sid=2148
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    6-PORTO
    Moradores revoltados com rua cortada pela Metro no Araújo
    Os moradores da Rua da Estação do Araújo, em Matosinhos, estão revoltados
    com o corte daquela via, devido às obras da Linha Verde de metro, que
    ligará, numa primeira fase, a Senhora da Hora ao centro da Maia. Queixam-se
    da falta de alternativas e afirmam que são obrigados a percorrer mais de
    sete quilómetros para chegar ao outro lado da rua, num lugar que ficou agora
    isolado pelas obras.

    Augusto Couto está revoltado. Há 15 dias, a Metro do Porto cortou o trânsito
    na Rua da Estação do Araújo, a principal artéria daquele lugar da freguesia
    de Custóias, em Matosinhos. Tudo por causa das obras da Linha Verde, junto à
    estação do Araújo
    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35780&pIdSeccion=7
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    7-VALONGOParque da Cidade no sopé da serra
    O que antes era um terreno ocupado pelas oficinas municipais da Câmara de
    Valongo com aspecto pouco aprazível e encoberto por um denso silvado, está
    transformado, agora, num amplo parque da cidade, com parque infantil,
    auditório ao ar livre com 220 lugares sentados e camarinas para os artistas,
    polidesportivo, lago com um geiser (repuxo de água) e um mirante com vista
    para a serra de Santa Justa.

    O investimento, de aproximadamente dois milhões de euros, foi inaugurado,
    ontem à tarde, pelo presidente da Câmara de Valongo, Fernando Melo. Ali, no
    sopé da serra de Santa Justa, concentrou-se uma multidão, que teve a
    oportunidade de assistir ao concerto da Orquestra do Norte. Antes, as boas
    vindas musicais à cerimónia tinham sido dadas pela Banda de Alfena.
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/grande_porto/parque_cidade_sope_serra.html
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    Multidão acorre à inauguração do Parque da Cidade de Valongo
    O Parque da Cidade de Valongo foi ontem inaugurado perante centenas de
    munícipes que não quiseram perder a abertura dos cerca de 13 mil metros
    quadrados, que ocupam um espaço onde funcionavam as oficinas municipais. A
    grande “ausência” da cerimónia inaugural foi a relva, pois, apesar de
    plantada, ainda não cresceu, deixando a maior parte do parque com o tom
    acastanhado da terra e não com o verde que terá num futuro muito ptóximo.

    A infra-estrutura insere-se na requalificação das margens do rio Simão, um
    investimento, suportado entre o Estado e a Câmara, que ascende aos dois
    milhões de euros
    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35783&pIdSeccion=7
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    8- VALONGO
    Acesso às praias fica desimpedido a tempo
    A Câmara de Vila do Conde garantiu que, a 17 de Junho, estarão concluídas as
    obras da primeira fase do Programa Polis entre a antiga praia de Banhos e a
    Póvoa do Varzim, desimpedindo o acesso às praias.

    O presidente da Câmara, Mário de Almeida, garante que tudo está acautelado
    para que os utilizadores possam usufruir as praias da cidade. “Entre a Praia
    de Olinda até á Povoa de Varzim, a obra fica pronta no dia 17 de Junho. Para
    sul, até à Senhora da Guia, embora os passeios e a ciclovia não fiquem
    prontos, estarão em perfeitas condições de utilização e o mesmo irá
    acontecer com os estacionamentos”.
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/grande_porto/acesso_praias_fica_desimpedido_a_tem.html
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    9-BRAGA
    Bombeiros com falta de voluntários

    Afalta de limpeza das matas e o défice de mobilização de voluntários no
    ataque aos fogos florestais foram duas preocupações manifestadas, anteontem
    à noite, pelos comandantes de bombeiros do distrito de Braga ao secretário
    de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões. O encontro, promovido no
    Governo Civil de Braga, serviu para uma primeira análise sobre os meios
    operacionais disponíveis nesta época alta dos incêndios florestais

    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/minho/bombeiros_falta_voluntarios.html
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    10-v ALE DO CÁVADO
    Crise no comércio tradicional levou ao fecho de 709 lojas
    falências Só o concelho de Braga registou, nos últimos três anos, o
    encerramento de 539 estabelecimentos O sector mais afectado é o do comércio
    a retalho e do pronto-a-vestir

    A situação do comércio do Vale do Cávado “é de grande crise”. A opinião
    preocupante é de Abílio Vilaça, director-geral da Associação Comercial de
    Braga (ACB), para quem, nos últimos três anos, registou-se, nos seis
    concelhos da área de influência da ACB (Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso,
    Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde), o encerramento de 709
    estabelecimentos comerciais. As razões que motivaram esta situação
    prendem-se pelos novos formatos do comércio as vendas porta a porta, as
    televendas, os chamados “call centers”, a Internet e, principalmente, pela
    “descontrolada” proliferação e “excesso de oferta” das grandes superfícies

    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/minho/crise_comercio_tradicional_levou_fec.html

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    11- PENAFIEL
    Gestão da Mobilidade é pioneira em Penafiel

    Penafiel criou o primeiro Gabinete de Mobilidade do país e vai construir a
    primeira escola de ensino rodoviário do distrito
    A cidade de Penafiel afirma-se como “um bom exemplo nacional” em questões de
    mobilidade, sendo pioneira na criação de um gabinete específico e na
    construção de uma escola de trânsito.
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=08&uid=&id=19712&sid=2148
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    12-Póvoa de lanhoso
    5,76 milhões de euros para o Ecoparque
    O Fundo de Coesão da União Europeia aprovou o financiamento 5,76 milhões de
    euros para o Ecoparque da empresa de reciclagem de resíduos Braval, com sede
    na Póvoa de Lanhoso.

    O administrador Pedro Machado adiantou, à Lusa, que o financiamento
    corresponde a 69% dos 8,348 milhões de euros necessários para a construção
    de uma unidade de valorização orgânica de resíduos urbanos. “Deste sistema
    de tratamento resulta a produção de composto destinado à valorização
    orgânica de solos, bem como de energia eléctrica, que será colocada no
    mercado através da Rede Eléctrica Nacional”.
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/minho/576_milhoes_euros_para_o_ecoparque.html

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    12-VIANA DO CASTELO
    Vila Franca já mostrou cestos floridos

    tradição Freguesia aguarda hoje milhares de pessoas na procissão das Rosas

    Os cestos floridos são transportados, hoje, à cabeça pelas mordomas na
    procissão da tarde, naquele que é o ponto alto da festa das Rosas, em Vila
    Franca, Viana do Castelo. Se hoje milhares de forasteiros se deslocam a esta
    freguesia, ontem, já, outros tantos, tiveram a oportunidade de ver os
    cestos, no cortejo até à igreja paroquial onde estão agora expostos.

    A tradição “arrasta gente de todo o lado”. Laurinda Valente, de 76 anos,
    vinda de Oliveira de Azeméis, parecia provar a afirmação. “Vim cá há dois
    anos e fiquei encantada, por isso quis cá voltar”. Ao seu lado Maria Soares
    fazia a estreia na Festa das Rosas “Tenho ouvido falar muito destas festas e
    vim cá para ver os famosos cestos”, revelou.
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/minho/vila_franca_mostrou_cestos_floridos.html

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    13- PAÍS
    Recolha de doações do Banco Alimentar

    O Banco Alimentar Contra a Fome prossegue hoje uma campanha de recolha de
    alimentos em 527 estabelecimentos comerciais, iniciativa, que teve início
    ontem e na qual participam 11500 voluntários
    https://jn.sapo.pt/2005/05/08/sociedade/recolha_doacoes_banco_alimentar.html
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    14- (Extra ) COVILHA
    Loteamento da Quinta do Freixo “aquece” Assembleia Municipal da Covilhã
    A construção de um loteamento na Quinta do Freixo por parte da empresa
    Construções Rui Lourenço, na Covilhã, foi anteontem um dos pontos em
    destaque na assembleia municipal, com o PCP a acusar a câmara de estar a
    permitir a execução de uma obra ilegal, visto que Plano Director Municipal
    (PDM) não a permite e o plano de pormenor em que se baseia não pode vigorar,
    por ainda não ter sido aprovado pela CCDR. Parte dos terrenos estão
    classificados como Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica
    Nacional (REN), sublinharam os comunistas. O vereador com o pelouro do
    Urbanismo, João Esgalhado, acabou por assumir que não existe um plano de
    pormenor que legitime a obra, criticou a morosidade dos procedimentos nesta
    matéria e sustentou que “o desenvolvimento está à frente de tudo”.
    O líder da bancada do PCP, Jorge Fael, começou por lançar várias questões à
    maioria social-democrata, designadamente sobre o facto de a empresa – que
    pretende ali construir 575 habitações – ter avançado com trabalhos de
    movimentação de terras, no passado mês de Março, sem o licenciamento exigido
    por lei para tal. “Como é que se explica que o promotor tenha iniciado as
    obras nas barbas da autarquia e trabalhado semanas a fio sem
    licenciamento?”, questionou.
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=08&uid=&id=19690&sid=2146
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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
    Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Manuela D.L.Ramos

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

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