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    [PNED] Boletim de 26/I/2005

    [Esta lista tem actualmente 290 participantes inscritos.]

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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    quarta-feira, 26 de Janeiro de 2005

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    Para os textos integrais das notícias consulte as ligações indicadas.
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    1. Dívida das transportadoras representa 3,5% do PIB

    A dívida acumulada da CP, Carris, Metropolitanos de Lisboa e do
    Porto, Transtejo, Soflusa e STCP ascendeu no final de 2004, a 4,6 mil
    milhões de euros, valor que equivale a 3,5% do Produto Interno Bruto
    (PIB). Já o défice operacional, que decorre da actividade corrente
    daquele conjunto de operadoras públicas das Áreas Metropolitanas de
    Lisboa e do Porto atingiu 175 milhões de euros. Refira-se que, na
    última década, o peso do transporte individual subiu de 26% para 45%
    na Área Metropolitana de Lisboa e de 30% para 52% na do Porto devido,
    em parte, a uma oferta desajustada às necessidades reais dos utentes.
    Na proposta de restruturação das sete empresas ontem apresentada, são
    sugeridas medidas que, caso venham a ser implementadas, permitirão
    reduzir ou mesmo anular o défice operacional até 2007. Se nada for
    feito, a diferença entre os custos e os proveitos operacionais irá
    acentuar-se, devendo atingir 220 milhões de euros.

    https://jn.sapo.pt/2005/01/26/economia/divida_transportadoras_represent
    a_35.html

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    2. Mudada Carta dos Solos no Bessa

    Os técnicos do Urbanismo da Câmara do Porto vão corrigir a planta de
    qualificação dos solos do PDM na envolvência do Estádio Bessa XXI.
    Objectivo: garantir que a capacidade construtiva atribuída aos
    terrenos do Boavista abarque apenas 1500 metros quadrados e não os
    quase 17 mil que, na referida planta, surgiam como susceptível de
    acolher novas edificações.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/26/LocalPorto/LP04.html

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    3. Moradores da Villa Bessa processam Câmara por causa do PDM
    Ana Cristina Gomes

    O advogado dos moradores das urbanizações Villa Bessa I e II
    apresentou uma acção contra a Câmara no Tribunal Administrativo e
    Fiscal do Porto. O objectivo é impugnar a decisão da Assembleia
    Municipal (AM) que transformou uma parcela de terreno destinada a
    equipamentos desportivos em Área de Frente Urbana Contínua em
    Consolidação. Como é o Boavista Futebol Clube o proprietário do
    terreno, o emblema é indicado como “contra-interessado” na acção
    judicial. Caso a AM não venha a dar razão à reclamação apresentada
    pelos moradores na terceira discussão pública do Plano Director
    Municipal (PDM), o causídico avançará com uma “providência cautelar
    para suspender a eficácia de decisão até que seja concluído o
    processo judicial”. Outra possibilidade que os moradores não excluem
    é “impugnar o próprio PDM”.

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
    pIdNoticia=25011&pIdSeccion=7

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    4. Reclamações ao PDM devido a alterações “sem enquadramento legal”
    Ana Cristina Gomes

    O PS apresentou, anteontem, uma reclamação formal no âmbito da
    terceira discussão pública do Plano Director Municipal (PDM). Os
    socialistas alertam para a “falta de enquadramento” de “24 ou 25
    alterações” feitas à versão do PDM apresentada na AM de Outubro. De
    acordo com o deputado Orlando Soares Gaspar, está em causa uma
    violação do decreto-lei que regulamenta a revisão do PDM, e que
    estipula que as alterações tenham de resultar ou de reclamações, ou
    de sugestões do executivo da Câmara ou da AM. “Na carta de
    qualificação de solos, umas tantas alterações não resultaram de nada
    disso… nem de reclamações, nem do executivo, nem da Assembleia.
    Quem é o pai destas alterações todas”, questiona o deputado
    socialista.

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
    pIdNoticia=25012&pIdSeccion=7

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    5. Painéis solares serão obrigatórios nos edifícios novos

    A utilização de painéis solares para aquecer a água será obrigatória
    nos edifícios novos que forem construídos em Portugal, sempre que
    forem tecnicamente viáveis. Esta medida é a principal novidade de um
    pacote legislativo, que o Governo vai aprovar amanhã, sobre a
    eficiência energética dos edifícios e a qualidade do ar interior.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/26/Sociedade/S16.html

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    6. Fórum Internacional «Agenda 21 local: Sustentabilidade e
    municipalismo»

    Portugal regista o maior défice de agendas 21 locais da Europa. No
    Fórum Internacional, o presidente da Associação Nacional de
    Municípios Portugueses estimou que dentro de três anos todos os
    municípios estejam abrangidos por estes instrumentos de
    desenvolvimento.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=9982d3efd6dc
    ab4387fc1817ef660f08

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    7. Terapia dos estragos
    Simões Netto

    De começo senti-me apreensivo pelo meu vizinho, que acabara de
    comprar um carro, digamos antes um habitáculo móvel, todo catita que
    exibia o mais avançado das engenhocas com que se pode encarecer uma
    viatura que não justifica o preço. Era um daqueles veículos que
    estacionamos em qualquer posição e deixam a ideia de que a outra
    metade ficou esquecida na fábrica. É um carro mais de cidade, ideal
    para viagens curtas de solteiros ou casais sem filhos: se metem
    malas, vai o cônjuge no tejadilho; se teimam em levar o cônjuge, são
    as malas que vão de fora. Mas como o habitáculo salta à vista, já
    pela sua originalidade, já pela esmerada carroçaria, estando eu a ver
    a televisão, corri ao telefone a avisar o proprietário.
    — É o Vasconcelos?
    — É a filha, a Mimi.
    A filha mais nova tem, por força das rações de hambúrgueres, uma voz
    grossa que não diz com a delicadeza do nome e confundo com a do pai.
    Dei-me a conhecer e pedi urgência. Ó Vasconcelos, corre à TV.
    Indiquei-lhe o canal e desliguei.

    Daí a meia hora, vejo-o pela janela abraçado ao habitáculo, que ele,
    por falta de garagem, se vê forçado a manter ao relento. Era nítida a
    aflição com que olhava em redor, numa atitude defensiva.
    A coisa explica-se. A TV dera a notícia de que os espanhóis andavam a
    render-se à “terapia dos estragos”, segundo a qual um indivíduo
    padecente de stress não tem mais do que pegar num martelo (não há que
    comprar um novo: pode usar o que tem lá em casa) e ir para a rua
    escacar automóveis. E davam-se imagens impressionantes em que dezenas
    de “nuestros hermanos” zurziam à marretada tudo quanto era chapa e
    vidro e após isso mostravam-se imensamente aliviados. Era patente que
    cada espanhol começava tenso e acabava relaxado, e vinha declará-lo,
    transfigurado, ao repórter. Catarse miraculosa. Ora um prédio ali ao
    lado era frequentado por espanhóis que por bandeiras se haviam
    revelado em maré do Euro e, findo o campeonato, permaneceram, ignoro
    por que motivo, exibindo um flagrante inconformismo com a sorte da
    sua selecção. Ouvia-os na rua pronunciando-se entre eles em tom
    gutural e indisposto, dando a ideia de que tinham os nervos em
    contínua ebulição. Não me foi difícil prever que se renderiam, mais
    tarde ou mais cedo, à “terapia dos estragos”, caso dela tivessem
    conhecimento. E tinham.

    Pois anteontem, a meio da noite, sonhando eu com um assalto a uma
    loja de vidros que se partiam com aquele à-vontade habitual nos
    sonhos, acordei concluindo que o barulho não vinha do sonho mas da
    rua e que eu, na qualidade de aflito proprietário no sonho, podia
    estar descansado. Corri à janela e dei com três indivíduos vestidos
    de preto que exercitavam, entusiasmadíssimos, cada qual sua marreta
    no primoroso habitáculo do Vasconcelos. E reflecti em como esta
    terapia pode ser dinamizadora da economia nacional e, ao mesmo tempo,
    imprime à sociedade, algo marasmática, a estimulante vivacidade que
    por cá lhe falta e em Espanha sobra. Pus-me a imaginar. O meu amigo
    Vasconcelos, de ânimo abatido, compra um martelo e alivia-se no Audi
    e no Honda; os donos destes descascam a sua indignação no Peugeot, no
    BMW e no autocarro nº 90 e assim por diante numa cadeia de acções e
    reacções. As almas vencem o stress, os chapeiros e vidraceiros
    prosperam, poupa-se em medicamentos, a receita pública engrossa pelo
    IVA, e assim sucessivamente. Reconquistada a calma dos espíritos,
    arrumam-se as marretas e o trabalho passa a render mais, com evidente
    benefício da produtividade nacional.

    A imaginação humana não tem limite, pelo que nunca se deve perder a
    esperança.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=9bf31c7ff062936a96d3c8bd1f8f2ff3&subsec=&id=f383a13d8e77
    054beeb04cba1b3012b9

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias, de O Primeiro de Janeiro, de O Comércio do Porto e do
    Público Local Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não
    necessariamente em todos).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

    Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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