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    [PNED] Boletim de 13/X/2004

    [Esta lista tem actualmente 295 participantes inscritos]

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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha
    Quarta-feira, 13 de Outubro de 2004
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    Para os textos integrais das notícias consulte as ligações indicadas.
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    1.(a) Assembleia Municipal do Porto chumbou estatutos da “Porto Vivo”
    Por NUNO CORVACHO

    A Assembleia Municipal do Porto acabou por reprovar anteontem à noite
    o projecto de estatutos da sociedade de reabilitação urbana da Baixa
    (designada de “Porto Vivo”), graças aos votos conjugados do PS, CDU e
    Bloco de Esquerda, que assim puseram um travão naquela que foi uma
    das bandeiras eleitorais de Rui Rio.

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/LocalPorto/LP01.html

    1.(b) Oposição a Rio reclama modelo alternativo
    Por NUNO CORVACHO E NATÁLIA FARIA

    O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, classificou como “muito
    grave” o chumbo dos estatutos da “Porto Vivo” – Sociedade de
    Reabilitação Urbana. O autarca estará a “analisar a situação”,
    segundo informações transmitidas pela sua assessora de imprensa,
    devendo ainda “falar com muita gente” antes de se pronunciar
    publicamente sobre o assunto.

    Para o PS, todavia, a situação é clara: está tudo em aberto para que
    possa ser negociado um modelo alternativo para a SRU do Porto e a sua
    concretização está apenas nas mãos de Rui Rio. “O presidente de
    câmara não pode colocar o ónus desta situação no nosso lado, quando
    ele próprio, não tendo maioria, recusou preparar uma solução
    consensual”, comentou ao PÚBLICO a vereadora Isabel Oneto. Na sua
    opinião, a SRU resolvia-se, se a câmara passasse simplesmente dos 40
    por cento de capital previstos nos estatutos para 51 por cento. A
    verba necessária para esse acréscimo não será, na sua óptica, assim
    tão avultada que não pudesse ser disponibilizada pela câmara. Além
    disso, determinadas operações a cargo da SRU (como a aferição da
    capacidade de construção ao dispor dos operadores imobiliários da
    Baixa) nunca poderão ser decididas sem que a câmara dê a sua
    aprovação. O arrastamento da situação não embaraça Oneto: “É o tempo
    que Rui Rio quis perder”.

    Já o vereador Rui Sá, que votou contra os estatutos no executivo
    camarário, deixou claro que a CDU não aceitará que a SRU funcione
    senão como empresa municipal. E deixou sérios avisos a Rui
    Rio: “Quando nós temos objectivos importantes, temos de ter a
    capacidade de negociar com outras forças políticas para gerarmos
    consensos”. O vereador comunista apresentou o exemplo da Câmara de
    Lisboa que, ainda com Santana Lopes na presidência, conseguiu criar
    três empresas municipais para a reabilitação urbana de igual número
    de zonas geográficas com os votos favoráveis do PSD, PP e PS e a
    abstenção da CDU. No Porto, o que está em causa, sublinhou Rui Sá,
    não é o projecto de reabilitação urbana mas apenas o modelo proposto.
    E a sociedade anónima que Rio queria esbarrou nas reservas do PS e da
    CDU porque “objectivamente, o que se iria criar era um pelouro do
    Urbanismo paralelo à câmara e com regras próprias” não susceptíveis
    de fiscalização”.

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/LocalPorto/LP02.html

    1.(c) Rio pondera antecipar eleições

    Presidente equaciona provocar a queda do Executivo, mas também admite
    hipótese de congelar o projecto até ao final do mandato.

    https://jn.sapo.pt/2004/10/13/grande_porto/rio_pondera_antecipar_eleico
    es.html

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    2. 200 casas habitadas em risco de ruína no Porto
    Por NUNO CORVACHO

    Cerca de duas centenas de casas habitadas no Porto estão em risco
    iminente de ruína. Este número foi ontem avançado pelo vice-
    presidente da câmara, Paulo Morais, durante a apresentação do
    Gabinete de Segurança e Salubridade, nova estrutura camarária de
    apoio às situações de emergência no património edificado, que começou
    ontem a funcionar na dependência directa do pelouro do Urbanismo.

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/LocalPorto/LP05.html

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    3. Moradores indignados
    Por EULÁLIA PEREIRA

    Os moradores da Rua de Santo Ildefonso, na freguesia do Bonfim,
    Porto, entregaram ontem um abaixo-assinado na respectiva junta de
    freguesia, em virtude de obras realizadas na artéria. O ruído das
    caixas de saneamento e o levantamento do piso são os factores mais
    criticados.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=f44ed1b8aab3
    b2671721364ac125a4b7

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    4. Marina do Freixo
    Por JORGE MARMELO

    Os trabalhos de construção da futura Marina do Freixo, no Porto, que
    deviam ter ficado concluídos durante o primeiro trimestre deste ano,
    estão finalmente quase prontos, devendo aquele equipamento entrar em
    funcionamento durante a próxima Primavera.

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/LocalPorto/LP09.html

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    5. Debate de urgência

    Está agendado para hoje, no Parlamento, o debate de urgência
    requerido pelo PCP sobre o possível encerramento das refinarias da
    Petrogal de Leça e de Sines. Honório Novo diz querer certezas sobre a
    manutenção das unidades, a sua segurança e o acompnhamamento
    ambiental.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=33275e5ed0fa
    cfe183af9bc640d5a8ac

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    6. Nova superfície comercial gera preocupação em Caminha
    Por ANA PEIXOTO FERNANDES

    A Associação Comercial e Industrial dos Vales do Âncora e Coura
    (ACIVAC) solicitou ao Ministério da Economia esclarecimentos sobre a
    eventual instalação de uma superfície comercial em Caminha.

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/LocalPorto/LP22.html

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    7. Já faliram 20 mil lojas
    Por ERMELINDA OSÓRIO

    No próximo domingo abre, em Vila Real, o mais recente centro
    comercial do país. O Dolce Vita Douro, promovido pela Amorim
    Imobiliária, representa um investimento de mais de 70 milhões de
    euros. (…) Há perspectivas animadoras, mas também há receios
    justificados. É que, só nos últimos dez anos, fecharam perto de 20
    mil lojas de comércio tradicional em todo o país. Uma situação que se
    explica com a proliferação de centros comerciais e hipermercados,
    que, depois dos grandes centros urbanos, Lisboa e Porto, se viram
    agora para o interior.

    https://jn.sapo.pt/2004/10/13/em_foco/ja_faliram_mil_lojas.html

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    8. Pantufinhas foram usados por mais de 164 mil pessoas
    Por MANUEL CORREIA

    Silenciosos, cómodos e ecológicos. São assim os “Pantufinhas”, os
    mini-autocarros eléctricos que, durante o último ano, conquistaram a
    simpatia dos conimbricenses. Passados doze meses sobre o seu
    nascimento, poucos ficam indiferentes a este “bem precioso”, que faz
    um percurso diferente, através de ruas íngremes, onde o trânsito
    automóvel é condicionado.

    https://jn.sapo.pt/2004/10/13/centro/pantufinhas_foram_usados_mais_164_
    pe.html

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    Opinião: Do lado empenado da calçada

    Do lado empenado da calçada vai Maria Augusta de marcha-atrás a dizer
    mal da vida e dos que lá moram. Sente nas remelas dos olhos a bigorna
    pesada da noite mal dormida e não vislumbra nada no breu que não
    parava de escorrer da sua sombra. Tinha de parar para pensar. Os
    sapatos tão estraçalhados e as meias do avesso, os botões fora do
    sítio, pano acima, pano abaixo e o cabelo atado num reboliço de
    guedelhas electrificadas. Acalma-te Maria Augusta que não é caso para
    tanto. Faz-te altiva! Abre esse sorriso e canta. Canta, Maria
    Augusta, canta bem alto como esses galos que estoiraram a alvorada.
    Dança, rebola-te no chão, trepa às árvores, pendura-te nos semáforos,
    lava-me essa cara e deita-te de barriga ao sol até que o calor te
    faça da pele um arrepio, gorgolejava em voz baixa de gravilha
    esmagada pelo peso de uma raiva incontida.

    Por tão incerto ser o futuro e tão de névoas entupido, tinha Maria
    Augusta decidido deixar de encará-lo de frente e assim se pusera na
    sua mansão a trilhar caminhos às arrecuas, da cozinha para os salões
    e escada acima escada abaixo, dos quartos para os corredores e da
    copa para a sala de fumo e vice-versa para treinar o exercício do
    contraditório. O muito que lhe tinha custado no começo. As pancadas,
    as nódoas negras, a coxa espichada na esquina dos móveis, o ver-se a
    si própria a afastar-se dos espelhos e a desaparecer nas esquinas e
    nas ombreiras das portas, o embirranço das cadeiras pelo chão, os
    tacões presos nos tapetes e sobretudo, o difícil malabarismo nos
    degraus das escadas e o virar à direita, sendo esquerda e o
    contrário.

    Mais difícil, e ainda sem sair da intimidade dos seus aposentos, era
    imaginar que também podia inverter o tempo fazendo suposições que o
    que ia acontecer para trás seria passado e o já percorrido era futuro
    pelo simples facto de estar à frente. Isto ocorreu-lhe quando certa
    vez se tinha estatelado no soalho e ter por momentos, no limiar do
    desmaio e da consciência de si, pensado que o registo da sua nova
    experiência vivida podia existir num filme posto a rodar para trás.
    Haveria então duas Marias Augustas, uma real vivendo um tempo
    ficcionado e outra espectadora da sua própria realidade parada no
    tempo.

    Optou por ser Maria Augusta espectadora por ser grande a confusão de
    se encontrar dentro de um filme ao contrário ou muito simplesmente
    por se ter dado conta de que era muito mais cómodo continuar
    estatelada a olhar para o tecto renunciando às contrariedades do
    corpo que não lhe obedecia à nova motricidade e à confusão da mente
    deslocada da sua habitual rotina biológica. Deixaria isso para mais
    tarde quando tivesse ocasião de trocar umas impressões com o António
    Damásio, sem se importar com o facto de a dor que sentia no joelho
    esquerdo poder ser do direito ou se tinha sentido primeiro o pescoço
    torcido e depois o dedo grande do pé direito, ou esquerdo, esmagado
    por baixo do busto de bronze da República que tinha sobre ela
    desabado, ou se foi a ordem inversa, ou de como ordenar as muitas
    outras dores, exceptuando as que não eram simultâneas e que por serem
    estas cada vez em maior número deixava de ser importante saber qual a
    primeira ou a segunda ou a vigésima nona. Estás confusa Maria
    Augusta, pensou, fixando no tecto o esmorecer da luz que se ia
    esborratando de negro e sentindo uma estranha sensação de se ter
    transformado em ponto fixo enquanto tudo o resto ia rodando por sobre
    a sua cabeça tão dorida de pancada. Como pudeste chegar a esta
    desorganização mental, repetia de si para si, enquanto a noite
    aveludava e o corpo se ia docemente libertando das suas dores e da
    sua banal materialidade.

    Em coma profundo, Maria Augusta levantou-se e recuou até ao quarto,
    retomando o estado jazente no conforto da cama e a imobilidade de um
    tecto finalmente sossegado daquela vertigem giratória. Durou isto um
    momento porque a verdade é que sentia agora o tecto a descer, ou o
    chão a subir, e as paredes ameaçadoras avançando a menos de meio
    metro do perímetro da cama. Em pânico voltou a levantar-se e deslizou
    até à porta da casa, entrando de marcha-atrás na claridade da rua.
    Foi nessa altura que viu a outra, ela própria, Maria Augusta do lado
    empenado da calçada. Tens a vida encravada Maria Augusta, é o que é.
    Resolve-me esse futuro que isto não vai com romances. Inscreve-te no
    PP-PSD. Dedica-te à ciência. Tira um mestrado. Concorre para as
    colocações no ensino básico. Faz-te enfermeira orçamentista. Vai
    pedir trabalho à refinaria de Matosinhos. Não ponhas o dinheiro em
    contas-poupança. Não te espetes que o hospital não é de graça. Faz
    uma plástica. Põe-te loira. Vai para a porta da Casa da Música
    disfarçada de corno inglês e espera pela próxima nomeação que és
    capaz de ter sorte. Enfia umas argolas e vai para a Caixa Geral dos
    Depósitos! Não tropeces Maria da Augusta, não caias, não te
    estorcegues. Tantas preocupações, o Governo, a quinta dos famosos, a
    vida que não descola da quarta de cinzas, o Presidente a ralhar, o
    professor escorraçado por dizer mal do nosso primeiro na TV, o nome
    que não saiu na lista, a máquina dos cigarros que não disse obrigado
    e que tivesses um dia positivo, as portagens que aí vêm, o preço do
    petróleo a subir, a viela a descer cada vez mais torta e aquela gente
    a olhar com cara de basbaques. Que jeito lhe fariam agora uns travões
    na ponta dos sapatos e aquelas esquecidas técnicas de rodopio das
    aulas de tango com seis passadas ò p’trás em contratempo e a cabeça
    tombada sobre o ombro em erótico devaneio.

    Desiste Maria Augusta. Senta-te de frente na soleira e espeta bem o
    dedo a apontar para o chão e, lentamente, para o fim da rua. Vais ver
    que quase toda a gente se vai pôr de cócoras à tua volta. Diz-lhes
    que é por ali que o mundo vai rachar e não deixes que te contrariem.
    Faz-te tesa.

    Álvaro Domingues
    Professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

    https://jornal.publico.pt/2004/10/13/EspacoPublico/O04.html

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    Selecção hoje feita por Maria Carvalho
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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    * Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias, de O Primeiro de Janeiro, de O Comércio do Porto e do
    Público Local Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não
    necessariamente em todos).
    * Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.
    * Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.
    * O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/
    * Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto
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