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    [PNED] infoPNED 03.11.2003
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    Segunda-feira, 3 de Novembro de 2003

    INDICE

    1.Tribunal de Contas Chumba Ajuste Directo com Souto Moura
    2.Tuneladoras do Metro Vão Entrar de Férias
    3.Cais de Gaia Emagreceu com o Frio
    4.Jorge Sampaio Apela a Decisões Rápidas e “Eficazes” para o Douro
    5.Câmara do Porto Volta-se para Os Sem-abrigo
    6.PCP de Gondomar Condena Falta de Investimento no Concelho
    7.O PARQUE ORIENTAL – de Ideia Mobilizadora a Mutilação Indigna? (II) Por
    CAMPO ABERTO
    8.Projecto do IPPAR Coloca Citânia de Santa Luzia ao Nível do Santuário
    9.Famílias em risco no meio de ruínas
    10.Micas aparece hoje junto à ponte Luís I
    11.Museu Romântico vai reabrir com mais salas de exposição e sem barreiras
    12.Traficantes saíram da Sé para a Rua da Madeira e Gaia ~
    13. Transportes públicos preocupam a Câmara
    14.Aumento brutal das tarifas de água alarma população
    15.Exploração no monte da Paz mais cinco anos / Pedreira labora em área
    integrada na Rede Natura
    16.Utentes prejudicam captações no Coura
    17.Obras – A Rua Coelho Neto, no Porto, está em obras
    18. Associação manifesta-se indignada com a lei que vigora na noite do Porto
    e vai protestar
    Discotecas e bares até às 6h
    19.Atraso na construção desta linha não chega a um ano

    RESUMOS

    1.Tribunal de Contas Chumba Ajuste Directo com Souto Moura
    Público – local porto
    Por RUI TIBÉRIO

    O ajuste directo
    TC “chumba” contrato da Câmara das Caldas da Rainha com Souto Moura
    O Tribunal de Contas (TC) recusou o visto ao contrato em que a Câmara das
    Caldas da Rainha se propunha, por ajuste directo, entregar ao arquitecto
    Eduardo Souto Moura a concepção do centro cultural da cidade, dispensando
    assim a realização de um concurso público para o efeito. A Câmara argumenta
    que Souto Moura “é uma referência a nível nacional e internacional nesta
    área e tem um currículo que não deixa dúvidas”. “Se fizéssemos um concurso
    público, escolhíamos a ideia, e não o valor da proposta. Por isso, o custo
    do projecto não é o factor mais importante”, sustentou a vereadora da
    Cultura na autarquia, Maria da Conceição Pereira. O preço estipulado foi de
    1.176.527 euros, beneficiando a autarquia de “uma simpatia”, isto é, da
    redução de 10 por cento nos honorários cobrados pelo arquitecto.

    2.Tuneladoras do Metro Vão Entrar de Férias
    Público – local porto

    O último troço em túnel da primeira fase do metropolitano do Porto fica
    concluído hoje.

    3.Cais de Gaia Emagreceu com o Frio
    Público – local porto

    O Cais de Gaia parece ter emagrecido com a chegada do frio. Boa parte dos
    cerca de vinte bares e restaurantes praticamente desactivaram as esplanadas,
    limitando os serviços de mesa aos espaços interiores. Anteontem à noite, num
    sábado em que a chuva resolveu não comparecer, o que se via à margem
    esquerda do Douro era um equipamento destituído dos seus habituais
    tentáculos ao ar livre.

    4.Jorge Sampaio Apela a Decisões Rápidas e “Eficazes” para o Douro
    Público – local porto
    Por CELESTE PEREIRA

    “Há dois anos que vivemos uma crise total. Estamos completamente de rastos.
    Estão-nos a pagar 150 euros ou menos por cada pipa de vinho. Isto nem a
    vindima paga, quanto mais o granjeio, o sulfato, o trabalho rural, a poda,
    os herbicidas, os adubos…”.

    5.Câmara do Porto Volta-se para Os Sem-abrigo
    Público – local portoPor NATÁLIA FARIA

    Pelo menos uma vintena de estudantes da Universidade do Porto vai colaborar
    na segunda fase do Programa “Porto Feliz”, que incidirá sobre os sem-abrigo
    da cidade do Porto.

    6.PCP de Gondomar Condena Falta de Investimento no Concelho
    Público – local porto

    A Comissão Concelhia de Gondomar do PCP já fez as contas e não tem dúvidas:
    a proposta de Plano de Investimentos e Despesas para o Desenvolvimento da
    Administração Central (PIDDAC) para 2004 penaliza fortemente o concelho, o
    que demonstra que o presidente da câmara, Valentim Loureiro, não tem
    influência junto do Governo e faz adivinhar que várias obras importantes
    continuarão adiadas.

    7.O PARQUE ORIENTAL – de Ideia Mobilizadora a Mutilação Indigna? (II)
    Por CAMPO ABERTO – ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO AMBIENTE CAMPO_ABERTO@ONINET.PT
    Público – local porto

    Concluímos hoje a apresentação dos argumentos que fazem da eventual
    concretização de uma via com perfil de auto-estrada nos terrenos destinados
    ao Parque Oriental o rasgar de promessas eleitorais com mais de uma década.
    O Partido Socialista voltou a prometer o Parque Oriental em 2001. No
    documento Porto um Novo Contrato com a Cidade, base da candidatura do
    Partido Socialista à Câmara Municipal do Porto nas eleições autárquicas de
    Dezembro de 2001, o Parque Oriental é referido nos seguintes termos: «…na
    zona oriental da cidade, onde, para além de se prever a criação do futuro
    Parque Oriental, poderá servir, como exercício, a toda a definição do
    próprio Plano Ecológico, já que corresponde a uma das poucas zonas da cidade
    onde proliferam espaços rurais com actividade agrícola, reminiscência de
    práticas ancestrais com moinhos de vento, e outras zonas naturais.»
    O Parque surge aí integrado no Plano Ecológico Municipal, que defende «uma
    estrutura verde que entre em linha de conta com toda a estrutura ecológica
    do Concelho e mesmo áreas contíguas de Concelhos limítrofes. … um dos mais
    importantes recursos da cidade… um verdadeiro ecossistema, assumindo
    especial importância a protecção e desenvolvimento de áreas naturais ou
    naturalizadas». Coerentemente, não há referência a qualquer via de
    atravessamento, igualmente ausente da secção nesse documento dedicada aos
    transportes.
    Segundo a imprensa (17.10.03), defendendo a concretização do atravessamento,
    o Vereador do Urbanismo, Ricardo Figueiredo, teria declarado: «Qual Parque
    Oriental? Não existe nada aqui. O programa do parque é que, no futuro, terá
    de se adaptar ao que está lá.»
    Estamos aqui perante um sofisma. Por tudo o que ficou referido, a criação do
    Parque Oriental como um grande projecto de uma zona basicamente verde de 90
    hectares com funções-chave na estrutura ecológica municipal é um compromisso
    político e moral da Câmara Municipal do Porto desde há mais de uma década.
    Esse compromisso vincula igualmente a actual maioria PSD/PP na medida em que
    o assumiu na campanha eleitoral de 2001.
    Não é dignificante ver na imprensa declarações atribuídas a vereadores do
    PS, que promete há pelo menos dez anos um Parque Oriental de 90 hectares,
    apoiarem o atravessamento e reconhecendo em simultâneo que isso reduziria o
    Parque Oriental a um «parquinho». Em Julho de 2002, os vereadores
    socialistas da Câmara do Porto defenderam publicamente que a cidade «precisa
    urgentemente de uma ideia mobilizadora e estimulante que devolva aos
    portuenses a sua abalada auto-estima». Uma das ideias então propostas foi a
    criação do Parque Oriental. Consideram então os vereadores socialistas que a
    criação de um «parquinho», em vez da criação de um verdadeiro Parque, é uma
    ideia mobilizadora? Neste momento, se é certo que o Parque Oriental não
    existe enquanto tal, existem as zonas verdes que, cuidadas e valorizadas, o
    poderão vir a constituir – e existe uma estrutura camarária a trabalhar na
    sua criação. E o atravessamento, existe fisicamente? Não, não existe. É pois
    possível evitar ainda a sua concretização.
    O que existe do atravessamento é moral e politicamente inaceitável
    Que existe então do atravessamento rápido? Segundo teria dito o Vereador do
    Urbanismo, o projecto de atravessamento tem cinco anos de preparação, o que
    o justificaria e lhe daria «existência». Como já verificámos, o Parque
    Oriental, como projecto, é-lhe anterior em mais de cinco anos. Se o projecto
    de atravessamento está em preparação há cinco anos, isso significa que
    começou a ser preparado em 1998. Ora, paradoxalmente, em 1999 a CMP
    reafirmou o Projecto do Parque Oriental, na brochura acima referida,
    ignorando de todo aquela via. Há que concluir que esses cinco anos de
    «preparação» representam algo de oculto ou clandestino em termos cívicos, de
    tal forma que o Pelouro do Ambiente, ao que se sabe, ignorava totalmente tal
    «preparação».
    Segundo a imprensa, o Vereador do Urbanismo teria justificado a realização
    do atravessamento pela necessidade de aproveitar oportunidades de
    financiamento. Ora, a não realização do atravessamento implicaria
    não-despesas, poupança que teria de ser considerada no saldo final. Se o
    Parque Oriental terá custos para a cidade, não deixará também de lhe trazer
    inegáveis benefícios, fazendo do Porto uma cidade onde se privilegiaria,
    efectivamente, a qualidade de vida dos cidadãos.
    Quanto à fluidez da circulação, prevê-se que, a prazo, a linha do metro
    Campanhã\u2011Gondomar possa ser estendida a outras zonas do concelho,
    incluindo Valbom, cujos 14 mil habitantes (e não 60 mil, como o arquitecto
    Ricardo Figueiredo teria afirmado) são igualmente invocados como
    justificação para a via. Em alternativa a esta, prolongar a linha do metro
    seria, esse sim, um investimento justo e compensador.
    Aprovar o atravessamento de Azevedo, mutilando o Parque Oriental,
    representaria o não-cumprimento de compromissos assumidos perante a cidade,
    e está em contradição com o papel que a autarquia atribui à estrutura
    ecológica municipal, comprometendo-a gravemente, e com a política de
    mobilidade de que a cidade necessita.

    8.Projecto do IPPAR Coloca Citânia de Santa Luzia ao Nível do Santuário
    Público – local minho
    Por ANA PEIXOTO FERNANDES

    O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) quer aumentar o
    número de visitas à Citânia de Santa Luzia, em Viana do Castelo,
    equiparando-o ao que, actualmente, regista o santuário com o mesmo nome
    situado a escassos metros do local.

    9.Famílias em risco no meio de ruínas
    JN – grande porto
    Sandra Pinho

    Quatro famílias vivem em condições miseráveis, na Rua de Cristelo, em
    Massarelos. Quem passa em frente aos números 55 e 57, pode observar o
    avançado estado de degradação que estas habitações apresentam. As famílias
    queixam-se da falta de obras e temem as chuvas que se avizinham.

    10.Micas aparece hoje junto à ponte Luís I
    Conclusão Aparição da tuneladora marca o fim das escavações dos túneis da
    primeira fase da rede do Metro
    JN – grande porto

    Depois de mais de oito meses de escavações, a tuneladora Micas chega esta
    tarde à Avenida Vímara Peres, junto à entrada do tabuleiro superior da ponte
    de Luís I, marcando assim o fim da escavação dos túneis da primeira fase da
    rede de Metro, na cidade do Porto. A “aparição” está marcada para as 14.30
    horas. A tuneladora, que já havia aberto caminho entre Campanhã e a Trindade
    (o túnel ficou concluído a 21 de Outubro do ano passado), começou os
    trabalhos de perfuração, na Trindade, no dia 13 de Fevereiro, tendo escavado
    1054 metros até à Avenida Vímara Peres.

    11.Museu Romântico vai reabrir com mais salas de exposição e sem barreiras
    para os visitantes com deficiências motoras Há oito meses que o edifício
    recebe obras de recuperação
    Segredos da alta burguesia desvendam-se este mês
    JN – grande porto
    Carla Sofia Luz

    Os segredos da alta burguesia oitocentista do Porto voltam a ser
    desvendados. A porta do Museu Romântico na Quinta de Macieirinha reabre-se
    este mês, acolhendo novidades e sem barreiras para os visitantes com
    deficiências motoras. ~

    12.Traficantes saíram da Sé para a Rua da Madeira e Gaia
    JN – grande porto
    Helena Norte

    contestaçãoComerciantes queixam-se de quebras no negócio e já pediram
    intervenção das autoridadesVenda e consumo de estupefacientes aumentaram
    também na Serra do Pilar porto
    A maior pressão policial no Bairro da Sé teve como um fenómeno de deslocação
    de grande parte dos traficantes. Dos Pelames e do Corpo da Guarda, passaram
    para a Rua da Madeira, nas traseiras da estação de S. Bento, e para a
    escarpa da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia, mesmo ao lado da nova ponte
    do Infante.

    13. Transportes públicos preocupam a Câmara
    JN – grande porto
    Céu Salazar

    O presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, Mário de Almeida, veio a
    público denunciar que a empresa de transportes públicos ARRIVA, que opera em
    Vila do Conde, Trofa e Famalicão, deixou de assegurar algumas ligações no
    concelho, “prejudicando os interesses dos vilacondenses”.

    14.Aumento brutal das tarifas de água alarma população
    JN – país
    Gil Diniz

    terras de bouro 500 % Oposição diz que a subida foi feita à revelia do
    Executivo
    Várias freguesias do concelho de Terras de Bouro estão indignadas com os
    valores das facturas de consumo de água da rede pública, que em alguns casos
    atinge os 500%.

    15.Exploração no monte da Paz mais cinco anos / Pedreira labora em área
    integrada na Rede Natura
    JN – país
    Gil Diniz

    Quem passa junto ao monte Senhora da Paz, no concelho de Amares, observa uma
    imagem surpreendente: o monte está literalmente cortado em duas partes,
    devido às explorações de granitos que ali se realizam há vários anos.

    Terras de bouro Ilegalidade Exploração de quartzo junto ao Gerês, em área
    classificada, funciona há dois anos sem qualquer licença Câmara Municipal
    admite o erro, mas defende a empresa
    Gil Diniz
    Em plena zona da Rede Natura, no concelho de Terras de Bouro, existe uma
    pedreira sem qualquer licença para laborar. A exploração de quartzo começou
    há dois anos, quando Francisco Alves, então emigrante em França, regressou a
    Brufe. Alves aproveitou o mesmo espaço, onde antigamente existia uma
    pedreira, entretanto desactivada.

    16.Utentes prejudicam captações no Coura
    JN – país
    Luís Almeida

    A pretexto das notícias vindas a público sobre os resultados das análises às
    águas do rio Coura, na praia da Levada, em Vilar de Mouros, no seguimento do
    alarme gerado pelos resultados de Julho, em Paredes de Coura, e da cor turva
    apresentada em Setembro último, o chefe de Divisão de Abastecimento Público
    da Câmara de Caminha elaborou um parecer que acabou por causar apreensão
    ainda maior

    17.Obras
    O Primeiro de Janeiro

    A Rua Coelho Neto, no Porto, está em obras desde há cerca de duas semanas.
    Os buracos já começaram a ser abertos e vão aumentando diariamente, deixando
    a via num estado intransitável. Para melhor realização dos trabalhos, a
    Divisão de Trânsito da Câmara interditou a circulação automóvel enquanto
    decorrerem os trabalhos. Acontece que ao fim-de-semana as máquinas param e a
    via é reaberta. E muitos automobilistas aventuram-se, tentando escapar como
    podem à irregularidade do piso. Também os passeios apenas o são de nome. Os
    peões esgueiram-se para fugir aos buracos, arriscando quedas com
    consequências imprevisíveis. Isto, em pleno centro do Porto…

    18.Associação manifesta-se indignada com a lei que vigora na noite do Porto
    e vai protestar
    Discotecas e bares até às 6
    O Primeiro de Janeiro
    Eduarda Vasconcelos

    A Associação de Bares da Zona Histórica assume amanhã uma acção de
    desobediência em que os bares e discotecas que se traduz na laboração até às
    6 horas. Trata-se de uma forma de pressão à autarquia para que regularize os
    licenciamentos dos espaços de diversão nocturna.
    Numa acção de desobediência contra a lei vigente, a Associação de Bares da
    Zona Histórica do Porto anuncia amanhã que as discotecas da cidade vão
    passar a estar abertas até às 6 horas. Trata-se de uma manifestação de
    indignação que pretende, segundo o presidente daquele organismo, “pressionar
    a autarquia a passar as devidas licenças aos estabelecimentos”. António
    Fonseca explicou a «O Primeiro de Janeiro» que “embora o horário estipule
    que os locais de divertimento nocturno apenas podem laborar até às 4 horas,
    a realidade é que todos eles estão abertos até às 6”.

    19.Atraso na construção desta linha não chega a um ano
    Ligação a Gaia só no final de 2004
    O Primeiro de Janeiro

    A Linha Amarela, ligação entre o Hospital S. João e a Rotunda de Santo
    Ovídio, só deverá estar operacional no final de 2004, como foi já admitido
    pela empresa Metro do Porto. O atraso não chega a um ano em relação ao que
    estava inicialmente previsto.
    Na base dos atrasos verificados na conclusão desta linha esteve, por
    exemplo, a conclusão da VL9 em Vila Nova de Gaia e consequentemente o
    encerramento definitivo ao trânsito do tabuleiro superior da ponte Luiz I.
    Assim, tal como noticiado, a linha Amarela poderá começar a funcionar
    parcialmente no final do próximo ano, seguindo a política da empresa do
    Metro do Porto. Ou seja, colocar em funcionamento os troços das linhas logo
    que seja possível, ainda que não haja hipótese de o fazer na totalidade.

    INFORMACAO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentou-se o sumario e/ou resumos de noticias de interesse
    urbanistico/ambiental publicadas na edicao electronica do Jornal de
    Noticias, do Público e de O Primeiro de Janeiro.

    Esta lista foi criada e e animada pela associacao Campo Aberto, e esta
    aberta a todos os interessados socios ou nao socios. O seu ambito
    especifico sao as questoes urbanisticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho. Em «Fora do Noroeste», podem
    inserir-se noticias de outras regioes que possam apresentar interesse
    como exemplo negativo ou positivo para situacoes equivalentes no
    Noroeste.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para os textos integrais consultar:

    https://jornal.publico.pt/publico/2003/11/03/indice.html

    https://jn.sapo.pt/eddia/eddia2.asp

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt

    ou as respectivas edições em papel.

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