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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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    1. Três projectos imobiliários da Mota-Engil em desenvolvimento

    O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto afirmou ontem que o actual executivo está a “acordar” projectos-âncora que se encontravam adormecidos nas gavetas da autarquia. Durante a sessão de lançamento do empreendimento imobiliário Ancoradouro da empresa Mota-Engil que está a ser construído junto à Rotunda do Freixo, na zona oriental do Porto, Lino Ferreira realçou que a edilidade fez despertar projectos que farão desenvolver esta zona. Além do Ancoradouro, a Mota-Engil também renegociou com a autarquia a edificação na Quinta da China de um condomínio de moradias e apartamentos destinado ao segmento premium (a obra deve começar no próximo ano) e a transformação da antiga fábrica de Moagem União. Os três projectos encontram-se num espaço privilegiado com vistas sobre o Rio Douro, entre o Freixo e a Ponte D. Luís. Os empreendimentos permitirão à empresa obter um volume de negócios acumulado de 100 milhões de euros, durante os próximos quatro anos. A habitação nova aliada às duas UOPG (Unidade Operativa de Planeamento e Gestão) de Campanhã e de Contumil constituem, no entender do autarca, oportunidades de fazer verdadeira coesão social na zona oriental. Some-se ainda a questão da requalificação do Bairro do Lagarteiro cujo protocolo para a sua integração no programa do Governo designado de «Bairros Críticos» foi recentemente assinado. Lino Ferreira esclareceu que, no que concerne às UOPG, a edilidade aguarda por uma definição quanto ao traçado do comboio de alta velocidade. “Vamos ter proximamente uma reunião com a Rave [Rede Ferroviária de Alta Velocidade] para tentar encontrar uma solução”, avançou, acrescentando que “o projecto do TGV é muito importante e trará atrás de si outros investimentos e motivos de atracção”. O vereador disse ainda que dentro em breve será também anunciado o projecto do Parque Oriental, escusando-se, porém, a revelar mais pormenores sobre o assunto que está sob o domínio do pelouro do Ambiente a cargo do vice-presidente da Câmara do Porto, Álvaro Castello-Branco.

    Ainda a par dos empreendimentos de luxo que estão a ser construídos ou planeados para a zona, Lino Ferreira adiantou que a edilidade tem estado também a estudar “outras possibilidades de incentivo”, mas neste caso para a classe média. “Esta é uma zona que carece de apoios claros ao seu desenvolvimento. Quem sabe poder-se-ão criar aqui as mesmas oportunidades dos concelhos vizinhos para onde muita gente fugiu?”, frisou, deixando, assim, em aberto a hipótese de poder vir a ser criada habitação a custos mais acessíveis na freguesia de Campanhã.

    20 anos de bloqueio
    O presidente da Mota-Engil, António Mota, considerou que a zona oriental da cidade, especialmente as áreas próximas do Rio Douro, “é a melhor para se viver”, mas não deixou de registar o facto de o projecto da Quinta da China ter estado 20 anos “bloqueado” na Câmara do Porto. A responsável pela área de engenharia e imobiliária da empresa, Paula Mota, destacou, por seu turno, que a Mota-Engil sente, com os três empreendimentos que está a lançar, que “está a construir e a requalificar a zona oriental do Porto”.

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    98 apartamentos
    Vistas para o Douro
    O edifício Ancoradouro, ontem apresentado, tem um total de oito andares mais rés-do-chão e duas caves. Distribui-se por um total de 98 apartamentos com tipologias entre o T1 e o T4, todos com vista para o rio. As habitações, segundo adiantou Paula Mota, “possuem áreas maiores que o habitual” e serão vendidas “a um preço competitivo”. A responsável revelou que a Mota-Engil está a estudar outros projectos para implementar no Porto, mas escusou-se para já a adiantar pormenores sobre os mesmos, nomeadamente sobre os locais de implantação.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=5ab4eb8fb5e55d4b2f174177d3c8343e

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    2. Conferência Nacional de Direito do Ambiente em Matosinhos

    O ministro do Ambiente, Nunes Correia, participa sexta-feira, em Matosinhos, na Conferência Nacional de Direito do Ambiente que visa debater o actual enquadramento legal relacionado com o Ambiente. A conferência começa com uma sessão plenária na qual intervirão, entre outros, o Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente e o Vice-Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. Para a tarde estão programados quatro workshops temáticos, que se realizam simultaneamente, encerrando o evento o ministro do Ambiente, Nunes Correia, cuja intervenção incidirá sobre “a contribuição do QREN para a prossecução da política do Ambiente”.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=13883d75b68ca50cb9323f5733d92726

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    3. Concelho da Maia foi tema de mestrado

    O concelho da Maia, e em particular a sua Via Diagonal, foram o tema do Mestrado em Desenho Arquitectónico (MDA) realizado pela Escuela de Arquitectura de la Universidad de Navarra – Espanha, anunciou a autarquia. Segundo a mesma fonte, sete jovens licenciados em arquitectura de vários pontos do globo (Estados Unidos, Argentina, Itália, Costa Rica, São Salvador, Chile), orientados pelo arquitecto português João Álvaro Rocha, escolheram a Maia como ponto de partida e de chegada do seu trabalho de Mestrado. A Via Diagonal da Maia é transversal ao território do concelho, percorrendo campos e florestas, vilas e aldeias, passando por quintas e igrejas, atravessando desde zonas mais rurais a espaços urbanos. As conclusões desses trabalhos académicos serão apresentadas ao público, pela primeira vez, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Maia, na próxima sexta-feira, pelas 16h.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=2522284c342deae65d82e625e7c01057

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    Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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