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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Sexta, 08 de Fevereiro de 2008

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações
    indicadas.

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    1.Câmara “inoperante” contra aterros ilegais

    Os aterros ilegais no concelho de Valongo, alguns dos quais denunciados, na passada semana, pelo JN, estiveram em foco na reunião pública de ontem da Câmara de Valongo. Maria José Azevedo, vereadora eleita pelo PS, considerou que a “Câmara de Valongo tem sido “incompetente”. O vereador do Ambiente, José Luís Pinto, sublinhou que “tudo tem sido feito” e que há uma empresa que já foi fiscalizada “centenas de vezes”, mas que “já desrespeitou duas posses administrativas”.
    O maior dos aterros tem vindo a crescer, desde 2001, e situa-se a cerca de cinco minutos do centro da cidade, junta à urbanização Nova Valongo. É “explorado” pela referida empresa, que cobra por cada camião que despeja entulho em terrenos privados e mantém em funcionamento ilegal uma britadeira.

    https://jn.sapo.pt/2008/02/08/porto/camara_inoperante_contra_aterros_ile.html

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    2. Ruas comerciais da Baixa vigiadas por 24 câmaras

    Depois da Ribeira, as câmaras de videovigilância podem chegar às principais artérias comerciais da Baixa do Porto ainda este ano. O projecto, orçado em mais de 200 mil euros e também da responsabilidade da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto (ABZHP), prevê a instalação de 24 câmaras numa área compreendida entre as ruas de Cedofeita, Santa Catarina e Mouzinho da Silveira. António Fonseca, presidente da ABZHP, pediu, ontem, uma reunião para apresentar o projecto ao Executivo camarário e tenciona fazer o mesmo com a PSP nos próximos dias. Caso a Autarquia não se mostre interessada, o responsável admite recorrer directamente ao Ministério da Administração Interna.

    https://jn.sapo.pt/2008/02/08/porto/ruas_comerciais_baixa_vigiadas_24_ca.html

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    3. Biocombustíveis são responsáveis por mais CO2

    Destruir ecossistemas naturais para culturas destinadas a produzir biocombustíveis agrava o aquecimento global, gerando em várias décadas mais dióxido de carbono (CO2), o principal gás que provoca efeito de estufa, avisaram peritos americanos num estudo ontem publicado.
    “Se tentarmos limitar o aquecimento do planeta, é absurdo converter terrenos para produzir biocombustíveis”, afirma Joe Fargione, investigador da Nature Conservacy, uma das mais importantes organizações privadas de protecção do ambiente, co-autor do estudo.

    “Todos os biocarburantes que usamos actualmente levam a uma destruição da natureza, directa ou indirectamente”, continua.
    “A agricultura mundial produz já alimentos para seis mil milhões de seres humanos e ao aumentar a produção de biocombustíveis forçará a conversão de mais superfícies naturais para culturas”, acrescenta o investigador.

    O CO2 que irá para a atmosfera com origem na destruição das florestas virgens, das savanas, de turfeiras ou estepes convertidas em terrenos de cultura, ultrapassa o volume de CO2 não emitido para o ar graças à utilização dos biocarburantes, segundo a investigação dos cientistas, publicada hoje na revista Science. Conversão de terrenos para os biocombustíveis pode emitir 17 a 420 vezes mais CO2 do que a emissão evitada com o seu uso.

    Conversões de terrenos para cultivar milho ou cana-de-açúcar, a partir dos quais se produz etanol, ou ainda soja para o biodiesel, traduzem-se por emissões de dióxido de carbono 17 a 420 vezes maiores do que a redução conseguida pela substituição de combustíveis fósseis pelos biocombustíveis, calcularam os investigadores.

    Na Indonésia, onde houve muita conversão de turfeiras para produção de óleo de palma, seriam necessários 423 anos para que a produção de biocombustíveis tivesse uma contribuição positiva na redução de emissão de CO2.

    https://jornal.publico.clix.pt/

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    4. Ambientalistas desconheciam consulta sobre refinaria na bacia do Guadiana

    A consulta pública em Portugal sobre a refinaria projectada para a bacia do Guadiana na Estremadura espanhola cujo prazo termina hoje foi lançada sem que as principais organizações não-governamentais de ambiente portuguesas tenham sido informadas em tempo útil da abertura do processo.

    https://jornal.publico.clix.pt/

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de
    Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
    ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
    específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
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    telefax 22 975 9592
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    Selecção hoje feita por Celina Raposo

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