• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007
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1. Porto: Abrir a Ribeira ao mundo

Foi ontem apresentado o Concurso Internacional de Ideias para a
Revitalização da Frente Ribeirinha do Porto. O objectivo é colher conjuntos
de ideias que possam ³abrir o Porto ao mundo². A Ordem dos Engenheiros não
concorda com o regulamento.
David Furtado

A zona a ser intervencionada abrange uma extensão de 3,5 quilómetros, ao
longo da margem direita do Douro, entre a Rua D. Pedro V e a Ponte Maria
Pia. Arlindo Cunha, presidente do Conselho de administração da Porto Vivo,
revelou que o júri ³presidido por Valente de Oliveira terá enorme prestígio.
Os três primeiros prémios serão remunerados, o que é mais aliciante para os
concorrentes². (ver coluna) Seguiu-se a apresentação do website
www.portovivosru.pt/concursodeideias, focando a área do site dedicada às
inscrições e ao concurso. O projecto será divulgado a nível internacional na
web até Outubro.

Valente de Oliveira realçou que ³as cidades com mar e rio vêem a frente
aquática como um local de fruição de tempos livres. E o Porto tem uma
paisagem ímpar, fruto da acumulação de história e arquitectura, que é
preciso valorizar². O presidente salienta que uma das metas é ³alargar a
colheita de sugestões a um universo maior².

Valente de Oliveira sublinha que são ³três quilómetros e meio com zonas
desiguais. A Alfândega e a Ribeira estão muito bem, mas outras parcelas
não². Mas, segundo o presidente, não se trata de um Œcenário¹. Queremos ver
o que se propõe para a fachada principal e ver o que está por detrás. O
concurso valoriza essa articulação e também dará atenção especial ao ponto
de vista dos visitantes².

O júri terá de avaliar admissibilidade dos candidatos, processo que termina
a 31 de Outubro. Valente de Oliveira ambiciona um nível multifacetado de
propostas, nacionais e estrangeiras, de arquitectos de todas as idades.
³Quando se é novo, concorre-se para ganhar dinheiro, quando se é velho,
concorre-se para se mostrar que se é novo², comentou.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6f95f50087b897bbd187d6ec85134203

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2. Viana do Castelo: Viana do Castelo: Projecto do Instituto Português da
Juventude
Jovens de «olho» na floresta

Mais de 300 jovens vão estar ³de olho² nas florestas do distrito de Viana do
Castelo até finais de Setembro para prevenir e detectar focos de incêndio,
informou o delegado regional do Instituto Português da Juventude durante a
apresentação do projecto.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=4247a2796c1cb5da294db8c1649aa9cd

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3. Guimarães: Rui Rio alerta para erros cometidos na Capital da Cultura
alfredo cunha

Sociedade de reabilitação urbana, semelhante à que existe no Porto, a criar,
suscitou o debate

Joaquim Forte

O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, afirmou, anteontem à noite, em
Guimarães, que a aposta na reabilitação urbana deve ser encarada como
prioridade. “Contribui para dinamizar a construção civil, criar emprego e
reforçar o turismo”, justificou o autarca, que falava num debate promovido
pelo PSD vimaranense em torno da criação, em Guimarães, de uma Sociedade de
Reabilitação Urbana à semelhança da que existe no Porto.

Rio alertou para os erros cometidos na Porto Capital Europeia da Cultura, em
2001 – “espero que Guimarães (em 2012) não cometa os mesmos erros” – e
lembrou os obstáculos que se colocam à reabilitação urbana “a legislação
burocratizada” e a “pouca sensibilidade dos juízes para os casos de
expropriações” de prédios.

Em seu entender, as cidades têm baixas desertificadas e degradadas devido a
erros do passado, que começaram com Salazar e o congelamento das rendas, e
continuaram depois do 25 de Abril de 1974. “Os Governos, todos eles, são
responsáveis pelo estado em que se encontram as baixas das cidades, mas
também as autarquias, que confundiram desenvolvimento com crescimento de
prédios como cogumelos”, assim contribuindo para o aparecimento de
“florestas de betão”, a que não é alheio o facto de os partidos políticos
terem nas empresas de construção os principais suportes financeiros,
sustentou.

A este caos urbanístico somam-se os problemas com o trânsito, cuja resolução
implica um sorvedouro de dinheiros públicos – “mais um túnel, mais um
viaduto”. Felizmente, disse, nos últimos anos, começa a haver uma
preocupação por este estado de coisas e a aposta na reabilitação começa a
ganhar força.

Joaquim Branco, administrador da Sociedade de Reabilitação Urbana “Porto
Vivo”, apontou outros erros, como as nacionalizações pós 25 de Abril e as
posteriores privatizações, que retiraram do Porto importantes centros de
decisão, e a opção das universidades de crescerem na periferia. “A
reabilitação das cidades sem estacionamento é difícil”, vaticinou. O exemplo
até pode servir para o Porto, cidade com uma outra dimensão, mas não a
Guimarães, onde os parques de estacionamento mais recentes estão às moscas.

https://jn.sapo.pt/2007/05/16/norte/rui_alerta_para_erros_cometidos_capi.html

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4. Coimbra: Provedor do Ambiente contesta inércia da Câmara Municipal
Manuel Correia

Massano apelidou terreno (ao fundo) de Loch Ness, lago escocês supostamente
habitado por um monstro

O provedor do Ambiente de Coimbra deu ontem uma conferência de imprensa, a
terceira desde que tomou posse do cargo, em finais de 2005, para acusar a
Câmara que o nomeou de não ter resolvido um problema de saúde pública que se
arrasta há mais de três anos, num enorme prédio situado entre a Rua da
Alegria e a Avenida Emídio Navarro, no centro da cidade.

“Já se passaram três anos e já se esgotou a nossa capacidade de intervenção,
pelo que nos resta comunicar o problema à população”, justificou-se Salvador
Massano Cardoso sobre a realização da conferência de imprensa, em que
lembrou os pedidos de intervenção feitos à Câmara e voltou a chamar a
atenção para a ameaça à saúde pública que representa o lago que se formou
nos terrenos do referido prédio.

“É o Loch Ness de Coimbra, é uma vergonha. É o cheiro, são os mosquitos, as
ratazanas… Ao fim do dia, nuvens de mosquitos conseguem tapar a luz. Isto
põe em causa a saúde das pessoas, além de ser um incómodo e ter um impacto
visual negativo, numa zona histórica onde passam turistas”, descreveu
Massano Cardoso, do alto da Rua da Alegria, a situação de um terreno de
centenas de metros quadrados alagados e cobertos de “plantas aquáticas”.

https://jn.sapo.pt/2007/05/16/pais/provedor_ambiente_contesta_inercia_c.html

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por José Carlos Marques

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

www.campoaberto.pt
campo-aberto.blogspot.com

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4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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