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  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Segunda-feira, 30 de Abril de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Gaia: Jardim de Soares dos Reis fica sem estacionamento

A construção de um parque de estacionamento subterrâneo no Largo de Soares dos
Reis, em Gaia, será, pelo menos para já, um projecto adiado. O concurso público
para a concepção, construção e exploração do aparcamento público – lançado pela
Câmara em Fevereiro do ano passado – só teve uma proposta, que não agradou à
comissão de análise. A Câmara decidiu, na semana passada, não adjudicar a
empreitada.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/porto/jardim_soares_reis_fica_estacionamen.html

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2. Porto: Muralha pode inviabilizar parque na Alfândega

A Refer está a fazer contas para decidir se o projecto do centro de lazer para a
Alfândega, no Porto, vai avançar ou não. A garantia foi dada, recentemente, à
Câmara portuense numa reunião entre os responsáveis da empresa e da Invesfer
com o vereador do Urbanismo, Lino Ferreira. O autarca assinala que “não há
desinteresse” da parte da Invesfer (esta empresa, ligada à Refer, encabeça o
projecto apelidado por “Docas”), mas a descoberta de parte da muralha
fernandina obriga a repensar este investimento no Centro Histórico. Tudo,
porque, se existirem vestígios da muralha em toda a extensão do terreno na Rua
Nova da Alfândega, não será possível construir um parque de estacionamento
subterrâneo naquele local, como projectou o arquitecto Manuel Fernandes de Sá.
Actualmente, o terreno está ocupado por um parque de estacionamento municipal.
Mas à superfície. Para a criação de restaurantes, bares e lojas naquele espaço,
o parque seria enterrado.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/porto/muralha_pode_inviabilizar_parque_alf.html

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3. Crónica: Caldos e cautelas
por Jorge Vilas, Jornalista

Voltando ao tema da regionalização é quase obrigatório citar dois exemplos
dignos de atenção quanto à exemplaridade do processo que levou à sua existência
a Lipor e o Metro do Porto. Numa altura em que se volta a falar em novas
divisões administrativas para o nosso país e que uns tantos começam já a
contrariar a ideia, dizendo que “lá vêem eles, os vendilhões da pátria”,
conviria lembrar que se não tivesse sido a Junta Metropolitana do Porto a meter
as mãos à obra, certamente que aquelas duas estruturas ainda não existiam.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/porto/caldos_e_cautelas.html

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4. Marco de Canaveses: Utentes da CP não calam o descontentamento

O povo já não é quem mais ordena, como o foi há 33 anos. Mas, quando se junta,
corta a estrada ou interrompe a circulação ferroviária, ainda consegue
impor-se. Três dias depois de os utentes da Linha do Douro, no troço urbano
entre Porto e Marco de Canaveses, terem protestado na estação de Caíde, a CP
reviu os horários, que tinha acabado de alterar. Resultado mais dois comboios,
ao fim do dia, para quem regressa a terras marcuenses.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/porto/utentes_marco_canaveses_calam_o_desc.html

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5. Gondomar: Repovoar o rio Douro com sável e lampreira

As antigas instalações de captação de água na Foz do Rio Sousa, em Gondomar,
poderão ser transformadas num centro de reprodução artificial de sável e
lampreia. O objectivo é do investigador Nuno Gomes, que acredita ser possível
repovoar o rio Douro destas espécies, desaparecidas com a construção de
barragens e de outros obstáculos. O investigador portuense foi um dos
participantes das jornadas gastronómicas de Penafiel, promovidas pela Confraria
Gastronómica do Sável e da Lampreia, que decorreram no último fim-de-semana.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/porto/repovoar_o_douro_savel_e_lampreira.html

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6. Viseu: Funicular para levar turistas à zona histórica

O meio mecânico de transporte não poluente (funicular) que vai ligar a zona
ribeirinha da cidade ao centro histórico através da Calçada de Viriato, baseado
em interfaces com os mini-autocarros já em actividade, deverá entrar em
funcionamento na Primavera do próximo ano. O mais recente passo para que isso
aconteça foi dado, nos últimos dias, com a selecção de três empresas que
concorreram à primeira fase do concurso.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/norte/funicular_para_levar_turistas_a_zona.html

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7. Douro: Bombeiros com rio à porta sem meios fluviais

“Nem uma bóia temos para socorrer um náufrago!” diz desalentando Ilídio Pinto,
comandante dos Bombeiros de Provesende, face à ausência de equipamentos para
socorrer qualquer naufrágio no Douro. Esta preocupação já foi sentida “a
diversas entidades” mas “até agora sem resultados práticos”. Uma outra
preocupação prende-se com o facto da corporação ser responsável por uma frente
de rio de 14 quilómetros, confinada entre Covelinhas e o Pinhão, e nela passar,
a poucos metros, a Linha Férrea do Douro. A corporação de Provezende é assim uma
das que possui, no distrito de Vila Real, a maior frente ferroviária e fluvial,
entregue à sua jurisdição.

https://jn.sapo.pt/2007/04/30/norte/bombeiros_rio_a_porta_meios_fluviais.html

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8. Arouca quer potenciar a paisagem

O presidente da Câmara de Arouca, José Artur Neves, classificou o seu concelho
como “a capital do turismo do Entre Douro e Vouga”. O autarca fez questão de
salientar, no entanto, que a sua argumentação se baseia tão-somente nas
“características particulares” do município, observadas num horizonte regional.
“O «rótulo» de capital do turismo é assumido não só no Entre Douro e Vouga, mas
também ao nível da Grande Área Metropolitana do Porto. Arouca tem um potencial
turístico muito importante de montanha e de rio, associado à sua cultura que se
diferencia relativamente a outros concelhos”, disse o autarca. Falando à margem
do encerramento do projecto «Recursos Paisagísticos e Emprego na Promoção e
Desenvolvimento do EDV», que decorreu em Arouca, o autarca defendeu que em
matéria de turismo o caminho a seguir na região “deve ser trilhado” numa lógica
de desenvolvimento integrado. “Cada município tem a sua especificidade e deve
fazê-la valer para, assim, assumir características regionais e metropolitanas
defensáveis por todos”, concluiu.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=243345d775594a44bf053f52d57536ce

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O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse urbanístico ou
ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de Notícias, do Público e
d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais ou fontes de
informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está aberta a
todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico são as
questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o Vouga e o
Minho.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
contacto@campoaberto.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

Selecção hoje feita por Paulo Araújo

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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