• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007
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1. Mar ameaça habitações em Esmoriz
Casas junto à praia evacuadas

As habitações junto à praia de Esmoriz estão a ser ameaçadas pelo avanço do
mar e vão ser evacuadas esta noite, disse à Agência Lusa o presidente da
Junta de Freguesia local, Alcides Alves.
Segundo o autarca, “entre 20 a 30 pessoas” vão ser retiradas das
“construções abarracadas” onde moram e levadas para um hotel.
“O mar está a entrar nas casas da praia e vai começar agora a evacuação”,
disse o autarca à Lusa cerca das 19:30, explicando que o avanço da maré se
deve a rupturas na defesa aderente da costa entre Esmoriz e Cortegaça.
“Era possível prever que a defesa ia ficar fragilizada, com cada vez mais
marés vivas”, afirmou, acrescentando que “na terça-feira, rompeu em alguns
sítios”.
A situação tende a piorar ao longo da noite, à medida que a maré progride
e com a falta de visibilidade, alertou o autarca.
No local estão elementos da Protecção Civil Municipal de Ovar, bombeiros
e representantes da Câmara Municipal

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/ultimas/Mar_amea_a_habita_es_em_Esmo.html

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2. Antigo hospital liberal está à venda na Batalha

Rezam as crónicas que o braço direito amputado ao Marquês de Sá da Bandeira
foi enterrado no jardim do Palácio da Batalha, no Porto
Carla Sofia Luz

O Palácio da Batalha, situado no centro do Porto, está à venda. O edifício,
construído no século XVIII e que foi um dos cenários da história do Cerco do
Porto, é propriedade da Portugal Telecom. O imóvel permanece aberto e está
ocupado, mas a empresa decidiu colocá-lo no mercado.
Na semana passada, a Portugal Telecom Imobiliária fez publicar um anúncio
nos jornais. Não explicita o valor pretendido pelo palácio com cerca de 4550
metros quadrados e cinco pisos. A sociedade aceita “propostas escritas” para
a alienação, reservando, no entanto, o “direito de não efectuar a venda e
prosseguir com negociações directas, se não forem consideradas vantajosas as
propostas apresentadas”, como pode ler-se nesse anúncio.
A venda do edifício determinará o encerramento da estação dos Correios da
Batalha, que funciona no primeiro piso. Acolhe, também, o Clube Portugal
Telecom. Foi no ano de 1864 que o palácio passou para as mãos do Estado.
Inicialmente, foi alugado a Manuel Pedro Guedes da Silva de Fonseca Meireles
de Carvalho, “o senhor da Casa Aveleda”. Mais tarde (1881) foi comprado. “O
Estado alugou a casa para instalar a Estação de Correios, Telégrafos e
Telefones. Pagava a quantia anual de 1200 reis”, conta Germano Silva,
jornalista e historiador do Porto, recordando o passado do edifício nº62 da
Praça da Batalha, no Porto.
Família influente
Quem recorre aos serviços da estação dos Correios, não adivinha que os
salões têm uma história ligada ao Cerco do Porto.
O palácio foi edificado no final do século XVIII por ordem do fidalgo e
cavaleiro da Casa Real, José Anastácio de Silva da Fonseca. “Casou com a
dona Joana Meireles Guedes de Carvalho, da Casa de Aveleda, em Penafiel. Era
uma das casas de fidalgos mais importantes da cidade e dizia-se que tinha um
salão de baile que só podia comparar-se com o da Feitoria Inglesa”,
assinala, ainda, Germano Silva.
O edifício foi passando para os descendentes sem perder a ligação à Casa da
Aveleda. Até que, em 1832, os proprietários, simpatizantes de D. Miguel,
deixaram o palácio quando o exército liberal entrou na cidade e procuraram
refúgio na quinta em Penafiel. As forças de D. Pedro ocuparam o imóvel.
Instalaram um hospital de sangue e várias repartições públicas. Só, em 1842,
foi restituído aos donos.
Germano Silva recorda que foi, no Palácio da Batalha, que Bernardo de Sá
Nogueira – o Marquês de Sá da Bandeira – entrou gravemente ferido no braço
direito. Um ferimento resultante do combate travado no lugar da Bandeira, em
Gaia (fica próximo de Santo Ovídeo). “Foi transportado para o hospital e
amputaram-lhe o braço direito, que foi enterrado no jardim nas traseiras da
casa, junto a um cedro”, sublinha o historiador, citando os relatos da
época. Anos mais tarde, o jardim foi destruído, dando lugar ao edifício de
encomendas postais dos CTT, com acesso pela Rua de Entreparedes.
Um ano antes de alugar o Palácio da Batalha ao Estado, Manuel Guedes da
Silva realizou um leilão de todo o recheio, que rendeu cerca de 8508 reis.
Intervenção no palácio terá de ser autorizada pelo IPPAR
No actual Plano Director Municipal do Porto (PDM), o Palácio da Batalha
surge como imóvel com interesse patrimonial. A classificação não condiciona
a ocupação futura do espaço, mas impõe medidas de protecção e de valorização
do edificado.
Desde logo, a “demolição total ou parcial” do edifício “será sujeita a
parecer prévio dos serviços competentes e só será permitida por razões que
ponham em causa a segurança das pessoas e bens, salubridade e higiene” ou
que tenha por finalidade a “qualificação arquitectónica ou urbanística”. As
obras nos imóveis com interesse patrimonial não podem desvirtuar a riqueza
arquitectónica, segundo o regulamento do PDM, aprovado no mandato anterior.
Como se encontra na área de protecção do Cinema Batalha (edifício em vias de
classificação), o futuro comprador do palácio terá de submeter o projecto de
reconversão do espaço ao aval do Instituto Português do Património
Arquitectónico (IPPAR) do Porto.

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/antigo_hospital_liberal_esta_a_venda.html

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3. MUDANÇAS NAS LINHAS A PARTIR DE 2 DE MARÇO

Transportes em referendo
pedro correia
Passageiros continuam a queixar-se do serviço da STCP
Hugo Silva

Duas semanas depois da consulta popular sobre a interrupção voluntária da
gravidez, os gondomarenses e os portuenses vão ser desafiados a participar
em mais um referendo, desta vez sobre as alterações impostas pela STCP à sua
rede de transportes. A ideia germinou na Comissão de Utentes de Rio Tinto
(CURT) e foi acarinhada pelo Movimento de Utentes dos Transportes (MUT) da
Área Metropolitana do Porto. Depois de amanhã, as urnas de voto estarão
espalhadas por vários locais dos concelhos de Gondomar e do Porto.
“De manhã, entre as 9.30 horas e as 12.30 horas, vamos estar nos mercados da
Areosa, de Rio Tinto e de Carreiros. À tarde, das 14.30 horas às 17 horas,
estaremos nas Areias, no Parque Nascente e, em princípio, na zona da Ponte”,
explicou André Dias, da CURT, acrescentando que se pretende saber se as
pessoas concordam, ou não, com as mudanças implementadas pela STCP.

Votos na Trindade
Uma questão semelhante será colocada aos utentes do Porto. De acordo com as
informações de Carlos Pinto, do MUT, está já definido um dos locais onde
será levada a cabo a consulta a Trindade. Deverá ser escolhido, ainda, um
segundo ponto de votação, mas, ontem, ainda não estava decidido qual. Carlos
Pinto observou que o referendo, no Porto, será feito apenas durante a tarde,
a partir das 15.30 horas.
Entretanto, continuam a realizar-se acções de protesto contras as mudanças
operadas nas linhas de autocarro no início deste ano. E nem as alterações já
efectuadas pela STCP, na sequência das reclamações dos passageiros, recolhem
consenso e calam a insatisfação.
O restabelecimento da ligação directa de Rio Tinto à Praça do Marquês de
Pombal, no Porto, é um dos exemplos. “É um autocarro turístico”, dispara
André Dias, criticando o facto da carreira fazer um desvio para passar na
freguesia de Pedrouços (Maia). O porta-voz da CURT teme, por outro lado, que
esta alteração signifique a redução de outra linha, que vai da Areosa ao
Marquês. André Dias lembrou, ainda, que a STCP não apresentou até à passada
sexta-feira, conforme o prometido, as soluções para servir as Areias e o
centro de saúde.

STCP pediu alguns dias
“A STCP pediu mais alguns dias”, esclareceu o presidente da Junta de Rio
Tinto. Contactado pelo JN, Marco Martins mostrou-se “surpreendido” pela
realização do referendo. “Não sabia”, afirmou o autarca. “Os referendos só
fazem sentido se forem abrangentes e se forem feitos com regras. Não me
parece, contudo, que seja à porta dos mercados ou do Parque Nascente que se
possa ouvir a opinião dos utentes”, sublinhou Marco Martins, indicando como
método mais acertado auscultar as pessoas nas paragens, nas horas de ponta e
em dias úteis.

803 Venda Nova/Boavista
O autocarro ligará a Venda Nova e a Boavista, via Hospital de S. João, com
serviço nocturno e de fim-de-semana

805 Estação/Marquês
Ligação directa, com passagens por Santegãos, Carreiros, Pedrouços (Maia),
Areosa e Fernão de Magalhães (Loja do Cidadão)

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/transportes_referendo.html

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4.Obra do passadiço vai avançar

A Câmara de Matosinhos abriu o concurso público para a construção de um
passadiço na orla costeira. A obra, com um prazo de execução de três meses,
tem um preço base de 1,3 milhões de euros e deverá arrancar, segundo já
anunciou a autarquia, ainda este ano. Toda a orla marítima vai receber
passadiços de madeira, a exemplo do que foi feito, com êxito, em Vila Nova
de Gaia.
Mas, em Matosinhos, numa primeira fase, a ligação será interrompida em
algumas zonas devido à especificidade dos terrenos. No final, o passadiço
deverá ter nove quilómetros, começando na marina de Leça da Palmeira e
prolongando-se até à zona do Rio Onda, em Lavra. Aliás, aquela freguesia,
juntamente com a de Perafita, são as visadas no concurso público aberto esta
semana.
A construção dos passadiços insere-se num projecto de requalificação da orla
costeira, em que serão investidos 10 milhões de euros. Metade da verba é
para construir apoios de praia. A outra metade será para aquisição de
terrenos, construção de equipamentos e requalificação dos espaços. A
autarquia já anunciou que quer tudo pronto a tempo do arrranque da época
balnear de 2008. IS

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/obra_passadico_avancar.html

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5. Unidades hoteleiras na forja para Gondomar
Carla Soares

Freixo, Rio Tinto e S. Cosme são localizações em estudo para a construção de
unidades hoteleiras no concelho de Gondomar, onde há um défice de oferta no
que toca a alojamentos.
Questionado pelo JN, à margem da apresentação da nova Festa do Sável e da
Lampreia, sobre se o concelho não beneficiaria de um investimento naquele
sector, Valentim Loureiro sublinhou que, “efectivamente, Gondomar tem um
défice de hotelaria na parte do alojamento”. Mas ressalvou que tais
investimentos apenas têm hipótese de vingar a partir do momento em que o
concelho tenha acessibilidades e actividades que “tragam” as pessoas para
fazer negócios ou por motivos de lazer.
No contexto, adiantou existir “a ideia de um a dois hotéis a seguir ao
Freixo”, na área de Gondomar. “Espero que venha para a frente”, disse o
presidente da Câmara que, apesar da Autarquia não ter intervenção directa,
promete “fazer tudo o que for possível para facilitar” a construção de
alojamentos, o que inclui não só hotéis mas também estalagens ou pensões. E
tais investimentos poderão enquadrar-se no âmbito do Polis, apurou o JN.
Para Rio Tinto e S. Cosme também estão projectos em estudo.
“Infelizmente para nós, essa construção tem sido feita mais no Porto e em
outros locais com melhor acessibilidade”, explicou Valentim Loureiro, que
acredita ser a vez de Gondomar.
Independentemente da falta de alojamento, a Autarquia espera contar, este
ano, com uma participação reforçada na sua 16.ª Festa do Sável e da
Lampreia, quer da parte dos gondomarenses quer da parte de apreciadores
oriundos de outros pontos do país. Para ajudar à divulgação do evento, que
começa amanhã e se prolonga até dia 25 do próximo mês, o conhecido chefe
Hélio Loureiro tornou-se ontem, oficialmente, no primeiro “padrinho” do
certame. Este ano, o número de restaurantes que participam no evento
aumentou significativamente. São 26 os estabelecimentos que vão a concurso,
todos de Gondomar.
Chefe Hélio apadrinha
Hélio Loureiro está para a gastronomia como José Mourinho e Cristiano
Ronaldo estão para o futebol. A comparação serviu a Valentim Loureiro como
pontapé de saída para a nova edição da Festa do Sável e da Lampreia. O
conhecido “chefe” apadrinha a iniciativa que inclui, de 7 a 11 de Março, um
fim-de-semana gastronómico a realizar no Mercado Municipal de S. Cosme, na
zona central de Gondomar, que possibilitará aos visitantes do certame
saborear pratos de lampreia e sável a preços mais acessíveis do que nos
restaurantes.

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/unidades_hoteleiras_forja_para_gondo.html

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6.VL5 abriu e já vai ser ampliada
Reis Pinto

Foi ontem inaugurado, por Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara de Gaia,
o primeiro troço da VL5 – baptizada de Avenida Jaime Isidoro -, uma “nova
circular externa” de Gaia, que orçou em cerca de 3,5 milhões de euros. O
custo das expropriações fez disparar o investimento naquele troço de cerca
de 500 metros (foram necessários 2,5 milhões de euros para a compra de
terrenos, num factura paga pela autarquia) e arrastar a sua construção por
dois anos.
Na cerimónia, o autarca referiu, ainda, que irão ser gastos em novas
acessibilidades cerca de nove milhões de euros.
“Esta primeira fase foi construída como contrapartida da abertura do aterro
sanitário de Sermonde e decidimos, agora, concluir o traçado, ligando o IP1
ao IC1, criando uma nova circular externa de Gaia. Será importante para
atrair novos investimentos e implica uma alteração do Plano Director
Municipal. Pensamos que o novo traçado possa ser lançado até ao final do
ano””, referiu Luís Filipe Menezes.
A nova avenida irá facilitar a circulação urbana dos moradores e estabelecer
um eixo de acesso à futura Zona Industrial de Perosinho.
Por outro lado,a nova via irá permitir um acesso mais rápido ao acesso ao
interior Sul do concelho. No futuro, terá cerca de quatro quilómetros e a
(má) experiência com as expropriações levou a autarquia a efectuar algumas
correcções no traçado, .
De igual modo, Luís Filipe Menezes revelou que está já a ser desenhada a
futura VL3, que ligará Santo Ovídio, a Vilar do Paraíso e à Madalena,
definida no Masterplan e no interface do Metro, previsto para Santo Ovídio e
Estrada Nacional 222.
Por outro lado, o autarca referiu que a EN 109 irá ser requalificada.
“Trata-se de uma via estruturante, que vai ganhar características mais
urbanas”, referiu o autarca. Luís Filpe Menzes anunciou, ainda, a criação de
um espaço onde o espólio, propriedade de Jaime Isidoro, possa estar exposto
ao público”.

Nova metodologia
Para evitar atrasos e custos elevados, a Câmara de Gaia está a elaborar o
restante traçado da via com base no novo PDM . “O resto da obra também
atravessa zonas com capacidade construtiva e, por isso, estamos a alargar a
capacidade construtiva nas laterais da via, compensando os proprietários dos
terrenos e garantindo um canal livre para a estrada”, referiu Firmino
Pereira, vereador dos Transportes e Comunicações. “Igual procedimento
estamos a seguir para a VL3. Isto só é possível porque autorizado pelo PDM,
cujo esboço estará terminado no próximo mês”, revelou.

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/vl5_abriu_e_javai_ampliada.html

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7. Peões arriscam a vida para atravessar a EN14

A ausência de uma passagem para peões sobre a EN14, no lugar da Pinta, na
Maia, coloca em risco as muitas pessoas que, diariamente, são obrigadas a
fintar o trânsito numa das artérias mais complicadas do concelho. Há vários
anos que população, instituições locais, juntas de freguesia e Câmara
reivindicam uma solução, mas o problema ameaça eternizar-se. “Já houve
muitos acidentes e já morreram várias pessoas”, protesta Bragança Fernandes,
presidente da Câmara da Maia, indignado com a falta de resposta da Estradas
de Portugal aos alertas da autarquia.
“Pedi, pelo menos, que transferissem a antiga passagem pedonal que está
junto da Efacec [na Via Norte], que já foi substituída por outra. Mas
responderam-me que não há dinheiro para mudar a passagem de local”, criticou
o autarca.
Farto de respostas negativas, Bragança Fernandes é contundente
“Responsabilizo a Estradas de Portugal por qualquer acidente ou morte que
possa acontecer ali”.
“É um perigo. Não só para os utentes e funcionários do nosso lar, mas também
para moradores e para os trabalhadores de uma gráfica”, admite Lurdes Maia,
provedora da Misericórdia da Maia, que também enviou diversas missivas a
pedir uma resolução para o problema do atravessamento na EN14 naquela zona.
“É um problema antigo e que nos preocupa bastante”, acrescentou. A
responsável revela que em Novembro do ano passado recebeu um ofício da
Estradas de Portugal, dando-lhe conta de que a situação poderia ser
resolvida com os trabalhos de compatibilização do nó da EN14 com o IC24.
Lurdes Maia estava esperançada na solução provisória, que passava pela
instalação da antiga passagem colocada junto à Efacec. Mais confiante está o
presidente da Junta da Maia, Carlos Teixeira. Admite que o problema se
arrasta “há 10 ou 15 anos”, mas acredita que será resolvido em breve. Hugo
Silva

https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/peoes_arriscam_a_vida_para_atravessa.html

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8.Contrato entre Bragaparques e Hospital de S. João é nulo

No relatório preliminar da auditoria que está a fazer ao negócio, o Tribunal
de Contas argumenta que o contrato de concessão e exploração de um parque de
estacionamento, hotel e centro comercial deveria ter sido celebrado também
pela construtora bracarense J. Gomes, com quem a Bragaparques concorreu em
consórcio ao concurso público lançado pelo hospital. No mesmo relatório, o
TC considera ilegal o “reajuste” ao contrato aprovado em Julho de 2002 por
uma nova administração do “S. João”.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=93011c7c2ab89a1d28ac304d9a667f46

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9.Milhares em defesa das urgências do Alto Tâmega

Milhares de pessoas dos seis concelhos do Alto Tâmega bloquearam ontem o
trânsito na estrada que liga Chaves à fronteira com Espanha. A marcha lenta
foi levada a cabo em sinal de protesto contra a reestruturação das urgências
prevista para a região.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=df38f32ef6f0ef2103b397ffd4ea1475

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10. Câmara de Gaia limita autocarros na Avenida da República

A Câmara de Gaia está a equacionar “limitar drasticamente” a circulação de
autocarros na Avenida da República logo que entre em funcionamento a nova
estação de metro e o interface provisório que terá uma grande componente
para transportes públicos. O prolongamento de 500 metros da Linha Amarela
até ao cruzamento com a Avenida Vasco da Gama (antiga EN222) ficará pronto
até ao final do ano e a nova estação vai chamar-se D. João II. “A obra
estará a funcionar até Dezembro de 2007. A Câmara vai repensar toda a lógica
de transportes públicos”, afirmou o vereador das Obras Municipais, Firmino
Pereira, acrescentando que não faz sentido ter tantos autocarros a circular
na Avenida da República, quando a estação e o interface junto à VL9 (Avenida
D. João II) estiverem a funcionar. Firmino Pereira adiantou ainda que o
plano de pormenor para o interface de Laborim já está terminado, aguardando
uma decisão do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. O
Interface insere-se no plano de urbanização que está a ser preparado pela
ParqueExpo para a envolvente da VL3.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=e168ef80b7ea73c9a0732e45aa126413

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11.Região Norte prepara-se para eventual pandemia de gripe

As autoridades regionais de Saúde do Norte de Portugal e da Galiza (Espanha)
anunciaram ontem, depois de uma reunião na Administração Regional de Saúde,
que vão realizar “nos próximos meses” simulações de teste à eficácia de um
plano transfronteiriço para enfrentar uma eventual pandemia de gripe. “As
estruturas estão montadas, falta testar. Essa é uma vulnerabilidade do nosso
sistema”, admitiu a delegada regional de Saúde Pública do Norte, Delfina
Antunes.
A responsável acrescentou que uma das simulações permitirá avaliar a
eficácia da resposta em caso de importação do Oriente, por via aérea, do
vírus H5N1, a estirpe mais mortal da gripe das aves. Delfina Antunes falava
aos jornalistas no Porto, no intervalo
de uma reunião – a segunda – entre autoridades regionais de saúde do Norte
de Portugal e da Galiza para aperfeiçoar a articulação das respostas em caso
de pandemia de gripe. Uma primeira reunião ocorreu em Novembro do ano
passado em Santiago de Compostela, seguindo directivas da Organização
Mundial de Saúde e da União Europeia que determinam a articulação dos planos
de contingência específicos para zonas transfronteiriças.
“A enfermidade não conhece fronteiras”, afirmou o subdirector geral para a
Epidemiologia e Sistemas de Informação da Galiza, Xurxo Vidal, sublinhando
que os planos de contingência das duas regiões “estão razoavelmente
articulados”.
Em caso de pandemia de gripe, “não teríamos surpresas desagradáveis. Temos
os mecanismos básicos montados”, afirmou ainda.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=24274614e9ae7333a899ab74eaa152af

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

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