İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

    [Esta lista tem actualmente 403 inscritos.]

    Veja o site da Campo Aberto:
    https://www.campoaberto.pt/

    Comente, participe, divulgue.

    ====

    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que é e
    faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio!

    Em alternativa assine a revista Ar Livre (que os sócios também recebem).

    Peça informações:
    campo_aberto@oninet.pt

    Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
    veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    ====
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    ====
    Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007
    ====

    1. Mar ameaça habitações em Esmoriz
    Casas junto à praia evacuadas

    As habitações junto à praia de Esmoriz estão a ser ameaçadas pelo avanço do
    mar e vão ser evacuadas esta noite, disse à Agência Lusa o presidente da
    Junta de Freguesia local, Alcides Alves.
    Segundo o autarca, “entre 20 a 30 pessoas” vão ser retiradas das
    “construções abarracadas” onde moram e levadas para um hotel.
    “O mar está a entrar nas casas da praia e vai começar agora a evacuação”,
    disse o autarca à Lusa cerca das 19:30, explicando que o avanço da maré se
    deve a rupturas na defesa aderente da costa entre Esmoriz e Cortegaça.
    “Era possível prever que a defesa ia ficar fragilizada, com cada vez mais
    marés vivas”, afirmou, acrescentando que “na terça-feira, rompeu em alguns
    sítios”.
    A situação tende a piorar ao longo da noite, à medida que a maré progride
    e com a falta de visibilidade, alertou o autarca.
    No local estão elementos da Protecção Civil Municipal de Ovar, bombeiros
    e representantes da Câmara Municipal

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/ultimas/Mar_amea_a_habita_es_em_Esmo.html

    ====

    2. Antigo hospital liberal está à venda na Batalha

    Rezam as crónicas que o braço direito amputado ao Marquês de Sá da Bandeira
    foi enterrado no jardim do Palácio da Batalha, no Porto
    Carla Sofia Luz

    O Palácio da Batalha, situado no centro do Porto, está à venda. O edifício,
    construído no século XVIII e que foi um dos cenários da história do Cerco do
    Porto, é propriedade da Portugal Telecom. O imóvel permanece aberto e está
    ocupado, mas a empresa decidiu colocá-lo no mercado.
    Na semana passada, a Portugal Telecom Imobiliária fez publicar um anúncio
    nos jornais. Não explicita o valor pretendido pelo palácio com cerca de 4550
    metros quadrados e cinco pisos. A sociedade aceita “propostas escritas” para
    a alienação, reservando, no entanto, o “direito de não efectuar a venda e
    prosseguir com negociações directas, se não forem consideradas vantajosas as
    propostas apresentadas”, como pode ler-se nesse anúncio.
    A venda do edifício determinará o encerramento da estação dos Correios da
    Batalha, que funciona no primeiro piso. Acolhe, também, o Clube Portugal
    Telecom. Foi no ano de 1864 que o palácio passou para as mãos do Estado.
    Inicialmente, foi alugado a Manuel Pedro Guedes da Silva de Fonseca Meireles
    de Carvalho, “o senhor da Casa Aveleda”. Mais tarde (1881) foi comprado. “O
    Estado alugou a casa para instalar a Estação de Correios, Telégrafos e
    Telefones. Pagava a quantia anual de 1200 reis”, conta Germano Silva,
    jornalista e historiador do Porto, recordando o passado do edifício nº62 da
    Praça da Batalha, no Porto.
    Família influente
    Quem recorre aos serviços da estação dos Correios, não adivinha que os
    salões têm uma história ligada ao Cerco do Porto.
    O palácio foi edificado no final do século XVIII por ordem do fidalgo e
    cavaleiro da Casa Real, José Anastácio de Silva da Fonseca. “Casou com a
    dona Joana Meireles Guedes de Carvalho, da Casa de Aveleda, em Penafiel. Era
    uma das casas de fidalgos mais importantes da cidade e dizia-se que tinha um
    salão de baile que só podia comparar-se com o da Feitoria Inglesa”,
    assinala, ainda, Germano Silva.
    O edifício foi passando para os descendentes sem perder a ligação à Casa da
    Aveleda. Até que, em 1832, os proprietários, simpatizantes de D. Miguel,
    deixaram o palácio quando o exército liberal entrou na cidade e procuraram
    refúgio na quinta em Penafiel. As forças de D. Pedro ocuparam o imóvel.
    Instalaram um hospital de sangue e várias repartições públicas. Só, em 1842,
    foi restituído aos donos.
    Germano Silva recorda que foi, no Palácio da Batalha, que Bernardo de Sá
    Nogueira – o Marquês de Sá da Bandeira – entrou gravemente ferido no braço
    direito. Um ferimento resultante do combate travado no lugar da Bandeira, em
    Gaia (fica próximo de Santo Ovídeo). “Foi transportado para o hospital e
    amputaram-lhe o braço direito, que foi enterrado no jardim nas traseiras da
    casa, junto a um cedro”, sublinha o historiador, citando os relatos da
    época. Anos mais tarde, o jardim foi destruído, dando lugar ao edifício de
    encomendas postais dos CTT, com acesso pela Rua de Entreparedes.
    Um ano antes de alugar o Palácio da Batalha ao Estado, Manuel Guedes da
    Silva realizou um leilão de todo o recheio, que rendeu cerca de 8508 reis.
    Intervenção no palácio terá de ser autorizada pelo IPPAR
    No actual Plano Director Municipal do Porto (PDM), o Palácio da Batalha
    surge como imóvel com interesse patrimonial. A classificação não condiciona
    a ocupação futura do espaço, mas impõe medidas de protecção e de valorização
    do edificado.
    Desde logo, a “demolição total ou parcial” do edifício “será sujeita a
    parecer prévio dos serviços competentes e só será permitida por razões que
    ponham em causa a segurança das pessoas e bens, salubridade e higiene” ou
    que tenha por finalidade a “qualificação arquitectónica ou urbanística”. As
    obras nos imóveis com interesse patrimonial não podem desvirtuar a riqueza
    arquitectónica, segundo o regulamento do PDM, aprovado no mandato anterior.
    Como se encontra na área de protecção do Cinema Batalha (edifício em vias de
    classificação), o futuro comprador do palácio terá de submeter o projecto de
    reconversão do espaço ao aval do Instituto Português do Património
    Arquitectónico (IPPAR) do Porto.

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/antigo_hospital_liberal_esta_a_venda.html

    ====

    3. MUDANÇAS NAS LINHAS A PARTIR DE 2 DE MARÇO

    Transportes em referendo
    pedro correia
    Passageiros continuam a queixar-se do serviço da STCP
    Hugo Silva

    Duas semanas depois da consulta popular sobre a interrupção voluntária da
    gravidez, os gondomarenses e os portuenses vão ser desafiados a participar
    em mais um referendo, desta vez sobre as alterações impostas pela STCP à sua
    rede de transportes. A ideia germinou na Comissão de Utentes de Rio Tinto
    (CURT) e foi acarinhada pelo Movimento de Utentes dos Transportes (MUT) da
    Área Metropolitana do Porto. Depois de amanhã, as urnas de voto estarão
    espalhadas por vários locais dos concelhos de Gondomar e do Porto.
    “De manhã, entre as 9.30 horas e as 12.30 horas, vamos estar nos mercados da
    Areosa, de Rio Tinto e de Carreiros. À tarde, das 14.30 horas às 17 horas,
    estaremos nas Areias, no Parque Nascente e, em princípio, na zona da Ponte”,
    explicou André Dias, da CURT, acrescentando que se pretende saber se as
    pessoas concordam, ou não, com as mudanças implementadas pela STCP.

    Votos na Trindade
    Uma questão semelhante será colocada aos utentes do Porto. De acordo com as
    informações de Carlos Pinto, do MUT, está já definido um dos locais onde
    será levada a cabo a consulta a Trindade. Deverá ser escolhido, ainda, um
    segundo ponto de votação, mas, ontem, ainda não estava decidido qual. Carlos
    Pinto observou que o referendo, no Porto, será feito apenas durante a tarde,
    a partir das 15.30 horas.
    Entretanto, continuam a realizar-se acções de protesto contras as mudanças
    operadas nas linhas de autocarro no início deste ano. E nem as alterações já
    efectuadas pela STCP, na sequência das reclamações dos passageiros, recolhem
    consenso e calam a insatisfação.
    O restabelecimento da ligação directa de Rio Tinto à Praça do Marquês de
    Pombal, no Porto, é um dos exemplos. “É um autocarro turístico”, dispara
    André Dias, criticando o facto da carreira fazer um desvio para passar na
    freguesia de Pedrouços (Maia). O porta-voz da CURT teme, por outro lado, que
    esta alteração signifique a redução de outra linha, que vai da Areosa ao
    Marquês. André Dias lembrou, ainda, que a STCP não apresentou até à passada
    sexta-feira, conforme o prometido, as soluções para servir as Areias e o
    centro de saúde.

    STCP pediu alguns dias
    “A STCP pediu mais alguns dias”, esclareceu o presidente da Junta de Rio
    Tinto. Contactado pelo JN, Marco Martins mostrou-se “surpreendido” pela
    realização do referendo. “Não sabia”, afirmou o autarca. “Os referendos só
    fazem sentido se forem abrangentes e se forem feitos com regras. Não me
    parece, contudo, que seja à porta dos mercados ou do Parque Nascente que se
    possa ouvir a opinião dos utentes”, sublinhou Marco Martins, indicando como
    método mais acertado auscultar as pessoas nas paragens, nas horas de ponta e
    em dias úteis.

    803 Venda Nova/Boavista
    O autocarro ligará a Venda Nova e a Boavista, via Hospital de S. João, com
    serviço nocturno e de fim-de-semana

    805 Estação/Marquês
    Ligação directa, com passagens por Santegãos, Carreiros, Pedrouços (Maia),
    Areosa e Fernão de Magalhães (Loja do Cidadão)

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/transportes_referendo.html

    ====

    4.Obra do passadiço vai avançar

    A Câmara de Matosinhos abriu o concurso público para a construção de um
    passadiço na orla costeira. A obra, com um prazo de execução de três meses,
    tem um preço base de 1,3 milhões de euros e deverá arrancar, segundo já
    anunciou a autarquia, ainda este ano. Toda a orla marítima vai receber
    passadiços de madeira, a exemplo do que foi feito, com êxito, em Vila Nova
    de Gaia.
    Mas, em Matosinhos, numa primeira fase, a ligação será interrompida em
    algumas zonas devido à especificidade dos terrenos. No final, o passadiço
    deverá ter nove quilómetros, começando na marina de Leça da Palmeira e
    prolongando-se até à zona do Rio Onda, em Lavra. Aliás, aquela freguesia,
    juntamente com a de Perafita, são as visadas no concurso público aberto esta
    semana.
    A construção dos passadiços insere-se num projecto de requalificação da orla
    costeira, em que serão investidos 10 milhões de euros. Metade da verba é
    para construir apoios de praia. A outra metade será para aquisição de
    terrenos, construção de equipamentos e requalificação dos espaços. A
    autarquia já anunciou que quer tudo pronto a tempo do arrranque da época
    balnear de 2008. IS

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/obra_passadico_avancar.html

    ====

    5. Unidades hoteleiras na forja para Gondomar
    Carla Soares

    Freixo, Rio Tinto e S. Cosme são localizações em estudo para a construção de
    unidades hoteleiras no concelho de Gondomar, onde há um défice de oferta no
    que toca a alojamentos.
    Questionado pelo JN, à margem da apresentação da nova Festa do Sável e da
    Lampreia, sobre se o concelho não beneficiaria de um investimento naquele
    sector, Valentim Loureiro sublinhou que, “efectivamente, Gondomar tem um
    défice de hotelaria na parte do alojamento”. Mas ressalvou que tais
    investimentos apenas têm hipótese de vingar a partir do momento em que o
    concelho tenha acessibilidades e actividades que “tragam” as pessoas para
    fazer negócios ou por motivos de lazer.
    No contexto, adiantou existir “a ideia de um a dois hotéis a seguir ao
    Freixo”, na área de Gondomar. “Espero que venha para a frente”, disse o
    presidente da Câmara que, apesar da Autarquia não ter intervenção directa,
    promete “fazer tudo o que for possível para facilitar” a construção de
    alojamentos, o que inclui não só hotéis mas também estalagens ou pensões. E
    tais investimentos poderão enquadrar-se no âmbito do Polis, apurou o JN.
    Para Rio Tinto e S. Cosme também estão projectos em estudo.
    “Infelizmente para nós, essa construção tem sido feita mais no Porto e em
    outros locais com melhor acessibilidade”, explicou Valentim Loureiro, que
    acredita ser a vez de Gondomar.
    Independentemente da falta de alojamento, a Autarquia espera contar, este
    ano, com uma participação reforçada na sua 16.ª Festa do Sável e da
    Lampreia, quer da parte dos gondomarenses quer da parte de apreciadores
    oriundos de outros pontos do país. Para ajudar à divulgação do evento, que
    começa amanhã e se prolonga até dia 25 do próximo mês, o conhecido chefe
    Hélio Loureiro tornou-se ontem, oficialmente, no primeiro “padrinho” do
    certame. Este ano, o número de restaurantes que participam no evento
    aumentou significativamente. São 26 os estabelecimentos que vão a concurso,
    todos de Gondomar.
    Chefe Hélio apadrinha
    Hélio Loureiro está para a gastronomia como José Mourinho e Cristiano
    Ronaldo estão para o futebol. A comparação serviu a Valentim Loureiro como
    pontapé de saída para a nova edição da Festa do Sável e da Lampreia. O
    conhecido “chefe” apadrinha a iniciativa que inclui, de 7 a 11 de Março, um
    fim-de-semana gastronómico a realizar no Mercado Municipal de S. Cosme, na
    zona central de Gondomar, que possibilitará aos visitantes do certame
    saborear pratos de lampreia e sável a preços mais acessíveis do que nos
    restaurantes.

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/unidades_hoteleiras_forja_para_gondo.html

    ====

    6.VL5 abriu e já vai ser ampliada
    Reis Pinto

    Foi ontem inaugurado, por Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara de Gaia,
    o primeiro troço da VL5 – baptizada de Avenida Jaime Isidoro -, uma “nova
    circular externa” de Gaia, que orçou em cerca de 3,5 milhões de euros. O
    custo das expropriações fez disparar o investimento naquele troço de cerca
    de 500 metros (foram necessários 2,5 milhões de euros para a compra de
    terrenos, num factura paga pela autarquia) e arrastar a sua construção por
    dois anos.
    Na cerimónia, o autarca referiu, ainda, que irão ser gastos em novas
    acessibilidades cerca de nove milhões de euros.
    “Esta primeira fase foi construída como contrapartida da abertura do aterro
    sanitário de Sermonde e decidimos, agora, concluir o traçado, ligando o IP1
    ao IC1, criando uma nova circular externa de Gaia. Será importante para
    atrair novos investimentos e implica uma alteração do Plano Director
    Municipal. Pensamos que o novo traçado possa ser lançado até ao final do
    ano””, referiu Luís Filipe Menezes.
    A nova avenida irá facilitar a circulação urbana dos moradores e estabelecer
    um eixo de acesso à futura Zona Industrial de Perosinho.
    Por outro lado,a nova via irá permitir um acesso mais rápido ao acesso ao
    interior Sul do concelho. No futuro, terá cerca de quatro quilómetros e a
    (má) experiência com as expropriações levou a autarquia a efectuar algumas
    correcções no traçado, .
    De igual modo, Luís Filipe Menezes revelou que está já a ser desenhada a
    futura VL3, que ligará Santo Ovídio, a Vilar do Paraíso e à Madalena,
    definida no Masterplan e no interface do Metro, previsto para Santo Ovídio e
    Estrada Nacional 222.
    Por outro lado, o autarca referiu que a EN 109 irá ser requalificada.
    “Trata-se de uma via estruturante, que vai ganhar características mais
    urbanas”, referiu o autarca. Luís Filpe Menzes anunciou, ainda, a criação de
    um espaço onde o espólio, propriedade de Jaime Isidoro, possa estar exposto
    ao público”.

    Nova metodologia
    Para evitar atrasos e custos elevados, a Câmara de Gaia está a elaborar o
    restante traçado da via com base no novo PDM . “O resto da obra também
    atravessa zonas com capacidade construtiva e, por isso, estamos a alargar a
    capacidade construtiva nas laterais da via, compensando os proprietários dos
    terrenos e garantindo um canal livre para a estrada”, referiu Firmino
    Pereira, vereador dos Transportes e Comunicações. “Igual procedimento
    estamos a seguir para a VL3. Isto só é possível porque autorizado pelo PDM,
    cujo esboço estará terminado no próximo mês”, revelou.

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/vl5_abriu_e_javai_ampliada.html

    ====

    7. Peões arriscam a vida para atravessar a EN14

    A ausência de uma passagem para peões sobre a EN14, no lugar da Pinta, na
    Maia, coloca em risco as muitas pessoas que, diariamente, são obrigadas a
    fintar o trânsito numa das artérias mais complicadas do concelho. Há vários
    anos que população, instituições locais, juntas de freguesia e Câmara
    reivindicam uma solução, mas o problema ameaça eternizar-se. “Já houve
    muitos acidentes e já morreram várias pessoas”, protesta Bragança Fernandes,
    presidente da Câmara da Maia, indignado com a falta de resposta da Estradas
    de Portugal aos alertas da autarquia.
    “Pedi, pelo menos, que transferissem a antiga passagem pedonal que está
    junto da Efacec [na Via Norte], que já foi substituída por outra. Mas
    responderam-me que não há dinheiro para mudar a passagem de local”, criticou
    o autarca.
    Farto de respostas negativas, Bragança Fernandes é contundente
    “Responsabilizo a Estradas de Portugal por qualquer acidente ou morte que
    possa acontecer ali”.
    “É um perigo. Não só para os utentes e funcionários do nosso lar, mas também
    para moradores e para os trabalhadores de uma gráfica”, admite Lurdes Maia,
    provedora da Misericórdia da Maia, que também enviou diversas missivas a
    pedir uma resolução para o problema do atravessamento na EN14 naquela zona.
    “É um problema antigo e que nos preocupa bastante”, acrescentou. A
    responsável revela que em Novembro do ano passado recebeu um ofício da
    Estradas de Portugal, dando-lhe conta de que a situação poderia ser
    resolvida com os trabalhos de compatibilização do nó da EN14 com o IC24.
    Lurdes Maia estava esperançada na solução provisória, que passava pela
    instalação da antiga passagem colocada junto à Efacec. Mais confiante está o
    presidente da Junta da Maia, Carlos Teixeira. Admite que o problema se
    arrasta “há 10 ou 15 anos”, mas acredita que será resolvido em breve. Hugo
    Silva

    https://jn.sapo.pt/2007/02/22/porto/peoes_arriscam_a_vida_para_atravessa.html

    ====

    8.Contrato entre Bragaparques e Hospital de S. João é nulo

    No relatório preliminar da auditoria que está a fazer ao negócio, o Tribunal
    de Contas argumenta que o contrato de concessão e exploração de um parque de
    estacionamento, hotel e centro comercial deveria ter sido celebrado também
    pela construtora bracarense J. Gomes, com quem a Bragaparques concorreu em
    consórcio ao concurso público lançado pelo hospital. No mesmo relatório, o
    TC considera ilegal o “reajuste” ao contrato aprovado em Julho de 2002 por
    uma nova administração do “S. João”.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=93011c7c2ab89a1d28ac304d9a667f46

    ====

    9.Milhares em defesa das urgências do Alto Tâmega

    Milhares de pessoas dos seis concelhos do Alto Tâmega bloquearam ontem o
    trânsito na estrada que liga Chaves à fronteira com Espanha. A marcha lenta
    foi levada a cabo em sinal de protesto contra a reestruturação das urgências
    prevista para a região.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=df38f32ef6f0ef2103b397ffd4ea1475

    ====

    10. Câmara de Gaia limita autocarros na Avenida da República

    A Câmara de Gaia está a equacionar “limitar drasticamente” a circulação de
    autocarros na Avenida da República logo que entre em funcionamento a nova
    estação de metro e o interface provisório que terá uma grande componente
    para transportes públicos. O prolongamento de 500 metros da Linha Amarela
    até ao cruzamento com a Avenida Vasco da Gama (antiga EN222) ficará pronto
    até ao final do ano e a nova estação vai chamar-se D. João II. “A obra
    estará a funcionar até Dezembro de 2007. A Câmara vai repensar toda a lógica
    de transportes públicos”, afirmou o vereador das Obras Municipais, Firmino
    Pereira, acrescentando que não faz sentido ter tantos autocarros a circular
    na Avenida da República, quando a estação e o interface junto à VL9 (Avenida
    D. João II) estiverem a funcionar. Firmino Pereira adiantou ainda que o
    plano de pormenor para o interface de Laborim já está terminado, aguardando
    uma decisão do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. O
    Interface insere-se no plano de urbanização que está a ser preparado pela
    ParqueExpo para a envolvente da VL3.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=e168ef80b7ea73c9a0732e45aa126413

    ====

    11.Região Norte prepara-se para eventual pandemia de gripe

    As autoridades regionais de Saúde do Norte de Portugal e da Galiza (Espanha)
    anunciaram ontem, depois de uma reunião na Administração Regional de Saúde,
    que vão realizar “nos próximos meses” simulações de teste à eficácia de um
    plano transfronteiriço para enfrentar uma eventual pandemia de gripe. “As
    estruturas estão montadas, falta testar. Essa é uma vulnerabilidade do nosso
    sistema”, admitiu a delegada regional de Saúde Pública do Norte, Delfina
    Antunes.
    A responsável acrescentou que uma das simulações permitirá avaliar a
    eficácia da resposta em caso de importação do Oriente, por via aérea, do
    vírus H5N1, a estirpe mais mortal da gripe das aves. Delfina Antunes falava
    aos jornalistas no Porto, no intervalo
    de uma reunião – a segunda – entre autoridades regionais de saúde do Norte
    de Portugal e da Galiza para aperfeiçoar a articulação das respostas em caso
    de pandemia de gripe. Uma primeira reunião ocorreu em Novembro do ano
    passado em Santiago de Compostela, seguindo directivas da Organização
    Mundial de Saúde e da União Europeia que determinam a articulação dos planos
    de contingência específicos para zonas transfronteiriças.
    “A enfermidade não conhece fronteiras”, afirmou o subdirector geral para a
    Epidemiologia e Sistemas de Informação da Galiza, Xurxo Vidal, sublinhando
    que os planos de contingência das duas regiões “estão razoavelmente
    articulados”.
    Em caso de pandemia de gripe, “não teríamos surpresas desagradáveis. Temos
    os mecanismos básicos montados”, afirmou ainda.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=24274614e9ae7333a899ab74eaa152af

    ====

    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    www.campoaberto.pt
    campo-aberto.blogspot.com

    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592
    contacto@campoaberto.pt

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Para difundir mensagens escreva para: pned@yahoogrupos.com.br

    Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

    Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@yahoogrupos.com.br e com o corpo da mensagem vazio.

    Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é “unsubscribe PNED” (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

    Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@yahoogrupos.com.br

    Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

    https://br.groups.yahoo.com/group/pned/

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário