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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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    Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006
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    1. País: Localização de IKEA contestada

    O Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) entregou, anteontem, no Parlamento,
    um requerimento destinado ao Ministério do Ambiente, Ordenamento do
    território e Desenvolvimento Regional, a contestar a decisão de instalar uma
    fábrica da empresa sueca IKEA numa zona de Reserva Ecológica Nacional (REN)
    em Paços de Ferreira, devido à suspensão do Plano Director Municipal (PDM)
    daquele concelho.

    O ministro da Economia, Manuel Pinho, confirmou, na terça-feira, que este
    investimento, cujo valor ronda os 135 milhões de euros e que pretende gerar
    550 postos de trabalho directos, terá lugar nos terrenos classificados como
    REN, nomeadamente junto às linhas de água da serra da Agrela, numa zona
    florestal.

    De acordo com Francisco Madeira Lopes, do PEV, é “extraordinário e
    lamentável” como, nesta situação, “os instrumentos de ordenamento do
    território (PDM e REN) são absolutamente espezinhados e ignorados na tomada
    de decisões de tão grande importância para aquela região e como tão
    rapidamente os bens ambientais e o património natural são esmagados em nome
    das opções privadas e do primado pelo lucro”.

    O deputado critica ainda a justificação dada, anteontem, pelo ministro do
    Ambiente, para a suspenção parcial do PDM. Segundo Nunes Correia, essa
    decisão apoia-se no interesse público, mas, para Madeira Lopes, tal
    “demonstra mais uma vez que os interesses privados económicos se sobrepõem
    sempre, e com o beneplácito da tutela do Ambiente, aos valores ambientais e
    de ordenamento do território”.

    Com o requerimento, o PEV visa esclarecer, entre outras questões, por que
    motivo “existindo na região parcelas de território destinadas à instalação
    de unidades industriais”, a escolha incidiu sobre um território situado na
    REN.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/norte/localizacao_ikea_contestada.html
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    2. Porto: Ponte São João serve comboios de alta velocidade

    A rede ferroviária de alta velocidade vai chegar ao Porto pela ponte de São
    João e terá a estação central em Campanhã, revelam as orientações
    estratégicas para o sector, que o Governo vai apresentar amanhã pelo
    ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e pela secretária de Estado dos
    Transportes, Ana Paula Vitorino, no Parque das Nações.
    O documento faz um ponto de situação das medidas anunciadas em Dezembro de
    2005 para a concretização da rede ferroviária de alta velocidade e
    acrescenta que os estudos entretanto realizados apontam para que, na ligação
    de alta velocidade entre as duas maiores cidades portuguesas, a entrada no
    Porto se faça pela ponte de São João. Prevê, também, que a estação central
    da rede de alta velocidade no Porto seja na Campanhã, “com viabilidade de
    ligação ao aeroporto Sá Carneiro”. Está também previsto, já no âmbito da
    ligação entre o Porto e Braga, que seja concretizado um novo traçado entre a
    ligação ao Aeroporto Sá Carneiro e Braga, para a qual, refere o documento, a
    reserva do corredor “estará garantida”.
    Nas Orientações Estratégicas, o Governo mantém o calendário anunciado em
    Dezembro, prevendo para 2007 a conclusão de todos os estudos necessários,
    incluindo os de avaliação ambiental, e a definição dos modelos de
    contratação e financiamento, tanto das infra-estruturas como da exploração,
    bem como o arranque dos projectos de execução.

    Aproveitamento Linha do Norte
    A transformação da ligação ferroviária entre Porto e Vigo para alta
    velocidade será feita em duas fases e aproveitará a actual linha que liga o
    Porto a Braga, revelam as orientações estratégicas para o sector ferroviário
    A solução prevista para a ligação Porto-Vigo, que não consta do cronograma
    das principais acções de desenvolver pela Refer e pela Rave, prevê que sejam
    feitas intervenções que valorizem a actual ligação Porto-Nine-Braga,
    especificamente no troço Contumil-Ermesinde e na Trofa. A ligação será
    completada com a construção, de raiz, de um troço a ligar Braga e Valença,
    com recurso a travessas polivalentes, permitindo uma futura mudança de
    bitola (distância entre os carris) a negociar entre Portugal e Espanha, que
    usam medidas diferentes.
    No documento, a ligação ferroviária entre o Porto e Vigo está prevista, mas
    não são apontados prazos para a conclusão das obras e não é referido qual
    vai ser o seu custo. A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula
    Vitorino, disse em Braga, a 20 de Outubro, que o início da construção da
    linha férrea de alta velocidade entre o Porto e Vigo, prevista para 2009/10,
    poderá ser antecipada, permitindo que a sua conclusão “antes de 2015”, a
    data inicialmente prevista pelos governos de Espanha e Portugal.
    “Há um estudo em conclusão que aponta para a viabilidade
    económico-financeira do projecto, quer em termos de transporte de
    passageiros e mercadorias quer de desenvolvimento regional, o que permite
    antecipar o arranque da obra”, adiantou a governante, na altura. Ana Paula
    Vitorino sublinhou, também, que o comboio Porto-Vigo terá uma velocidade
    inferior à dos TGV, entre 220 e 250 quilómetros/hora, facto que simplifica o
    custo e as exigências de construção, quer da linha férrea quer de viadutos e
    túneis, como assinalou. “Com a geografia desta região, o TGV obrigaria a
    grandes viadutos e túneis e a carris com características próprias”,
    salientou, na altura.
    As orientações estratégicas estipulam que a ligação de alta velocidade entre
    o Porto e Vigo seja destinada a tráfego misto, de passageiros e mercadorias.
    Referem, também, que todas as características técnicas da nova ligação sejam
    ajustadas ao objectivo de um tempo de percurso de 60 minutos, na ligação
    directa.
    No documento é apontado ainda que a variante da Trofa, na linha do Minho, é
    um dos investimentos considerados indispensáveis para permitir que a viagem
    entre Porto e Vigo se faça em 60 minutos.
    A variante da Trofa, dizem as orientações estratégicas, visa melhorar as
    condições operacionais da linha do Minho e permitir “cumprir o tempo de
    percurso fixado como objectivo para a ligação Porto-Vigo”.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=11c484ea9305ea4c7bb6b2e6d570d466&subsec=&id=091f283d11fbc8734c19bb6c5431230d
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    3. Douro já galgou as margens na Régua

    Apesar da subida do caudal do Douro na região do Peso da Régua, que chegou a
    galgar as margens, a situação está estabilizada. A prevenção das entidades
    competentes mantém-se, prevendo-se uma melhoria nas condições
    meteorológicas.
    Catarina Machado

    Cerca das 23h30 de quarta-feira, as águas do rio Douro galgaram a marginal
    do Pinhão e o cais fluvial da Junqueira, no concelho do Peso da Régua.
    Segundo uma fonte do Centro Distrital de Operações de Socorros de Vila Real
    a situação está estabilizada, não existindo prejuízos materiais a registar,
    face às medidas preventivas que foram desde logo aplicadas neste tipo de
    situações.
    A capitania do Porto continua, também, a acompanhar o evoluir da situação,
    apontando as previsões meteorológicas para uma melhoria geral do tempo já
    durante o dia de hoje. Segundo o comandante Martins dos Santos, “o pico já
    passou”. Dada a inexistência de fortes chuvadas, o responsável diz estar
    optimista quanto a uma estabilização dos caudais do rio.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=a87ff679a2f3e71d9181a67b7542122c&subsec=&id=4be7d67b6c4a6c68a4fe01b45a6e318e

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    4. Porto: Esquadras sem condições ainda têm de pagar renda

    Nuno Silva
    Sete esquadras da cidade do Porto têm de pagar renda por funcionarem em
    edifícios de particulares. A maioria desses imóveis (seis) apresenta-se em
    mau estado de conservação – conforme refere um estudo do Comando da PSP a
    que o JN teve acesso -, o que não impede que o valor da mensalidade chegue a
    atingir, num dos casos, os 550 euros.

    Contas feitas, a Polícia tem de despender em arrendamentos um total de
    2756,09 euros mensais e mais de 33 mil euros por ano. As informações
    recolhidas no âmbito do processo de restruturação do dispositivo indicam,
    também, que apenas quatro dos 15 edifícios policiais pertencem ao Estado,
    sendo outros tantos de propriedade municipal.

    No grupo das esquadras de aluguer, conta-se apenas uma das poucas que é
    definida como tendo um bom estado de conservação. Trata-se da que fica na
    Rua do Paraíso (7ª), cuja renda é a mais alta 1192 euros por mês. O
    departamento policial cobre a maior parte da freguesia de Santo Ildefonso e
    algumas áreas de Cedofeita e do Bonfim e está a funcionar nas actuais
    instalações há cerca de dois anos. Até Dezembro de 2002, esteve colocada num
    outro edifício na mesma rua, mas acabou por ser encerrada devido à
    degradação que foi tomando conta do imóvel e que estava a pôr em causa a
    segurança dos próprios elementos policiais.

    Enquanto não se consumou a transferência para as novas instalações, a
    esquadra esteve anexada à do Campo Lindo (8º). A reabertura da “7ª”, em
    Julho de 2004, foi saudada pela população, que se vinha queixando do aumento
    de assaltos naquela zona da cidade.

    Arrendadas não fecham

    Entre as esquadras com más condições, é a de Cedofeita (12ª) que apresenta
    uma renda mais elevada. De acordo com os dados do estudo da PSP, a
    mensalidade é superior a 550 euros. De referir que uma das propostas em
    análise no âmbito da restruturação do dispositivo na cidade do Porto aponta
    para a fusão daquela esquadra com a 11ª (Coronel Pacheco), esta última uma
    das quatro que poderá vir a encerrar as portas.

    De resto, e tendo em conta as conclusões do mesmo estudo, refira-se que
    nenhuma das esquadras arrendadas está em vias de ser fechada. As
    “condenadas” são a 11ª, a 13ª (Carvalhido), a de S. João de Deus (2ª) e a do
    Lagarteiro (5ª). As duas primeiras pertencem ao Estado e as outras são de
    propriedade municipal.

    Infiltrações de água

    A 16ª Esquadra (Pinheiro Manso) é outra das que representam um dos custos
    mais altos 333,17 euros. E é também rotulada como sendo uma das que
    funcionam em piores condições no Comando do Porto e que menos dignifica a
    instituição. Por exemplo, num espaço exterior do edifício, as casas-de-banho
    são retretes à moda antiga e à porta da esquadra amontoam-se os veículos
    apreendidos à ordem do tribunal.

    Igualmente “alugadas”, as instalações na Boavista (17ª), em Francos (18ª) e
    Campanhã (3ª), todas de propriedade particular, também constam da lista de
    edifícios que apresentam as maiores carências são imóveis antigos,
    degradados e com frequentes infiltrações de água.

    Um levantamento feito pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
    (ASPP/PSP) concluiu que cerca de 90% das esquadras do Comando do Porto estão
    em estado precário. A associação sublinha que os edifícios não têm
    características para acolher serviços policiais e lembra que nunca avançaram
    os projectos previstos para os quartéis da Bela Vista e no Bom Pastor.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/porto/esquadras_condicoes_ainda_de_pagar_r.html
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    5. Investimentos de mil milhõesà espera de decisão do Governo

    Carla Sofia Luz
    Investimentos de mil milhões à espera de decisão do Governo

    Há quase cinco meses que o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe
    Menezes, espera por uma resposta à carta enviada ao ministro das Obras
    Públicas, Mário Lino. O autarca garantiu, ontem de manhã, que há
    investidores interessados em estabelecer uma parceria público-privada para a
    execução do interface e da extensão da Linha Amarela do metro até Laborim.
    Estima-se que o investimento total (que inclui a linha, o interface e os
    novos empreendimentos imobiliários na VL3 ) rondará mil milhões de euros.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/porto/investimentos_mil_milhoesa_espera_de.html

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    6. Porto: Centro materno-infantil já custou 5,5 milhões de euros sem ter
    saído da estaca zero

    Volvidos quase 13 anos e 5,5 milhões de euros depois, continua por lançar a
    primeira pedra da obra do Centro Materno-Infantil do Porto. Esta foi uma das
    conclusões de um relatório do Tribunal de Contas, que exige ainda que o
    Governo formalize as cedências ou funções dos terrenos envolvidos num
    processo que tem a Câmara do Porto e os Ministérios da Saúde e das Finanças
    como intervenientes. P54

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=10&d=27&uid=&id=104328&sid=11518

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    7. Freguesias de Viana querem candidatar castro de Roques a Património
    Mundial
    Ana Peixoto Fernandes

    Vestígios de um antigo balneário castrejo encontrados no
    monte de Roques
    As freguesias de Subportela, Vila de Punhe e Vila Franca, pertencentes ao
    concelho de Viana do Castelo, estão apostadas em candidatar a Património da
    Humanidade o castro de Roques, um monumento que, com os seus mais de seis
    hectares, se estende pelo território das três localidades.
    Ontem os respectivos autarcas e o orientador científico de escavações
    arqueológicas efectuadas no castro durante o último Verão divulgaram a
    existência de vestígios de um antigo balneário castrejo, cuja importância se
    mede pelo facto de estes tipos de monumentos serem considerados “os mais
    importantes do mundo castrejo e só existirem nos povoados mais
    representativos”.

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=10&d=27&uid=&id=104264&sid=11518

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    8. Furto de cabos eléctricos deixa casas sem luz e com avarias
    José Vinha

    Doze casas da freguesia de Valpedre, Penafiel, ficaram sem luz porque
    desconhecidos furtaram, durante a madrugada de anteontem, vários metros de
    fio eléctrico da rede pública. Os ladrões subiram aos postes, com corrente
    eléctrica, cortaram pontas de cabo e provocaram, também, diversas avarias em
    electrodomésticos de muitas outras residências.

    Os ladrões “atacaram” em lugares de pequenos aglomerados populacionais. Em
    Passos, subiram aos postes e cortaram o fio eléctrico da fase e da rede
    pública; no lugar de Xisto levaram o condutor do neutro e uma das três
    fases. O objectivo foi furtar fio de cobre, que tem bastante valor
    comercial.

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    9. Gerações diferentes navegaram na Net na zona histórica

    direitos reservados

    Na festa wireless, os estudantes reuniram-se à volta dos computadores
    portáteis e navegaram na Internet

    António Orlando

    Amarante foi, ontem, atingido por um “choque tecnológico”, através da
    inauguração da rede wireless, que permite o acesso gratuito à Internet num
    computador portátil a partir do espaço público do centro histórico da
    cidade. Na estreia desta acessibilidade à auto-estrada da comunicação “sem
    fios”, que coloca Amarante como uma das primeiras cidades wireless do país,
    registou-se um outro choque, este geracional, com alunos dos diferentes
    agrupamentos escolares e idosos a ligarem-se à rede web em pleno largo de S.
    Gonçalo.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/norte/geracoes_diferentes_navegaram_net_zo.html

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    10. Euromilionário oferece escultura à Câmara
    j. paulo coutinho / arquivo jn

    Euromilionário tem oferecido outras obras à comunidade

    Um dos dois euromilionários de Moreira de Cónegos, que recebeu mais de 20
    milhões de euros há cerca de dois anos, ofereceu uma escultura no valor de
    15 mil euros à Câmara Municipal de Guimarães. Paulo Pereira diz ter ficado
    encantado com a escultura do artista Paulo Neves, colocada à entrada do
    Museu de Alberto Sampaio, e decidiu abrir os cordões à bolsa, desembolsando
    15 mil euros. Agora, propôs a doação da obra à Câmara, apostado em dar um
    “contributo simbólico à cidade” que vai ser Capital Europeia da Cultura em
    2012.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/minho/euromilionario_oferece_escultura_a_c.html

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    10.Viana do Castelo: Sauna milenar em Roques

    Luís Henrique Oliveira
    Especialistas e autarcas referem que “toneladas de pedra” foram retiradas do
    castro, ao longo dos tempos
    Parte da estrutura de um balneário, concebido antes da ocupação romana do
    território e onde se tomavam banhos de vapor, foi posto a descoberto durante
    as escavações que decorreram, entre Junho e Setembro passados, no castro de
    Roques, em Viana do Castelo. Tido como o maior achado da campanha – a
    primeira a ter lugar na cividade em mais de meio século -, o balneário foi,
    segundo o coordenador dos trabalhos, Tarcísio Maciel, descoberto por um dos
    estudantes (de curso profissional de Arqueologia) que participaram nas
    escavações, que desconfiou da existência de “uma outra coisa” em construção
    que estava, até então, referenciada como “uma fonte”.

    https://jn.sapo.pt/2006/10/27/minho/sauna_milenar_roques.html

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    www.campoaberto.pt
    campo-aberto.blogspot.com

    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592
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