• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

Destaque:

Cidadãos desafiados a lutar contra a cultura do betão

Está nas mãos dos cidadãos da Área Metropolitana do Porto (AMP) proteger os
espaços verdes que ainda resistem e “lutar contra a cultura do betão”. O
repto é lançado pela associação Campo Aberto, que vai promover uma campanha
para identificar “50 espaços verdes em risco; 50 espaços verdes a
preservar”. Depois de analisada, a lista será entregue às respectivas
autarquias para que tomem as medidas adequadas à salvaguarda das zonas
indicadas.

“Os espaços verdes têm vindo a perder face a uma cultura do cimento cada vez
mais forte”, acusa Bernardino Guimarães, presidente da Campo Aberto. “A
ideia desta campanha é que os cidadãos identifiquem nos seus concelhos áreas
ameaçadas e nos comuniquem. Depois seleccionaremos 50 espaços em risco e
elaboraremos uma lista [em Março de 2007] que poderá ser de grande utilidade
para as câmaras”, explicou o responsável.

O ambientalista prevê que, a manter-se o crescimento desregrado da
urbanização, dentro de 20 anos, poderão não sobrar espaços verdes na Área
Metropolitana do Porto. E lembra ainda que a campanha, que arranca
oficialmente no próximo dia 25, “depende dos cidadãos, da sua mobilização e
empenho nas denúncias, sejam em nome individual, através de associações
locais, juntas de freguesia ou paróquias”.

A ideia não é identificar os parques urbanos ou jardins classificados, mas
as zonas verdes que não têm merecido a devida atenção. ” Queremos contrariar
o lóbi do betão”, refere Bernardino Guimarães, mas a listagem poderá
contribuir também para a “criação de uma rede ecológica a nível
metropolitano, que ligue as zonas verdes dos vários concelhos”.

No próximo dia 25, a Campo Aberto fará a apresentação pública da campanha,
pelas 21.15 horas, no Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade
de Ciências (antigo edifício da Faculdade de Psicologia, ao Campo Alegre). A
iniciativa arranca oficialmente nessa data, mas os cidadãos que se quiserem
antecipar, participando activamente na campanha poderão fazê-lo através do
site www.campoaberto.pt. Naquele endereço está disponível um formulário para
preencher com informações sobre o espaço a “pedir” preservação.

Espaços verdes que mereçam preservação

Nem todas as áreas livres poderão entrar na lista dos “50 espaços verdes em
perigo”. Há quatro critérios fundamentais que os locais identificados devem
seguir. O primeiro obriga a que seja um espaço verde, área natural, quinta,
campo agrícola ou jardim privado que merece ser preservado.

Não estarem legalmente salvaguardados

Os espaços verdes a identificar pelos cidadãos não devem estar legalmente
salvaguardados. Por exemplo, não serão tidos em conta aqueles que já estão
consagrados nos planos directores municipais como área verde ou não
edificante.

Dimensão relevante na Área Metropolitana

A dimensão do espaço identificado pelos munícipes tem de ter uma importância
relevante na área em que se insere. É ainda obrigatório que se situe na Área
Metropolitana do Porto.

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[Esta lista tem actualmente 387 participantes inscritos.]

Veja o site e o blogue da Campo Aberto:
https://www.campoaberto.pt/
https://campo-aberto.blogspot.com/

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006
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1. Porto: Túnel custou 30 milhões

Já é possível circular desde a Praça D. Filipa de Lencastre e a Rua D.
Manuel II. O último troço do Túnel de Ceuta foi inaugurado, com o presidente
da Câmara do Porto, Rui Rio, a sublinhar o mau exemplo de uma obra que durou
10 anos a concluir.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7
baf3&subsec=&id=db8606a8351df7c9cf6b58a39f524bc6

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O DESFECHO DE UMA LONGA POLÉMICA
“Aprender com os erros” do túnel de Ceuta

O relógio marcava as 11.40 horas de ontem quando o primeiro automóvel (sem
contar com os da comitiva da Câmara que anteriormente tinham estreado o
piso) circulou no troço do túnel de Ceuta com saída para a Rua de D. Manuel
II, no Porto. Ao momento “histórico” não faltaram cerca de 50 pessoas que,
dos dois lados da rua, não quiseram perder a abertura ao trânsito da
infra-estrutura rodoviária mais polémica dos últimos tempos na cidade. “A
politiquice é que estragou isto tudo”, lamentava um dos cidadãos,
referindo-se à demora na conclusão da obra.

Rui Rio também marcou presença e lembrou os “10 anos de uma história com
muitas peripécias lamentáveis”. “Espero que haja pelo menos um aspecto
positivo. Que possamos todos ter aprendido com os erros e que nunca mais se
repita aquilo que se passou com o túnel de Ceuta demorar 10 anos a fazer uma
obra que se fazia em dois ou três”, sublinhou o autarca, sem precisar os
alvos. O presidente salientou ainda que “estão a ser discutidos com o
Governo alguns dossiês importantes para a cidade”.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/porto/aprender_os_erros_tunel_ceuta.html

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2. Porto: Fórum sobre animação nocturna em zonas habitacionais no Porto
Como conjugar diversão e descanso?

O primeiro debate organizado pela Associação de Bares da Zona Histórica do
Porto juntou na mesma mesa diversas entidades para discutir as consequências
da diversão nocturna em zonas habitacionais. Todos concordam que as soluções
são prementes, mas continuam adiadas.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7
baf3&subsec=&id=8ce2f6f1bf3b15d25abb8785d761b365

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3. Incêndios: Braga, Viseu, Évora e Porto fazem parte da lista dos distritos
mais fustigados
Viana do Castelo com mais área ardida

Viana do Castelo, Braga, Viseu, Évora e Porto foram os distritos com mais
área ardida desde o início do ano. O comandante operacional nacional do
Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil adiantou ainda que até 30 de
Setembro arderam mais de 72 mil hectares.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a3
18d5&subsec=&id=bbd01cbca72b27e7449af5914c1e3b08

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4. Monção: Monção: Fechado por razões sanitárias
Balneário termal só reabre no Verão de 2007

O balneário termal de Monção, inaugurado há apenas cinco anos após um
investimento de 7,5 milhões de euros, está fechado desde Setembro de 2005,
por razões sanitárias, e só reabrirá no Verão de 2007.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a3
18d5&subsec=&id=c94e9596d74199afac63a9c6316c360f

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5. Feira: ETAR de Fiães fica pronta no próximo ano

Os esgotos que durante décadas foram despejados directamente para o rio
Uíma, em Santa Maria da Feira, deverão estar a ser tratados até ao final do
próximo ano. Um dos passos mais significativos que irá contribuir para a
despoluição deste importante curso de água do concelho foi dado, ontem, com
a assinatura do contrato de construção da Estação de Tratamento Águas
Residuais (ETAR) de Fiães.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/porto/etar_fiaes_fica_pronta_proximo_ano.html

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6. Mogadouro: Faltam cozinhas tradicionais

Produtos sem venda directa

Mogadouro é o único concelho do planalto mirandês que não tem
estabelecimentos de venda directa de produtos regionais, vulgarmente
conhecidos por cozinhas tradicionais. As unidades surgem com base numa
relação de confiança entre comprador e vendedor, destinada à satisfação da
procura local de produtos.

De forma a acabar com a falta de cozinhas tradicionais, a Câmara do
Mogadouro é pioneira na concessão de apoios financeiros directos para
criação daquelas unidades de transformação e para que os produtores
regionais encontrem mais valias acrescidas nas suas explorações agrícolas de
cariz familiar.

Segundo o vereador Dário Mendes, a tentativa para instalar cozinhas
tradicionais no concelho já se arrasta há cinco anos. Cnstrangimentos
orçamentais no seio do Ministério da Agricultura levaram a Câmara a
financiar as unidades com 7500 euros, valor entregue após o licenciamento.

Para já, há dez cozinhas tradicionais e três queijarias em fase de projecto,
sendo que até ao final do corrente ano três destas unidades de transformação
estarão licenciadas. ” Os estabelecimentos de venda directa são importantes
para economia local. Há procura de produtos como enchidos, compotas,
queijos, pão e doçaria tradicional. Sem o licenciamento das unidades de
transformação, não é possível vender os produtos”, afirmou o autarca.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/norte/faltam_cozinhas_tradicionais.html

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7. Guimarães: Mercearias vendem fiado mas sobrevivem a custo

Mercearia Isaurinha, rua João I, está ameaçada pela grande superfície do
lado

s típicas mercearias de bairro, onde se vende fiado, sobrevivem a custo. Em
Guimarães, como em Portugal, o compromisso é com a modernização. Na Rua D.
João I, a gaulesa mercearia da Isaurinha resiste, mas sem poção mágica que
permita vencer por muito tempo o poderoso hipermercado “invasor”, a poucos
metros. Casa térrea, com mais de 80 anos, passou de pais para filhos. Com a
morte da mãe, há dois anos, Isaura Costa (que se manteve solteira) tomou as
rédeas do negócio, mas a cavalgada não é fácil. “Está muito mau. O
Continente está aqui mesmo ao lado e vai tudo para lá”.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/minho/mercearias_vendem_fiado_sobrevivem_a.html

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8. Caminha: PS reage à absolvição

O PS espera que a Câmara de Caminha “aprenda com esta derrota e com esta
lição” a extrair da absolvição dos cinco acusados de terem convocado
irregularmente a acção cívica de protesto contra o IC1 e se recusarem a
desmobilizá-la, após a autarquia “ter tentado impedir a sua realização”,
afirmam em comunicado público.

Consideram grave que os cinco tivessem sido identificados pela GNR, “na
sequência da participação da Câmara de Caminha”, daí resultando “uma
acusação em tribunal de pessoas de bem”.

“Foi triste e lamentável a postura do Executivo municipal do PSD, liderado
por Júlia Paula”, adiantam os socialistas, “ao deixar uma péssima imagem da
forma como aqui é exercido o poder local democrático” veiculada por “todos
os meios de comunicação social”.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/minho/ps_reagea_absolvicao.html

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9. Cabanelas: Feira das Colheitas

O “corte do milho”, a “desfolhada”, a “missa de acção de graças” e a “feira
das colheitas’ são os principais momentos do programa de animação para este
fim de semana, na freguesia de Cabanelas, em Vila Verde, que promete uma
forte adesão da população local e um envolvimento muito forte de
forasteiros. A instalação de bancas de venda de produtos agrícolas e das
tradicionais tasquinhas de “comes e bebes” darão ao evento um toque
tradicional. Um cenário que será enriquecido com o toque das concertinas e
cavaquinhos e das vozes dos cantadores ao desafio.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/minho/feira_colheitas_cabanelas.html

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10. Aveiro: Câmara desiste do Centro Interpretativo da Troncalhada

Marinha da Troncalhada já não vai ter Centro Interpretativo

A Câmara Municipal de Aveiro desistiu da construção do Centro Interpretativo
do Eco-museu da Marinha da Troncalhada, por considerar que os objectivos
(observação e estudo da Natureza) com que foi pensado e projectado poderão
ser alcançados com o futuro Centro de Monitorização Ambiental, previsto no
âmbito do Programa Polis.

https://jn.sapo.pt/2006/10/18/centro/camara_desiste_centro_interpretativo.htm
l

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por José Carlos Marques

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

www.campoaberto.pt
campo-aberto.blogspot.com

Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
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