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  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Quinta-feira, 12 de Outubro de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Livro «A Sé do Porto no século XX» é lançado hoje

Joaquim de Vasconcelos chamou à Sé do Porto uma “curiosa manta de retalhos”. Para melhor conhecer e se compreender tal afirmação, a investigadora Maria Leonor Botelho lança hoje, no Clube Literário do Porto, às 21h30, um livro intitulado «A Sé do Porto no século XX», um trabalho que teve como base a sua dissertação de mestrado em Arte, Património e Restauro na Faculdade de Letras de Lisboa.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=5c10f5804b987cba198d08a5faa4dcce

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2. Estudos da Metro e Governo apresentados aos autarcas da Área Metropolitana

A possível construção das linhas de Gondomar e da Boavista na segunda fase de expansão do metro foram as únicas abordadas ontem por Álvaro Costa e Paulo Pinho, técnicos responsáveis pela elaboração dos estudos encomendados respectivamente pelo Governo e pela empresa, durante a reunião informativa que ontem se realizou na Junta Metropolitana do Porto. Os técnicos e o Conselho de Administração da Metro explicaram ontem os estudos concluídos em meados de Maio e distribuídos em meados de Junho. A posição política da JMP não foi ainda tomada, não estando para já agendado o tema para a próxima reunião ordinária que se realiza a 27 deste mês.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=7d1338f2d6311f4bdffc4da223450e10

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3. FEUP discute o TGV

Numa altura em que o Governo se prepara para anunciar alguns desenvolvimentos sobre a rede de alta velocidade – definida recentemente como uma opção estratégica do país –, a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) organiza e acolhe, hoje e amanhã, um workshop intitulado “Via Férrea para Alta Velocidade”. O principal objectivo da iniciativa é o de contribuir para a difusão do conhecimento nas diversas áreas da engenharia que se relacionam com as vias de alta velocidade, colaborando na formação do meio técnico nacional para a chegada do TGV a Portugal. É necessário estar atento aos novos desafios da engenharia impostos pelas exigências que as vias de alta velocidade impõem, desde os aspectos de segurança aos novos tipos de equipamentos e soluções construtivas.
O workshop contará com a presença de vários especialistas internacionais – provenientes de países onde as vias-férreas de alta velocidade se encontram mais desenvolvidas – que partilharão com os participantes os seus conhecimentos científicos e técnicos. “Materiais e propriedades mecânicas da via-férrea”, “Manutenção da via e monitorização”, “Dimensionamento e geometria da via” e “Construção e sistemas de controlo” constituem alguns dos temas em destaque.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=4f4e689371169cbd21856d21de3c2f9f

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4. A4 entre Águas Santas e Sendim abre na 1ª quinzena de Novembro

O troço da A4 entre Águas Santas (Maia) e Sendim (Matosinhos) abre ao tráfego durante a primeira quinzena de Novembro, disse uma fonte da Aenor, concessionária deste traçado em fase final de construção. O troço Águas Santas-Sandim tem cerca de nove quilómetros e atravessa zonas densamente povoadas do município de Matosinhos, o que criou problemas técnicos adicionais aos construtores e obrigou mesmo à reconstrução de alguns equipamentos.
https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=7c4b4eb87cc313d4b85e7e9cc3799565

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5. Aposta da Ryan Air

A companhia aérea Ryanair anunciou uma nova rota entre Porto e Madrid/Barajas que irá começar a operar a 22 de Novembro. A nova ligação está já disponível para reservas no site da companhia ao preço de um euro.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=0232b1d6c4dc21a976a94b19040e5311

Portugueses aderem em massa às “low cost”
https://jn.sapo.pt/2006/10/11/primeiro_plano/Portugueses_aderem_em_massa_s.html

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6. António Costa elogia Lei das Finanças Locais

O ministro da Administração Interna, António Costa, defendeu ontem a proposta de lei das Finanças Locais na Assembleia da República, afirmando que as receitas dos municípios vão aumentar com o novo modelo agora proposto.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=1679091c5a880faf6fb5e6087eb1b2dc&subsec=&id=e427aea00d3add031da7479b17d04db8

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7. Comissão Europeia apresenta carro económico

O comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs, apresentou em Bruxelas um veículo que percorre quase três mil quilómetros com um litro de combustível. O Microjoule foi apadrinhado pelo comissário no âmbito do Plano de Acção para a Eficiência Energética, que prevê uma redução de 20 por cento no consumo de energia até 2020, e deverá será apresentado no dia 20. “O projecto ilustra o papel importante que os meios de transporte podem ter para atingir o objectivo de aumentar a poupança de energia, grande objectivo do plano”, disse. O protótipo, construído por estudantes de um liceu de San Sébastien, é movido a etanol, cumpre uma velocidade de 10 quilómetros por hora e pesa 30 quilos, tendo três metros de comprimento, 70 centímetros de largura e 50 de altura. Em Maio venceu a Eco-Maratona Shell.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=45c48cce2e2d7fbdea1afc51c7c6ad26&subsec=&id=9a94cc4fcb4e8fd8176f5d65c7a10f27

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8. Ambiente e consumo captam mais voluntários

Quando pensamos em voluntários associamos imediatamente à imagem de uma senhora simpática, de bata amarela e sorriso aberto, que dá apoio a doentes e familiares nos hospitais. Esse tipo de voluntariado, embora continue a existir de forma muito expressiva, não é, porém, modelo único. Há muitas e novas formas de oferecer tempo e serviço à comunidade, em áreas tão distintas como o ambiente, o consumo ou o património. Estima-se que um milhão e meio de portugueses faça trabalho voluntário, seja integrado em organizações, seja informalmente, junto da sua comunidade.

O número exacto não é conhecido. O último estudo data de 2001 e refere que 15% da população está envolvida em voluntariado e que a maioria dos voluntários pertence às classes média e alta, apurou o JN junto do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado. No entanto, as organizações reportam apenas cerca de 500 mil voluntários. A disparidade dos números é sintomática da falta de um diagnóstico rigoroso e reflecte também outra realidade mal estudada a do voluntariado de proximidade, de vizinhança, sem alçada institucional.

Para quantificar, freguesia por freguesia, o número de pessoas e de organizações envolvidas nesta actividade, o Conselho tem no terreno um estudo que vai fazer o retrato do país. O que se sabe, para já, é que há certas áreas que cativam mais o interesse de quem quer doar tempo e serviço. A maioria das instituições de acção social (70%) tem voluntários que complementam a actividade dos profissionais. O espírito do voluntariado é, aliás, precisamente esse ser um valor acrescentado ao trabalho profissional das organizações, como explicou ao JN fonte do núcleo de apoio técnico do Conselho.

Ter vontade de ajudar o próximo continua a ser o principal requisito de um voluntário, mas já não basta. É preciso estar disponível para receber formação. Actualmente, as organizações apostam na formação dos seus recursos e recrutam em função do perfil das funções e do candidato. Mas, desengane-se quem julgue que só pode fazer voluntariado quem tem um talento ou habilidade especial. Excepto em trabalhos muito especializados, como restauro de arte, por exemplo, não são exigidos outros pré-requisitos além da vontade de trabalhar e de aprender.

A área do ambiente é, segundo dados do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, uma das áreas em que se regista um maior desenvolvimento. A prevenção de incêndios e a preservação das florestas são tarefas que têm cativado número crescente de adeptos. O desporto, que sempre foi uma actividade tradicionalmente voluntária, encontra-se também em expansão, tal como a defesa do património cultural e dos direitos dos consumidores.

O voluntariado empresarial – promovido por empresas, envolvendo os seus funcionários em projectos fora do seu trabalho – é outra novidade do sector. Para já, não são mais do que duas dezenas as empresas que se dedicam a estes projectos, mas trata-se de uma área em expansão.

https://jn.sapo.pt/2006/10/11/primeiro_plano/ambiente_e_consumo_captam_mais_volun.html

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9. Proposta de restruturação do ICN elimina 41% dos funcionários

Um projecto de restruturação do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), que poderá levar à dispensa de 41% dos funcionários, à fusão de direcções de áreas protegidas e a maior distanciamento entre os seus dirigentes e técnicos face às populações, está a gerar descontentamento dentro do organismo.

Está a ser contestado um documento de trabalho que prevê a redução do pessoal do ICN de cerca de 740 para 436 funcionários (menos 304), bem como um organograma que conduzirá a maior centralização de serviços, à despromoção dos directores das áreas protegidas – hoje equiparados a directores de serviços -, à fusão das suas direcções em departamentos e à redução da capacidade de intervenção no terreno, especialmente para dar pareceres sobre projectos em áreas com estatuto de conservação.

Segundo o documento, objecto de pelo menos duas reuniões com um grupo restrito de quadros, mas ainda não discutido com os directores das áreas protegidas, o único Parque Nacional ficará integrado num departamento (Áreas Classificadas de Montanha) com os parques naturais da Serra da Estrela, de Montesinho e do Alvão e as reservas do Açor e do Corno do Bico (ver infografia).

Apesar de passar a ter sob sua gestão mais de 253 mil hectares, em zonas distintas, esse departamento contaria com apenas 26 funcionários – entre o director (provavelmente sediado numa das áreas protegidas abrangidas, admitindo-se que possa ser o PNPG), um chefe de unidade, dois elementos de secretariado, 13 técnicos de atendimento, um técnico informático e 15 técnicos superiores – a que se somam três vigilantes por cada 15 mil hectares.

Naquele agrupamento, que serve de exemplo para os restantes, os técnicos superiores dividir-se-iam da seguinte forma seis pela gestão das áreas classificadas, embora despromovidos da categoria de director de serviço (inclusive o director do Parque Nacional); e nove pelo acompanhamento dos processos de ordenamento, gestão florestal e cinegética, agrícola, fauna, flora e vegetação. Além do reduzido número para apreciar os projectos, terão que efectuar deslocações constantes entre aquelas áreas protegidas para avaliá-los no terreno e dialogar com as populações.

É o que teria de acontecer nos restantes departamentos, com características distintas e localizados a distâncias significativas, se vencer o documento que o presidente do ICN, João Menezes, assegura estar apenas em primeira discussão e que o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, diz corresponder a uma análise de cenários que não quis comentar ao JN.

https://jn.sapo.pt/2006/10/11/nacional/proposta_restruturacao_icn_elimina_4.html

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10. Expandir a Linha da Boavista a Gondomar e Leça da Palmeira

A expansão da futura Linha da Boavista a Leça da Palmeira e ao concelho de Gondomar voltou a ser discutida. Desta vez, a hipótese foi apontada ontem de manhã na reunião da Junta Metropolitana do Porto, onde os especialistas Álvaro Costa e Paulo Pinho expuseram as principais conclusões dos estudos, realizados este ano, sobre o futuro da rede do metro. Na discussão, foi enunciada a possibilidade daquela ligação se estender até à estação do Marquês, cruzando com a actual Linha Amarela.

Ambos os estudos (o de Álvaro Costa foi encomendado pelo Governo e de Paulo Pinho foi pedido pela Metro) sublinham a necessidade de explorar as possibilidades de amarração da projectada ligação à Boavista e a Matosinhos Sul à Linha Amarela. No Quadro de Reflexão sobre o Futuro do Metro do Porto, assinado pela equipa de Álvaro Costa, sugere-se ao Governo que o traçado possa ser estendido a uma destas três estações Marquês, Pólo Universitário e S. Bento. Ontem, a ligação enterrada a partir da Casa da Música até à estação subterrânea do Marquês surgiu como a hipótese mais provável. Daí, poderia seguir rumo a Gondomar.

A sessão, que contou com a participação da Comissão Executiva da Empresa do Metro, foi apenas informativa. As decisões políticas ficam adiadas para outro encontro, ainda sem data marcada. Não é certo que o tema do metro regresse já na próxima reunião da Junta, que se realizará no dia 27 deste mês. Também se falou da linha para Gondomar, considerada prioritária. No entanto, não foi decidido qual o traçado a ser implementado. Aliás, os dois estudos defendem a execução parcial daquela linha até Rio Tinto. A reflexão, encomendada pelo Governo e realizada pela equipa liderada por Álvaro Costa, realça que existem condições para fazer já a obra até à estação de Lourinha. O outro estudo, intitulado Estratégia Empresarial Integrada da Metro do Porto, recomenda que se avance com a construção da linha até Venda Nova, estudando em simultâneo outras hipóteses de ligação entre Porto e Gondomar, a partir do Campo 24 de Agosto ou Heroísmo.

A questão do financiamento da empresa esteve também em cima da mesa. Em particular o “défice” de apoio financeiro a fundo perdido. No fim deste ano, calcula-se que o apoio a fundo perdido ao projecto seja de 26%. O que é considerado insuficiente. Se não for corrigido, poderá conduzir a aumentos substanciais do preço dos bilhetes.

Ainda que se abrace o modelo de “project finance” para construção e exploração de novas linhas, os autarcas e os especialistas entendem que terá sempre de existir uma componente forte de apoio a fundo perdido com verbas da União Europeia e da Administração Central. Embora alguns projectos do metro de Lisboa recebam verbas a fundo perdido de 80%, estima-se que a média europeia no sector dos transportes seja entre 50 a 60%. Valores indispensáveis para evitar o aumento de passivo na Empresa do Metro do Porto.

Segunda linha de Gaia

A segunda linha para Gaia não foi discutida ontem na reunião da Junta Metropolitana sobre o metro. No entanto e num plano técnico, tem sido falada a hipótese de estudar uma alternativa ao anteprojecto, que prevê a construção de uma nova ponte sobre o rio Douro entre o Gólgota e a Arrábida. Em alternativa, tem sido apontada a possibilidade de uma ligação transversal que não vá além das fronteiras do concelho. Serviria outras freguesias, cruzando a Linha Amarela na Avenida da República. O escoamento para o Porto poderia ser feito, então, pela Linha Amarela.

Expansão a Laborim

Os dois estudos sobre o futuro do metro têm visões distintas. A análise, feita por Álvaro Costa, defende o prolongamento a curto prazo da Linha Amarela até ao interface de Laborim. O estudo, apresentado por Paulo Pinho, sugere que o metro seja prolongado até Santo Ovídio, ficando para mais tarde a expansão a Laborim.

Menos duas paragens

Na reunião de ontem, Álvaro Costa reafirmou a necessidade de reduzir o tempo de percurso entre a Boavista e Matosinhos Sul para aumentar a competitividade da linha, junto dos utentes provenientes do concelho matosinhense. A redução dos tempos de viagem poderá ser feita com a construção de menos duas paragens no troço de menor procura, junto ao Parque da Cidade.

https://jn.sapo.pt/2006/10/12/porto/expandir_a_linha_boavista_a_gondomar.html

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11. Obras do nó da Arrábida concluídas até Dezembro

As obras do nó da Arrábida, em Gaia, estão a chegar ao fim. Em Dezembro, toda a envolvente da ponte da Arrábida estará irreconhecível e, espera-se, o trânsito fluído. Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara, queixa-se, no entanto, da Direcção Regional da empresa Estradas de Portugal. O parecer positivo ao projecto só chegou há poucos dias, quando a obra está quase concluída. “Gostam de brincar, mas eu só brinco com os meus filhos”, afirmou.

https://jn.sapo.pt/2006/10/12/porto/obras_no_arrabida_concluidas_dezembr.html

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12. Arquitectos vão debater sector

Para que serve a Arquitectura? A questão parece simples, mas a resposta pode ser complexa. Dezenas de arquitectos, e outros profissionais que intervêm no território, tentam, hoje e amanhã, na Universidade do Minho, em Guimarães, responder a esta e outras questões. O seminário, organizado pelo Departamento Autónomo de Arquitectura da UM e pela Dafne Editora, reúne arquitectos portugueses, com diferentes experiências e práticas.

https://jn.sapo.pt/2006/10/12/minho/arquitectos_vaodebater_sector.html

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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