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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Sexta-feira, 18 de Agosto de 2006

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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    1. A terra, um dia, acaba!

    Como se não bastasse a nossa própria experiência, eis que, de várias
    fontes, chegam ao nosso conhecimento estudos, avaliações, relatórios
    ou simples notícias que demonstram que o território português continua
    em apressado processo de degradação. Isto não quer dizer que não haja
    bons exemplos de bom uso do território, mas todos sabemos já que “não
    é uma andorinha que faz a primavera”. Uso do território é tudo quanto
    possa mexer com o espaço natural e com a paisagem tal como se
    apresenta antes de qualquer intervenção humana, excepto aquela que
    decorre da actividade agro-pecuária de tipo tradicional. Este tipo de
    exploração que já é residual em Portugal, porque já só existe – e em
    perda – em pequeníssimos espaços, era profundamente inteligente porque
    se baseava numa sabedoria pacientemente construída ao longo de
    séculos, no conhecimento dos recursos e das leis da natureza e na
    consequente tentativa do aproveitamento optimizado desses mesmos
    recursos e sem que isso significasse a sua destruição. Ora, é
    exactamente esta característica – a da não-destruição – que distingue
    a utilização inteligente dos recursos naturais, que o homem fez ao
    longo de milénios, da sua utilização indigente que, hoje, caracteriza
    esse mesmo uso. É que um dos princípios sagrados da exploração
    tradicional ou clássica da terra era o da não-inviabilização da
    continuidade dessa mesma exploração. O homem tinha a clara noção de
    que a sua sobrevivência primeiro e, depois, a melhoria das suas
    condições de vida (o tal “progresso”) dependiam da conservação
    contínua das potencialidades instaladas em termos de recursos
    naturais. A noção de que a terra, o solo e, portanto, o território era
    um bem finito estava incisa na cultura que era o resultado de uma
    experiência de séculos.

    As gentes e os dias de hoje são diferentes. São diferentes nas
    culturas e nas práticas e são o resultado dos últimos dois séculos de
    revolução industrial dos vários “crescimentos” que esta radical
    mudança provocou em todo o mundo. O excessivo individualismo e a ideia
    de que a “economia” comanda a vida e o futuro enraizaram-se de tal
    modo nos comportamentos que hoje já não há outros critérios finais que
    não sejam os do “lucro” como valor supremo. Aliás, os resultados deste
    modo de encarar as coisas e a vida estão bem à vista de todos. Alguém
    disse um dia que os economistas estão para a economia como os
    meteorologistas estão para o tempo. Isto é limitam-se a verificar e a
    registar o que aconteceu e, quando muito, a arriscar uma previsão para
    o dia seguinte mas não mais nem com muita convicção! Certamente que
    aqueles que olham para o tempo presente pelo lado que sabem muito
    limitado da pura quantificação dos movimentos das “mercadorias” me
    perdoarão tão rude retrato, mas é tempo de aqueles que têm da vida a
    única visão que é possível ter dela e que integra a maior das
    complexidades não deixarem campo livre aos aprendizes de feiticeiro
    que, vestidos das mais diversas e picarescas roupagens, andam pelo
    mundo em busca do seu próprio proveito e só!

    A orla costeira portuguesa é a mais degradada, segundo a Agência
    Europeia do Ambiente, e está tudo bem? A urbanização da costa
    alentejana aumentou mais de 60% em menos de dez anos, e isso não é
    saque puro? Quioto não se cumpre e esconde-se tudo atrás de uma
    cortina de eólicas? O Gerês arde, e isso não é catástrofe nenhuma? A
    mata da Falperra, em Braga, é dizimada por um PDM revisto à medida, e
    isso só irrita os vizinhos? Os sobreiros do Alentejo já foram, e não
    há um só responsável por aquela mortandade? Os parques naturais podem
    ser atravessados por auto-estradas que não vão dar a lado nenhum? Os
    estudos de impacte ambiental só servem para mostrar o que não se devia
    ter feito? O Douro e outros “patrimónios” ameaçam ficar reféns de
    “resorts” de luxo, e isso é que é “progresso”? E tudo isto são – ou
    podem ser – PIN (Projectos de Interesse Nacional)? O problema é que a
    terra, um dia, acaba!

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/porto/a_terra_dia_acaba.html

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    2. Testar níveis de moxóxido de carbono

    A campanha europeia anti-tabaco “Help” regressa a Portugal no domingo
    e segunda-feira, desta vez à região do Porto, para efectuar rastreios
    e sensibilizar as pessoas para os perigos do monóxido de carbono.

    Naqueles dias, a “tenda Help” estará montada no NorteShopping, em
    Matosinhos, onde os interessados poderão verificar os seus níveis de
    monóxido de carbono /CO).

    A campanha, lançada oficialmente em 2005 nos 25 países da União
    Europeia, visa persuadir os cidadãos a deixarem de fumar e os jovens a
    não iniciarem qualquer contacto com o tabaco.

    Ao longo da campanha, que se encontra na sua segunda fase, serão
    efectuados 50 mil testes, que servirão de base para a elaboração de um
    estudo sobre os hábitos tabagísticos dos europeus.

    O CO está presente no ar respirado pelos fumadores, que o originam de
    cada vez que levam à boca o cigarro, charuto ou cachimbo, podendo ser
    inalado também pelos não fumadores em espaços fechados.

    Os seus efeitos negativos incluem redução da função cardíaca, risco de
    formação de coágulos, asfixia por falta de oxigénio e, no caso das
    grávidas, problemas no desenvolvimento do feto.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/porto/testar_niveis_moxoxidode_carbono.html

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    3. Quercus e Governo trocam críticas

    A associação ambientalista Quercus acusou o Governo de querer acabar
    com os centros de valorização de resíduos, que devem entrar em
    funcionamento em 2007, ao enviar para co-incineração matérias que
    podem ser tratadas nestas unidades.

    Em comunicado divulgado ontem, a Quercus indica que os 200 tipos de
    resíduos diferentes que a cimenteira Cimpor se propõe queimar em
    Souselas é “exactamente a mesma quantidade de 1998”.
    Ao aceitar esta proposta e “enviar para co-incineração um leque tão
    vasto de resíduos, o Governo assassina os Centros Integrados para a
    Recuperação, Va lorização e Eliminação dos Resíduos (CIRVER), que se
    tornam inteiramente inviáveis”, critica a Quercus.

    Na sequência destas críticas, o Ministério do Ambiente acusou a
    Quercus de “falta de melhores argumentos” ou “má fé”, negando querer
    acabar com os CIRVER.
    “Só por falta de melhores argumentos ou por má-fé é que se pode vir
    alegar que o Governo mudou fosse no que fosse a sua intenção de
    articular os CIRVER com a co-incineração”, refere em comunicado o
    Ministério do Ambiente.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/sociedade_e_vida/quercus_e_governo_trocam_criticas.html

    Fim dos CIRVER antes do início
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=69f6404586d0d52b98381576646de5ee

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    4. Preço da água aumenta 70%

    Os habitantes do concelho de Arouca deverão ser confrontados, no final
    do corrente mês, com um aumento significativo no valor da factura de
    água a pagar à autarquia.

    A Câmara Municipal de Arouca aprovou, recentemente, uma revisão das
    tarifas que, segundo o Executivo, representará, em média, um aumento
    de 70 por cento. No entanto, só o segundo escalão de consumo, um dos
    mais utilizados pelos munícipes, “deverá registar um agravamento
    superior a 100 por cento”, acusa a Oposição.

    Lembrando que as tarifas de água “não eram actualizadas há mais de uma
    década”, o presidente da Câmara Municipal, Artur Neves, justifica os
    aumentos com a necessidade de minimizar o crescente défice que a
    autarquia vinha registando com o abastecimento público de água.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/porto/preco_agua_aumenta_70.html

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    5. Estacionamento à borla acaba nos parques do metro
    Descampado nas imediações do Estádio do Dragão está convertido em
    parque alternativo

    O estacionamento vai passar a ser pago em todos os parques da rede do
    metro de superfície do Porto. O sistema Park & Ride – permite a
    “compra” de um lugar para a viatura e a viagem em transportes
    intermodais com o título Andante – entrou esta semana em vigor, na
    estação do Estádio do Dragão e será futuramente implementado nas
    restantes 16 infra-estruturas do género existentes nos concelhos de
    Matosinhos, Maia e Vila do Conde.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/porto/estacionamento_a_borla_acaba_parques.html

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    6. Cinco mil peixes salvos de rio seco

    Cerca de cinco mil peixes foram resgatados, ontem, junto à ponte do
    rio Torno, em Gouvães da Serra, Vila Pouca de Aguiar. A operação de
    emergência foi realizada pelo facto de o curso de água estar
    praticamente seco. Os peixes foram transferidos para um local a
    jusante onde a água é mais abundante.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/norte/cinco_peixes_salvos_rio_seco.html

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    7. Terrenos dos TUB postos à venda

    A empresa municipal de transportes urbanos de Braga (TUB) quer mudar
    as instalações actuais por considerar que “não se coadunam com o plano
    de renovação que está a ser empreendido pelo Conselho de
    Administração” e, por isso, avançou com a publicação de um anúncio
    público para a alienação ou permuta dos actuais terrenos.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/norte/terrenos_tub_postos_a_venda.html

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    8. Principais ruas comerciais vão ser renovadas

    A Câmara de Carrazeda de Ansiães iniciou um projecto de remodelação
    das principais ruas comerciais. O objectivo é torná- -las mais
    funcionais e dar-lhes uma imagem mais moderna. Os trabalhos estão a
    ser executados de forma faseada, aproveitando- -se a intervenção para
    substituir as redes de água e saneamento. Os passeios, o pavimento e a
    iluminação pública também serão substituídos.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/norte/principais_ruas_comerciais_ser_renov.html

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    9. Câmaras não devem gerir via-férrea
    Linha do Tâmega em causa

    “A CP não tem vocação para gerir supermercados, assim como as câmaras
    também não estão vocacionadas para gerir linhas férreas”. É esta
    mensagem que o Partido Ecologista “Os Verdes” vai transmitir, hoje,
    aos presidentes das câmaras de Amarante e de Marco de Canaveses, com
    quem têm audiências marcadas, no âmbito da iniciativa de protesto
    contra o “alegado” encerramento da Linha do Tâmega. A jornada, que já
    passou pelas linhas do Corgo e do Tua, desembarcou, ontem, na estação
    de Santa Luzia, em Amarante, após uma curta viajem entre Livração
    (Marco de Canaveses) e a cidade de Pascoaes. No Baixo Tâmega, “Os
    Verdes” vão, antes, pedir ajuda aos autarcas “As câmaras têm aqui um
    papel importante na defesa desta linha”, explicou ao JN Manuela Cunha,
    dirigente de “Os Verdes”.

    Recorde-se que a Autarquia de Amarante admitiu fazer uma parceria com
    a do Marco de Canaveses, tendo em vista a gestão da via do Tâmega,
    actualmente reduzida a um pequeno troço entre os dois concelhos, com
    meia- -dúzia de ligações e centena e meia de utilizadores diários.

    “A CP tem feito tudo para desadequar os horários às necessidades dos
    cidadãos. E desta forma tem vindo a desincentivar o uso do comboio,
    não por opção, mas porque os horários não se adequam às necessidades
    das populações”, denunciou Manuela Cunha.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/norte/camaras_devem_gerir_viaferrea.html

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    10. Praia fluvial no centro de polémica

    “As opiniões da Crepúsculos, para mim, são tão irrelevantes que nem
    merecem comentário”. Esta foi a primeira reacção do presidente da
    Câmara de Esposende, João Cepa, às críticas ontem feitas pelo líder da
    Associação Ambientalista à intenção da autarquia de criar uma praia
    fluvial em Forjães, na zona da morena, junto ao rio Neiva.

    A Câmara deu inicio ao processo de classificação de uma zona de 350
    metros, na margem esquerda do rio. Ontem, o presidente da associação
    ambientalista, João Oliveira, referiu que “será uma obra de ricos num
    País de pobres, um autentico desperdício de dinheiros públicos”,
    alertando também para a possível “subida em flecha da poluição do rio
    durante a fase de construção”. O ambientalista adivinhou ainda “o
    barulho, a ausência de civismo, o lixo pelo chão, os automóveis e toda
    uma série de factores que permitem adivinhar que o rio Neiva será o
    grande perdedor”.

    João Cepa – que diz “não aceitar lições de moral de nenhuma associação
    ambientalista, muito menos da Crepúsculos” – esclarece que o projecto
    delineado só será posto em prática se o Ministério do Ambiente o
    aprovar e para tal, primeiro, a zona tem de ser classificada como
    praia fluvial. “Nessa altura pediremos a aprovação ao Ministério que
    tem muito mais competência para se pronunciar sobre isto do que
    qualquer associação ambientalista”, frisou o autarca que garante que a
    Crepúsculos não tem conhecimento pormenorizado dos planos que a
    autarquia tem para essa zona do rio Neiva. “Nunca ninguém da
    Crepúsculos viu ou pediu à Câmara Municipal para os ver. Esta atitude
    ou é ignorância total, que não me admira, ou é má fé. Estas obras são
    para a protecção e preservação do espaço que já é utilizado como
    praia”.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/minho/praia_fluvial_centro_polemica.html

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    11. Fogo destruiu mais de nove mil hectares de paisagens protegidas

    Diminuir dos riscos de incêndios, a curto prazo, e assegurar a
    competitividade do sector, a longo prazo, através de seis linhas de
    acção são os principais objectivos da Estratégia Nacional para a
    Floresta.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=1679091c5a880faf6fb5e6087eb1b2dc&subsec=&id=4196ab1b16dcaa7a4e0d2c0936807103

    Conselho de Ministros aprova Estratégia Nacional para as Florestas
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=1679091c5a880faf6fb5e6087eb1b2dc&subsec=&id=4196ab1b16dcaa7a4e0d2c0936807103

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    12. Museu do Carro Eléctrico oferece viagens comentadas pelo Porto histórico

    Criado em 1992 pela Sociedade de Transportes colectivos do Porto S.A
    (STCP), para preservar uma colecção de carros eléctricos históricos, o
    Museu do Carro Eléctrico está instalado em Massarelos, no edifício
    onde outrora funcionou uma central termoeléctrica que sempre pertenceu
    à empresa e que se encontrava totalmente devoluto.

    Quem quiser recordar os dias gloriosos do eléctrico ou ficar a
    conhecer este curioso e pitoresco meio de transporte pode utilizar a
    linha 18, que vai do Carmo a Massarelos, e duas linhas na marginal, a
    que liga o Infante a Massarelos e Massarelos ao Passeio Alegre.

    Quem se deslocar a este espaço pode apreciar uma colecção de
    fotografia composta por mais de 1500 imagens ilustrativas do
    desenvolvimento do carro eléctrico e dos transportes públicos do Porto
    desde os finais do século XIX até à actualidade. Uma colecção de
    bilhética, de que fazem parte passes, talões e bilhetes desde 1883, e
    uma colecção de manuseamento, constituída por réplicas de carros
    eléctricos e por veículos reconstituídos para funcionarem em regime
    regular aos fins-de-semana, e réplicas de outros artefactos, completam
    o espólio.

    O museu fornece também aos visitantes um guia no qual é dado a
    conhecer o percurso dos transportes públicos no Porto,
    contextualizando a sua evolução. Um conjunto de textos no qual é feita
    uma breve descrição da Central Termoléctrica, no passado e no
    presente, apresentando-se também a colecção. Um glossário, contendo o
    significado de alguns termos ligados ao vocabulário dos eléctricos e a
    bibliografia usada para a sua elaboração integram também o guia.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=3c59dc048e8850243be8079a5c74d079&subsec=&id=1b58dcdd983449f60d7f35056cf341a4

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    13. Centro Histórico de Gaia em regeneração

    As obras no edifício da sede da Tuna Musical de Santa Marinha (TMST)
    estão praticamente concluídas. A empreitada insere-se no processo de
    reabilitação do Centro Histórico de Vila Nova de Gaia e de apoio ao
    associativismo.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=2e66dc600ebe0894b5531e58c7916e9e

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    14. Verme está a provocar a morte de dezenas de cães

    “O assunto não é para alarme, mas aconselho a que façam o teste aos
    cães”, referiu, ao JN, Pimenta de Castro, veterinário municipal de
    Caminha, ao abordar os casos de canídeos infectados por um verme
    (Dirofilaria Immitis) devido a picadelas de mosquitos. No concelho de
    Caminha, já foram detectados vários animais contagiados por aquele
    parasita, cujas larvas entram na sua corrente sanguínea,
    concentrando-se no coração e causando a obstrução do sangue devido à
    criação de “novelos”. Os vermes podem atingir um comprimento de 30
    centímetros, levando os cães à morte, ao fim de alguns anos.

    O sintomas não são apreciados na fase inicial da infecção, mas logo
    que comece a denotar-se cansaço súbito ou tosse, é sintoma de que a
    doença (filariose canina) já se encontra numa fase adiantada, sendo
    então difícil debelá-la, para além de ser dispendioso o tratamento.

    https://jn.sapo.pt/2006/08/18/norte/verme_esta_a_provocar_a_morte_dezena.html

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins atrasados veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
    ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
    específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592
    contacto@campoaberto.pt
    www.campoaberto.pt
    campo-aberto.blogspot.com

    Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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