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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações
    indicadas.

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    1. País: Voos à noite provocam aquecimento global

    O especialista em alterações climáticas Filipe Duarte Santos
    defendeu ontem a necessidade de reduzir o número de voos durante a
    noite em Portugal para atenuar a contribuição da aviação para o
    aquecimento global. Segundo um estudo de peritos da Universidade de
    Reading, no Reino Unido, publicado na revista Nature, os rastos
    deixados no céu pelos aviões têm um maior impacto no aquecimento
    global do planeta quando se realizam de noite e no Inverno.

    https://jn.sapo.pt/2006/07/24/sociedade_e_vida/voos_a_noite_provocamaq
    uecimento_glo.html

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    2. Porto: Campanhã vai ter quatro novos empreendimentos

    Cerca de 130 habitações e alguns espaços de serviços vão nascer na
    zona Oriental da cidade do Porto, na freguesia de Campanhã. O
    projecto da União Cooperativa Habitacional já é antigo, mas só agora
    vai poder avançar, com a cedência de quatro parcelas de terrenos
    municipais, nas ruas das Areias e do Pego Negro, como consta da
    proposta que esta terça-feira será analisada pelo executivo
    camarário.

    Os empreendimentos, como explicou o presidente daquela cooperativa,
    Guilherme Vilaverde, “vão estar inseridos em locais muito próximos
    do futuro Parque Oriental”, pelo que o projecto inicial teve de ser
    alvo de algumas modificações. Na verdade, o Pedido de Informação
    Prévia (PIP) já deu entrada na autarquia portuense há cerca de cinco
    anos e, numa primeira fase, previa a construção do dobro dos fogos
    actualmente previstos. As habitações estarão divididas por quatro
    lotes, tendo como cércea dominante quatro ou cinco pisos.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=4f614dd8cf5
    75c97aea5f80995f8119a

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    3. Vila Nova de Cerveira: “Vizinhos batem à porta a pedir frutas e
    legumes”

    A quinta fica numa aldeia de Vila Nova de Cerveira, Loivo. A
    tranquilidade e os tons de verde não enganam, estamos de regresso às
    origens, ao verdadeiramente simples. Ali, todos os produtos da terra
    crescem longe de pesticidas e fertilizantes. Quem o garante é Abílio
    Martins, que há cerca de dois anos decidiu arregaçar as mangas e dar
    vida ao projecto de agricultura biológica que trazia na ideia há já
    algum tempo.

    O espaço era propriedade do Colégio Diocesano de Viana do Castelo
    (duas quintas), e da Junta de Freguesia de Loivo (uma quinta). O
    total de investimento ronda os 200 mil euros. A quinta assume duas
    funções distintas, por um lado, produzir produtos isentos de
    químicos e, por outro lado, funciona, também, como um espaço
    pedagógico que visa proporcionar às crianças o contacto directo com
    a natureza e a agricultura biológica.

    Aquele projecto tem sido um verdadeiro êxito, garante o
    proprietário. Cerca de 700 alunos visitaram, este ano lectivo, a
    Quinta Casa da Aldeia, revela Abílio Martins. O programa para as
    escolas contempla a identificação dos animais da quinta, o
    manuseamento de alfaias agrícolas, a colheita de frutas da época, a
    moagem em moinho tradicional, a cozedura e prova de pão no forno a
    lenha e, aquela que é muito aguardada pelas crianças, o passeio no
    burro Benjamim.

    Os vizinhos da quinta são os principais clientes. “Eles vêm cá bater
    à porta e pedem-nos as frutas e os legumes, mas também é possível
    encontrar os nossos produtos em alguns pontos de venda em Caminha.
    Estamos, agora, a pensar em novas formas de chegar aos nossos
    consumidores. para já quem quiser adquirir os nossos produtos pode
    sempre passar por cá”, informa Abílio Martins.

    Acrescente-se, ainda,que estão, ainda, em fase de crescimento cerca
    de setecentos árvores de fruto, “principalmente macieiras que já
    pouco se encontram e são típicas desta zona” lembrou, ainda. Essas
    árvores quando adultas, poderão produzir fruta para um dos projectos
    dos donos da quinta, que é fabricar compotas e licores com
    os “sabores de antigamente”.

    https://jn.sapo.pt/2006/07/24/minho/vizinhos_batem_a_porta_a_pedir_fru
    ta.html

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    4. China fará agricultura no Espaço

    A China lançará para o espaço em Setembro próximo um satélite com
    sementes de duas mil plantas, para conhecer as mudanças que a falta
    de gravidade e a exposição ao cosmos podem exercer nos vegetais.

    Embora os tipos de sementes não tenham sido revelados, sabe-se que
    entre eles há de cereais, de legumes para o consumo humano e também
    amostras de seres vivos não vegetais nem animais, como cogumelos e
    matérias biológicas moleculares.

    https://jn.sapo.pt/2006/07/24/sociedade_e_vida/china_faraagricultura_e
    spaco.html

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    5. Miranda do Corvo: Biblioteca Jardim

    Durante os meses de Julho e Agosto a Câmara de Miranda do Corvo
    através dos serviços da Biblioteca Municipal Miguel Torga está
    novamente a disponibilizar a Biblioteca Jardim. Esta biblioteca está
    localizada na Praça José Falcão e coloca à disposição dos
    utilizadores um espaço de leitura diferente onde se pode ler um
    jornal ou uma revista, um livro ou usufruir de actividades lúdicas.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
    op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=f6b42fcdf76
    90192313e703f4b5dab4d

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    6. Opinião: A máquina registadora

    Às vezes imagino o diálogo entre Rui Rio e uma máquina registadora,
    assim a modos como o “Diálogo entre um Padre e um Moribundo” do
    Senhor de Sade, em que o ser das coisas e o pensamento sobre elas se
    reduz a saber quanto elas cobram e quanto pagam (o “das rechnende
    Denken”). E, levado pela imaginação, percebo finalmente porque está
    a casa onde António Nobre morreu em ruínas, à espera de ser entregue
    à voracidade imobiliária, enquanto o espólio do poeta (manuscritos,
    livros, fotografias, doados pelo seu irmão Augusto) jaz morto e
    arrefece na Biblioteca Municipal. É certo que a casa não tem
    interesse arquitectónico. Mas pergunto eu, que não sei nada de
    finanças, não justificaria a obra de António Nobre um espaço
    próprio? Quanto custaria uma Casa-Museu António Nobre, que pudesse
    ser – como, por exemplo, a Casa Fernando Pessoa em Lisboa – um pólo
    de animação e debate? Não decerto tanto como uma corrida de
    automóveis na Avenida da Boavista ou uma sessão “cultural” de fogo-
    de-artifício na ponte, mas (observará espertamente a registadora
    imaginária) “renderia” ainda menos que uma e outra, e menos, muito
    menos que um condomínio de luxo. Só “intelectuais” ou pior (movidos
    por sinistros intuitos políticos) não percebem coisas tão simples.

    Manuel António Pina

    https://jn.sapo.pt/2006/07/24/ultima/a_maquinaregistadora.html

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Maria Carvalho

    __._,_.___

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