• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações
indicadas.

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1. País: Voos à noite provocam aquecimento global

O especialista em alterações climáticas Filipe Duarte Santos
defendeu ontem a necessidade de reduzir o número de voos durante a
noite em Portugal para atenuar a contribuição da aviação para o
aquecimento global. Segundo um estudo de peritos da Universidade de
Reading, no Reino Unido, publicado na revista Nature, os rastos
deixados no céu pelos aviões têm um maior impacto no aquecimento
global do planeta quando se realizam de noite e no Inverno.

https://jn.sapo.pt/2006/07/24/sociedade_e_vida/voos_a_noite_provocamaq
uecimento_glo.html

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2. Porto: Campanhã vai ter quatro novos empreendimentos

Cerca de 130 habitações e alguns espaços de serviços vão nascer na
zona Oriental da cidade do Porto, na freguesia de Campanhã. O
projecto da União Cooperativa Habitacional já é antigo, mas só agora
vai poder avançar, com a cedência de quatro parcelas de terrenos
municipais, nas ruas das Areias e do Pego Negro, como consta da
proposta que esta terça-feira será analisada pelo executivo
camarário.

Os empreendimentos, como explicou o presidente daquela cooperativa,
Guilherme Vilaverde, “vão estar inseridos em locais muito próximos
do futuro Parque Oriental”, pelo que o projecto inicial teve de ser
alvo de algumas modificações. Na verdade, o Pedido de Informação
Prévia (PIP) já deu entrada na autarquia portuense há cerca de cinco
anos e, numa primeira fase, previa a construção do dobro dos fogos
actualmente previstos. As habitações estarão divididas por quatro
lotes, tendo como cércea dominante quatro ou cinco pisos.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=4f614dd8cf5
75c97aea5f80995f8119a

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3. Vila Nova de Cerveira: “Vizinhos batem à porta a pedir frutas e
legumes”

A quinta fica numa aldeia de Vila Nova de Cerveira, Loivo. A
tranquilidade e os tons de verde não enganam, estamos de regresso às
origens, ao verdadeiramente simples. Ali, todos os produtos da terra
crescem longe de pesticidas e fertilizantes. Quem o garante é Abílio
Martins, que há cerca de dois anos decidiu arregaçar as mangas e dar
vida ao projecto de agricultura biológica que trazia na ideia há já
algum tempo.

O espaço era propriedade do Colégio Diocesano de Viana do Castelo
(duas quintas), e da Junta de Freguesia de Loivo (uma quinta). O
total de investimento ronda os 200 mil euros. A quinta assume duas
funções distintas, por um lado, produzir produtos isentos de
químicos e, por outro lado, funciona, também, como um espaço
pedagógico que visa proporcionar às crianças o contacto directo com
a natureza e a agricultura biológica.

Aquele projecto tem sido um verdadeiro êxito, garante o
proprietário. Cerca de 700 alunos visitaram, este ano lectivo, a
Quinta Casa da Aldeia, revela Abílio Martins. O programa para as
escolas contempla a identificação dos animais da quinta, o
manuseamento de alfaias agrícolas, a colheita de frutas da época, a
moagem em moinho tradicional, a cozedura e prova de pão no forno a
lenha e, aquela que é muito aguardada pelas crianças, o passeio no
burro Benjamim.

Os vizinhos da quinta são os principais clientes. “Eles vêm cá bater
à porta e pedem-nos as frutas e os legumes, mas também é possível
encontrar os nossos produtos em alguns pontos de venda em Caminha.
Estamos, agora, a pensar em novas formas de chegar aos nossos
consumidores. para já quem quiser adquirir os nossos produtos pode
sempre passar por cá”, informa Abílio Martins.

Acrescente-se, ainda,que estão, ainda, em fase de crescimento cerca
de setecentos árvores de fruto, “principalmente macieiras que já
pouco se encontram e são típicas desta zona” lembrou, ainda. Essas
árvores quando adultas, poderão produzir fruta para um dos projectos
dos donos da quinta, que é fabricar compotas e licores com
os “sabores de antigamente”.

https://jn.sapo.pt/2006/07/24/minho/vizinhos_batem_a_porta_a_pedir_fru
ta.html

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4. China fará agricultura no Espaço

A China lançará para o espaço em Setembro próximo um satélite com
sementes de duas mil plantas, para conhecer as mudanças que a falta
de gravidade e a exposição ao cosmos podem exercer nos vegetais.

Embora os tipos de sementes não tenham sido revelados, sabe-se que
entre eles há de cereais, de legumes para o consumo humano e também
amostras de seres vivos não vegetais nem animais, como cogumelos e
matérias biológicas moleculares.

https://jn.sapo.pt/2006/07/24/sociedade_e_vida/china_faraagricultura_e
spaco.html

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5. Miranda do Corvo: Biblioteca Jardim

Durante os meses de Julho e Agosto a Câmara de Miranda do Corvo
através dos serviços da Biblioteca Municipal Miguel Torga está
novamente a disponibilizar a Biblioteca Jardim. Esta biblioteca está
localizada na Praça José Falcão e coloca à disposição dos
utilizadores um espaço de leitura diferente onde se pode ler um
jornal ou uma revista, um livro ou usufruir de actividades lúdicas.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=f6b42fcdf76
90192313e703f4b5dab4d

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6. Opinião: A máquina registadora

Às vezes imagino o diálogo entre Rui Rio e uma máquina registadora,
assim a modos como o “Diálogo entre um Padre e um Moribundo” do
Senhor de Sade, em que o ser das coisas e o pensamento sobre elas se
reduz a saber quanto elas cobram e quanto pagam (o “das rechnende
Denken”). E, levado pela imaginação, percebo finalmente porque está
a casa onde António Nobre morreu em ruínas, à espera de ser entregue
à voracidade imobiliária, enquanto o espólio do poeta (manuscritos,
livros, fotografias, doados pelo seu irmão Augusto) jaz morto e
arrefece na Biblioteca Municipal. É certo que a casa não tem
interesse arquitectónico. Mas pergunto eu, que não sei nada de
finanças, não justificaria a obra de António Nobre um espaço
próprio? Quanto custaria uma Casa-Museu António Nobre, que pudesse
ser – como, por exemplo, a Casa Fernando Pessoa em Lisboa – um pólo
de animação e debate? Não decerto tanto como uma corrida de
automóveis na Avenida da Boavista ou uma sessão “cultural” de fogo-
de-artifício na ponte, mas (observará espertamente a registadora
imaginária) “renderia” ainda menos que uma e outra, e menos, muito
menos que um condomínio de luxo. Só “intelectuais” ou pior (movidos
por sinistros intuitos políticos) não percebem coisas tão simples.

Manuel António Pina

https://jn.sapo.pt/2006/07/24/ultima/a_maquinaregistadora.html

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Se quiser consultar os boletins anteriores veja
https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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