• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Quarta-feira-feira, 21 de Dezembro de 2005

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Porto: Associações cívicas exigem à Metro do Porto que suspenda
obras nos Aliados

Foi ontem conhecido que as associações que se uniram contra as
mudanças promovidas pela Metro e Câmara na Avenida dos Aliados
decidiram interpôr providências cautelares contra a Metro e o Ippar
no sentido de suspender as obras ali iniciadas. Em comunicado,
precisam que as queixas entraram dia 12 no Tribunal Administrativo e
Fiscal e que o objectivo é “interromper de imediato a destruição em
curso do conjunto Avenida dos Aliados/Praça da Liberdade”.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=114a6aa383fa
4bdc8f0195fd1e1dfa30

Alegadas “violações à lei” na base da providência cautelar. Metro do
Porto já foi citada para efeitos de contestação.

https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?
a=2005&m=12&d=21&uid=&id=54938&sid=6067

https://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-
contra-metro-do.html

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2. Porto: O metro já não chega este Natal ao Hospital de S. João

E ainda não há data para a conquista de mais duas estações na cidade
pela Linha Amarela. Na semana passada, a secretária de Estado dos
Transportes, Ana Paula Vitorino, anunciou que a abertura estava por
dias, porém a falta de acordo entre a Escola Superior de Enfermagem
do S. João e a Empresa do Metro inviabilizam a extensão da linha. A
proposta da empresa visa o recuo do portão e do muro para erguer um
passeio de ligação entre as estações do Instituto Português de
Oncologia e do Hospital de S. João. Mas sugere que as obras sejam
feitas de forma faseada primeiro, alterar a entrada em poucos dias,
abrindo a operação do metro até ao S. João e, só depois, recuar o
muro. Enquanto o recuo do portão se executa em poucos dias, a Metro
necessita de dois meses para alterar o muro e construir o passeio ao
lado da linha. Daí, a sugestão de uma intervenção faseada.

A resposta do Conselho Directivo da Escola Superior de Enfermagem
seguiu anteontem à tarde para a Metro, dando conhecimento à Câmara do
Porto e à Secretaria de Estado dos Transportes. “A proposta de
construção do passeio a ligar as estações do IPO e do S. João tem o
nosso acolhimento. É uma medida positiva, assim como as acções
complementares de arranjo paisagístico, de reconstruir a entrada e
separar o trânsito dos peões e dos automóveis. Mas não se entende o
faseamento desta obra”, explica, ao JN, Paulo Parente, assinalando
que nada se ganha com o recuo do portão da escola “O muro continua a
retirar visibilidade para o canal. Fasear esta obra não tem sentido”.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/pais/chegada_linha_amarela_s_joao_ainda_d
.html

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3. Porto: Comissão exige o enterramento da linha junto ao hospital

O canal está concluído, mas a comissão ad-hoc para o enterramento da
linha não desistiu da luta. Insiste que a solução mais adequada será
enterrar o metro, junto ao Hospital de S. João, ou, em alternativa,
proceder ao enterramento da Estrada da Circunvalação.Em conferência
de Imprensa, a comissão considerou que não estão reunidas as
condições de segurança para que a operação do metro se estenda às
estações do IPO e do hospital. As alterações ao trânsito e a falta de
estacionamento à entrada da unidade geraram ainda mais
congestionamento na zona.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/pais/chegada_linha_amarela_s_joao_ainda_d
.html

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4. Porto: Governo critica demora da autarquia

O Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social aponta
a “inoperância” do acordo para o realojamento de famílias alojadas em
pensões – após terem sido despejadas de casas em ruínas – entre a
Câmara do Porto e o Centro Distrital da Segurança Social. O gabinete
do ministro dá conta que os prazos do protocolo não estão a ser
respeitados pela autarquia. O acordo atribuía à Segurança Social a
responsabilidade de alojar provisoriamente 33 famílias, que foram
forçadas a deixar prédios em ruína. “No prazo máximo de cinco meses”,
cabia à Câmara encontrar uma habitação definitiva para essas pessoas.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/grande_porto/governo_critica_demora_autar
quia.html

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5. Minho: Agência de investimento garante lucro com a floresta

As soluções para dar a volta à situação apareceram pela mão de Miguel
Crespo, da Agência Portuguesa de Investimento. Aquele responsável
alertou para o facto de ser cada vez mais necessário investir na
floresta. “Quando olhamos para este sector verificámos que é preciso
intervir, temos de seguir o exemplo da Espanha e dos países
escandinavos”. A revitalização da floresta passa, segundo aquele
técnico, pelo aproveitamento das condições excepcionais para produzir
espécies de grande valor, como o castanheiro, o carvalho, o sobreiro,
o eucalipto e o pinheiro. Outro factor de desenvolvimento apontado
foi o abastecimento à indústria, a introdução da gestão profissional
em plantações de grande escala, a inversão do processo de degradação
dos povoamentos, o aumento do poder negocial junto dos clientes, a
redução dos riscos operacionais e probabilidade de incêndios, a
atracção de novos investidores para a floresta, o desenvolvimento de
um mercado secundário e a liquidez no investimento florestal e, por
último, estimular a transparência da actividade económica ligada à
floresta.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/minho/agencia_investimento_garante_lucro_
a.html

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6. Maia: Mecenas dão 120 mil euros para arranjos em escolas

Os jardins e espaços exteriores das escolas EB 2,3 da Maia, de
Nogueira, e do dr. Vieira de Carvalho vão ser renovados. Trata-se de
um investimento na ordem dos 120 mil euros, que será suportado por
seis empresas privadas, no âmbito de protocolos de apoio mecenático
assinados, ontem à tarde, com a Câmara da Maia.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/grande_porto/mecenas_120_euros_para_arran
jos_esco.html

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7. Viseu: Estado paga renda sem usar espaços

O Estado está a pagar rendas mensais, em Viseu, superiores a cinco
mil euros, por espaços que deixou de utilizar como serviços de
atendimento público. Em alguns casos, a situação arrasta-se há mais
de quatro anos, sem fim à vista. Alguns cidadãos olham de soslaio
para o que classificam de “desperdício” de dinheiros que fazem falta
ao país. O caso mais gritante passa-se com o Serviço de Registos e
Notariado, afectos ao Ministério da Justiça, que está a aguentar uma
renda mensal de 4311 euros por instalações que estão fechadas e
servem de arrecadação ou arquivo. O Ministério da Justiça, através do
seu Gabinete de Imprensa comprometeu-se a enviar, hoje, as
explicações.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/pais/estado_paga_renda_usar_espacos.html

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8. Sabor

O cumprimento da legislação e o interesse estratégico vital foram os
dois argumentos usados pelo Governo português na contestação ao
processo de infracção interposto pela Comissão Europeia contra a
construção da barragem do Baixo Sabor.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=5185090f5b52
e08469c6d578546659e2

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9. Opiniões: de Belmiro de Azevedo e António Borges

Belmiro de Azevedo, presidente da Sonae, está descontente com a
gestão da Câmara do Porto. Salvaguardando que não tem “qualquer
animosidade” contra o actual presidente da autarquia, Rui Rio, o
empresário traçou, anteontem à noite, em conferência na Universidade
Católica, um quadro negro da Invicta. Segundo Belmiro de Azevedo, é
uma cidade com a restauração de qualidade a desaparecer, sem
actividade cultural, e em acentuada quebra demográfica. Matérias em
que o empresário gostaria de ver uma autarquia mais interventiva. “O
próximo orçamento da Câmara reserva apenas 25% para coisas novas. O
Porto não vai a lado nenhum, gastando 50 ou 60 milhões de euros por
ano para tapar buracos. É preciso maior actividade económica, mas,
para isso, é preciso ter mais gente. E o Porto perde população porque
não há condições para viver. Deve haver um plano objectivo para
construir ou reabilitar centenas de milhares de metros quadrados”,
sublinhou.

António Borges, ex-vice governador do Banco de Portugal, destacou que
a região não pode tentar competir com o que se faz em Lisboa e
procurar obter mais “favores do Estado”, e que não é com mais obras
públicas que se resolve a crise do Norte e do país. A propósito, o
economista lançou duras críticas a dois dos maiores investimentos
feitos, recentemente, na região aeroporto e Casa da Música. “Estou
chocadíssimo com o novo aeroporto Sá Carneiro, uma obra gigantesca,
caríssima e que está vazia, cada vez há menos voos”. “A Casa da
Música é um monstro de incompetência e de despesismo brutal”,
sustentou.

https://jn.sapo.pt/2005/12/21/grande_porto/camara_deve_endividarse.html

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
contacto@campoaberto.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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