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    [PNED] Boletim 02.05.2005
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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Segunda-feira, 2 de Maio de 2005

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    1. Vale do Ave empurra solução dos lixos para o Governo
    Aterro de Gonça encerrado

    Resíduos estão a ser provisoriamente encaminhados para Boticas; acréscimo de
    custos poderá reflectir-se nas tarifas
    Ana Francisca Monteiro

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=02&uid=&id=18790&sid=2045

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    2. Reclusos da cadeia de Bragança fazem revolução nas instalações

    As celas do Estabelecimento Prisional de Bragança estão a ser remodeladas de
    alto a baixo pelas mãos dos próprios reclusos. São eles que garantem estar
    satisfeitos com o trabalho realizado e são os responsáveis da cadeia que
    asseguram serem estes hábitos adquiridos meio caminho andado para a
    reinserção social dos presos. O primeiro resultado foi pôr termo ao
    famigerado “balde higiénico”.
    Por Ana Fragoso (texto) e Luis Efigénio(foto)

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=02&uid=&id=18789&sid=2045

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    3. Brisa vai melhorar saída de Coimbra Sul na A1

    Serão construídas três vias em cada sentido
    Aos fins-de-semana, registam-se filas para efectuar pagamento
    Aníbal Rodrigues

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=02&uid=&id=18773&sid=2043

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    4. Carta dos Direitos inscrita em painel de azulejos

    Trancoso foi a primeira cidade a conseguir representar num mural os 50
    artigos dos direitos fundamentais da União Europeia
    Gustavo Brás

    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=02&uid=&id=18770&sid=2043

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    5. Lavagem de betoneiras afecta sistemas de rega
    santa maria da feira

    denúncia Partido “Os Verdes” chama a atenção para operação feita sem os
    cuidados que a lei preconiza Unibetão rejeita as acusações
    Uma dependência da Unibetão – Indústrias de Betão Preparado, S.A., situada
    em S. João de Ver, Santa Maria da Feira, usou uma linha de água pluvial para
    enviar as águas provenientes da lavagem das autobetoneiras, sem efectuar a
    prévia, ou eficaz, decantação. Em resultado dessa acção, as condutas de água
    acabaram por ficar impermeabilizadas pelo cimento que, em alguns locais,
    chega a atingir alguns centímetros de espessura.
    A contaminação propagou-se a uma presa e a uma mina de água usadas na rega,
    estendendo-se à margem da linha de comboio do Vale do Vouga (local onde vai
    desaguar a dira linha de água) que se encontra cimentada numa extensão de
    dezenas de metros. A situação foi denunciada por Antero Resende, do Partido
    Ecologista “Os Verdes”, que diz ter sido alertado pela população local. Este
    responsável partidário lembra, ainda, que tem recebido mais denúncias
    relativas a despejos ilegais, efectuados noutros locais.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/pais/lavagem_betoneiras_afecta_sistemas_r.html

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    6.Contos nómadas pela cidade
    braga

    cultura O contador nómada recolhe histórias dos lugares por onde passa e
    leva-as para outras terras e outros ouvidos Este ano a grande novidade são
    os contos no autocarro
    São três dias onde as histórias orais estão em destaque, em mais uma edição,
    a sétima, das jornadas do conto e que trazem, uma vez mais, à região de
    Braga, contadores vindos de Portugal, França, Brasil e da região vizinha da
    Galiza. O mote para este ano é o nomadismo, tema explicado por uma das
    organizadoras, Marie Silva pelo facto do contador ser “um nómada que recolhe
    histórias dos lugares por onde passa e as faz viajar para outras terras e
    outros ouvidos”.
    “Pretendemos também reforçar uma componente mais abrangente, nomeadamente,
    levando os contos a mais escolas fora da cidade”, sendo que este ano, as
    histórias vão ser estendidas até Celorico de Basto. Mas os bairros sociais e
    os seus respectivos estabelecimentos de ensino não foram esquecidos
    “normalmente são espaços onde a oferta de actividades deste cariz é
    escassa”.
    Pedro Antunes Pereira

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/minho/contos_nomadas_trazem_historias_todo.html

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    7. Multas até 300 euros para os arrumadores
    porto

    reunião Câmara discute amanhã regulamento mas intenção é não emitir licenças
    Discussão pública sem contributos, nomeadamente da Oposição
    Quem for apanhado a arrumar carros na via pública corre o risco de pagar uma
    multa de 60 a 300 euros. Assim será se o regulamento municipal que abre a
    porta ao licenciamento dos arrumadores de automóveis (entre outras
    actividades) for aprovado em reunião do Executivo. Após a fraca discussão
    pública, o documento vai regressar a votação na terça-feira. Como a maioria
    PSD/PP não pretende emitir qualquer licença, os arrumadores estarão ilegais
    e arriscam-se a pagar coimas.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/grande_porto/multas_300_euros_para_arrumadores.html

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    8. Questões de pormenor, por jorge vilas jornalista

    Reabilitação da Baixa até pode demorar mais de 10 anos – importante é que
    comece
    De modo que agora vamos ter um Masteplan! Elaborado pela Porto Vivo –
    Sociedade de Reabilitação Urbana, que teve honras de apresentação pública a
    cargo de Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto, o documento é
    exaustivo, apresenta-nos propostas interessantes e, em certa medida,
    representa a concretização prática dos estudos avançados, no âmbito da
    Capital Europeia da Cultura, pela Sociedade Porto 2001. Quem diria…
    De facto, lendo-se o que é exposto no Masteplan, não podemos deixar de
    recordar que foi a tão vilipendiada Sociedade Porto 2001 que apresentou os
    primeiros diagnósticos para as causas da decadência da cidade, em especial
    do núcleo central os programas de Revitalização do Comércio e Serviços e da
    Mobilidade; e o Projecto de Renovação do Espaço Público da Baixa do Porto,
    todos eles congregando o trabalho de um conjunto de personalidades cuja
    reputação técnica é inquestionável, terão alertado as consciências para o
    mal de que o Porto vinha padecendo. Já na altura de adiantaram algumas
    linhas de actuação – algumas concretizadas, outras não – mas a escassez de
    tempo não deu para tudo, sobretudo no que se refere à execução de planos de
    pormenor. É precisamente disso que trata agora o Masteplan. Contas feitas, a
    Câmara do Porto está agora habilitada a dizer que a recuperação da Baixa
    Portuense custará 1695 milhões de euros, dos quais 1587 milhões estão
    destinados à recuperação do edificado e 108 milhões ao arranjo do espaço
    público.
    Para se ter um ideia do descalabro que a zona atingiu tenha-se em conta que
    o Masteplan propõe intervenções num total de 5785 imóveis em avançado estado
    de degradação, uma situação que anda a ser denunciada há mais de 15 anos.
    Mas nessa altura, quando o JN trouxe para as suas páginas tal assunto – que
    na altura já era incontrolável -, as reacções foram contraditórias enquanto
    a Câmara do Porto se confessou incapaz de atalhar a situação por evidente
    escassez de meios financeiros, houve alguns ditos defensores do património
    que se insurgiram contra qualquer iniciativa nesse sentido, adiantando estes
    que se queria dar cabo da história e do urbanismo portuense. Destes últimos
    ouvi e li alguns desaforos em reacção a muitos trabalhos que executei para o
    meu jornal de sempre. Ora o Masteplan veio dar razão a todos aqueles que
    apontavam para uma intervenção urgente. Para a necessidade de recuperar os
    imóveis degradados. Para a continuação dos esforços no sentido de recuperar
    o espaço público. Para o facto importante que é o regresso dos eléctricos,
    em conjugação com outros meios de transporte, como é o caso do metro e dos
    autocarros. Para a urgente implementação um novo esquema de mobilidade, na
    medida em que as avenidas dos Aliados e de D. Afonso Henriques deixaram de
    exercer a função primordial de ligação entre os núcleos centrais do Porto e
    Vila Nova de Gaia, transferindo-a para a ponte do Infante.
    A Baixa Portuense vai, portanto, entrar num processo de revitalização que,
    segundo Rui Rio, pode demorar “mais de 10 anos”. Em minha opinião pode
    demorar até mais do que isso, o importante é que comece pois o imobilismo é
    bem pior do que fazer algo de errado que até pode ser corrigido se for caso
    disso.
    O importante é que se mantenha a imagem da cidade e a singularidade do seu
    urbanismo, embora se devam desenganar todos aqueles que julgam possível o
    regresso aos tempos áureos da primeira metade do século XX. Já não é
    possível fazer reviver os factores económicos que lhe deram origem, bastando
    para tanto referir o quanto tem sido trágico para o centro da cidade o facto
    das grandes empresas – bancos, seguros, nomeadamente – estarem a abandonar
    as instalações que possuem no centro.

    Mas, posto em marcha o Masteplan, tudo agora são questões de pormenor, como
    afirmou um dia o arquitecto Vasco Morais Soares.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/grande_porto/questoes_pormenor.html

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    9. Parque eólico instala-se em três freguesias
    V. N. de Cerveira

    Arrancou já a construção do Parque Eólico de S. Paio, aproveitamento
    energético que abrangerá as localidades de Covas, Loivo e Sopo, na parte
    alta do concelho.
    Tido como o maior investimento privado a realizar-se no município, estimado
    em 12,2 milhões de euros, deverá estar concluído em Outubro próximo,
    entrando, de seguida, em funcionamento o complexo. Ao todo, contará cinco
    aerogeradores, sendo a altura das torres de 64 metros e o comprimento das
    pás de 35.
    De acordo com o Executivo municipal cerveirense, liderado por José
    Carpinteira, o parque vem contribuir para uma “maior rentabilização
    económica” do concelho, proporcionando, ao mesmo tempo, uma “energia limpa”.
    Entendendo que o investimento “salvaguarda o ambiente”, a autarquia refere
    que a construção do parque implicará a beneficiação de um acesso florestal,
    além da criação das plataformas destinadas aos aerogeradores. Uma rede
    subterrânea fará a ligação das torres a uma subestação que, por sua vez,
    encaminhará a energia produzida para a EDP.
    Lançado pela extinta Associação de Municípios do Vale do Minho, o projecto
    teve início em 1999, culminando com a criação de uma sociedade participada
    pelo município e por entidades privadas.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/minho/parque_eolico_instalase_tres_fregues.html

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    10. Pessoa XXI ajuda gente excluída

    “Pessoa XXI” é a denominação do projecto que a Associação Famílias,
    localizada em Braga, está a projectar com o objectivo de promover o
    desenvolvimento social e comunitário, atendendo em primeiro lugar grupos
    sociais que se encontram à margem da sociedade, promovendo a sua
    participação.
    Segundo um dos elementos da equipa técnica, Vera Petiz, “tendo-se verificado
    a carência de mecanismos de formação no âmbito da participação e acção
    comunitária, tornou-se emergente a necessidade de formar pessoas residentes
    em zonas urbanas e suburbanas degradadas, vítimas de exclusão social”.
    Ainda segundo a técnica, “a acção foi precipitada devido às taxas elevadas
    de insucesso e abandono escolar, delinquência juvenil e exclusão social,
    factores, como sabemos, propiciam a criminalidade”. Por isso, o projecto tem
    como objectivos combater os factores motivadores de exclusão social e
    possibilitar o progresso social e económico das comunidade, aproveitando
    integralmente os recursos, capacidades e potencialidades, nomeadamente dos
    membros mais jovens.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/minho/pessoa_ajuda_gente_excluida.html

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    11. Baixo Vouga visto por um novo trilho
    Estarreja

    projecto bioria São 8,5 quilómetros para percorrer, interpretar e respeitar
    o património natural
    “Tenciono frequentar este local várias vezes, o ar é saudável, o sítio é
    calmo e muito bonito”, as palavras são de Palmira Oliveira, de 51 anos, na
    inauguração do projecto Bioria que decorreu, ontem, em Estarreja. Durante a
    manhã, crianças e adultos percorreram o trilho de interpretação da natureza,
    de bicicleta e a pé.
    O projecto tem como objectivos a conservação e divulgação do património
    natural do Baixo Vouga Lagunar, abrangendo as freguesias de Salreu e
    Canelas, e incentivar à participação e responsabilização das populações para
    as questões ambientais. O trilho está assinalado com painéis informativos,
    zonas de descanso e parque de merendas.
    Uma aventura à descoberta dos habitates, fauna e flora desta vasta zona
    inserida na Ria. A garça-vermelha, classificada com o estatuto de
    “vulnerável” em Portugal, é uma das espécies que podem ser apreciadas
    durante o percurso. “É um dia histórico para a natureza de Estarreja”, diz
    José Eduardo de Matos, presidente da Câmara.
    O projecto foi concebido por biólogos da Faculdade de Engenharia do Porto,
    em parceria com a Câmara e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
    Regional do Centro, que financia este projecto em 75%. Sandra Pinho

    Números

    200000 euros é o valor do projecto Bioria

    8,5 quilómetros de percurso pelo Baixo Vouga Lagunar.

    3 anos vão ser necessários até que o projecto fique concluído.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/centro/baixo_vouga_visto_um_novo_trilho.html

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    12. Um parque que mostra a ria
    aveiro

    São roque Autarca define a intervenção como a maior recuperação urbanística
    dos últimos 50 anos Custou milhões mas não tem casas de banho Uma crítica
    entre muitos elogios nuno alegria
    A cidade virou-se para os canais com um parque para todas as idades
    A “maior recuperação urbanística dos últimos 50 anos na cidade de Aveiro”
    foi ontem inaugurada. A frase pertence ao presidente da autarquia, Alberto
    Souto, e tem como pano de fundo 45 mil metros quadrados de área (equivalente
    a cinco campos de futebol), 1440 metros de ciclovia e 2800 metros de zonas
    pedonais. É assim o novo Parque de São Roque.
    Situado entre o canal com o mesmo nome e o Itinerário Principal nº5 (IP5),
    esta obra do Programa Polis possui ainda um parqueamento automóvel com
    capacidade para 350 viaturas. “Vai permitir descongestionar e ordenar o
    estacionamento nas ruas do bairro da Beira Mar, onde mora uma população que
    tem sido prejudicada pelos automóveis”, referiu Alberto Souto.
    O autarca elogiou a qualidade de um projecto que “inicialmente foi pensado
    apenas como um parque de estacionamento mas que evoluiu para um conceito
    familiar”, com equipamentos de lazer e descanso pensados para pessoas de
    todas as idades, onde é possível passear a pé ou de bicicleta.
    Dotado com novo mobiliário urbano, o Parque de São Roque apresenta uma
    falha, que vários utentes rapidamente detectaram ausências de casas de
    banho.
    Matos Rodrigues, responsável pelo Polis Aveiro, explicou, ao JN, que a
    ausência de saneamento no local impediu a construção dos sanitários. “Não
    justificava o investimento em saneamento, até porque há alternativas, que
    devem passar pela colocação de casas de banho amovíveis, provavelmente de
    utilização paga”.
    Alberto Souto estendeu o “corta-fitas” à Ponte dos Lavadouros (situada em
    frente aos antigos tanques). Uma estrutura rodoviária com nove metros de
    largura de tabuleiro e mais de 20 de comprimento, que une as margens do
    canal de S. Roque.
    O presidente da Câmara confia na concretização dos restantes projectos
    Polis, apesar de não ter ainda garantias do novo Ministro do Ambiente quanto
    ao financiamento. “O corte do anterior Governo atrasou algumas obras, mas
    como o Polis Aveiro sempre teve uma forte componente de autofinanciamento,
    acredito que vamos continuar a avançar”. Prova disso, revelou Souto, “é a
    recente adjudicação da terceira fase de recuperação dos muros do canal
    central e do canal das pirâmides”. O autarca acredita que o projecto de
    recuperação da antiga lota “vai concretizar-se com o apoio dos privados”.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/02/centro/um_parque_mostra_a_ria.html

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    13. Eixos de acção têm um horizonte de implementação até 2010

    Aprovado plano Agenda 21 do Mindelo

    A Assembleia de Freguesia do Mindelo aprovou o plano de acção e
    monitorização da Agenda 21 Local e os Compromissos de Aalborg. O documento
    permite a orientação das políticas locais em prol da qualidade de vida e de
    um futuro sustentável.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=2b354984002d5b48e15415d6251efa40

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    14. Transgénicos «chegam» hoje a Portugal

    Processo de ensaios em consulta pública
    O processo para decidir se serão autorizados os primeiros ensaios com milho
    transgénico em Portugal vai entrar hoje em discussão pública e estará em
    aberto até ao próximo dia 15 de Junho.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c74d97b01eae257e44aa9d5bade97baf&subsec=&id=3f5489eaf3a876744ab639896c20bf7d

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    Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
    veja informações no rodapé da mensagem.
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    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
    Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

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