[PNED] Lutar Compensa: Boletim 06.01.05

    [Esta lista tem actualmente 293 participantes inscritos.]

    Destaque: Em Caminha finalmente uma esperança na luta das populações locais
    e da Corema, associação de defesa do ambiente, contra mais um dos numerosos
    abusos das autoridades que tutelam as rodovias e outras infra-estruturas
    rodoviárias. Luta que se vinha arrastando e que parecia chocar contra um
    muro inultrapassável. Até que… Poderá não ser a última palavra mas é
    certamente um momento importante. Para evitar destruições e aberrações
    inúteis, vale a pena esperar até ao último momento, e esperar trabalhando
    por uma solução mais razoável.

    Viva a Corema!
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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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    Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2004

    1. Portugal Atravessa Seca, mas Só o Algarve Preocupa

    Por RICARDO GARCIA

    Portugal está a atravessar um período de seca severa, em boa parte do país,
    em termos climáticos. Mas em termos hidrológicos a situação ainda não é
    preocupante, a não ser no Algarve, onde duas das principais barragens têm
    apenas 14 por cento da água que poderiam comportar.

    Na generalidade do país, a quantidade de chuva tem estado abaixo da média
    desde Novembro, segundo o Instituto de Meteorologia. No Algarve, a situação
    arrasta-se desde Outubro, apesar de o mês ter sido chuvoso no resto do país.
    Hoje, o Instituto de Meteorologia deve divulgar cenários sobre o que pode
    acontecer, se o tempo se mantiver seco. Para já, não se antevê grande
    precipitação pelo menos até dia 14.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/06/Sociedade/S15.html

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    2. Níveis de Ozono Ultrapassaram Limite 300 Horas no Ano Passado

    Os níveis de poluição por ozono em Portugal ultrapassaram uma concentração
    que pode prejudicar a saúde dos mais sensíveis durante 302 horas no ano
    passado, menos 72 horas do que em 2003, segundo dados do Instituto do
    Ambiente.

    Segundo a página da Internet do Instituto do Ambiente, os níveis de poluição
    por ozono que obrigam a informar o público foram ultrapassados em 2004
    durante 302 horas – menos do que em 2003, mas um valor 30 vezes superior ao
    de 2002.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/06/Sociedade/S16.html

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    3. Especialista em Património Industrial Contra Demolição do Bairro da
    Fábrica

    Por NUNO CORVACHO

    O presidente da Associação Portuguesa do Património Industrial, José Manuel
    Lopes Cordeiro, defende a suspensão de qualquer projecto de demolição do
    Bairro da Fábrica da Areosa. Para suscitar uma reflexão sobre o futuro do
    velho bairro operário portuense, o especialista em Património Industrial
    admite mesmo vir a juntar a sua assinatura à reclamação dos moradores que
    pretendem alterar o Plano Director Municipal do Porto, pois este, na sua
    última versão, abre a porta à possibilidade de se libertar o terreno para
    construção.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/06/LocalPorto/LP09.html

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    4. Milhares em Campanha Ambiental

    Cerca de doze mil alunos das escolas do 1.º ciclo do Vale do Sousa
    participam numa campanha de educação ambiental que tem como principal
    destaque as várias formas de tratamento do lixo. A iniciativa, que teve
    início na última segunda-feira, reúne 116 escolas dos municípios de
    Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira, além de recursos disponibilizados
    pela Comunidade Urbana do Vale do Sousa. A campanha, chamada “Dividir para
    Reinar”, foi desenvolvida pelo Grupo Suma, responsável pela limpeza urbana
    nos três concelhos.

    https://jornal.publico.pt/2005/01/06/LocalPorto/LP42.html

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    5. Património Por cada um dos elementos que desaparece a cidade torna-se
    mais pobre e incaracterística

    por hélder pacheco historiador
     
    Batentes, aldrabas, fechaduras e bandeiras de portas (em ferro forjado ou
    fundido). Letreiros e tabuletas comerciais. Baixos-relevos, vitrais e
    painéis pintados ou de cerâmica ou mosaico espalhados por edifícios públicos
    e privados. Relógios (como o do Frigorífico de Bacalhau, já completamente
    espatifado), termómetros (como o da Singer, também semidestruído) e sinos de
    toques de incêndio. Fontes, chafarizes e fontanários (de pedra ou metal).
    Azulejos de interiores ou exteriores. Gradeamentos e portões de residências.
    https://jn.sapo.pt/2005/01/06/grande_porto/patrimonio.html

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    6. Fábricas com colector à porta poluem a ribeira da Granja

    Análise Cerca de 41% das empresas inspeccionadas fazem descargas ilegais
    para a linha de água, apesar de poderem ligar-se ao saneamento Galerias no
    subsolo cheias de lixo e abaladas 
    Carla Sofia Luz textos

    Ocupa 26% da área do Porto numa corrida turbulenta até ao Douro, mas passa
    despercebida à maioria dos portuenses. A ribeira da Granja, também conhecida
    por ribeira das Ratas ou do Senhor da Ajuda, mantém uma relação com a cidade
    que está longe de ser pacífica. Com 80% do leito canalizado, hoje é o tubo
    de esgoto de centenas de fábricas e de habitações. A inspecção está na rua e
    já visitou 62 das 157 unidades fabris instaladas nas margens. Mais de 41%
    fazem descargas ilegais no curso de água, apesar de terem um colector de
    saneamento à porta da empresa.

    https://jn.sapo.pt/2005/01/06/grande_porto/fabricas_colector_a_porta_poluem_a
    _r.html

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    7. Loteamento do Fluvial vai sofrer alterações

    Há muito que os mapas da ribeira da Granja se perderam na Câmara do Porto.
    Havia o testemunho do passado que indicava, mais metro menos metro, por onde
    corria a água. A equipa da Geo Works trouxe a novidade à superfície. Afinal,
    a ribeira não passa exactamente onde se pensava.
    A surpresa chegou, entre outros locais, à Rua de Aleixo Mota e mexe com o
    projecto do Real Clube Fluvial Portuense para essa artéria. Além de uma
    urbanização, prevê-se a construção de um novo complexo desportivo com
    piscinas. Só que o loteamento terá de sofrer alterações, caso contrário as
    fundações dos futuros edifícios ficarão assentes na ribeira.
    “Temos a ribeira da Granja a passar a uma profundidade de dez metros nessa
    zona”, indica Rui Sá, vereador do Ambiente da Câmara do Porto. “Há casas
    que, se não foram construídas em cima da ribeira, estão em leito de cheias”,
    adianta. Com o estudo na mão, a Direcção Municipal do Urbanismo
    comprometeu-se a analisar se o percurso real da ribeira não irá afectar
    outros projectos urbanísticos em apreciação ou já aprovados pela autarquia
    portuense.

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    8. Caminha Instituto do Ambiente chumbou ligação do IC-1
    reforço

    Ligação a Caminha, por Lanhelas era contestada por ambientalistas e
    população Comissão de avaliação do relatório de conformidade ambiental já
    havia dado parecer negativo  direitos reservados
    Projecto virtual, desenvolvido pelos ambientalistas, do IC-1 sobre Lanhelas
    Luís Almeida

    Após o parecer negativo emitido há dias pela comissão de avaliação do
    Relatório de Conformidade Ambiental do polémico projecto de execução da
    ligação do IC1 à EN1, entre Lanhelas e Gondarém, veio agora o Instituto do
    Ambiente reconfirmar a sua reprovação.
    Ambientalistas e juntas de freguesia regozijaram-se com esta decisão que foi
    ao encontro dos argumentos já apresentados pela comissão de avaliação do
    traçado do próprio IC1, entre Riba d’Âncora e Vilar de Mouros agora em
    execução, quando afirmou “não compreender a razão da ligação a
    Lanhelas/Gondarém”, conforme nos recordou José Gualdino, presidente da
    Corema.

    https://jn.sapo.pt/2005/01/06/minho/instituto_ambiente_chumbou_ligacao_i.html

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    9. Comboios directos não acabam

    A aposta da CP passará pela potenciação da Linha do Minho, através de uma
    oferta ³mais inteligente e mais cadenciada². Quem o diz é o presidente do
    Conselho de Administração da CP, António Ramalho, enquanto desmente que as
    ligações directas entre Viana e Porto terminem.

    O presidente do Conselho de Administração da CP, António Ramalho, desmentiu
    ontem o fim das ligações ferroviárias directas entre Viana do Castelo e o
    Porto e garantiu que a empresa aposta na potenciação da Linha do Minho.
    ³Não há nenhum projecto para acabar com as ligações directas entre Viana do
    Castelo e o Porto, mas sim de reorganização da oferta, para aumentar a
    cadência dos comboios², assegurou António Ramalho.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a3
    18d5&subsec=&id=33d906b290fa74efdb43529191dc3dec

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    Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
    veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Abaixo apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
    Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por José Carlos Marques

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

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