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    [PNED] infoPNED 27.10.2003
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    Segunda-feira, 27 de Outubro de 2003

    INDICE
    1. As vias enterraram a população de Azevedo”
    2.Jardim infantil de Couros pode abrir
    3. Obras atiram Urgência para pré-fabricados
    4. Bragança processa “Time”
    5. Traçado do TGV serve o Norte
    6. Reabilitação Ambiental de Minas Marca Passo
    7. Valença/Tui É a Fronteira com Maior Tráfego
    8. Rebelião nos Bombeiros de Guimarães
    9. Autarcas do Lima Querem Ponte Entre Arcos e Barca Junto ao Nó do IC-28
    10.A Cidade das Crianças
    11. Parque Oriental pode alargar
    12.Quiosque informativo para deficientes
    13.O Parque Oriental do Porto poderá estender-se para o concelho vizinho.

    RESUMOS
    1. As vias enterraram a população de Azevedo”
    JN – grande Porto
    Virgínia Alves

    Acessibilidades CDU visitou três lugares em Campanhã onde tudo parece
    faltar: dos transportes ao multibanco “ACâmara do Porto tem
    responsabilidades em relação as pessoas que vivem em Azevedo, Campanhã,
    porque permitiu que se construíssem várias vias que praticamente enterraram
    vários lugares e está a prever construir mais, que irão prolongar o
    problema”, afirmou overeador da CDU, Rui Sá, ontem de manhã, durante uma
    visita aos lugares de Areias, Casais e Tirares. Uma das queixas é a falta de
    transportes públicos. Os autocarros da STCP não passam em Azevedo, mas só os
    de duas empresas privadas. “As pessoas pagam um bilhete e têm o passe para o
    centro.

    2. Jardim infantil de Couros pode abrir
    JN – país
    J.F.

    A Câmara Municipal de Guimarães e o Centro Regional de Segurança Social
    (CRSS) de Braga acordaram, ontem, os moldes de funcionamento das valências
    sociais do Complexo Multifuncional de Couros.

    3. Obras atiram Urgência para pré-fabricados
    JN – país
    Jesus Zing

    aveiro RemodelaçãoÁrea do serviço hospitalar quadruplicará até Maio e
    balcões de atendimento vão duplicar
    Oserviço de Urgência do Hospital Distrital de Aveiro vai funcionar durante
    meio ano em pavilhões pré-fabricados, a partir da primeira semana de
    Dezembro, devido a obras de remodelação e ampliação das actuais instalações.
    A urgência hospitalar aveirense irá funcionar numa área de estacionamento em
    frente à consulta externa. Os pré-fabricados, que serão climatizados (ao
    contrário do que acontece agora na Urgência), terão todas as condições de
    funcionamento e de atendimento, sendo ligados ao edifício principal
    hospitalar por um túnel.

    4. Bragança processa “Time”
    JN – sociedade
    Ivete Carneiro

    reacção Duas das três casas de diversão da cidade e um indivíduo acusam
    revista americana de difamação Com a imagem denegrida, negócio das casas de
    “sobe e desce” desceu a pique
    Bragança cansou-se de ser ofendida. Alguns deputados municipais encaram a
    hipótese de apresentar uma moção pedindo a tomada de uma atitude colectiva e
    uma queixa-crime por difamação deverá dar entrada em tribunal até ao final
    desta semana. Contra a revista americana “Time”, que está a virar Bragança
    contra as suas “mães”. Em nome de duas das três casas de diversão nocturna
    da cidade e de um cidadão individual.

    5. Traçado do TGV serve o Norte
    JN – grande plano

    Quando acabar o actual QCA terá de ser pensado um novo modelo de comissão
    regional? De facto, as comissões estão formatadas para gerir o QCA III.
    Julgo que não se põe a questão de acabar o QCA em 2006, porque continua a
    haver uma grande disparidade de desenvolvimento da Região Norte em relação à
    UE, o que implica a continuação das políticasde desenvolvimento regional e
    de coesão. Pelas nossas contas, a Região Norte vai continuar a ser Região de
    Objectivo 1 e vai continuar a ter uma dotação que não ficará muito longe do
    actual pacote de fundos. A questão poderá pôr-se, contudo, em 2013. É
    positivo que o Norte continue Região Objectivo 1? A Região Norte tem um
    rendimento por habitante de cerca de 56% da média comunitária. Com o
    alargamento, o rendimento médio da União Europeia baixa.

    6. Reabilitação Ambiental de Minas Marca Passo
    Público – sociedade
    Por NATACHA PEREIRA

    No cimo de um vale e a cerca de cinco quilómetros, em linha recta, das
    margens do Douro. É aqui que, ao longo de vários anos, se têm acumulado
    toneladas de pó de minério das escombreiras da mina de Terramonte, que
    explorava ferro, chumbo e algum ouro. Um dos habitantes de Raiva e antigo
    trabalhador da mina, não esconde a sua indignação e vai dizendo que as
    autoridades competentes conhecem o problema. “Mas, como não moram cá, não
    querem saber.”
    O problema é que não são apenas os habitantes desta freguesia de Castelo de
    Paiva a sentirem-se abandonados. A própria Exmin, entidade responsável pela
    realização de estudos e coordenação dos planos de requalificação das áreas
    mineiras abandonadas, está desde o inicio do ano de mãos atadas, uma vez que
    o Ministério da Economia ainda não disponibilizou os 11.855 milhões de euros
    necessários para avançar com as intervenções previstas para 2003.

    7. Valença/Tui É a Fronteira com Maior Tráfego
    Público – sociedade
    Por CARLOS CIPRIANO

    Ao contrário do que muita gente poderia ser levada a pensar, não é Vilar
    Formoso, mas sim Valença, a fronteira com mais tráfego rodoviário entre
    Portugal e Espanha. Naquela cidade, as duas pontes sobre o rio Minho foram
    atravessadas em 2001 por uma média de 12.597 veículos ligeiros e pesados de
    passageiros por dia. A segunda fronteira com mais movimento é a do
    Caia/Badajoz, com um tráfego médio diário de 6777 veículos, seguindo-se
    Monte Francisco/Ayamonte, com 6353 veículos, e em quarto lugar Vilar
    Formoso/Fuentes de Oñoro, com 4799 veículos.
    Estes números foram recentemente divulgados pelo Observatório
    Transfronteiriço Espanha-Portugal, entidade criada no decurso da Cimeira
    Ibérica de 2001 destinada a acompanhar as tendências de tráfego entre os
    dois países e que publicou agora o seu segundo relatório, relativo ao ano
    2001.

    8. Rebelião nos Bombeiros de Guimarães
    Público – local minho
    Por NUNO PASSOS E VÍTOR FERREIRA

    O corpo de bombeiros da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de
    Guimarães (BVG) exige a demissão da actual direcção da corporação, por “dar
    ordens que não lhe competem, e sob pressão”.

    9. Autarcas do Lima Querem Ponte Entre Arcos e Barca Junto ao Nó do IC-28
    Público – local minho
    Por NELSON MARQUES

    Os presidentes de 20 juntas de freguesia de Ponte da Barca, Ponte de Lima e
    Arcos de Valdevez consideram que o recém-inaugurado troço do Itinerário
    Complementar n.º 28 (IC 28) só ficará completo no dia em que as duas margens
    do rio sejam ligadas por uma ponte, já projectada durante a governação
    socialista, entre a freguesia de Lavradas, no concelho de Ponte da Barca
    (margem esquerda), e a freguesia de Padreiro, no concelho de Arcos de
    Valdevez (margem direita).

    10.A Cidade das Crianças
    Público – local minho
    EDUARDO JORGE MADUREIRA
    Não é uma pessoa muito conhecida. Aliás, fora de um reduzido círculo de
    especialistas em questões da infância ou do urbanismo, poucos serão os que
    já ouviram falar dele. E, no entanto, vale a pena escutar o que Francesco
    Tonucci tem para dizer. O pedagogo italiano, que apresentou há poucos dias
    em Madrid um livro, intitulado “Quando as crianças dizem basta!”, tem
    promovido um projecto que pretende devolver a cidade às crianças
    (www.lacittadeibambini.org). Em diversas cidades italianas, espanholas e
    argentinas, as ideias deste membro do Conselho Nacional de Investigações
    italiano têm dado bons resultados.
    (…)
    “Ignorando elementares mecanismos de realimentação sistémica, os políticos
    pretendem solucionar os problemas urbanos que mais os preocupam – a
    mobilidade e a segurança – aumentando o espaço destinado ao automóvel (o que
    atrai mais tráfego) e colocando mais polícia na rua”, observa Francesco
    Tonucci. No entanto e “paradoxalmente, as duas medidas aumentam a sensação
    de insegurança, o que contribui para que as pessoas se fechem nas suas
    casas”.

    11. Parque Oriental pode alargar
    O Primeiro de Janeiro
    Patrícia Gonçalves

    O vereador do Ambiente, Rui Sá, defende que o Parque Oriental do Porto deve
    ter continuidade do lado de Gondomar. Uma ideia partilhada pela CDU local
    que, prevê-se, deverá colocar a questão à maioria PSD que lidera a autarquia
    gondomarense.

    12.Quiosque informativo para deficientes
    O Primeiro de Janeiro

    A Câmara de Gondomar inaugurou um quiosque informativo dentro do Gabinete do
    Munícipe, que se destina exclusivamente a atender situações de pessoas com
    deficiência.
    Este espaço surge, segundo o vereador da Acção Social, com o intuito de
    “ajudar e esclarecer todos aqueles que, por uma razão ou por outra,
    necessitem desse auxílio”.
    O quiosque prestará todas as informações necessárias relacionadas com este
    assunto e terá ainda um ficha de atendimento que permitirá aos munícipes
    apresentaram uma queixa ou alertarem para determinadas situações. “Todas as
    situações que nos forem apresentadas terão o devido encaminhamento e serão
    tratadas com o devido cuidado”, disse Fernando Paulo. Durante a tarde de
    ontem foi ainda apresentado o Programa de Adaptação ao Meio Aquático e de
    Eliminação de Barreiras Arquitectónicas nas Piscinas Municipais de Gondomar,
    em S.Cosme. “Este programa pretende fazer com que estas pessoas comecem a
    praticar a natação e não tenham nas piscinas qualquer entrave físico”, disse
    o vereador.

    13.O Parque Oriental do Porto poderá estender-se para o concelho vizinho.
    O Primeiro de Janeiro

    O Parque Oriental do Porto poderá estender-se para o concelho vizinho. É
    pelo menos essa a vontade da CDU de Gondomar que, anteontem à noite,
    promoveu um debate em torno do assunto.
    Convidado para o encontro, o vereador do Ambiente, Rui Sá, apresentou o
    projecto que quer implementar na cidade, admitindo que é difícil distinguir
    as delimitações dos dois municípios. “Algumas das fotografias aéreas que
    foram tiradas no local demonstram, realmente, que é muito difícil distinguir
    onde acaba o Porto e onde começa Gondomar”, realça.
    Mesmo nos terrenos contíguos para onde está projectado o novo Parque
    Oriental, descreveu o vereador comunista em declarações ao «Janeiro»,
    “existe uma mancha verde pertencente ao concelho de Gondomar”. Ora, “se não
    forem acauteladas algumas medidas podemos ter um cenário semelhante ao que
    acontece no Parque da Cidade. Ou seja, uma zona verde que na frente de
    Aldoar está ameaçada por construções”. As preocupações demonstradas pelos
    eleitos pela CDU de Gondomar são partilhadas por Rui Sá que, no entanto,
    reconhece não ter tido ainda qualquer contacto com o vereador do Ambiente da
    autarquia vizinha. “Defendo que deve haver uma continuidade” – realça o
    autarca comunista -, “mas penso que não me compete a mim colocar essa
    questão ao município de Gondomar”.
    Visita por Azevedo
    Por resolver, do lado do Porto, está ainda a questão da construção da
    Alameda de Azevedo, com a qual Rui Sá discorda totalmente, uma vez que
    interfere com o futuro Parque Oriental. Ontem mesmo, o comunista decidiu
    promover uma visita à localidade de Azevedo, em Campanhã, onde tentou provar
    que “as grandes vias estruturantes não resolvem a exclusão da população”.
    Pelo contrário, aludiu depois da visita, “a construção do IC-29 e da Estrada
    da Circunvalação serviram para adensar os problemas daqueles habitantes, uma
    vez que constituem barreiras para a própria deslocação das pessoas”.
    Segundo advoga a coligação PSD/CDS-PP na Câmara do Porto, a via estruturante
    “é uma forma de integrar esta zona da freguesia de Campanhã na cidade”. Mas,
    reitera Rui Sá, “não são preciso grandes vias de comunicação [esta prevê
    duas faixas de rodagem em cada sentido com separador central] para resolver
    essa questão”. Prova disso foram os problemas que o comunista constatou «in
    loco» e que “não têm apenas a ver com acessibilidades”. A carreira da STCP,
    por exemplo, não chega a Azevedo. As famílias “ficam sobrecarregadas, uma
    vez que têm de gastar dinheiro nas empresas privadas de transporte e depois,
    no centro da cidade, no passe de autocarro”.

    INFORMACAO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentou-se o sumario e/ou resumos de noticias de interesse
    urbanistico/ambiental publicadas na edicao electronica do Jornal de
    Noticias, do Público e de O Primeiro de Janeiro.

    Esta lista foi criada e e animada pela associacao Campo Aberto, e esta
    aberta a todos os interessados socios ou nao socios. O seu ambito
    especifico sao as questoes urbanisticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho. Em «Fora do Noroeste», podem
    inserir-se noticias de outras regioes que possam apresentar interesse como
    exemplo negativo ou positivo para situacoes equivalentes no Noroeste.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para os textos integrais consultar:

    https://jn.sapo.pt/eddia/eddia2.asp

    https://jornal.publico.pt/publico/2003/10/27/indice.html

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt

    ou as respectivas edições em papel.

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