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  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 05 de Julho de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Ciclistas mais seguros na Barra

São 3,5 quilómetros de ciclovia que vão ligar a Praia à ponte da Barra. Uma obra que custou 410 mil euros e que oferece maior segurança aos ciclistas que frequentam a praia. A pista foi ontem inaugurada.

Desde ontem que já é possível atravessar a praia da Barra por ciclovias, sem que os ciclistas tenham de se cruzar com os automóveis, criando, assim, melhores condições de segurança. Esta nova estrutura faz ainda a ligação à ponte da Barra e, no futuro, irá chegar à Costa Nova. Esta última parte da obra está já em fase de conclusão do projecto e irá, dentro em breve, começar a ser construída.

O presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, não adiantou, para já, o arranque dessa obra que irá fazer a ligação, em ciclovia, entre a ponte da Barra e o Clube de Vela, e que está inserida na empreitada de requalificação da frente-ria da Costa Nova.

No entanto, Ribau Esteves quis assinalar o fim das obras da ponte, ressalvando que “fica ainda por concluir a reabilitação da passagem inferior”. Mas, acrescentou, “neste momento essa é uma pequena parte e já não põe em causa a segurança dos peões e ciclistas”, disse.

“A partir de agora temos novas infra-estruturas que nos ajudam a ter sistemas de sustentabilidade ambiental. Se as pessoas aderirem e passarem a vir de bicicleta, conseguimos retirar umas centenas de carros da ponte”, acrescentou o autarca. Esta obra custou cerca de 410 mil euros, sendo que 320 mil euros foram suportados pela autarquia e 92 mil pela Estradas de Portugal.

A abertura oficial da ciclovia foi feita de forma original, aproveitando as cerimónias de hastear da Bandeira Azul e Bandeira Praia Acessível, na Barra e Costa Nova. O autarca desafiou os munícipes para uma volta inaugural, que saiu do Centro de Educação Ambiental , na Gafanha de Aquém, em direcção às praias. Ao apelo responderam mais de trinta ciclistas.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=%CDlhavo&Option=Interior&content_id=965018

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2. Gases com efeito de estufa afectam o mar

As emissões de gases com efeito de estufa não só contribuem para o aquecimento global como estão a alterar a composição química dos mares, de acordo com um estudo de cientistas norte-americanos publicado na revista Science.

As consequências ecológicas e económicas são difíceis de prever, mas possivelmente serão desastrosas, segundo os investigadores do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution e da Universidade do Hawai.

Os cientistas afirmam que os oceanos já absorveram cerca de 40 % do dióxido de carbono que o homem gerou nos últimos duzentos anos. Este fenómeno desacelerou o aquecimento global, mas o custo é demasiado elevado.

O aumento de CO2 alterou a acidificação da água do mar, um efeito que se poderá agravar durante este século.

Segundo os cientistas, embora a reacção química do mar seja previsível, é muito mais difícil estabelecer com alguma precisão qual será a reacção biológica.

A acidificação pode causar graves danos a organismos marinhos, como os corais e o plâncton, mas há poucos dados sobre como afectará a maioria das espécies.

No entanto, os resultados de experiências de laboratório com algumas espécies foram considerados “alarmantes”.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=965014

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3. Biocombustível culpado pela alta dos preços

Um relatório confidencial do Banco Mundial culpa os biocombustíveis pelo aumento do preço dos alimentos em cerca de 75%. Este documento coloca também em causa as afirmações dos EUA que estes apenas contribuíam em 3% dos aumento dos valores.

A produção de biocombustíveis é responsável por 75% do aumento dos preços dos alimentos desde 2002, de acordo com um relatório interno do Banco Mundial a que o jornal britânico “The Guardian” teve acesso.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=965047

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4. Aquecer água com um painel solar de 45 euros

Objectivo: criar um painel solar simples, com materiais fáceis de obter, para aquecer 20 litros de água em 24 horas, sem gastar mais de 45 euros. Finalistas do ISEP mostraram que, afinal, ter água quente não é assim tão caro.

Uns foram às sucatas, outros compraram o que havia de mais barato no mercado. Vinte e cinco alunos do último ano de Engenharia Electrotécnica do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) aceitaram o desafio de aquecer água sem gastar muito dinheiro e puseram mãos à obra.

Muniram-se de placas de plástico com um máximo de um metro quadrado – alguns pintaram-nas de preto para melhor absorver os raios solares -, arranjaram uns tubos ou mangueiras e ligaram-nos a uns depósitos improvisados (bacias ou caixas revestidas com esferovite).

Os depósitos foram colocados acima das placas, de forma a que a água fria descesse por um dos tubos e, pelo outro, o calor absorvido fizesse a água quente subir.

Depois, colocaram as placas na posição ideal em relação ao sol e esperaram 24 horas para ver os resultados. Venceu o painel solar cujos 20 litros de água atingiram, ontem ao meio-dia, 32,5 graus, com uma temperatura ambiente de 19 graus.

Não fosse a surpresa meteorológica, chuva e temperaturas baixas para um dia de Julho, e a água podia ter ficado bem mais quente. “Ontem [anteontem], duas horas depois dos painéis estarem montados, um deles atingiu os 48 graus”, revelou Nuno Gomes, professor da disciplina de Sistemas Electromecânicos do ISEP.

Ciente de que os painéis rudimentar montados pelos alunos funcionam melhor no Verão, o docente acredita, no entanto, que podem ser uma forma alternativa de captar energia.

“Conseguimos mostrar que qualquer pessoa pode, com muito pouco dinheiro e técnicas simples, ter água quente”, afirmou Nuno Gomes, satisfeito com os resultados do concurso, que motivou e empolgou os alunos. “A ciência pode ser usada por qualquer um de nós, com custos reduzidos e poupança de energia”, notou, por sua vez, Armando Herculano, engenheiro do ISEP.

Nem todos os grupos seguiram as mesmas técnicas de construção e alguns tentaram reproduzir os painéis solares à venda no mercado, que podem custar entre mil e 1500 euros. Conseguiram o terceiro lugar com um modelo que introduz um elemento diferente: o efeito de estufa. Naquele painel, a placa colectora, em vez de ser preta, é uma caixa de madeira com um vidro por cima e chapas reflectoras no interior.

Na próxima edição, Nuno Gomes quer alargar o concurso a toda a faculdade.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=965017

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5. ISEP promove concurso para alunos apresentarem painéis solares de aquecimento de água

O desafio foi lançado na aula de Sistemas Electromecânicos do ISEP. Construir painéis solares artesanais, usando materiais correntes e sob um rígido orçamento de 45 euros, os quais deviam aquecer 20 litros de água durante 24 horas.
Concorreram seis projectos. Dois foram desclassificados. Quatro subsistiram. Hoje, ao mergulhar o dedo na bacia de plástico cor-de-rosa que faz de depósito do invento vencedor percebe-se que a água está surpreendentemente quente, não obstante a tarde de chuva.“Está a 32 graus. Ontem à tarde chegou aos 40, mas perdeu cerca de oito graus durante a noite”,afirma Nuno Gomes, docente da disciplina organizadora do concurso.
“Parece bruxedo não é?”,brinca Armando Herculano, engenheiro electrotécnico.
E, de facto, o arcaísmo ligado ao engenho torna o resultado final surpreendente. O painel é constituído por uma placa de plástico (policarbonato), com um metro quadrado, pintada de negro e ligada, através de parte dum tubo de mangueira, à bacia de plástico, isolada com espuma, que serve de depósito.
“Pretendia-se utilizar materiais correntes, acessíveis a toda a gente, sem a necessidade de recorrer a lojas especializadas”, afirma Armando Herculano.
“No fundo, demonstrar que a tecnologia dos painéis comerciais, mais caros e sofisticados, pode ser utilizada pelas pessoas, com um custo muito reduzido”, complementa Nuno Gomes.
Segundo ambos, são diversos os momentos do quotidiano onde estes pequenos inventos podem ser muito úteis e levar a uma considerável poupança na conta da electricidade.
A lavagem da roupa, “cujo programa de temperatura mais utilizado é de 40 graus”, ou mesmo para tomar banho onde “por média são gastos 50 litros por pessoa” são alguns exemplos apontados.
Face à sua portabilidade, poderão também ser úteis em actividades ao ar livre, como campismo ou piqueniques.
O objectivo assumido pelos organizadores é aumentar a dimensão do concurso em 2009. Do presente âmbito disciplinar, com 25 alunos inscritos, tentar-se-á alargar ao nível de todo o Instituto Superior de Engenharia do Porto ou até a nível interescolar.
Ali, do alto do telhado do ISEP, onde se procedeu à instalação, era perceptível que o evento conta com bastante adesão e entusiasmo por parte dos participantes, organizadores e até curiosos. Mais do que uma arte ou engenho, domesticar o astro rei e submetê-lo ao nosso quotidiano é cada vez mais uma necessidade.

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A saber
A ciência por trás
O método utilizado é o processo de convecção, explica Armando Herculano.
É verificada uma subida do fluido, devido à diminuição da densidade, por sua vez originada peça aumento da temperatura. “A água fica menos densa, aumenta de volume e sobe”.
Foi essa a ciência por trás da técnica de construção dos painéis. A água entra nos tubos do painel solar, é aquecida pelo sol, e sobe até ao depósito.
“É o mesmo processo usado nos balões de ar quente”, complementa Nuno Gomes. “O ar é aquecido, fica menos denso e sobe”.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=629fca0ae10abf5f7c8e4915c585ec3e

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6. OK para ligação à Ponte da Ermida

O traçado para a ligação rodoviária do concelho de Baião à Ponte da Ermida e ao concelho de Resende já tem luz verde para a avançar. O projecto foi ontem apresentado pela Estradas de Portugal e deverá ser objecto de Estudo de Impacte Ambiental a partir do final do mês.

Segundo explicou o vice-presidente da Estradas de Portugal (EP), o novo traçado, na distância de dez quilómetros, aproveita nos últimos três da actual EN108, na margem direita do rio Douro, precisamente o troço que teria mais dificuldades de aprovação ambiental. Eduardo Gomes adiantou que com esta solução consegue-se também uma redução substancial do valor da obra, que passa de um custo estimado de 45 milhões de euros (na versão anterior) para cerca de 25 milhões no estudo prévio agora apresentado.
Apesar da reformulação do traçado, a nova estrada terá cerca de três quilómetros de viadutos – dois deles com mais de 500 metros de extensão – e movimentações de terras de um milhão de metros cúbicos, com escavações na encosta de cerca de 50 metros.
A EN 321-2 é uma ligação fundamental para a coesão regional entre o Baixo Tâmega e o Douro Sul e colocará a população de Resende a menos de 45 minutos do Grande Porto.

Após ser conhecida a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) – a emitir pela Agência Portuguesa de Ambiente (APA) em cerca de dez meses (até Maio de 2009) – caberá ao Governo encomendar o projecto de execução da obra ou integrar esta estrada numa sub-concessão rodoviária. Como a ligação de Baião à Ermida “é a que está mais adiantada e consolidada”, Eduardo Gomes admitiu que poderá ser lançada autonomamente pela Estradas de Portugal se for essa a decisão do Governo.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=33aeec665df9725be840e02afda5d90e

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7. Voluntários ingleses ajudam no Alvão

Sete voluntários ingleses e uma alemã, pertencentes a uma organização britânica, passaram uma semana na serra do Alvão, em Vila Real, trabalhando arduamente para proteger espécies raras como a borboleta azul.

Eles pagam e abdicam das suas férias para trabalhar, limpando lameiros de vegetação intrusa prejudicial ao desenvolvimento da maculinea alcon (borboleta azul). Pertencem à British Trust for Volunteers (BTCV), um organismo de conservação da natureza inglês com mais de 50 anos, que organiza 500 campos de voluntários por ano, em vários países do mundo, e tem como patrono o Duque de Edimburgo.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Vila%20Real&Option=Interior&content_id=965005

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8. O Bolhão em Lisboa

A conferência «O Bolhão em Lisboa», organizada pela Plataforma de Intervenção Cívica do Porto para apresentar o manifesto «Participação e Cidadania», realizou-se quinta-feira na Sociedade Portuguesa de Autores. Ao contrário do publicado a partir do que foi afirmado por José Maria Silva, o deputado Honório Novo, deputado da Assembleia da República, não foi sequer convidado para a iniciativa, como esclareceu ao JANEIRO.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=a23319e4ca9a3f36115401698b804968

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9. Orla costeira de Leça está em processo de recuperação, suportada pela Petrogal

Foi ontem aberta ao trânsito a Marginal da Boa Nova, uma obra orçada em perto de três milhões de euros, inteiramente suportados pela Petrogal. Guilherme Pinto disse que, desta forma, está cumprido o compromisso que a autarquia matosinhense tinha estabelecido com a empresa. “Política de boa vizinhança”, foi assim que o presidente da câmara classificou este investimento da Petrogal, ao qual acresce mais um milhão de euros destinados à construção de um parque de estacionamento nos terrenos onde estavam enterrados os pipelines.
(…)
A marginal vai ainda ficar servida por mais 1000 lugares de estacionamento ordenado: 100 lugares de apoio à Casa de Chá, 700 de apoio à Praia do Aterro e 200 de apoio ao Surf Camp.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=71788cdbc6cdfbbec283432b7d90d35e

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10. Virgin Active investe 5 milhões em Gaia

O Grupo Virgin vai investir 5 milhões de euros num «Health Club» (clube de saúde) em Vila Nova de Gaia, o primeiro construído de raiz na Península Ibérica. Com inauguração prevista para o Outono de 2009 (…)
O Virgin Active Gaia ficará localizado junto à Rotunda Edgar Cardoso (vulgo das Devesas) e terá uma área superior a 4 mil metros quadrados (…)

250 milhões a rolar
O autarca referiu também que nas redondezas do futuro Virgin Active Gaia estão em curso 250 milhões de euros em investimentos públicos e privados, a concretizar num ano e meio. Destacou a “panóplia imensa de vias de comunicação em construção”. De acordo com o autarca, no Verão será inaugurada a VL2-4, que vai ligar o nó do Fojo à Rotunda Edgar Cardoso. Está também em andamento a construção da via panorâmica que vai ligar a Beira-rio (em frente à Alfândega do Porto) até à VL8 (junto ao Campo de Jogos do Candal). “A alteração completa e radical” contempla ainda a Via Circular do Centro Histórico. Menezes destacou ainda os hotéis de luxo, a Marina da Afurada/Canidelo e a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6751a14beec53ca00c4ef957a6fa712e

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11. VILA REAL: Grupo de ingleses termina hoje duas semanas de férias a trabalhar no parque
Voluntários protegem Alvão

Um grupo de ingleses dedicou as suas férias a trabalhar no Parque Natural do Alvão. Os oito voluntários, cuja estadia termina hoje, estão a ajudar a direcção do parque a conservar a borboleta azul, uma espécie ameaçada e aproveitam também a oportunidade de conhecer a região.

Oito voluntários ingleses aproveitaram as suas férias para virem trabalhar no Parque Natural do Alvão (PNA), em Vila Real, ajudando na conservação da borboleta azul, uma espécie ameaçada que possui colónias apenas no Alvão e Barroso. Os voluntários, que pertencem à BTCV – uma associação inglesa de voluntariado para a conservação da natureza, chegaram ao Alvão no dia 25 de Junho, permanecendo neste parque natural até hoje.

O PNA é o único campo de acção da BTCV em Portugal, recebendo voluntários há 14 anos consecutivos.
Duarte Figueiredo, director do Departamento de Áreas Classificadas do Norte, considerou o programa como “estratégico e extremamente importante”, permitindo divulgar o PNA junto de um público “extremamente motivado para o turismo natural”, como são estes voluntários internacionais.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=416d6e72df99b34e04cdd469a1acc38a

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Se quiser consultar os boletins atrasados veja
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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 50526
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telefax 22 975 9592
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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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