• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Quinta-feira, 06 de Dezembro de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Mundial: Lisboa e Porto entre 136 cidades com risco futuro de grave cheia
Eduarda Ferreira

A Lisboa e Porto fazem parte de um conjunto de 136 cidades portuárias de todo o Mundo que vão correr sérios riscos de inundações com alcance suficiente para pôr em risco dezenas de milhares de pessoas e destruir bens no valor de milhares de milões de euros. As contas foram feitas pela OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económicos) e são projectadas para um futuro quase certo de repetição de grandes cheias centenárias e de agravamento das condições climáticas. Em alguns pontos do globo as consequências serão devastadoras.

http://jn.sapo.pt/2007/12/06/sociedade_e_vida/lisboa_e_porto_entre_cidadescom_risc.html

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2. Edifício Douro: projecto de reabilitação é hoje conhecido

A Porto Vivo – SRU e a administração da Fundação da Juventude assinam hoje um contrato que irá permitir a reabilitação do Edifício Douro, no Largo de S. Domingos, propriedade da Fundação. De acordo com um comunicado da Câmara do Porto, do acordo “constam as intervenções que deverão ser levadas a cabo para a total reabilitação do imóvel, das quais fazem parte a manutenção do traçado original do edifício, as fachadas e a reconversão do seu interior, por forma a que sejam conservados e recuperados o maior número possível de elementos da construção original”. A empreitada a ser executada tem como objectivo fundamental conferir uma funcionalidade ao imóvel que se compatibilize com o conceito e a actividade da Fundação da Juventude que adquiriu o edifício no ano de 2001. Assim, o Edifício Douro servirá de instalações a um projecto de apoio aos jovens artistas e criadores designado de «Palácio das Artes – Fábrica de Talentos». Em termos de prazos, os responsáveis intervenientes prevêem que as obras de reabilitação total estejam concluídas até ao final do próximo ano.

O Edifício Douro tem origem no século XIII com a criação do Convento de São Domingos, tendo sofrido depois ao longo dos anos vários incêndios, datando o último de 1832 que o deixou em ruínas. Encontrando-se fechado desde finais dos anos 80 do passado século, altura em que a Companhia de Seguros Douro (daí o nome) deixou o local, o edifício chegou porém a servir no século XIX de primeira sede do Banco de Lisboa, actualmente Banco de Portugal, e a primeira Contrastaria da cidade do Porto. Os cofres e as caixas fortes desses tempos ainda existem, prevendo a Fundação da Juventude integrá-los no seu novo projecto.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=11f7e98396806aeb1ba6a0e7b19da56a

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3. Monumental: 43% da área bruta encontra-se devoluta
Consulta pública

A SRU abriu o período de consulta e de discussão pública do Projecto Base de Documento Estratégico do Quarteirão Pensão Monumental que prevê uma aposta na habitação nos pisos superiores, comércio nos andares térreos,novos pisos e demolição de anexos nos logradouros.
Eduarda Vasconcelos

O Projecto Base de Documento Estratégico do Quarteirão Pensão Monumental, na Área de Intervenção Prioritária dos Aliados (o centro da Zona de Intervenção da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana), entrou anteontem no período de consulta e discussão pública com a afixação de avisos nos edifícios que integram o espaço. Os interessados em investir na zona e os proprietários são, assim, convidados a dar opiniões e sugestões para o documento. O Quarteirão Pensão Monumental é constituído por um total de 11 parcelas e delimitado a norte pela Rua de Ramalho Ortigão, a nascente pela Avenida dos Aliados, a sul pela Rua do Elísio e a poente pela Rua do Almada.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=5dd4d44858c98039f4b6baddafae1d72

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4. Duas empresas fazem descargas para o rio

Duas empresas produtoras de papel estão a proceder a descargas dos seus efluentes, sem qualquer tratamento prévio, directamente para as linhas de água que têm como destino a ribeira de Rio Maior e, consequentemente, a barrinha de Esmoriz. Estas infracções foram detectadas numa operação efectuada, ontem, pelo Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR. Nas seis empresas fiscalizadas, foram confirmadas cerca de duas dezenas de infracções.

http://jn.sapo.pt/2007/12/06/porto/duas_empresas_fazem_descargas_para_o.html

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5. Património são as pessoas presentes

Facto há um Porto que se importa. O Porto de sempre, que dá cara e corpo aos manifestos: seja o Coliseu, o Rivoli, os Aliados, o que há-de vir. Não é o Porto antipoder; é o Porto que deseja um poder dinâmico, construtivo. O Porto que até pode ver o Mundo, mas prefere ver o Mundo no Porto. O Porto que anteontem, apesar do frio, do jantar, do futebol, do dia de trabalho, marcou presença no 11.º aniversário do Património Mundial.

Facto há um Porto que não se importa. Que se cala, que se abstém, que se acomoda. O Porto que porventura não saberá o que significa ser Porto, segunda cidade do país com Centro Histórico inscrito numa parca lista de riquezas mundiais. O Porto que ignora o dever de ter mais e melhor do que já tem. O Porto que anteontem falhou à chamada.

Se o Património são, também, as pessoas, a cidade conta as que às 20 horas se ergueram diante do Palácio da Bolsa. Não importa o que vale a música; importa o que vale a cidade. E a forma, literal, como o Bando dos Gambozinos a abraçou. Conta com as que às 22 horas inundaram o Salão Árabe do mesmo Palácio – os porteiros travaram entradas por, pouco depois, já não caber lá dentro “um grão de areia” – para ouvir uma conferência e duas intervenções musicais. Conta com as que, já depois da meia-noite, andavam à deriva pela cidade à espera que a cidade tivesse alguma coisa para lhes dar. E para receber. Mas a cidade, como antecipou Pedro Burmester, não estava toda lá.

O pianista, a quem coube o momento simbólico da noite, executou 4’33 de John Cage, compositor que citou antes de sentar-se ao piano. “Não quero dizer nada e, no entanto, estou a dizê-lo”. Para mim, acrescentou, “isto é poesia”. Burmester declamou-a assim em silêncio. E para esse silêncio é preciso coragem. Ao lado da partitura, um cronómetro laranja. Talvez os quatro minutos e 33 segundos mais longos de uma actuação. Ajeita a pauta. Pausadamente. Não tira os olhos do piano, mãos no colo, postura hirta. Ouve-se o flash da câmara fotográfica. Pouco mais. Nem sequer a tosse costumeira. Silêncio há-de convidar ao silêncio. Aí, disse tudo. Alguém ouviu?

http://jn.sapo.pt/2007/12/06/porto/patrimonio_as_pessoas_presentes.html

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Se quiser consultar os boletins atrasados veja
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Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
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www.campoaberto.pt

Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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