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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 11 de Novembro de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Primeira estufa europeia para preservar borboletas
Borboletas no Jardim Botânico

As asas em tons de amarelo e laranja dão à borboleta monarca uma beleza especial. Poisadas nas plantas que mais as atraem ou simplesmente esvoaçando ao longo dos 220 metros quadrados do LagarTagis, que hoje é inaugurado no Jardim Botânico, em Lisboa, várias espécies de lepidópteros dão um toque de magia a todo o espaço. Um local de observação e de beleza, mas fundamentalmente de preservação das borboletas do continente europeu.

A primeira estufa europeia de borboletas vivas nasceu “de um projecto de divulgação científica, denominado Borboletas através do Tempo”, explicou ao JN Patrícia Garcia Pereira, bióloga e coordenadora científica da Tagis (Centro de Conservação das Borboletas de Portugal). Começou-se, então, a “fazer criação em cativeiro, num laboratório que funciona como uma maternidade”, estando o processo de transformação da lagarta em crisálida e depois em borboleta ao alcance dos olhos dos visitantes mais curiosos e pacientes.

A função pedagógica é, aliás, um dos objectivos do LagarTagis, como fez questão de frisar aquela responsável “Criámos um ecosistema o mais natural possível, com canteiros onde proliferam as plantas que mais agradam às várias espécies de borboletas”. Assim, salientou “se as pessoas quiserem atrair borboletas para os seus canteiros ou jardins, ajudando à sua preservação, já sabem que plantas devem escolher”.

As crianças são também um alvo privilegiado da missão que os responsáveis do LargaTagis querem desempenhar. Daí a criação de ateliês, onde “os miúdos aprenderão a complexa biologia dos insectos que ali se desenvolvem”.

Por enquanto são apenas cinco as espécies que residem na estufa. Além das borboletas monarca (em maior número), existem as borboletas-da-couve, a borboleta-do-medronheiro, a cauda-de-andorinha e a borboleta do limão. Porém, explicou Patrícia Garcia Pereira – autora do único estudo sobre borboletas em Portugal – nesta altura há muito mais lagartas do que borboletas.

http://jn.sapo.pt/2006/11/11/sociedade_e_vida/primeira_estufa_europeia_para_preser.html

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2. Medidas para evitar doenças pela poluição

Cientistas, médicos e ecologistas reunidos anteontem na sede da UNESCO, em Paris, apresentaram 164 medidas para evitar cancros e outras doenças causadas pela poluição química, de modo a preservar a saúde das gerações futuras.

As medidas, contidas num memorando elaborado por 68 peritos internacionais , serão apresentadas aos governos dos estados-membros da União Europeia, ao Conselho da Europa e ao Parlamento Europeu, que em Dezembro procederá à análise final do projecto “REACH”, sobre o controlo de substâncias químicas na UE.

A retirada do mercado de substâncias químicas cancerígenas, mutagénicas e tóxicas para a reprodução, como o formaldeído, certos ftalatos (DEHP), o bifenol A, o cádmio e o mercúrio, bem como os seus derivados, constam dessas 164 recomendações formuladas no Memorando do Apelo de Paris.

O “Apelo de Paris”, lançado em Maio de 2004 por 76 personalidades para combater a poluição química, recebeu desde então o apoio de um milhar de cientistas, de 250 mil outras pessoas e de numerosos organismos, entre os quais o Comité Permanente dos Médicos Europeus, assinalou o oncologista Dominique Belpomme, promotor da iniciativa.

Tanto ele como outros participantes neste colóquio organizado na UNESCO pela Associação para a Investigação Terapêutica Anticancerosa (ARTAC) defenderam a adaptação das normas toxicológicas ao embrião e às crianças. Pesticidas, solventes e outros produtos químicos poderão estar na origem de perturbações neurológicas em milhões de crianças em todo o mundo, de acordo com um estudo publicado esta semana pela revista médica britânica “The Lancet”.

http://jn.sapo.pt/2006/11/11/sociedade_e_vida/medidas_para_evitar_doencas_pela_pol.html

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3. Projecto poderá ser financiado por fundos comunitários
Ponte pedonal acarinhada pela CCDR-N

Luís Filipe Menezes revelou ontem que a ponte pedonal entre as ribeiras do Porto e de Gaia poderá ser incluída no Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Já estão em curso reuniões com vista à candidatura do projecto.
“Há boa vontade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). Isso não significa nada, porque não é o Dr. Carlos Lage que passa o cheque”, afirmou o autarca de Gaia, que ontem se reuniu com um dos responsáveis da CCDR-N para mostrar o projecto e agendar uma reunião, desta vez com o colectivo. “O importante é que a CCDR-N se interesse e assuma o projecto também como seu”, frisou.
Menezes referiu que a ponte pedonal se enquadra na aposta da CCDR-N, que pretende fomentar um conjunto de projectos para dinamizar o Douro, desde Barca de Alva até à Foz. “Não faz muito sentido apostar só no Douro Vinhateiro, e não começar a apostar por onde as pessoas que vêm para o Douro Vinhateiro vão entrar em Portugal”, sustentou o autarca que falava à margem da apresentação de um projecto de habitação social para o Centro Histórico de Gaia.
A ponte pedonal, projectada por Adão da Fonseca, custará dez milhões de euros. Para Luís Filipe Menezes, “é barata, mesmo com as dificuldades do país”.
“Há uns anos atrás seria uma ponte muito cara, porque as tecnologias eram completamente diferentes. Do ponto de vista do retorno económico, social e turístico, vale a pena”, disse, referindo que o investimento “paga-se em impostos decorrentes das mais valias económicas”.
Menezes afirmou ainda que se trata de um valor que “faz sentido numa lógica de comparticipação nacional, ou eventualmente num contrato programa em que entrem as várias partes – as câmaras do Porto e de Gaia e a Administração Central”. Referiu ainda a possibilidade de recurso ao mecenato, junto das empresas que mais lucrarão com a construção da ponte (vinho do porto, turismo, construção civil).

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=aa5779a36865af65c734f3d9cafd205a

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4. Coimbra: Serviço Ecovia vai terminar e interditar ruas ao trânsito pode ser uma solução
Ambientalistas exigem alternativa

Depois do anunciado encerramento do serviço de transportes Ecovia, o Grupo de Acção e Intervenção Ambiental desafiou a Câmara de Coimbra a apresentar um novo sistema alternativo. O grupo ambientalista quer ainda que “lentamente” se comece a interditar mais ruas ao trânsito.
O Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA) desafiou a Câmara de Coimbra a apresentar um novo sistema ou medidas alternativas ao serviço de transportes Ecovia, reiterando as críticas ao seu encerramento. “Se a Câmara Municipal de Coimbra encerra a Ecovia devido ao elevado prejuízo que causa, então o GAIA considera que deve realizar um estudo aprofundado do porquê da não adesão a esse serviço por parte dos automobilistas, para depois apresentar um novo sistema (ou várias medidas) que possa contribuir para solucionar os muitos problemas relacionados com os transportes, mobilidade, trânsito e poluição existentes na cidade”, sustenta em comunicado.
A Ecovia foi lançada na década de noventa pelo socialista Manuel Machado, permitindo aos automobilistas, munidos com um único bilhete, estacionar os veículos em parques periféricos e realizar as viagens de ida e volta até ao centro da cidade em mini-autocarros dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC). O núcleo de Coimbra da organização ambientalista diz também esperar que seja cumprida a proposta do presidente da autarquia, Carlos Encarnação, que, “entre outros, garante a manutenção da prestação de serviços semelhantes realizados por autocarros dos SMTUC e a redução dos preços dos novos títulos de transporte”. Ao pôr fim ao serviço nos moldes em que funcionava, apresentando uma proposta de reformulação encarada pelo PS como uma extinção do sistema, o presidente da Câmara (PSD) invocou os elevados prejuízos que provocava, e que, entre Janeiro e Setembro deste ano, se situaram nos 300 mil euros.
Para uma “cidade mais saudável”, o GAIA/Coimbra propõe que se “comece lentamente a interditar mais ruas ao transporte privado, substitui-las por vias para bicicleta e autocarros, que não se construam mais parques de estacionamento no interior da cidade”.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=b3b068ff0c84dc2eb73c17364d03b1cf

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5. Primeiro edifício de casas sociais na zona histórica

O primeiro prédio de habitação social no Centro Histórico de Gaia, nas ruas de Guedes Morim e de General Torres, deverá estar concluído no final do próximo ano. O projecto “Miradouro”, com 36 casas (27 destinadas ao Programa Especial de Realojamento e nove para habitações de custos controlados) foi apresentado, ontem à tarde, pela autarquia. “O objectivo é reforçar a coesão social e fixar a população em Santa Marinha”, referiu Marco António Costa, vice-presidente da Câmara e presidente da Gaia Social, empresa municipal que será responsável pelo desenvolvimento da obra.

http://jn.sapo.pt/2006/11/11/porto/primeiro_edificio_casas_sociais_zona.html

Habitação social no Centro Histórico
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=0189250fe7a5ea97b0fdf74017b6068c

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Se quiser consultar os boletins atrasados veja
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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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