QUE FAZER? QUE ESPERAR DO FUTURO?
    Colocado em 27 de outubro de 2021

    Veja também:
    https://www.campoaberto.pt/2021/10/31/dia-da-justica-climatica-comparece-sabado-6-de-novembro-1500/

     

     

    SESSÃO PÚBLICA NO PORTO POR OCASIÃO DA COP 26
    que decorre de 31 de outubro a 12 de novembro em Glasgow, Reino Unido
    Sexta-feira, 5 de novembro de 2021, às 21:15, no Cinema Passos Manuel
    Inscrições: atividadesca@gmail.com (indicar nome, email e telefone – para caso de emergência – de cada pessoa a inscrever
    Se só puder decidir-se à última hora, pode inscrever-se no próprio dia e local (chegue um pouco antes se possível)
    A entrada, não obstante, é livre e gratuita.

    Organização:
    Greve Climática Estudantil do Porto
    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    Apoio: ACER – Associação Cultural e de Estudos Regionais; Clube Unesco da Cidade do Porto; NDMALO-GE: Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Lordelo do Ouro – Grupo Ecológico; Movimento por um Jardim Ferroviário na Boavista.

    Convidam-se todos os residentes na região norte (e mesmo noutras partes do país) a estarem presentes nesta reunião, onde debateremos a atual situação climática e ambiental, a sua extrema gravidade e a inércia dos governos e das sociedades. Sabemos o que nos trouxe aqui, sabemos também, pelo menos parcialmente, os cenários que nos esperam, mas pouco sabemos da surpreendente e contraditória «resposta» que hoje estamos a dar à situação, incluindo aquela que é dada pelas COP (Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, anualmente, decorrente da Cimeira do Rio, de 1992) e pela chamada comunidade internacional.

    O conhecimento científico da situação climática atingiu hoje um estádio muito detalhado e sofisticado na descrição e projecção das transformações que estão a ocorrer. Mas a divulgação, o debate e a repercussão públicas desse conhecimento e do que ele significa para as nossas existências encontram-se ainda num grau muito incipiente. Estamos distraídos e anestesiados, o que não será casual. Importa conhecer tudo aquilo que trabalha para a nossa perplexidade e paralisia, incluindo o nosso próprio contributo para essa anomia.

    Temos perguntas que queremos colocar (e acolheremos as vossas): o que é e para que serve uma COP? O que é o Painel Intergovernamental e qual o atual estado do conhecimento das Alterações Climáticas? Podem a ONU – Organização das Nações Unidas e os Estados que a integram gerir as alterações climáticas? Que papel cabe aos cidadãos e quais são as ameaças que impendem sobre todos nós? Que representações das alterações climáticas partilhamos e quem as fabrica? Que fazer? Que esperar do futuro?

    Mais informações:

    Participe  neste debate agendado para a próxima sexta-feira, dia 5 de novembro, às 21:15, no Cinema Passos Manuel, no Porto.

    Trata-se de uma iniciativa da Campo Aberto, em colaboração com a Greve Climática Estudantil do Porto, e o apoio de outras associações e movimentos, na qual propomos tentar fazer um ponto de situação sobre as Alterações Climáticas, na sequência da publicação do último relatório do IPCC e no momento em que se inicia a 26ª Cimeira do Clima, em Glasgow.

    Pretende-se que este debate contribua para o esclarecimento das principais conclusões do documento publicado em Agosto pelo IPCC, as suas implicações para Portugal e de que forma(s) cidadãs e cidadãos preocupados poderão preparar-se e actuar. O debate contará com a moderação da jornalista Arminda Deusdado (licenciada em Ciências Históricas e jornalista, da produtora Farol de Ideias e do conhecido Programa Biosfera na RTP2) e com a participação de:

    • Carlos Leitão Pires (Climatologista e Doutorado em Meteorologia pela Universidade de Paris VI, Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)
    • Anabela Carvalho (Doutorada na University College London, Professora Associada no Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho)
    • Jorge Leandro Rosa (Filósofo, Ensaísta, Tradutor, doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, Investigador no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto)

    Tópicos a debater:
    – o que concluiu o último relatório do IPCC
    – que implicações para Portugal
    – o que devemos e ainda podemos fazer?
    – como interpretar os discursos contraditórios sobre as alterações climáticas
    – como comunicar eficazmente a emergência climática
    – justiça climática, dimensões ambientais, sociais e económicas
    – consequências físicas, químicas, biológicas e sociais do processo em curso de transformação do nosso planeta

    A participação é livre e gratuita, mas é conveniente a inscrição, através do email atividadesca@gmail.com. Aqui pode ser consultada informação mais detalhada:

    https://www.campoaberto.pt/2021/10/27/justica-climatica-biodiversidade-transicao-ecologica-mais-que-energetica/

    E também, no sábado 6 de novembro…

    Este convite é extensivo a uma segunda iniciativa que decorrerá no dia seguinte, sábado. Trata-se de um desfile, com partida às 15h, da Praça D. João I, em simultâneo com outras manifestações pelo mundo, a propósito do arranque, em Glasgow da 26.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26). Estas manifestações, às quais simbolicamente nos associamos, têm o objetivo de pressionar os decisores políticos para a tomada de decisões necessárias e urgentes para mitigar os impactes das alterações climáticas resultantes da actividade humana.

    Ver:

    Dia da Justiça Climática: comparece sábado 6 de novembro 15:00

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