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Boletim PNED de 7 de Novembro de 2005

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sergunda-feira, 7 de Novembro de 2005

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1.Caminha: Urbcom avança em Vila Praia de Âncora

A requalificação de 20 artérias de Caminha e Vila Praia de Âncora,
beneficiando das candidaturas para espaços públicos lançadas no âmbito do
Urbcom-Projecto de Urbanismo Comercial, da Câmara de Caminha, prossegue
nesta última vila, com a continuação das obras de remodelação de
infra-estruturas e posterior pavimentação na Rua 5 de Outubro.
A série de intervenções arrancou este ano, prosseguindo até final de 2006,
dando cumprimento ao estudo global realizado para as duas vilas.
Vila Praia de Âncora verá ainda iniciada este mês a obra de beneficiação da
Rua Cândido dos Reis, com a substituição do actual piso por lajedo,
permitindo a pedonização da artéria, seguindo-se a beneficiação da parte sul
da Rua 31 de Janeiro, prevendo-se a conclusão dos trabalhos ainda antes do
final do ano.
O investimento nestas três artérias ancorenses ascenderá a 793 mil euros,
estando ainda projectadas obras para as ruas António Ramos, Cordeiro Feio,
Laureano Brito, Celestino Fernandes, 13 de Fevereiro e Pescadores, e ainda
na Avenida Ramos Pereira. Luís Almeida

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/minho/urbcom_avanca_vila_praia_ancora.html

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2.Braga: Potenciar consciência cívica através do “Eco-Natal”

“Eco-Natal” é o concurso que o pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de
Braga está a promover junto dos estabelecimentos escolares dos 1.º e 2.º
ciclos do Ensino Básico, com o objectivo de “juntar as técnicas de
reciclagem com o espírito de Natal”, levando em conta o facto “da época
natalícia se apresentar cada vez mais desprovida da sua essência, sendo um
período de enorme consumismo, em que o usar e deitar fora se torna mais
notório”, disse Ilda Carneiro.

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/minho/potenciar_consciencia_civica_atraves.html

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3.Souselas: População prepara luta à co-incineração
revolta Moradores não vão permitir resíduos na Cimpor

“Dei cabo da minha saúde, passei muitas noites sem ir à cama e muitos dias
quase sem comer. Abandonei dias seguidos a minha família, prejudiquei-me
gravemente por causa de lutar contra a co-incineração. Para quê? Para o
engenheiro Sócrates, por birrinha infantil e vingança, teimar na ideia
irresponsável de instalar esse crime ambiental aqui em Souselas?”. O autor
destas palavras é o ex-presidente da Junta de Freguesia de Souselas, o
comunista José Figueiredo, que se mostra abatido com todo este processo e
descrente quanto à capacidade de resistência e de oposição da população
local e, até, dos conimbricenses, face à determinação do primeiro-ministro
em avançar com a co-incineração na Cimpor.
Prontos para uma “loucura”
..

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/centro/populacao_prepara_luta_a_coincinerac.html

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/centro/o_engenheiro_socrates_e_muito_vingat.html

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/centro/iremos_constituir_equipas_juridicas_.html

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4.Porto: Motel de desabrigados’ em fábrica abandonada

Ex-unidade têxtil na Rua Ciríaco Cardoso transformada em abrigo de
toxicodependentes Moradores temem aumento da inseguraça
Faz mais de dois anos que a fábrica têxtil das “Malhas Laque”, na Rua de
Círiaco Cardoso, no Porto (na zona da Boavista), faliu e encerrou portas.
Mas só há pouco menos de dois meses é que o edifício foi votado ao total
abandono. A partir daí, a preocupação e o medo tomaram conta dos moradores
da rua, que dizem que a fábrica foi ocupada por indíviduos, alguns dos quais
toxicodependentes, que trouxeram insegurança e “assaltos quase todas as
semanas a uma rua que antes era um sossego”.
Os “novos habitantes” parecem dedicar-se a desmontar e vender livremente o
que restou da unidade têxtil, usando-a em simultâneo como abrigo, ou aquilo
a que um dos queixosos chamou de “motel de desabrigados”.
O JN esteve no local e falou com alguns dos moradores. Todos corroboram a
mesma história mas preferem não ser identificados. Falam de assaltos
frequentes (alguns estabelecimentos comercias foram assaltados várias vezes
na mesma semana) e de “medo de sair à rua depois da noite cair”.
Queixam-se da passividade da polícia, a quem afirmam já ter apresentado
várias queixas. “Mas eles dizem que não têm nada a ver com isso, que a
queixa deve ser feita ao senhorio. E entretanto continuo a ficar sem
carteira”, desafaba uma das moradoras.
Depois de falir, a fábrica foi entregue ao tribunal, que procedeu à remoção
e venda do recheio do edifício. A fábrica terá sido deixada aberta desde
essa altura, dando um “belo refúgio para os jovens em tratamento no CAT”
(Centro de Actendimento de Toxicodependentes), existente próximo da rua. “O
próprio CAT, para evitar recaídas dos seus doentes, devia exigir o
encerramento do edifício”, defende outro dos habitantes.
Os moradores afirmam, ainda, que, a piorar o cenário, está o facto da rua
ter apenas um sentido aberto ao trânsito. Antigamente a rua tinha dois
sentidos, mas “sem nenhuma explicação”, a circulação foi condicionada.Por
vezes, passam-se 30 minutos sem ver um carro”, nota um dos moradores.
Sara Fernandes

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/motel_desabrigados_fabrica_abandonad.html

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5.Porto: O que disse Rui Rio Presidente da C.M. Porto

Hoje admito que a questão dos arrumadores está pior do que há um ano. A
Polícia não tem tido a eficácia que eu gostaria para combater essa
actividade que nem sequer é legal”

Depois de 9 de Outubro, o Governo deu-me sinais positivos para resolver o
problema do túnel de Ceuta. Reconheço que há boa vontade. Em 2006 ficará
resolvido”

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/o_disse.html

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6. Póvoa de Varzim: Mário de Almeida distribui pelouros

Sem surpresas, o presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, Mário de
Almeida, anunciou a distribuição dos pelouros pelos cinco vereadores eleitos
pelo PS nas autárquicas. O autarca, eleito para o sétimo mandato com maioria
absoluta, assume mais uma vez as pastas das áreas de Gestão e Finanças,
Planeamento Urbanístico e Obras Particulares, Desenvolvimento Concelhio,
Habitação Social e Saneamento Básico.
Pacheco Ferreira é o novo vice-presidente da autarquia, assumindo os
pelouros do Movimento Associativo e Desporto, Saúde Pública e Veterinária,
Solidariedade e Turismo.
O novo vereador, Victor Costa, fica responsável pela Juventude, Ambiente,
Inovação e Tecnologia, Equipamentos Municipais, Património e Toponímia.

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/mario_almeida_distribui_pelouros.html

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7. Porto: Projecto para “self-service” na Ribeira acaba no tribunal

Estabelecimento foi apresentado na iniciativa Porto de Partida, para
revitalizar o Centro Histórico, mas nunca abriu Esteve mais de um ano à
espera para ter licença da Câmara

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/projecto_para_selfservice_ribeira_ac.html

Perdidos 61 mil euros de apoio europeu

Rui Ramos mora em Gaia, mas foi no Centro Histórico da outra margem do
Douro, com o projecto Porto de Partida, que ganhou a esperança de deixar
para trás a situação de desemprego em que se encontrava. “Pensei num
‘self-service’ para combater a falta de espaços de restauração na Ribeira
abertos até mais tarde”, explicou, acrescentando que o imóvel da Rua dos
Mercadores foi-lhe indicado pelos promotores do Porto de Partida.

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/perdidos_mil_euros_apoio_europeu.html

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8.Porto: ‘Decidi impor regras de higiene’

Rui Rio esclareceu, numa entrevista à rádio, que as respostas por escrito
são apenas para os jornais
Afinal as novas regras de relacionamento da Câmara do Porto com a
Comunicação Social, definidas por Rui Rio no início da semana passada, são
só para os jornais. Numa entrevista à Rádio Festival, emitida ontem, o
presidente da autarquia esclareceu que se deixará interrogar livremente
pelas rádios e televisões, mas para os jornais “as entrevistas são só por
escrito”.
“A forma como uma parte da Comunicação Social funciona não me agrada. O que
decidi foi impor regras de higiene”, afirmou o autarca, que entende ser
necessário um “distanciamento entre a Comunicação Social e a política”.
Recorde-se que, na sequência de uma entrevista publicada pelo JN a 30 de
Outubro, o autarca, desagradado com a manchete, convocou, no dia seguinte,
os jornalistas para dar conta das novas regras de relacionamento com a
Comunicação Social. Uma das medidas impostas é que as perguntas e respostas
sejam por escrito. Não tinha, no entanto, esclarecido que as imposições eram
só para alguns.

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/decidi_impor_regras_higiene.html

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9.Porto: Sá acusa Rio

O vereador da CDU na Câmara do Porto, Rui Sá, criticou, ontem, o presidente
da autarquia, Rui Rio, por ignorar os problemas do Centro Histórico,
apontando o caso da habitação de uma centenária a quem o autarca mandou
arranjar o telhado.
Em campanha eleitoral, a 4 de Outubro, Rio tinha prometido o arranjo do
telhado de uma casa camarária habitada por uma idosa que no dia seguinte
completava 100 anos. Um mês depois, a “dona Guidinha” tem já o telhado
arranjado, bem como o quarto (que levou uma pintura nova), mas o resto da
pequena habitação mantém-se degradada, bem como todo o espaço exterior à
casa.
Para Rui Sá, “não basta resolver um problema e esquecer os que estão à
volta”. A centenária vive com uma sobrinha numa exígua casa, vendo-se
obrigada a fazer as suas necessidades para um balde, que depois despeja no
exterior, numa retrete colocada numa divisão que não tem porta nem
autoclismo, existente no pátio que tem vistas privilegiadas para o rio
Douro.

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/sa_acusa_rio.html

Atrasos de meses na divulgação das vistorias realizadas pela autarquia
Centro Histórico à espera

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=916954106a13204fa4909ae2d48e0602

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10.Opinião: Olhar pela Cordoaria, por jorge vilas jornalista

No desenho do jardim, há alterações que podem (e devem) ser feitas
Voltou a chuva e, como era previsível, voltaram os mesmos problemas ao
jardim da Cordoaria os caminhos de peões traçados por altura da Porto 2001
estão enlameados e os canteiros de verduras apresentam-se sem graça e sem
cor. Já uma vez escrevi que em relação aos problemas que se verificam na
Cordoaria só há uma de duas soluções: ou a Câmara do Porto concorda com as
alterações introduzidas e faz a manutenção do espaço ou não concorda e,
então, promove uma alteração radical do desenho proposto pelos arquitectos.
Deixar a Cordoaria tal como está é que considero um autêntico disparate.
Quem sustenta que com a Porto 2001 se matou um jardim romântico deve
lembrar-se que a intervenção realizada naquele espaço foi muito mais tardia,
datando do princípio do século XX, ao contrário do que aconteceu, por
exemplo, no Palácio de Cristal e no Jardim de S. Lázaro, estes sim
verdadeiros jardins românticos que, felizmente, ainda mantêm essa
característica inalterada.
Aliás, basta olhar para as fotos dos primórdios daquele século para se
verificar que o jardim da Cordoaria estava à época inteiramente ligado à
Praça de Parada Leitão e que esse cordão umbilical só foi rompido quando se
estabeleceu uma ligação rodoviária entre as ruas da Restauração e de S.
Filipe de Nery.
Seguindo a proposta do Plano Auzelle para o local, Camilo Cortesão, que
trabalhou com a Porto 2001, pretendeu restabelecer a ligação entre aqueles
dois espaços, só não caucionando a opção do urbanista francês de arrasar por
completo o quarteirão do “Piolho”. Deixou, no entanto, aberta a hipótese dos
eléctricos circularem pelo verde do jardim da Cordoaria, entre a as ruas da
Restauração e da Assunção. No conjunto, a ideia é boa quase duplicou o
espaço dedicado à fruição dos peões e a crítica que se faz ao derrube das
árvore da Praça de Parada Leitão chama a atenção para o facto de, nestes
últimos seis/sete anos, os serviços técnicos da Câmara do Porto terem sido
obrigados a derrubar mais de dois milhares de árvores de grande porte, um
pouco por toda a cidade. Ou já estavam mortas ou em vias de extinção.
Deste projecto há apenas a destacar dois senões. O primeiro tem a ver com a
Praça da Relação, não pela obra em si mas pelo uso que lhe em sendo dado. Se
os jogos de futebol da miudagem ainda se podem aceitar pela ausência de
espaços próprios no casco histórico da cidade, já não se justifica a
frequente montagem de palcos e outras infra-estruturas para espectáculos que
amiúde se efectuam no local, transformando-o num autêntico casbah
marroquino. O segundo senão tem a ver com a orientação dos canteiros do
jardim, no sentido Torre dos Clérigos-Hospital de Santo António, quando, na
verdade, as pessoas se deslocam no sentido Cadeia da Relação-Praça de Parada
Leitão. Entendo, pois, que valia a pena repensar esta situação e introduzir
as alterações correspondentes. Enfim, olhar pela Cordoaria.

PS Treze anos antes da Revolução Francesa, em Junho de 1776, Thomas
Jefferson inscreveu, na Declaração da Independência dos Estados Unidos, que
“a Imprensa é o bastião da Liberdade” e que “apenas os governos despóticos a
podem restringir”. Ao arrepio desta máxima, que fez carreira em todo o mundo
ocidental, dito responsável e democrático, Rui Rio, rodeado da sua maioria
absoluta, comunicou à nação portuense que, a partir de agora, não haverá
mais conversas com jornalistas e que, quanto a entrevistas, só por escrito e
quando ele as entender oportunas…
Olhando para trás dos meus 39 anos de actividade profissional, direi que nem
no tempo da “outra senhora” – e ainda cheguei a tempo de trabalhar com Nuno
Pinheiro Torres e Nuno Vasconcelos Porto -, os presidentes da Câmara se
atreveram a tanto, muito pelo contrário. Enfim, feitios…

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/grande_porto/olhar_pela_cordoaria.html

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11. Montalegre: Chegas de bois têm relatador no Barroso

Gravações passam na íntegra, num programa de rádio, aos sábados Até já há
campos especiais para o efeito, são os chegódromos

https://jn.sapo.pt/2005/11/07/minho/chegas_bois_relatador_barroso.html

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12. Aveiro: Obra da REFER provoca piscina

“Quando chove um pouco mais do que é normal, forma-se logo uma piscina.” A
queixa é de quem mora nas imediações da passagem superior do Pingo Doce,
sobre a Linha do Norte e é partilhada por outros utilizadores.
António Peixinha mora na primeira casa, a seguir à linha de
caminho-de-ferro, e não tem dúvida alguma em culpabilizar o dono da obra, a
REFER. “Ao instalarem a passagem superior, pouparam o colector de esgotos,
mas cortaram a conduta das águas pluviais, que passava debaixo da linha.
Resultado basta um aguaceiro mais forte para se formar logo um lago, que
impede quem aqui mora de entrar em casa e os utentes de utilizarem a
passagem superior de peões”, refere.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/

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13.Caves a Património da Humanidade

A candidatura das caves do Vinho do Porto a Património Mundial será
apresentada em Junho de 2006 e confirmada apenas seis meses depois. Até lá,
decanta-se o argumento: Após o Porto e Alto Douro, fechar o triângulo do
comércio, conservação e da produção, referenciando Gaia.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=3c59dc048e8850243be8079a5c74d079&subsec=&id=baabf5dc84bb427f220ba6b8b26463f7

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14.País: Financiamento da Rede Natura em discussão

Portugal tem 22 por cento do território coberto por estas zonas de
conservação
O comissário europeu do Ambiente, Stavros Dimas, admitiu em Pequim que o
financiamento autónomo da Rede Natura 2000, dedicada à conservação de
espécies animais e habitats, ainda está a ser discutido.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c74d97b01eae257e44aa9d5bade97baf&subsec=&id=a41492465901c19a20a0722e5929de67

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15. Mundo: Comissário europeu quer acordo sobre negociações do segundo
período do protocolo

Discutir Quioto no início de 2006
É cedo para a China tomar decisões sobre reduções das emissões de gases
nocivos, considerou o comissário europeu do Ambiente, que espera de sair de
Pequim com o acordo de iniciar as negociações do segundo período do
protocolo de Quioto em 2006.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c74d97b01eae257e44aa9d5bade97baf&subsec=&id=8072841d2a52a68c16f843fee777e4f0

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são as
questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, entre o Vouga e o Minho.

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Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

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