Ciclo “Ordenamento do território e corredores ecológicos” 8 de Novembro, domingo (inscrições até 6 de Novembro) Visita guiada pelo Prof. Sidónio Pardal, arquitecto paisagista e autor do Parque da Cidade do Porto 60 vagas disponíveis Desde Julho, data em que a Campo Aberto realizou a sua primeira visita às obras do Parque Oriental, já muito [...]
Com a devida permissão, publicamos aqui o relato de Cristina Santos, uma das participantes da visita de estudo ao Parque Oriental. Este texto foi antes publicado no blogue “A Baixa do Porto”. Mais abaixo encontra diversas fotografias através das quais pode ficar a conhecer as obras em curso. O relato bastante completo dos colegas do [...]
Ciclo “Ordenamento do território e corredores ecológicos” 11 de Julho, sábado (inscrições até 5 de Julho) Visita guiada pelo Prof. Sidónio Pardal, arquitecto paisagista e autor do Parque da Cidade do Porto 40 vagas disponíveis O Parque Oriental é como que a Santa Engrácia dos espaços verdes. Apesar de prometido há pelo menos 15 anos, [...]
Campo Aberto solicitou à Inspecção-Geral do Ambiente o embargo das obras por violação da legislação de Avaliação de Impacto Ambiental
Numa altura em que a cidade do Porto sofre mais uma investida sobre as suas escassas zonas verdes, como se pode constatar pelas intervenções na Boavista, Rua 5 de Outubro, zona da Asprela e Bairro da Bouça, as notícias sobre o futuro do Parque Oriental dificilmente poderiam ser mais desanimadoras.
Plataforma associativa Convergir lança nova campanha de salvaguarda do “último reduto” do Porto
Casos há em que existe um compromisso difícil de encontrar entre salvaguarda dos valores ambientais e desenvolvimento pretendido, tal como a autarquia tem anunciado, embora de forma pouco explícita. No Parque Oriental não há, em boa verdade, um conflito de interesses. Não só a criação desta zona verde contribui directamente para a melhoria social e económica do Vale de Campanhã, como todas as explicações publicamente apresentadas para a construção da Alameda de Azevedo carecem de um mínimo de fundamentação e, elas sim, são contraditórias com aqueles objectivos.
Plataforma associativa Convergir –
April, Campo Aberto, Fapas, Grupo Gaia, NDMALO, Olho Vivo, Quercus e Terra Viva
Exmos. Srs.
Temos o prazer de convidar o V. órgão de comunicação social para a visita ao Parque Oriental, no Porto, já neste Sábado (ver detalhes em baixo). Na visita os participantes poderão ficar a conhecer o Vale de Campanhã, sua paisagem, fauna e flora. A plataforma associativa pretende, para além de dar a conhecer esta bela zona da cidade, alertar novamente para a necessidade da sua preservação e de evitar a todo o custo o seu atravessamento pela Alameda de Azevedo.
Petição conta já com 650 assinaturas
Site na internet permite o envio de um postal electrónico para a Câmara do Porto
No passado dia 5 de Novembro, a plataforma cívica de defesa do Parque Oriental divulgou o seu “Manifesto” fundador. Alguns dias depois, a 16 de Novembro, foi iniciada uma petição na internet onde todos os interessados também o podem subscrever. Foram já recolhidas por esta via cerca de 650 assinaturas, o que, dado o reduzido prazo até agora corrido e o facto de a zona oriental da cidade ser praticamente desconhecida para a maioria dos cidadãos, é um número bastante considerável e expressa inequivocamente o desejo de salvaguardar o Vale de Campanhã e seu Parque Oriental.
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Rui Rio
Desde o passado dia 16 de Novembro que está disponível na internet, para assinatura, a petição “Em defesa do Parque Oriental”. O endereço é http://www.petitiononline.com/bioterra/petition.html.
Subscrito pelas seguintes associações cívicas com actuação no concelho do Porto:
April, Campo Aberto, Fapas, Grupo Gaia, Ndmalo, Olho Vivo, Quercus e Terra Viva
O Parque Oriental da cidade do Porto, cuja criação está prevista para o Vale de Campanhã, é uma promessa adiada há mais de dez anos. Os mesmos partidos que repetidamente o prometeram, quando dispunham de maioria no executivo da Câmara do Porto ou por ocasião das campanhas eleitorais, querem ou consentem agora amputá-lo irremediavelmente com a construção da chamada Alameda de Azevedo. Essa “alameda”, na verdade uma via com perfil de auto-estrada (com separador central e duas faixas em cada sentido), vai retalhar o Parque e causar um prejuízo ambiental considerável a uma zona já muito castigada por vias de grande circulação automóvel.