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A Metro do Porto acaba de consumar mais um
abate massivo de árvores, desta feita na já largamente desarborizada zona da
Asprela. Segundo a imprensa, mais de 50 árvores foram arrancadas ou cortadas no
recinto do IPATIMUP, incluindo salgueiros, amieiros, carvalhos, castanheiros,
bétulas, freixos e mesmo um ginkgo; os responsáveis pelo instituto
declararam-se apanhados de surpresa pela intervenção. Infelizmente este tipo de
notícias vulgarizou‑se. Metro tornou-se sinónimo de mobilidade acrescida
mas também de nefastas consequências para diversos locais da cidade que, ao
invés de serem recuperados e melhorados, vêem perder as suas características
mais distintivas.