• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

ASSEMBLEIA GERAL 2018: 24 DE MARÇO
PLANO DE AÇÃO PARA 2018

1Objetivos para 2018

 Os objetivos para 2018 situam-se na sequência direta dos que estão assinalados no Plano de Ação para o biénio 2017-2018, já que este último foi apresentado à Assembleia Geral Eleitoral de 2017, vinculando a associação por dois anos. Entre eles, recordamos: consolidar a intervenção da associação nos vários domínios em que atua; reforçar o grupo de apoio à direção com novos elementos e alargar o leque de voluntários empenhados nas iniciativas e campanhas.

Uma vez que em setembro de 2017 ficou finalmente impresso e pronto a circular o livro resultante da Campanha 50 Espaços Verdes, uma das prioridades em 2018 será prosseguir (visto ter sido já iniciada em outubro de 2017 em Valongo) a apresentação desse livro nos vários concelhos da Área Metropolitana do Porto, suscitando o debate em torno dos objetivos da campanha e, se possível, conseguindo que pessoas individuais ou constituídas em grupo se dediquem a continuar o trabalho iniciado, observando os locais constantes do livro, diligenciando pela sua preservação e até regeneração e tentando impedir que sejam destruídos como espaços verdes, não impermeabilizados e abertos a utilizações que preservem o seu valor ecológico. Uma vez conseguida a publicação do livro, cujo título se fixou em Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto, a sua divulgação continuará a ser feita sobretudo através de sessões de apresentação nos vários concelhos. Essas sessões terão como objetivo também a venda de exemplares mas sobretudo retomar e aprofundar os objetivos definidos em 2006 para a campanha 50 Espaços Verdes e tentar ampliá-la aos oito novos concelhos que passaram a integrar a AMP já depois de encerrada a primeira fase que se desenrolou no período 2006-2008.

Mantém-se pois como objetivo a atualização permanente da compilação sobre a Campanha 50 Espaços Verdes, de que uma versão revista está já disponível no e-sítio e que deverá continuar a ser enriquecida com novas informações ou atualização e correção das já recolhidas. Esta informação é bastante mais vasta que a informação contida no livro agora em circulação, sendo-lhe complementar.

Seria desejável que tal se venha a concretizar especialmente no que diz respeito ao acompanhamento dos espaços a nível de cada concelho e à intervenção continuada por parte de cidadãos e associações para a sua preservação, melhoria e eventualmente regeneração. Sendo difícil, essa tarefa dependerá do interesse e aposta que os sócios da Campo Aberto, e os cidadãos em geral, possam e queiram investir com vista a esse objetivo.

2. Intervenções públicas e comunicados

Prolongando o trabalho já feito em 2016 e 2017 relativo à participação na discussão pública sobre a revisão do PDM do Porto, em conjunto com outras associações, a Campo Aberto iniciou em janeiro de 2017 um Ciclo Observatório do Urbanismo, constituído por tertúlias ou pequenos debates, que terá continuidade ao longo de 2018.

Continuaremos a intervir, quando acharmos necessário e tivermos capacidade, em questões prioritárias, por meio de comunicados públicos ou por outras formas, em domínios como os transgénicos, as alterações climáticas, a energia, a descarbonização da economia, a luta antinuclear, a defesa da árvore na cidade, a defesa dos parques e jardins, a sustentabilidade do interior e da ruralidade, a floresta autóctone, e outros temas em que temos vindo a intervir desde a fundação. Registe-se que a Campo Aberto subscreveu publicamente o Apelo para uma Aliança pela Floresta Autóctone, que apoia diretamente em termos logísticos e de gestão, indo por essa razão colaborar no Ciclo pela Floresta Autóctone, uma série de tertúlias ou pequenos debates que vão ser promovidos pela Aliança.

 No domínio da comunicação pública, continua em aberto a possibilidade de reeditar o livro O Culto da Natureza, do grande agrónomo e defensor da ruralidade e da natureza, Joaquim Vieira Natividade, cuja venda poderia reverter para a associação. Acrescente-se ainda o livro O Homem Que Plantava Árvores, a que é feita referência mais demorada mais adiante.

3. Acompanhamento institucional

A Campo Aberto continuará a acompanhar os problemas ambientais e ecológicos do concelho, incluindo em princípio através da sua presença no Conselho Municipal de Ambiente do Porto, caso este venha a ser convocado no atual mandato camarário. De modo formal, continuará também a acompanhar o Conselho Municipal de Ambiente de Vila Nova de Gaia e o Conselho Consultivo da Reserva Natural Local do Estuário do Douro, estruturas que a associação passou a integrar desde dezembro e setembro de 2016, respetivamente. Tentará igualmente acompanhar o processo participativo de elaboração e implementação do Plano de Gestão do Parque das Serras do Porto, uma paisagem protegida de âmbito regional criada em 15 de março de 2017 (Aviso n.º 2682/2017), iniciativa promovida pelos municípios de Gondomar, Paredes e Valongo, e para o qual a Campo Aberto foi convidada.

Quanto a outras instituições, na sequência dos anos anteriores, mantém-se a participação no CRE – Centro Regional de Excelência em Educação para a Sustentabilidade na AMP, com a possibilidade de divulgação recíproca de atividades, e outras eventuais formas de colaboração. Mantém-se também a possibilidade de vir a propor ao CRE uma parceria para a edição e divulgação de um livro (uma nova tradução do conto do escritor Jean Giono intitulada O Homem que Plantava Árvores, com edição financiada por um dos sócios da Campo Aberto, com a venda a reverter em parte para a associação), cujo conteúdo se enquadra perfeitamente nos objetivos do Projeto Futuro – 100 mil árvores para a AMP, dinamizado pelo CRE.  Prosseguirá a colaboração com a Plataforma Transgénicos Fora, com a Associação Colher Para Semear – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais, nosso sócio coletivo, e com a Associação Famalicão em Transição, no âmbito da iniciativa Carta de Famalicão.

4. Campanhas e Iniciativas Específicas

Os problemas do mundo rural e a proteção da natureza nos campos e serras, na agricultura e na produção e transformação de alimentos tem sido uma das vertentes constantes do nosso trabalho. No prolongamento da atenção que a Campo Aberto sempre deu a essas questões, e nomeadamente no seguimento do ciclo Cinema Com Terra, estaremos atentos a essa temática, que abordaremos sempre que se apresente oportunidade e tenhamos capacidade para tal.

A participação em campanhas ou o seu lançamento estão basicamente dependentes de voluntários, sócios ou não sócios, que queiram ter ou secundar as iniciativas que a Campo Aberto lhes tem sugerido, inclusive, e mais uma vez, através do seu e-sítio, ou por outros meios. Caso surjam disponibilidades, a associação estará atenta sobretudo nos domínios já mencionados, desde a conservação da natureza à luta antinuclear, desde o desinvestimento nos combustíveis fósseis à informação e debate sobre os transgénicos, e noutros domínios.

5. Passeios, visitas, tertúlias e debates

A associação prosseguirá em 2018 os passeios e visitas, atividades já habituais, bem como tertúlias, debates e atividades semelhantes.

Quanto a visitas, o calendário em anexo apresenta sobretudo visitas de médio e longo curso. Serão igualmente realizadas visitas de maior proximidade, em especial a espaços da Área Metropolitana do Porto, numa perspetiva convergente com a do livro recentemente editado.

6. Linhas de Trabalho

Anteriores grupos de trabalho sobre vários temas foram sendo substituídos pelo conceito de «linhas de trabalho» da associação que têm vindo a ser dinamizadas pelo Grupo de Apoio à Direção, sendo que se pretende que tais linhas prossigam e venham mesmo a ser aprofundadas. Grupos propriamente ditos incluem o Grupo da Biblioteca e Documentação, que tem já mais de 1500 livros registados e catalogados e mais de dez anos de trabalho continuado, persistente e estável, graças a três dedicadas voluntárias, e o Grupo Local de Pedroso, que procura combater localmente a ameaça de poluição de uma instalação industrial de tratamento de resíduos. Esses grupos prosseguirão as suas diligências ao longo do biénio 2017-2018.

Segue-se o Calendário Provisório de Atividades

Calendário de Atividades 2018

(provisório)

Parte das datas e atividades estão ainda sujeitas a confirmação ou alteração. Em muitos casos as datas são apenas pontos de partida, a confirmar ulteriormente.

Fevereiro de 2018

10 – Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Rio Tinto. Realizado.

24 – Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Gondomar. Realizado.

Março de 2018

17 – Primeiro debate do Ciclo pela Floresta Autóctone

Com o Professor Jorge Paiva

Organização: Aliança pela Floresta Autóctone

Apoio logístico e geral: Campo Aberto (entre outras associações)

24 – Assembleia Geral Ordinária. Jantar de Confraternização

Abril de 2018

13 –  Ciclo Observatório do Urbanismo

Espaços Verdes Urbanos e Saúde Pública

Arq.ª Paisagista Andreia Quintas

14 – Manhã: visita a Buçaquinho, Parque Urbano de Ovar e Rio Cáster

Tarde: Apresentação e debate do livro Espaços Verdes e Vivos em Espinho

28 – Visita à Serra de Arga, em colaboração com a associação Corema

Maio de 2018

5 – Ciclo Observatório do Urbanismo

Políticas Públicas na Cidade e Agricultura Urbana: Que Protagonistas?

(título provisório)

Arq.ª Cecília Delgado

12 – Segundo debate do Ciclo pela Floresta Autóctone

Com a Professora Helena Freitas

Organização: Aliança pela Floresta Autóctone

Apoio logístico e geral: Campo Aberto (entre outras associações)

26 – Visita a São Pedro do Sul e região

Junho de 2018

2 – Manhã: visita a espaços verdes e vivos na Maia

Tarde: apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos e do património natural da Maia

9 – Visita a Cabeço Santo e Pateira de Fermentelos

16 – Ciclo Os Nossos Rios: O Tejo, o Douro – Jornada

23 – Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Santo Tirso

Visita a espaços verdes e vivos em Santo Tirso

Julho de 2018

14 – Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Vale de Cambra

Visita a Património Natural e Paisagístico de Vale de Cambra

 Setembro de 2018

22 – Visita a Rio Ovelha e Amarante

29 – Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Póvoa de Varzim

Visita a Património Natural e Paisagístico de Póvoa de Varzim

Outubro de 2018

6 – Ciclo os Nossos Rios: o Vouga, o Mondego – Jornada

13 – Terceiro debate do Ciclo pela Floresta Autóctone

Organização: Aliança pela Floresta Autóctone

Apoio logístico e geral: Campo Aberto (entre outras associações)

20 –  Visita à Reserva Natural Local do Estuário do Douro em Gaia

Apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos em Vila Nova de Gaia

Novembro 2018

10 – Quarto debate do Ciclo pela Floresta Autóctone

Organização: Aliança pela Floresta Autóctone

Apoio logístico e geral: Campo Aberto (entre outras associações)

23 – Feirinha de Natal: abertura.

Seguimento: dias 23, 24, 26, 27, 28 e 29

24 – Festa de Natal

29 – Encerramento da Feirinha

 

 

 

 

 

 

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Categorias: Iniciativas, Notícias

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