• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

ÚLTIMO DEBATE

Estão abertas inscrições para o sétimo e último debate deste ciclo, Cidade sustentável – ambiente, sociedade, economia, que decorrerá no sábado 25 de março, às 15:00, como habitualmente na Rua Álvares Cabral, 144, no Porto (Ordem dos Advogados Secção Regional Norte). Inscrições gratuitas mas necessárias, devendo o respetivo formulário ser preenchido e enviado conforme as instruções nele contidas.

Poderá adquirir na banca da Campo Aberto, à entrada para o debate, o livro, de autoria de João Seixas, um dos oradores deste último debate (Edições Afrontamento), Cidade na encruzilhada. Repensar a cidade e a sua política, e ainda os livros Reflectir o Porto e a região metropolitana do Porto (€5,00), Um Porto de Árvores (€10,00), Uma casa mais saudável, uma família mais feliz (€14,00) e o n.º 16 da revista Eco123 com destaque na ecoconstrução e nas alternativas energéticas (€5,00).

2017-03-22

 

Direito-Cidade-novasdatas-2

Gravação dos quatro primeiros debates, realizados em 15 de outubro, 5 de novembro, 25 de novembro de 2016 e 14 de janeiro de 2017

As gravações audio dos quatro primeiros debates estão já disponíveis no e-sítio da Rádio Manobras, com cujo apoio este ciclo conta e a quem os organizadores agradecem. Obrigado igualmente a Vítor Silva, Olívia Guerra e Adriana Castro que tornaram possível essa gravação.

Sinopses escritas dos debates já realizados

Estão a ser elaboradas e a maior parte consta já da rubrica «O Direito à Cidade – Sinopses e Gravações». Uma súmula do primeiro debate está já disponível neste e-sítio da Campo Aberto.

Veja também:
QUE CIDADE VAI SER O PORTO?

CICLO DE DEBATES A PROPÓSITO
DA REVISÃO DO PDM DO PORTO

Associações, grupos, iniciativas, que atuam na região do Porto concertaram esforços para lançarem um ciclo de debates de entrada livre a propósito da revisão em curso do Plano Diretor Municipal do Porto.

Paralelamente ao Parque da Cidade (Ocidental), esta vista dos terrenos da UOPG de Nevogilde. Quando estamos perante as últimas e escassas zonas livres de urbanização, a ideia de que «fazer cidade» é ocupar com urbanizações todos os espaços ainda livres é um sintoma da patologia do congestionamento urbano moderno tão certeiramente denunciada pelo grande sociólogo, historiador e urbanista Lewis Mumford, no seu clássico livro A Cultura das Cidades.

Paralelamente ao Parque da Cidade (Ocidental), encontramos esta vista dos terrenos destinados à UOPG de Nevogilde. Quando estamos perante as últimas e escassas zonas livres de urbanização, a ideia de que «fazer cidade» é ocupar com construção todos os espaços ainda não impermeabilizados é um sintoma da patologia do congestionamento urbano moderno tão certeiramente denunciada pelo grande sociólogo, historiador e urbanista Lewis Mumford, no seu clássico livro A Cultura das Cidades.

No seguimento desses esforços de cooperação interassociativa, a AMO Portugal – Associação Mãos à Obra Portugal, a APRUPP – Associação Portuguesa de Reabilitação Urbana e Proteção do Património, a Campo Aberto – associação de defesa do ambiente, o Espaço Musas – Horta Comunitária da Fontinha, o FAPAS – Fundo de Proteção para os Animais Selvagens, o MIA – Movimento de Intervenção Ambiental de Vila Nova de Gaia (como observador participante), o NDMALO – Núcleo de Defesa do Ambiente de Lordelo do Ouro, a OPE – Organização para a Promoção dos Ecoclubes e a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, a que se juntou também a Ordem dos Arquitetos, Secção Regional Norte, estão a promover uma série de sete debates abertos ao público, de inscrição gratuita, com início em 15 outubro de 2016  e que se prolongará em princípio até 11 de março de 2017. Serão sempre num sábado às 15:00 (até cerca das 18:00).

Os sete debates decorrerão todos eles nas instalações da Ordem dos Arquitetos, na Rua Álvares Cabral n.º 144 (do lado direito de quem sobe, mais perto da Rua de Cedofeita que da Praça da República).

INSCRIÇÕES NOS PRÓXIMOS DEBATES!

As inscrições para cada debate serão gratuitas mas necessárias para garantir vaga a cada inscrito e vão estando abertas  no e-sítio da Ordem dos Arquitetos – Norte:

http://www.oasrn.org/cultura.php?id=495

O ciclo é patrocinado pela firma J. Pinto Leitão, pelo Hotel Mercador Guesthouse, na Rua Miguel Bombarda, 382, Porto, e por Schmitt+Sohn Elevadores. Tem ainda o apoio da Rádio Manobras, que colocará posteriormente em linha uma gravação áudio de cada debate feita pelos organizadores.

 

mercador logo-jpl
schmit-elevadores logo-r-manobras

 

 

DEBATES JÁ REALIZADOS
Pode encontrar neste sítio uma sinopse um pouco mais pormenorizada do primeiro debate. Gravações áudio de alguns dos debates podem ser ouvidas através da Rádio Manobras.

1. Participação do cidadão na definição da política urbana do Porto
15 de outubro de 2016, às 15:00
Ouça a gravação.

Nele esteve prevista de início uma intervenção de Nuno Quental, engenheiro do ambiente e ex-presidente da Campo Aberto, doutorado em engenharia do território pelo Instituto Superior Técnico, a trabalhar atualmente em investigação e inovação na área da energia na Comissão Europeia, que, no entanto, não pôde estar presente devido a doença que exige resguardo médico. No entanto, foram invocados pelo moderador os motivos de ter sido convidado e enunciadas perguntas que tencionava fazer-lhe caso tivesse podido estar presente bem como temas relacionados com a história recente da participação cidadã em questões urbanísticas no Porto emque foi interveniente.

A parte inicial teve por isso apenas comunicações de Paulo Duarte, advogado com intervenção em vários processos relacionados com a política urbana do Porto, vice-presidente do conselho regional do Porto da Ordem dos Advogados, e José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro, investigador, entre outros temas, de metodologias em planeamento do território, planeamento colaborativo e movimentos cívicos. Foi moderado por José Carlos Costa Marques, atual presidente da Campo Aberto, seguindo-se o debate com o público.

O Vereador do Urbanismo da Câmara Municipal do Porto, Manuel Correia Fernandes, Arquiteto e Professor de Arquitetura, a convite da organização, aceitou não só estar presente como, no final, fez um comentário e um pequeno balanço e apreciação sobre o que tinha ouvido nessa tarde.

Inscreveram-se 71 pessoas e estiveram efetivamente presentes um número próximo desse.

2. Reabilitação urbana integrada no contexto da revisão do PDM
5 de novembro de 2016, às 15:00
Ouça a gravação.

Este debate, coordenado pela APRUPP – Associação Portuguesa de Reabilitação Urbana e Proteção do Património, foi moderado pelo seu presidente, Daniel Miranda, e teve como primeiros intervenientes Helda Mendes Ramalho, licenciada em Planeamento Regional e Urbano pela Universidade de Aveiro, doutorada na Universidade de Valladolid, docente na Escola Superior Artística do Porto onde rege as cadeiras de Ordenamento da Paisagem e do Território, Economia Urbana e Ecologia Urbana; Fabiana Pavel, do CIAUD – Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design e da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa;  Francisco Barata Fernandes, Professor Associado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, docente de Estudos Avançados em Património Arquitetónico; e Miguel Bandeira, Vereador do Urbanismo na Câmara Municipal de Gaia.

3. Estrutura ecológica municipal, verde urbano e biodiversidade
26 de novembro de 2016, às 15:00
Ouça a gravação.

O terceiro debate foi moderado pelo jornalista Abel Coentrão (secção Local Porto do jornal Público) e contou  como primeiros intervenientes com Serafim Riem, economista, especialista em arboricultura, fundador da Quercus e do FAPAS, de que é atualmente presidente executivo; Nuno Gomes Oliveira, biólogo, criador do Parque Biológico de Gaia e diretor da Reserva Natural Local do Estuário do Douro;   Mafalda Sousa, engenheira do ambiente, ex-dirigente da Campo Aberto, que foi com Nuno Quental impulsionadora e coordenadora em 2006-2009 da Campanha 50 Espaços Verdes em Perigo e a Preservar; e Paulo Farinha Marques, arquiteto paisagista, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

4. Mobilidade e Transportes
14 de janeiro de 2017
Gravação disponível.

Este debate foi moderado pela Professora Cecília Silva e teve como intervenientes Patxi Lamíquiz, Arquiteto, Professor Associado e Investigador na ETSAM (Escuela Técnica Superior de Arquitectura) de Madrid; Manuel João Ramos, Antropólogo, Professor Associado no ISCTE e membro da Direcção da Global Alliance of NGOs for Road Safety; Mário Meireles, Engenheiro Informático, quadro técnico dos Transportes Urbanos de Braga e membro da Direcção da Associação Braga Ciclável; Nuno Gomes Lopes,
 Arquiteto, Vice-Presidente da Associação Comboios XXI e membro da ACdP–Associação de Cidadãos do Porto.

5. Urbanismo bioclimático
4 de fevereiro de 2017, às 15:00

Este debate, que foi moderado  por Olívia Guerra, arquiteta e investigadora na ETSAM- Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid, teve como principais intervenientes Ester Figueras, da ETSAM, arquiteta; Professor Eduardo de Oliveira Fernandes,  Ana Monteiro, Professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e ainda um contributo de Fernando Brandão Alves, professor associado na FEUP – Faculdade de Engenharia do Porto.

6. Gestão de resíduos urbanos
11 de março de 2017, às 15:00

Este debate foi moderado por Elisabete Moura, engenheira do ambiente e arquiteta (Quercus Porto), e teve como intervenientes principais: Carmen Lima, engenheira do ambiente (responsável pelo Centro de Informação sobre Resíduos/Quercus), presente através de um vídeo por impossibilidade imprevista de estar presente; Emanuel Monteiro, licenciado em educação social (gestor da Unidade de Educação e Formação Ambiental da LIPOR),  Ana Milhazes Martins, socióloga (embaixadora do Movimento Zero Waste em Portugal e fundadora do grupo Lixo Zero Portugal) e Madalena Alves, Professora na Universidade do Minho (e investigadora do Centro de Engenharia Biológica da UM).

PRÓXIMO E ÚLTIMO DEBATE

7. Cidade sustentável: ambiente, sociedade, economia
25 de março de 2017, às 15:00

Intervenções iniciais
– João Seixas (geógrafo, professor e investigador do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa)
– Manuel Jacinto Sarmento (licenciado em estudos portugueses, professor associado do Departamento de Ciências Sociais da Educação, do Instituto de Educação da Universidade do Minho) [a confirmar]
– Margarida Queirós (geógrafa, professora auxiliar do IGOT e investigadora do Centro de Estudos Geográfico da Universidade de Lisboa) [a confirmar]
– Fernando Florêncio (antropólogo, professor auxiliar do Departamento de Ciências da Vida, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra) [a confirmar]
Moderação: António Verdelho (Campo Aberto) e Joana Silva (Organização para a Promoção de Ecoclubes)

 

Uma imagem insólita, no interior de Nevogilde, entre a Avenida da Boavista e a Praça do Império, território que o PDM de 2005 destinou a uma UOPG com urbanização intensa apesar de estar previsto também um pequeno parque. Mas zonas livres como estas, as últimas no Porto, não se fabricam depois de betonadas! A Campo Aberto tem defendido, apesar de saber que é uma defesa quixotesca, a sua não impermeabilização. Sanchos há já muitos, não precisam de nós!

Uma imagem insólita, no interior de Nevogilde, entre a Avenida da Boavista e a Praça do Império, território que o PDM de 2005 destinou a uma UOPG com urbanização intensa apesar de estar previsto também um pequeno parque. Mas zonas livres como estas, as últimas no Porto, nunca mais se poderão «fabricar» depois de betonadas! A Campo Aberto tem defendido, apesar de saber que é uma defesa quixotesca, a sua não impermeabilização. Sanchos há já muitos, não precisam de nós para esse papel! Ouve-se por vezes criticar a «utopia ecológica» de trazer o campo para a cidade! Grande equívoco: o campo sempre esteve presente na cidade. O que está em causa é evitar que se expulse definitivamente o pouco que resta de campo na cidade! Coisa bem diferente!

 

 

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Um comentário até agora.

  1. Viva a participação ! Deveria ainda ser alargada a temas do interesse da região onde há interesses comuns!

    Caros amigos da ADEP: teríamos todo o gosto em colaborar com a ADEP em assuntos de interesse comum. Aguardamos que nos façam sugestões concretas para esse efeito. Saudações cordiais da Campo Aberto.

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