• Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto

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APOIO ATRAVÉS DE COMPRA DE 20 EXEMPLARES
A PARTIR DA DATA DE IMPRESSÃO DO LIVRO (SETEMBRO 2017)

Colocado em 4 de fevereiro de 2019

A Freguesia de Campanhã, no Porto, requereu-nos a encomenda e compra de 20 exemplares alguns dias antes da apresentação do livro que decorreu no auditório da Freguesia no sábado, 2 de fevereiro de 2019 (mais abaixo, pormenores sobre essa apresentação), associando-se assim à divulgação do ideário que o livro exprime: um futuro assente na revalorização, recuperação, regeneração dos valores naturais, ecológicos e  paisagísticos no território da AMP.


Colocado em 19 de junho de 2018

Além dos 7 municípios e da LIPOR (ver mais abaixo) que apoiaram a edição deste livro comunicando-nos antes da sua impressão a sua disponibilidade para a compra de 50, 20 ou 10 exemplares, o Município de Gondomar requereu-nos a futura encomenda e compra de 20 exemplares no período que se seguiu ao início da apresentação do livro já depois de impresso.

A Campo Aberto agradece.

APRESENTAÇÃO PÚBLICA NA FREGUESIA DE CAMPANHÃ
2 de fevereiro de 2019, às 15:30
Colocado em 4 de fevereiro de 2019

A apresentação decorreu no auditório da Freguesia de Campanhã, na rua Ferreira dos Santos, 57, no Porto, num edifício adaptado de uma antiga escola primária. Depois da apresentação do livro Espaços Verdes e Vivos, a cargo da Campo Aberto, o Eng. Francisco Mesquita Guimarães apresentou uma interessante panorâmica sobre as Quintas de Campanhã, com várias alusões ao passado e presente rural da freguesia. Seguiu-se um debate com os participantes, muito animado, com numerosas intervenções, que só terminou quando se atingiu o limite horário de funcionamento do auditório.

Foram abordados temas como a ruralidade na freguesia, os núcleos de pequenas aldeias rurais e a possibilidade da sua recuperação, o papel motor do Parque Oriental na melhoria das condições de vida na freguesia, as suas dimensões originárias e as já construídas como parque, o projeto inicial de um Parque Agroflorestal e da sua relativa indefinição hoje, a Quinta de Salgueiros, seu valor e sua utilização como viveiro e arboreto por parte do Futuro – projeto das 100 000 árvores, a importância da triagem de resíduos, em especial os orgânicos, a proliferação de estruturas pesadas que ainda continua a limitar a qualidade de vida na freguesia apesar de promessas já antigas de deixar de utilizar o seu território em infraestruturas que o têm esventrado, e outros aspetos. Na assistência havia vários pessoas com ligações profissionais ou de projetos à freguesia, incluindo o próprio Projeto das 100 000 árvores já aludido, a LIPOR, antigos autarcas da freguesia, arquitetas paisagistas que trabalham atualmente sobre Campanhã, professores, sacerdotes, e cidadãos diversos, residentes ou não em Campanhã.

Embora não tendo podido estar presente, e lamentando a sua ausência, o Professor e Geógrafo José Alberto Rio Fernandes enviou-nos algumas questões que considera decisivas para o futuro de Campanhã. Entre os projetos a consensualizar entre Porto e Gondomar, e que tocam o território de Campanhã, sugere que se considerem os seguintes: – prolongamento do percurso ao longo do rio Tinto até à sua foz, – melhoria do percurso pedonal da marginal do Porto e seu prolongamento até ao percurso de Gondomar (associado ao Programa Polis); – valorização das margens do rio Torto, com aumento das possibilidade de usufruto; – consideração de canal do metro para Gondomar que permita valorizar espaços desqualificados; – intervenção para gestão das “plumas” ou erva das pampas; – medidas ativas de combate à poluição dos rios Tinto e Torto.

A sessão foi organizada pela Campo Aberto com apoio da Junta de Freguesia de Campanhã e do jornal e associação O Progresso da Foz. A Campo Aberto agradece de modo especial ao Presidente Ernesto Santos, e também ao Senhor Fernando Santana, Vogal de Ambiente da Junta, bem como ao pessoal da mesma que colaborou diligentemente para esta realização. Agradece ainda aos membros de O Progresso da Foz que acompanharam os preparativos desta apresentação: Francisco Mesquita Guimarães, que enriqueceu muito o debate com a sua comunicação, José Fernando Magalhães, que representou formalmente o jornal, o Professor e Escritor José Figueiredo, Rodrigo Meireles e Joaquim Pinto da Silva, este último sendo o primeiro que nos abriu o caminho para esta convergência. Do lado da Campo Aberto, um agradecimento especial a Eduarda Pinto e Esmeralda Coelho. A divulgação contou com a colaboração gráfica de Margarida Silva e Hugo Sousa, a quem agradecemos igualmente.

Imagem de arvoredo em Campanhã

APRESENTAÇÃO PÚBLICA EM VALE DE CAMBRA
sábado, 27 de outubro de 2018, às 10:00
Colocado em 4 de fevereiro de 2019

Prosseguindo a rota pelos municípios da Área Metropolitana do Porto tendo em vista dar a conhecer e debater o nosso livro Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto, e igualmente o património natural da AMP, aportámos no final de outubro de 2018 ao concelho de Vale de Cambra e à Serra da Freita. Esta jornada resultou bem expressiva do que pretendemos com esse périplo, unindo o conhecimento e o debate à fruição da natureza e da paisagem e ao incentivo à sua conservação e, quando for o caso, à sua regeneração.

Vista de Paraduça, aldeia da Serra da Freita, no concelho de Vale de Cambra

Em coorganização da Campo Aberto e da Câmara Municipal de Vale de Cambra, e com a colaboração e apoio da Associação Rede Scientiae, com sede nesse concelho, e igualmente da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Promoção Cultural de Paraduça, decorreu no sábado 27 de outubro de 2018 uma visita ao concelho de Vale de Cambra e à Serra da Freita, especificamente à aldeia de Paraduça e seu entorno.

Da parte da manhã, foi feita a apresentação, em sala da sede do município, do livro Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto, editado pela Campo Aberto. As boas-vindas foram dadas pelo Vereador do Ambiente, José Alexandre Pinho, que abriu a sessão e a quem a Campo Aberto fica a dever o empenho e cuidado com que nos acompanhou na preparação e execução desta jornada.

A par da apresentação do livro, a sessão consistiu em duas comunicações: Um olhar sobre o património natural e paisagístico de Vale de Cambra, por Joel Santos, técnico de equipa multidisciplinar do município, e A Vida no Vale – uma História Natural sobre Vale de Cambra, por Pedro Suarez, jovem estudioso da flora, fauna e geologia local. A sessão foi encerrada pelo Presidente da Câmara Municipal de Vale de Cambra, José Pinheiro. Nela referiu a sua convicção de que a cidadania metropolitana pode e deve ser uma dimensão cívica importante para todos os habitantes da AMP, que poderão encontrar numerosos motivos de fruição nos seus 17 concelhos, tendo igualmente referido, com preocupação, os problemas, visíveis também em Vale de Cambra, relacionados com os fogos frequentes e com um coberto vegetal e uma paisagem que dificultam a solução, questão que tinha já sido aflorada pelos oradores do início da sessão. Não deixou no entanto de se mostrar esperançado no futuro do concelho, cuja vitalidade económica realçou.

Dado o adiantado da hora, foi breve o debate que se seguiu, embora elucidativo. Estiveram presentes talvez cerca de 45 pessoas, entre participantes vindos do Porto e Grande Porto e mais de vinte originários do concelho de Vale de Cambra.  Ao fim da manhã, os participantes provenientes do Porto e outros concelhos do Grande Porto partiram para Paraduça, pequena aldeia da freguesia de Arões, na Serra da Freita, juntamente com o Vereador José Alexandre Pinho e elementos da Associação de Paraduça, que nos acolheram com grande generosidade, em que se incluiu um excelente almoço rústico na sede da mesma associação. Caldo à lavrador, broa, rojões, vinho verde da terra e água e café à moda antiga (em panela), foi a ementa, com destaque para a excelente broa de fabrico local e tradicional, a justificar a irradiação da Casa da Broa sobre a qual os naturais e residentes  esperam centrar o impulso que desejam imprimir à revitalização da aldeia.

A seguir ao almoço, e numa higiénica atividade post-prandial, deu-se início à prevista caminhada, num percurso circular em torno da aldeia, com destaque para a zona das hortas e visita aos moinhos de rodízio, num total de 4,6km, ao longo de cursos de água e de levadas e tanques de rega.

Por toda a ajuda recebida, a Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de Vale de Cambra e ao seu Vereador do Ambiente, José Alexandre Pinho, à Associação para o Desenvolvimento Turístico e Promoção Cultural de Paraduça, em especial a Pedro Fernandes Ferreira, um dos seus fundadores, e ainda à Associação Rede Scientiae, em especial Tiago Fernandes e Cláudia Almeida, bem assim como ao Professor  e Biólogo Jorge Paiva, que nos proporcionou o contacto com esta última. Agradecemos igualmente a cedência das imagens que ilustram esta nota, que são anteriores à atividade descrita e não incidem sobre ela, sendo aqui utilizadas unicamente a título de ilustração.

Caminhando por Paraduça, na Serra da Freita, no concelho de Vale de Cambra

 

SEGUNDA E TERCEIRA APRESENTAÇÕES PÚBLICAS DO LIVRO
ESPAÇOS VERDES E VIVOS – UM FUTURO PARA A ÁREA METROPOLITANA DO PORTO
Colocado em 17 de janeiro de 2018

Nota prática: se apoiou a edição deste livro pré-comprando-o e ainda o não levantou, poderá levantá-lo numa das duas próximas sessões públicas de apresentação, abaixo anunciadas. Se puder prevenir-nos alguns dias antes de que o irá fazer, ficamos gratos: contacto@campoaberto.pt

10 DE FEVEREIRO DE 2018, às 15:15, EM RIO TINTO, NA JUNTA DE FREGUESIA DE RIO TINTO
Largo do Mosteiro, s/n Tel. 224 890 287
Entrada livre e gratuita – não é necessária inscrição. Para outras informações: 918 527 653

Abertura: Presidente da Junta de Freguesia, Nuno Fonseca
Apresentação da campanha que deu origem ao livro:
José Carlos Costa Marques, presidente da direção da Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Comentário sobre o livro:
Jorge Leandro Rosa, membro da mesma direção, Professor e Investigador do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto
Comentário pelo Movimento em Defesa do Rio Tinto
Troca de impressões sobre o Património Natural e Paisagístico da Freguesia de Rio Tinto
Debate com o público presente

24 DE FEVEREIRO DE 2018, às 16:00, EM GONDOMAR, NO CLUBE GONDOMARENSE
Rua do Monte Crasto, 19  tel. 224 830 431
Entrada livre e gratuita – não é necessária inscrição. Para outras informações: 918 527 653

Boas-Vindas: Manuel Fernando Rosas, Presidente do Clube Gondomarense
Abertura: Presidente da União de Freguesias S. Cosme, Jovim e Valbom, António Braz
Apresentação da campanha que deu origem ao livro:
José Carlos Costa Marques, presidente da direção da Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Comentário sobre o livro:
Jorge Leandro Rosa, membro da direção, Professor e Investigador do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto
Comentário de José Alberto Rio Fernandes, Professor na Faculdade de Letras do Porto e Investigador no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (Porto)
Breve apresentação do Património Natural e Paisagístico do Concelho de Gondomar
por técnicos do Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Gondomar,
Debate com o público presente
Encerramento: Vereador do Ambiente, José Fernando Moreira

ESTE LIVRO ESTÁ JÁ DISPONÍVEL!
Contactámos já todos os que aderiram à pré-compra deste livro (ver abaixo) para combinar com eles a forma de lhes ser entregue o seu ou os seus exemplares. No entanto, nem todos retiraram ainda o seu ou os seus exemplares.

Se não recebeu o nosso contacto, ou se tem alguma dificuldade em retirar o seu ou seus exemplares, poderá ter a iniciativa de nos contactar: 918527653.

Pode também ser já adquirido na nossa sede no horário de abertura ao público (quartas das 15:00 às 17:00; quintas das 11:00 às 14:00, na Rua de Sta Catarina, 730 – 2.º andar, no Porto, ou em outro dia/hora a combinar: 918527653).

PRIMEIRA APRESENTAÇÃO PÚBLICA DE
ESPAÇOS VERDES E VIVOS
Colocado em 3 de outubro de 2017

Convite a participar na primeira sessão de apresentação pública do livro
Espaços Verdes e Vivos – um Futuro para a Área Metropolitana do Porto
que decorrerá no sábado 14 de outubro, às 17:00, no Museu Municipal de Valongo (Rua de S. Mamede, tel. 222 426 490, na cidade sede do concelho).

A recente criação do Parque das Serras do Porto (que abrange também os concelhos de Gondomar e Paredes), parque com sede em Valongo e em cujo processo de fundação este município teve intervenção de relevo, levaram-nos a optar por este local,  já que a criação deste Parque constituiu importante passo na defesa do património natural e paisagístico da região e de toda a Área Metropolitana.

Após a abertura da sessão pelo Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, ou por seu representante, a direção da Campo Aberto apresentará este livro por si editado e a campanha que esteve na sua génese.

Seguidamente, a cargo de técnicos do Departamento de Ordenamento do Território e Ambiente, será apresentada uma visão de conjunto do património natural e paisagístico do concelho de Valongo, com destaque para os três espaços incluídos no mesmo livro.

A sessão termina com um debate aberto aos participantes sobre os temas apresentados, com encerramento previsto pelas 19:00.

O livro estará à venda na sessão ao preço de venda ao público (€20,00 por exemplar).
Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Se não puder estar presente, pode adquirir o livro pelo correio (+ despesas de expedição e portes, €2,00, ou seja, por €22,00).

Envie nome e morada completa e comprovativo de pagamento para: contacto@campoaberto.pt,

NIB 003507300003575610354

 

Mais informações:
Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto «de certo modo, é um livro de memórias pois reporta-se a uma campanha levada a cabo em 2006-2008. Entretanto os autores revisitaram os lugares, atualizaram a informação e conferiram maior coerência e sentido crítico ao conjunto» (no Prefácio de Teresa Andresen, Professora Jubilada da Faculdade de Ciências do Porto, Arquiteta Paisagista).

O livro está estruturado em três partes: na primeira descreve-se a metodologia de trabalho participativo e cidadão com que foi realizada a campanha de propostas de espaços em perigo a preservar na AMP; na segunda descrevem-se e revisitam-se os espaços selecionados em cada um dos nove concelhos que então constituíam a AMP (Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia); na terceira, aponta-se para o futuro através de um curto posfácio, descrevem-se espaços verdes de interesse nos oito concelhos que só mais tarde integraram a AMP, e inclui-se uma Revista de Imprensa da época sobre a campanha e ainda alguns índices remissivos minuciosos que reforçam o valor deste livro como ferramenta de pesquisa.

Autoria e edição: Campo Aberto – associação de defesa do ambiente, 2017; 212 páginas, formato 29,5 x 18,5 cm, numerosas fotografias, mapas e esquemas, totalmente a cores; PVP €20,00. (+ €2,00 para expedição e portes, €22,00)

contacto@campoaberto.pt
Informação complementar (anterior)

Veja, do alto desta coluna para o fundo:

a-entidades e cidadãos que já apoiaram a edição do livro Espaços Verdes e Vivos
b-financiamento cidadão ou popular (crowdfunding informal) 
c- o que é o livro; como surgiu; para que serve

a
VIABILIZANDO A EDIÇÃO DO LIVRO
ESPAÇOS VERDES E VIVOS – UM FUTURO PARA A
ÁREA METROPOLITANA DO PORTO

Do prefácio escrito pela Arq.ª Teresa Andresen
… um livro para nos mobilizar a todos para a conservação e fruição
do nosso património numa atitude contemporânea e, ainda, 
para o reconhecimento do importante contributo identitário
para o significado de pertencer, trabalhar, inovar,
viver, promover a AMP! A Campo Aberto está de parabéns!

JUNTE O SEU NOME AO DELES!

Aderiram à pré-compra deste livro, tornando-se assim co-editores/financiadores dele, alguns cidadãos, entidades de cidadania e empresas particulares: Alexandra Serra, Ana Maria Lopes Neto Barroca, Ana Maria Costa Marques Barreto, Ângelo Augusto Queirós Monteiro, António José Verdelho Vieira, APRISOF – Associação de Proteção dos Rios Sousa e Ferreira, Artur Jorge Pereira Duarte, Cidália H. Santos Machado, Casa da Horta – Porto, Cláudio Miguel Fernandes Anes, Diogo Filipe Ricou Gomes Pina, Frederico Lira, FUTURO – projeto das 100.000 árvores na AMP, Grupo Local de Pedroso da Campo Aberto, Helena Cerveira Pinto, Isménia Maria Côrte-Real Oliveira,  Isolina Maria Pereira, Jaime Prata Dias dos Santos, João Alberto Brandão Alves Pimenta, João Manuel Barbosa Lourenço, João Paulo Ferreira Machado, Joaquim Miguel Rangel Costa, Joaquim Pinto da Silva, José Francisco de Paiva Bento Junqueira, José Manuel Machado, José Manuel Mendes dos Santos, José Manuel Ribeiro Gouveia Gomes, Laurinda de Sá Carvalho Dias Ferreira, Lucília Maria Côrte-Real Oliveira Azevedo, Luís Manuel Ferreira Guedes, Luís Nuno Ferreira Pacheco Quental, Mafalda Amorim de Sousa, Manuel Cabral Fernandes, Margarida Carvalho e Silva, Margarida Maria Pinto Barbedo Magalhães,  Maria Alcina Moreira da Costa e Silva, Maria Antónia Malheiro Huet Bacelar, Maria Alice dos Santos Moreira Gomes Pereira, Maria Dalila Antelo Teixeira Pinto, Maria Dalila Oliveira Reis, Maria Eduarda Pereira Pinto, Maria F. Sousa Caldas, Maria de Fátima Lemos Oliveira e Sousa, Maria Graciete Fernandes Teixeira, Maria Irene Marques Pereira, Maria Manuel Figueiredo, Maria Manuela S. A. Araújo, Margarida Pereira Pinto de Almeida Mendes, Marta Pinto, M. Manuela Ramos Faria, Neoturf Espaços Verdes Lda, Nise Maria Carvalho de Miranda, Pedro Jorge Pereira, Raquel Henriques Ramalho Ribeiro, Rute Arouca Teixeira, Sílvia Belo, Silvino Conceição Rodrigues Bacelar, Turma B – 9.º Ano – Ano letivo de 2016-17 – Freamunde da Escola Secundária D. António Taipa, Viveiros Mário Mota.

Este livro (mais ao fundo, em secção separada, encontra mais informação sobre ele) vai atualizar e tornar mais presente a campanha cuja primeira fase a Campo Aberto realizou entre 2006 e 2009 para a preservação prioritária de 50 espaços verdes em perigo na Área Metropolitana do Porto – AMP, que, ao iniciar-se a campanha, era constituída por nove municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia.

De todos esses municípios recebemos e agradecemos o auxílio que nos deram, entre 2014 e 2016, para atualizar parte das informações então recolhidas. Todos estão também a ser contactados no sentido de ajudarem a viabilizar a edição em preparação, através de manifestação de interesse em adquirir alguns exemplares, num valor global por município de €500,00 (não se trata de subvenção ou subsídio, mas de uma simples compra, destinada a ofertas, inclusive a bibliotecas públicas ou  de escolas, e semelhantes). Recebemos já adesão concreta por parte de alguns deles (de disponibilidade para vir a colaborar com aquele valor ou, num caso, em valor superior), manifestação de abertura por parte de alguns outros, e de outros aguardamos ainda uma resposta. No quadro abaixo encontrará os logotipos dos municípios do primeiro daqueles três grupos (adesão concreta). Também no próprio livro, ao ser editado em papel, os logotipos serão incluídos. À medida que outros municípios possam ir concretizando uma adesão, irão igualmente sendo aqui colocados os seus logotipos.

 

Logo Serras Porto

O novo e recente Parque das Serras do Porto reúne três municípios que têm no livro Espaços Verdes e Vivos referências ao seu valioso património ecológico, natural e paisagístico.

 

Temos já também a adesão concreta de um patrocínio da LIPOR, num valor total de €2 000,00. Inserimos no mesmo quadro o correspondente logotipo. Municípios dos 9 iniciais que já manifestaram adesão concreta são Maia, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila Nova de Gaia e, dentre os 8 que mais tarde integraram a AMP, Vale de Cambra (num valor de metade do acima referido já que a informação contida no livro sobre esses municípios, só mais tarde integrantes da AMP, é mais reduzida). Outros, como Espinho e Gondomar (dos 9 iniciais) e Paredes e Santo Tirso (dos 8 ulteriores) manifestaram abertura, estando em análise a modalidade de a concretizarem. Com outros como Matosinhos e Porto (dos 9), e Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, São João da Madeira, prosseguem os contactos e aguarda-se o desfecho.

logosCAlivroDe facto, oito dos municípios que hoje constituem a AMP não a integravam ainda quando do início da campanha que motivou o livro. No entanto, a todos (Arouca, Oliveira de Azeméis, Paredes, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra) solicitámos informações embora resumidas e obtidas pelos seus próprios serviços técnicos (e não, como na campanha, com ampla intervenção pública de cidadãos a título individual e de algumas entidades, a título coletivo), sobre espaços de valor natural, paisagístico e ecológico no respetivo concelho. Todos acederam gentilmente ao nosso pedido, tendo sido elaborado com essa informação um anexo que virá incluído no final do livro. A todos manifestamos o nosso agradecimento.

Note-se que a Campo Aberto, como entidade parceira integrante do Projeto Futuro – 100 mil árvores, nele partilha com todos esses municípios um espaço comum de reflexão e cooperação, com objetivos pelo menos em parte semelhantes em matéria de sustentabilidade.

b
FINANCIAMENTO CIDADÃO OU POPULAR
(CROWDFUNDING INFORMAL)

JUNTE O SEU NOME AO DELES! AO ALTO, NA ALÍNEA a), VEJA
O NOME DOS CIDADÃOS QUE JÁ ADERIRAM A ESTE FINANCIAMENTO CIDADÃO.

Existe hoje em dia um tipo de financiamento popular formalizado na internet, com regras rígidas, que no entanto nada inventou propriamente: já no século XIX se faziam em Portugal subscrições públicas para erguer estátuas a figuras nacionais que os poderes públicos não homenageavam, para dar apenas um exemplo. O que propomos aqui é uma espécie de crowdfunding mas informal embora sério e responsável, através de um sistema de pré-compra do livro Espaços Verdes e Vivos.

Com ele, os cidadãos a título individual podem desde já ajudar a viabilizar a edição, quer os que moram e/ou trabalham nalgum dos concelhos da Área Metropolitana do Porto, quer qualquer outro cidadão que reconheça o interesse deste trabalho e o queira apoiar. É desse modo possível participar nessa espécie de financiamento popular («crowdfunding») informal, numa relação direta entre cada interessado e a associação que edita o livro, com base na confiança entre as partes. Cada«financiador» receberá, logo que o livro seja editado, um número de exemplares correspondente ao montante do seu «financiamento» individual. A não ser que expressamente declare que o não quer, cada «financiador» terá o seu nome reconhecido neste e-sítio, como forma de agradecimento.

 

Vale do Rio Ferreira em Valongo – cortesia do Município de Valongo

 

Este financiamento cidadão ou popular consiste na pré-compra de um ou mais exemplares do livro. O preço por exemplar é o preço de venda ao público no circuito livreiro, que será de €20,00, inferior em  20 por cento ao preço institucional acima indicado para entidades (visto este último ser um preço de apoio).

Assim que o livro estiver impresso (embora nos seja de momento impossível garantir uma data certa, prevemos que tal possa acontecer até à segunda quinzena de julho de 2017), os exemplares pré-comprados serão enviados a cada «financiador» (ou por este levantados na nossa sede).

 

Castro de São Paio – Paisagem Protegida – cortesia do Município de Vila do Conde

 

O livro deverá ter cerca de 200 páginas de grande formato (18 x 29,5 cm) em bom papel, quase todas ilustradas a cores com numerosas imagens dos locais descritos ou mencionados, terá capa reforçada com badanas completas e um cuidadoso arranjo gráfico que facilita a leitura e utilização incluindo por meio de índices remissivos e outros anexos.

Torne-se um dos «financiadores» deste livro! Para isso:

a- indique-nos o número de exemplares que deseja pré-comprar ao preço de €20,00 por exemplar;
b- indique-nos o nome, morada, email e número de telefone de contacto de quem compra;
c- envie o montante correspondente (€20,00 x o número de exemplares pretendido) em transferência bancária em linha, de preferência, ou então multibanco, para o IBAN
PT50 003507300003575610354; pode também enviar por cheque ou vale postal para: Campo Aberto, Apartado 5052 – 4018-001 Porto; ou ainda depositar em agência da Caixa Geral de Depósitos na conta acima referida; pode também entregar essa quantia na nossa sede, no horário de atendimento ao público (http://www.campoaberto.pt/?p=11095) ou em ocasião de alguma atividade ou por marcação numa data e hora que mais lhe convenha;
d- todos os elementos atrás pedidos devem constar de email tendo no assunto «Livro pré-compra» a enviar para: contacto@campoaberto.pt; no email deve ser enviado em anexo comprovativo do pagamento ou digitalização de talão em caso de multibanco; o comprovativo pode também ser enviado pelo banco mas tal não dispensa o envio de email pelo próprio com os restantes elementos; em transferências ou depósitos sempre que tal for possível, mencione em descritivo e em intenção do destinatário a finalidade e o nome de quem envia, usando o esquema do tipo «PreCompraReis» em que o início indica a finalidade e «Reis» indica o nome, a substituir como é evidente pelo de quem envia. Caso o titular da conta pagadora não seja a pessoa que adquire o livro ou livros, indicar o nome do titular e distingui-lo claramente do nome do destinatário. Para qualquer dúvida pode usar o endereço de email supramencionado ou ligar para 918527653.
e- Cada financiador receberá num prazo que não deverá em princípio ultrapassar 5 dias úteis um recibo comprovativo do seu pagamento.

Maio de 2017

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Colocado em março de 2017
LIVRO EM PREPARAÇÃO
VERSÃO PROVISÓRIA ESTÁ A SER REVISTA

Está em fase adiantada de revisão a versão provisória do livro Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto. Espera-se que até ao verão de 2017 o livro possa ser impresso e começar a circular.

Nesse livro recolhe-se a memória da primeira fase da Campanha «50 Espaços Verdes em perigo e a preservar na AMP», que decorreu entre 2006 e 2008-09. Essa fase consistiu basicamente no levantamento de propostas de 111 espaços a preservar, sua descrição e seleção dos 50 considerados prioritários, sem menosprezo pelos restantes.

A partir de 17 de maio de 2017, é possível consultar neste e-sítio a Revista de Imprensa com recortes de diversos jornais e outros órgãos de informação por altura do lançamento da Campanha 50 Espaços Verdes. Pode igualmente ver-se o Mapa e Lista de Espaços Propostos no final da primeira fase da Campanha (113, dos quais foram retidos 111 e depois selecionados 50 como prioritários). Um Compacto de Documentos da Campanha, igualmente consultável, reúne todos os documentos que conseguimos recolher e que tinham feito parte dos conteúdos de um Portal criado para a Campanha, que mais tarde deixou de estar em linha por impossibilidade de o manter.

 

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Capa provisória do livro Espaços Verdes e Vivos, a editar proximamente

 

Estamos a finalizar o processo de revisão do texto das atualizações feitas numa segunda fase da campanha, de 2014 a 2016, em que procurámos indicar elementos novos entretanto ocorridos do estado atual desses espaços, embora de maneira não exaustiva. A publicação deste livro abrirá uma terceira fase de atualização permanente, pois se convidam todos os interessados a visitar esses espaços e a fornecer dados atuais sobre o seu estado ou projetos existentes e, sobretudo, se convida o público e os responsáveis a intensificarem as medidas de salvaguarda que foram propostas na primeira fase da campanha, ou outras de efeito equivalente.

No sábado 26 de novembro de 2016, no âmbito do terceiro debate dos sete em que consistiu o Ciclo O Direito à Cidade, lançado por 10 associações cívicas que atuam na região do Porto, e que incidiu sobre o processo de revisão em curso do PDM do Porto, Mafalda Sousa, engenheira do ambiente [que foi, com Nuno Quental, uma das duas pessoas que impulsionaram, coordenaram e levaram a bom termo a primeira fase desta campanha, com a colaboração de numerosos cidadãos e entidades] fez uma apresentação que resume o âmbito da campanha e seus resultados, com especial incidência sobre o concelho do Porto. Essa apresentação está agora disponível neste e-sítio. Note-se que a campanha incidiu também sobre outros oito concelhos que não são abordados em pormenor nesta apresentação.

Além da ultimação do texto e da paginação do livro Espaços Verdes e Vivos, estamos também a proceder a diligências para o financiamento da edição impressa desse livro, integralmente a cores e com numerosas imagens fotográficas dos 50 espaços selecionados. Para pormenores relativos a financiamento, ver ao alto deste artigo.

O leitor pode colaborar na atualização de dados e no processo de financiamento, contactando-nos através de: contacto@campoaberto.pt  No assunto da sua mensagem, escreva: espaços verdes e vivos. Pode também seguir outros procedimentos indicados mais acima, se preferir.

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Um comentário até agora.

  1. António Oliveira Lopes diz:

    Tudo o que fizermos pela preservação dos espaços verdes será sempre meritório e, ao mesmo tempo, uma forma de ganhar o futuro.

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