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Voos-Europa

Voos na Europa em 9 horas. Embora se fale no assunto, a aviação continua isenta de restrições de combate ao efeito de estufa. Para a aviação não há alterações climáticas de origem humana!!! E muito menos do querosene…

 

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS
O
RELATÓRIO DA HORA DA VERDADE

Debate 6 dezembro, 15:15

A Campo Aberto – associação de defesa do ambiente promove, em parceria com a Fundação de Serralves, um debate sobre Alterações Climáticas: contexto atual, processos de mitigação, cenários globais possíveis e impactos à escala subnacional, regional ou local.

Entrada gratuita sujeita a inscrição obrigatória. Lotação limitada.

Para quê?
Em 3 de novembro de 2014, o jornal Público destacava:
IPCC faz alerta mais claro de sempre sobre o risco de chegar a alterações climáticas «irreversíveis», logo abaixo do título de notícia «Emissões de CO2 têm de parar já, dizem cientistas».

Não para entrarmos em pânico, mas para vermos as implicações de tudo isso na nossa vida individual e coletiva, e o enquadramento em que temos de agir, será útil observarmos mais de perto o que se passa. Daí este debate.

Pode consultar aqui se quiser o próprio endereço internet do IPCC!

Com quem?
Serão oradores:
A Professora Doutora Ana Monteiro, Doutorada em Geografia Física pela Universidade do Porto (*)
O Professor Doutor Pedro Viterbo, Doutorado em Física pela Universidade de Lisboa (**)

(*) E também Professora Catedrática do Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Coordenadora do Grupo de Investigação CHERG – Climate, Health and Environment – www.cherg.pt; Coordenador do Projeto International Potential Impact of Climate Trends and Weather Extremes on Outdoor Thermal Comfort in European Cities; Docente das disciplinas de Climatologia, Climatologia Aplicada, Avaliação de Impactes Ambientais, Sustentabilidade e Qualidade de Vida; Diretora do Mestrado em Riscos, Cidades e Ordenamento do Território;

(**) E também Investigador do Instituto Português do Mar e da Atmosfera; Diretor do Departamento de Meteorologia e Geofísica do IPMA; Investigador coordenador no European Centre for Medium-Range Weather Forecasts, no período 1986-2005; Revisor do último relatório do IPCC, «The science of climate change».

Quando?
Sábado 6 de dezembro às 15:15.

Onde?
Na Sala Multiusos da Fundação de Serralves
Rua D. João de Castro, 210 4150-417 Porto Portugal
Como chegar lá: www.serralves.pt/pt/visitar/como-chegar

Como se inscrever?
A inscrição é gratuita mas obrigatória e deverá ser feita o quanto antes (devido à limitação de lugares disponíveis), terminando o prazo em 2 de dezembro. Uma vez atingida a capacidade, as inscrições que venham depois a ser recebidas constarão de uma lista de espera. Por essa razão, em caso de desistência de pessoas inscritas, ela deve ser-nos comunicada logo que possível para permitir a presença de pessoas em lista de espera.

Para se inscrever, envie um email com o nome e telefone de contacto de cada uma das pessoas por si inscritas (não bastam os dados da pessoa que inscreve caso inscreva várias pessoas) para: tertuliasca@gmail.com.

Uma pequena instalação de biogás ou gás metano, que transforma resíduos da pecuária em energia. The Mother Earth News, n.º 265, ag-set 2014, p. 56

Uma pequena instalação de biogás ou gás metano, que transforma resíduos da pecuária em energia. The Mother Earth News, n.º 265, ag-set 2014, p. 56

 O que está em debate?

Em 1 de Novembro de 2014, o IPCC-Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas,  publicou a síntese final do seu 5º Relatório Completo.  O IPCC é um comité de cientistas criado em 1988 pela ONU e pela OMM (Organização Meteorológica Mundial) para coletar informação científica e técnica sobre alterações climáticas. No 5º relatório colaboraram 830 autores, editores e revisores.

Em 2007, quando da publicação do 4º Relatório Completo do IPCC, a Campo Aberto promoveu no Café Ceuta uma Tertúlia dedicada ao tema. Àquela data o aquecimento global antropogénico com impacto generalizado nos sistemas naturais e humanos era inequívoco; agora, sete anos passados, o aquecimento global antropogénico com impacto generalizado nos sistemas naturais e humanos continua a ser inequívoco e ainda mais evidente.

Neste período a concentração de dióxido de carbono atmosférico passou de 382 ppm (partes por milhão) para 395 ppm (valores médios, fonte www.esrl.noaa.gov).

A Campo Aberto, em parceria com a Fundação de Serralves, propõe agora um novo Debate, tendo como ponto de partida a análise deste importante e complexo documento. Para  isso convidamos dois reconhecidos especialistas nacionais.

Energia e Clima – uma linha de trabalho da Campo Aberto

Quer participar? Envie um email para contacto@campoaberto.pt tendo como assunto: Energia e Clima

Pode ver três textos sobre esta linha de trabalho, no e-sítio da Campo Aberto:

Energia e Clima – objetivos de uma linha de trabalho

Uma revista pioneira sobre fontes alternativas de energia

Energia: sistemas duros ou sistemas suaves?

 

 

 

 

 

 

 

 

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2 comentários até agora.

  1. A iniciativa da Campo Aberto é louvável mas julgo não vir a ter grande impacto na opinião pública e meios governamentais.Existem outros problemas com incidência nas condições de vida dos portugueses e em particular nas dos cidadãos do Porto. Por exemplo: a qualidade de água da rede pública. Estamos protegidos contra a legionella? A propósito do surto em Vila Franca de Xira há três questões que formulei no debate do ‘Público on line’:
    ‘1,ª pergunta: As torres de refrigeração ‘fabricaram’ a legionella ou esta bactéria veio na água do Tejo? 2.ª pergunta: Desconhecem as autoridades da Saúde e do Meio Ambiente que a legionella se encontra em superfícies lênticas como as albufeiras das barragens? 3.ª pergunta: Porque é que a Câmara Muncipal de Vila Franca de Xira se apressou a aplicar cloro na água da rede pública quando surgiu o surto de legionella?

    Poder-se-á incluir nos temas a tratar em Serralves a questão da qualidade actual de água da rede pública do Porto?

  2. Campo Aberto diz:

    Caro Antero Leite
    A dimensão local, regional, subnacional e nacional da questão climática será também abordada. No caso da legionella, e embora em instalações industriais a questão possa ser difícil de evitar, e que parece ser facilitada em certas situações pelos aparelhos de ar condicionado, há uma relação muito direta com a questão climática: produzir frio produz calor! E contribui para o aquecimento global. Deve ser na construção dos edifícios, com recurso à otimização térmica e ao sombreamente através de arvoredo, que se deve procurar diminuir a dependência face ao ar condicionado.
    A questão da qualidade da água, em abstrato, não se enquadra no âmbito do debate a não ser indiretamente. Mas tudo o que se relaciona com a utilização da energia nas suas relações com a água, está diretamente abrangido.
    A Campo Aberto agradece o seu contributo e saúda cordialmente.

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