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Preparação do debate com os candidatos à CMP: colabore connosco!

Data e hora: 3 de Outubro, a partir das 17:30

Local: Junta de Freguesia de Paranhos [1] (Rua de Álvaro de Castelões, 811)

Presenças: cabeças-de-lista à CMP do PS, CDU, BE e PCTP/MRPP


A Campo Aberto vai realizar, no próximo dia 3 de Outubro, a partir das 17:30, na Junta de Freguesia de Paranhos [1], um debate com os candidatos cabeças-de-lista à Câmara Municipal do Porto (Elisa Ferreira, João Silva, João Teixeira Lopes e Rui Sá).


Nota: Rui Rio foi convidado mas, tal como aconteceu há quatro anos, não estará presente. Rui Rio far-se-ia representar neste debate mas foi assumido com os restantes partidos que o debate se destinava aos cabeça-de-lista.


Durante a primeira fase do debate, que durará cerca de 1h30m, os candidatos serão convidados a responder a diversas perguntas previamente determinadas através da participação via internet. Todos os candidatos poderão fazer uma intervenção inicial. De seguida pretendemos colocar oito perguntas agrupadas duas a duas. Cada candidato terá cerca de cinco minutos para para dar a sua resposta. Precisamos da sua colaboração para seleccionar estas perguntas. Envie-nos sugestões (através do link “leave a reply”, em baixo) ou indique simplesmente, das perguntas seguintes, as que considera mais importantes.


Na segunda parte do debate, que decorrerá até cerca das 19:30, os candidatos responderão ainda a perguntas do público. As pessoas interessadas redigirão a sua pergunta numa folha entregue no início da sessão. Os moderadores vão recebendo as perguntas e agrupam-nas por temas para evitar repetições. Serão os moderadores a fazer as perguntas em conjuntos de quatro (para optimizar o tempo de debate). Os candidatos terão novamente cerca de 5 minutos cada para responder.


Perguntas seleccionadas pela Campo Aberto com a ajuda dos comentários feitos nesta página:


Intervenção inicial (5 min.)

Urbanismo e reabilitação urbana (5 min.)

Espaços verdes (5 min.)

Mobilidade e espaço público de qualidade

Poluição, resíduos e ruído

18 Comments (Open | Close)

18 Comments To "Preparação do debate com os candidatos à CMP: colabore connosco!"

#1 Comment By cristina montez On 18/09/2009 @ 11:18

Que pensa sobre a mobilidade sustentável, e da sua relação com as energias alternativas?
como pretende implementar os postos de carregamento electricos na sua cidade? para abastecer os veículos electricos que estão a vir no meio do seu mandato?

#2 Comment By cristina montez On 18/09/2009 @ 11:19

como pretende aferir as mais valias resltantes dos espaços verdes no preço do solo?

#3 Comment By Isabel Sousa Pinto On 18/09/2009 @ 11:29

Caros colegas

Creio que as perguntas já elaboradas são muito pertinentes e já incluem as que eu gostaria de fazer. No entanto há uma outra que gostaria de acrescentar, apesar de não ter que ver estritamente com o governo da cidade (e por isso possa ser considerada não elegível):

Qual é a visão que têm sobre a regionalização, sobre as vantagens/desvantagens que teria para o Porto e para a região Norte, e qual o timing em que este processo se deveria desenrolar?

Com todo o meu apoio para esta iniciativa

Isabel Sousa Pinto

#4 Comment By Henrique MCM Santos On 18/09/2009 @ 11:44

Urbanismo
Que medidas prevê para fomentar a humanização do ambiente envolvente das instituições de ensino superior da Asprela, que durante o dia movimenta largas dezenas de milhar de pessoas e a partir das 19 horas fica quase deserto, desconfortável e pouco seguro? (sugestão: tentem aguardar um transporte público após as 21 horas!)

#5 Comment By Ruben Azevedo On 18/09/2009 @ 13:38

Vou deixar 3 perguntas:

1- No próximo mandato, caso seja eleito, vai rever a sua politica de privatização do Palácio de Cristal, ou procurará que a Câmara tenha uma participação superior à de 20 por cento que está prevista depois da alienação de parte do património?

2- Quais as políticas de defesa do património, nomeadamente o histórico, que porá em prática?

3- (direccionada para a candidata pelo PS) Se for eleita, e ainda que se auto-denomine independente, saberá corresponder à necessidade de contra-poder em relação à hegemonia da capital?

#6 Comment By José Maria C. Nunes de Sá On 18/09/2009 @ 13:38

A Bicicleta é há já muito tempo banal nos países mais desenvolvidos. Tendo em conta o nulo investimento feito para permitir o uso da bicicleta na cidade, tenciona aplicar de imediato:
1. Livre e explícita permissão de circulação da bicicleta nos corredores de BUS?
2. Desenho de ciclovias em ruas já viavelmente passíveis de as comportar?
3. Disciplina no estacionamento caótico na cidade, em especial em faixas de rodagem e “segundas filas” aproveitando para aí instalar as ciclovias?

#7 Comment By José Pulido Valente On 18/09/2009 @ 14:28

Senhora e senhores candidatos,

O PDM fixa a implantação e a altura dos edifícios, com isso impede a criação intelectual e artística dos arquitectos que se vêm obrigados a faze caixotes. Como querem dar um ar pessoal ao que fazem entram no desnho de moda com algumas,poucas (quando as há), escolhas pessoais na fatiota que escolhem para o volume préviamente definido no PDM. A arte e a cultura morreram. Propostas novas para modelos de construção são impedidas. As câmaras anteriores não se incomodaram com o que fizeram.
Que vão fazer para tornar o Porto rico e culto no que ao patrimonio diz respeito?

#8 Comment By celeste ramos On 18/09/2009 @ 14:36

Ponte de lIama que acabo de vsitar em julho 2009 é vila exemplar
Não tem betuminoso-é toda de peão e de bicicicleta e de carrinhos tipo golf ele´trico deslocando-se com o slocan escrito no capot – VILA LIMPA
Também Coimbra tem autocarros de 8 lugares que percorrem todas as ruas as mais estreitas para a população mais idosa que tem dificuldade em SUBIR e tem ainda corrimão nas fachadas para as pessoas subirem ruas estreitae e inclinadas onde mais nada entra – todas as soluções já existem
A aldeia de Arões (Vale de Cambra) é exemplas de espaços de largo e jardim e equipamento colectivo – é limpa-arrumada, sem BETUMINOSO – só lagedo de pedra e prado natural e ar puro
É preciso retirar ainda mais betuminoso e carros poluentes
Ter estacionamentos de bicicletes como em Ponte de Lima para a biciclete não ficar amarrada a um candeeiro + etc
Não é preciso invetar nada – só executar – implementar
Os peõees são sempre colaborantes-dêem-lhe as oportunidades
Até em Lisboa já começa a haver deslocação em bicicleta sobretudo os adolescentes – a cidade é do peão e não do automóvel BRUTAL -transportes electricos e mais pequenos e mais frequentes – tão simples
Ruido a pior das poluições-O PORTO é das CIDADES MAIS BELAS DO MUNDO e eu conheço 3 continentes-é preciso acabar com os túneis que desmantelam as ruas e a cidade e são autoestrdas urbanas – a rua é do peão e diminuir drasticamente os autocarros a gasoleo-é dsó fazer – nada nos perguntam e para melhorar o trânsito e o ambiente urbano não é preciso referendum- é só precisi fazer sem alardes bacocos-o habitante VÊ-proporcionar mais lugares de estar nos passeios mais largos (e alargá-los, para os velhos viveram na rua nas esplanadas em plenos centros sem atropelamentos até mortais + etc-o túnel determina dois territórios HOSTIS em que os de um lado da rua não podem visitar lojas, e amigos, do outro lado-a arua é do peão – deixem o betuminoso apenas nas autoestradas – como em Ponte de Lima ou como na Aldeia de Vale de PÊSO em Portalegre – a cidade é um conjunto de aldeias – que algumas na maioria sejam do peção, comércio e cultura e actividades lúdicas – e LIMPAS – LIMPAS instalanto mecanismos de monotorização da qualidade do ar e do ruído + etc-maria celeste ramos – 73 anos – também sou peão e não posso correr a atravessar uma ruua de corridas de carros de meninos de 20 a 40 anos-o comércio não perde – só ganha a muito curto prazo

#9 Comment By Marília Silva On 18/09/2009 @ 16:06

Em espaços verdes, soluções que preconiza para o Parque da Cidade, questionar também sobre o empreendimento “Porta do Parque” (lotes 21, 22 e 23) cuja construção está prevista para a frente nascente do parque da cidade.

Nota: coloco esta questão porque tive conhecimento de que, moradores da zona, tencionam colocar uma providência cautelar, tendo em vista modificar a volumetria da construção, assim como a sua aproximação às respectivas casas.

#10 Comment By Mafalda Ferreira On 19/09/2009 @ 15:43

Considero as questões já formuladas bastante oportunas. Peço que salientem a questão da mobilidade e da bicicleta, salientando a criação de parques de estacionamento para estes meios de transporte! Além disso, a questão dos Espaços Verdes é de grande importância e poderiam usar como exemplo o município de Vila Nova de Gaia em que se estão a isolar áreas para a criação de parques e zonas protegidas em adição aos já existentes Paque Biológico e Parque da Lavandeira, por exemplo.

#11 Comment By Eduardo Ferreira On 19/09/2009 @ 22:58

Porque será que a “Politica”, que deveria representar a satisfação do interesse público, motiva sempre tantos candidatos e outras iniciativas como o voluntariado, tem dificuldade de suprir necessidades mínimas?

#12 Comment By Manuel Gonçalves Soares On 20/09/2009 @ 16:38

1-Pensa dotar a cidade com assentos pelas ruas, avenidas, largos em frente a monumentos, etc., de modo a que os menos jovens e todos os fisicamente inferiorizados (ocasionalmente ou permanentemente) se possam deslocar pela cidade sem terem de entrar em todos os cafés, igrejas ou simplesmente abdicar de se deslocarem pela cidade? A cidade está feita por gente activa, para pessoas muito activas (como os seus próprios designers) sem necessidade de pararem de tantos em tantos metros pensando apenas em centralizar aqueles cidadãos em algumas áreas (e poucas como manda a centralização…).
2-Pensa sensibilizar os cidadãos para “uma cidade para todas as idades?”
3-Pensa responsabilizar as nossas autoridades para autoarem os condutores que “armados em chicos espertos” encontraram nos locais para deficientes os seus locais de estacionamento? Os locais para deficientes no aeroporto do Porto é o centro de eleição do “espertismo”…
4-Pensa colocar no inicio e fim de cada rua locais de estacionamento para deficientes como em algumas cidades europeias “inteligentes”?
5-Sabe que as linhas orientadoras de falta de condições para os cidadãos não activos é uma escandalosa parceria com os grandes centros comerciais e que conota os responsáveis como corruptos?

#13 Comment By nuno gouveia On 21/09/2009 @ 0:25

Gosto particularmente da pergunta ja formulada sobre mobilidade.

Gostaria contudo de expressar uma opinião sobre os carros eléctricos: julgo que não são ecológicos.
Em portugal 65% da energia eléctrica é produzida em centrais a combustíveis fósseis que talvez tenham rendimentos médios de 50%; a rede eléctrica perde cerca de 30% da energia produzida por tranformações em calor (nas linhas, em transformadores, etc). Ou seja, em Portugal, as emissões de CO2 feitas por carros eléctricos devem ser comparáveis às dos a gasolina, se não superiores.

Veículos ecológicos são os sapatos e as bicicletas, no meu ponto de vista o resto é marketing; mas espero estar errado.

cumprimentos

#14 Comment By maria carvalho On 22/09/2009 @ 11:44

No passado recente, a zona da baixa portuense tem assistido a uma interessante e espontânea dinâmica de concentração juvenil, que tem contribuído para a revitalização de um tecido urbano até há bem pouco tempo desertificado e “inseguro”, para além de estimular a actividade de lazer nocturno enquanto sector económico. Pela região do Porto e grande Porto, outras zonas assistem e/ou conservam fenómenos idênticos, nomeadamente a zona industrial, zona Ribeirinha de Massarelos, Foz, etc.
Tenho muito interesse em conhecer as propostas dos diferentes candidatos no que toca a uma gestão eficiente e útil para a cidade desta dinâmica, que envolve não só actores juvenis com necessidades específicas, como questões específicas também do ponto de vista da mobilidade…

#15 Comment By MOliveira On 23/09/2009 @ 12:18

Política Social

Que medidas pretende tomar face aos sem-abrigo que se apropiam dos espaços públicos sem o mínimo de condições de salubridade?

Chamo a vossa atenção para esta grave situação social. Obviamente, a
aglomeração de pessoas em total ausência de condições acarreta
consequências.
Exemplico com o caso da Rua de Júlio Dinis, onde resido, zona central e de grande movimento, uma das saidas da Rotunda da Boavista, pertíssimo do grande atractivo turístico que é a Casa da Música.
Esta rua não só é usada como dormitório mas, também, como WC público, ao ar livre, com as inerentes sequelas em termos de higiene e de saúde pública. No sentido descendente da rua, o passeio fica impregnado com um cheiro nauseabundo a urina, principalmente notado nos meses de Verão, dada a elevada temperatura e baixa pluviosidade.
Tratando-se de uma zona movimentada, central, onde a aquisição ou arrendamento de casa ou escritórios tem custos bastante elevados, é penoso assistir à deterioração acelerada desta rua, com tanto movimento e comércio, e onde (ainda) é agradável viver.
Ressalto ainda que esta mensagem não apela a uma proposta de intervenção que contorne o problema, pela simples mudança das pessoas do local, mas pretende sim que os agora candidatos a Presidente da CMP fiquem alertados e atendam a estes casos sociais, procurando, através da acção social, formas de intervir, já que a aglomeração de pessoas de várias proveniências contribuem também para a crescente instalação de um sentimento de insegurança nos residentes. Desta e de outras zonas da cidade com situações semelhantes.

#16 Comment By mario carvalho On 27/09/2009 @ 0:14

Se se preocupam tanto com o bem estar dos portuenses e da cidade do Porto estão dispostos a prescindir do vencimento e de todas as mordomias, se for eleito?

#17 Pingback By Debate com os cabeça-de-lista à Câmara do Porto (3 de Outubro) | Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente On 29/09/2009 @ 12:33

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#18 Comment By Rui Fonte On 02/10/2009 @ 10:59

Olá,

Volto à questão da mobilidade sustentável, mas direccionado para o transporte particular e não o colectivo. Tal como já referiram o transito no Porto, e na maior parte das cidades, é caótico. Qual será a abertura dos candidatos na criação de benefícios municipais para as pessoas que adquirem Veículos Eléctricos (VE), tanto de 2 rodas como de 4 rodas, como por exemplo acontece na cidade de Londres?

Obrigado.

Rui Fonte