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Data e hora: 3 de Outubro, a partir das 17:30

Local: Junta de Freguesia de Paranhos (Rua de Álvaro de Castelões, 811)

Presenças: cabeças-de-lista à CMP do PS, CDU, BE e PCTP/MRPP


A Campo Aberto vai realizar, no próximo dia 3 de Outubro, a partir das 17:30, na Junta de Freguesia de Paranhos, um debate com os candidatos cabeças-de-lista à Câmara Municipal do Porto (Elisa Ferreira, João Silva, João Teixeira Lopes e Rui Sá).


Nota: Rui Rio foi convidado mas, tal como aconteceu há quatro anos, não estará presente. Rui Rio far-se-ia representar neste debate mas foi assumido com os restantes partidos que o debate se destinava aos cabeça-de-lista.


Durante a primeira fase do debate, que durará cerca de 1h30m, os candidatos serão convidados a responder a diversas perguntas previamente determinadas através da participação via internet. Todos os candidatos poderão fazer uma intervenção inicial. De seguida pretendemos colocar oito perguntas agrupadas duas a duas. Cada candidato terá cerca de cinco minutos para para dar a sua resposta. Precisamos da sua colaboração para seleccionar estas perguntas. Envie-nos sugestões (através do link “leave a reply”, em baixo) ou indique simplesmente, das perguntas seguintes, as que considera mais importantes.


Na segunda parte do debate, que decorrerá até cerca das 19:30, os candidatos responderão ainda a perguntas do público. As pessoas interessadas redigirão a sua pergunta numa folha entregue no início da sessão. Os moderadores vão recebendo as perguntas e agrupam-nas por temas para evitar repetições. Serão os moderadores a fazer as perguntas em conjuntos de quatro (para optimizar o tempo de debate). Os candidatos terão novamente cerca de 5 minutos cada para responder.


Perguntas seleccionadas pela Campo Aberto com a ajuda dos comentários feitos nesta página:


Intervenção inicial (5 min.)

  • Nesta intervenção inicial, de 5 min., convidamos os candidatos a exporem as ideias que consideram mais importantes para a cidade. Gostaríamos contudo que, tendo em conta o enfoque que tem sido colocado na participação dos cidadãos ao longo da pré-campanha e na campanha eleitoral, nos explicassem de que forma tencionam manter esse espírito uma vez que sejam eleitos. Especificamente, de que modo vão aumentar a transparência das decisões da autarquia, facilitar o acesso à informação e promover uma gestão municipal mais participada? Por outro lado, de que forma irá o município do Porto dialogar com os municípios vizinhos e com as outras instituições relevantes da região e do país?
  • Réplica: Estão a pensar, por exemplo, reunir regularmente com os munícipes, ouvindo-os directamente? Existirão condições para que os grandes projectos sejam efectivamente debatidos pela cidade? O acesso dos cidadãos às reuniões da Assembleia Municipal será facilitado?

Urbanismo e reabilitação urbana (5 min.)

  • O Porto vive há cerca de vinte anos uma verdadeira sangria populacional que urge contrariar. Que medidas vão implementar para incentivar a reabilitação e a dinamização do centro da cidade? Em termos relativos, vão dar prioridade à construção nova na cidade em geral ou à reabilitação do edificado sobretudo no centro? A título de exemplo, tencionam implementar algum tipo de medida fiscal, instrumento financeiro, ou de outro tipo, que possam ajudar a política de reabilitação? E em termos de dinamização e animação do centro da cidade, que ideias concretas pensam concretizar?

Espaços verdes (5 min.)

  • Nos últimos anos pouco ou nada se fez na cidade em termos de espaços verdes para além do Parque da Cidade.  Que política vão colocar em prática relativamente aos espaços verdes de proximidade, que são tão importantes em termos de qualidade de vida? Podem apresentar alguma proposta concreta?
  • Agora temas polémicos que estão na ordem do dia. Que solução preconizam para o Parque da Cidade (relativamente à frente de construção na Circunvalação e à passagem do metro) e para o Palácio de Cristal? Relativamente ao Parque Oriental, tencionam dar continuidade a este projecto?

Mobilidade e espaço público de qualidade

  • A promoção de uma mobilidade sustentável é algo de que muito se ouve falar mas onde pouco se tem investido. Tendo em consideração o PDM e planos mais específicos como o Futuro Sustentável, o que vão fazer para promover a utilização de transporte público e de meios suaves como a bicicleta ou o andar a pé? Podem dar exemplos? Estamos a pensar, por exemplo, na construção de ciclovias, do aumento dos passeios e de medidas para evitar o excesso de velocidade dos automóveis.
  • Um conceito interessante é o de encarar o Porto como uma cidade para todas as idades. Que medidas concretas de desenho urbano (bancos, mesas, etc.) pretendem pôr em prática pela cidade de modo a tornar o espaço público mais agradável e confortável, especialmente a pensar nos cidadãos mais idosos?

Poluição, resíduos e ruído

  • O Porto continua a ser uma cidade bastante suja e algo cinzenta. De que modo vão transformar o Porto numa cidade limpa? Pensam concretizar algum programa específico para limpar paredes e pintar edifícios?
  • Como vão reduzir os níveis elevados de ruído que se fazem sentir por exemplo no Parque da Cidade, na Baixa do Porto, na ribeira e em redor da VCI?

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Categorias: Notícias

18 comentários até agora.

  1. cristina montez diz:

    Que pensa sobre a mobilidade sustentável, e da sua relação com as energias alternativas?
    como pretende implementar os postos de carregamento electricos na sua cidade? para abastecer os veículos electricos que estão a vir no meio do seu mandato?

  2. cristina montez diz:

    como pretende aferir as mais valias resltantes dos espaços verdes no preço do solo?

  3. Isabel Sousa Pinto diz:

    Caros colegas

    Creio que as perguntas já elaboradas são muito pertinentes e já incluem as que eu gostaria de fazer. No entanto há uma outra que gostaria de acrescentar, apesar de não ter que ver estritamente com o governo da cidade (e por isso possa ser considerada não elegível):

    Qual é a visão que têm sobre a regionalização, sobre as vantagens/desvantagens que teria para o Porto e para a região Norte, e qual o timing em que este processo se deveria desenrolar?

    Com todo o meu apoio para esta iniciativa

    Isabel Sousa Pinto

  4. Henrique MCM Santos diz:

    Urbanismo
    Que medidas prevê para fomentar a humanização do ambiente envolvente das instituições de ensino superior da Asprela, que durante o dia movimenta largas dezenas de milhar de pessoas e a partir das 19 horas fica quase deserto, desconfortável e pouco seguro? (sugestão: tentem aguardar um transporte público após as 21 horas!)

  5. Ruben Azevedo diz:

    Vou deixar 3 perguntas:

    1- No próximo mandato, caso seja eleito, vai rever a sua politica de privatização do Palácio de Cristal, ou procurará que a Câmara tenha uma participação superior à de 20 por cento que está prevista depois da alienação de parte do património?

    2- Quais as políticas de defesa do património, nomeadamente o histórico, que porá em prática?

    3- (direccionada para a candidata pelo PS) Se for eleita, e ainda que se auto-denomine independente, saberá corresponder à necessidade de contra-poder em relação à hegemonia da capital?

  6. José Maria C. Nunes de Sá diz:

    A Bicicleta é há já muito tempo banal nos países mais desenvolvidos. Tendo em conta o nulo investimento feito para permitir o uso da bicicleta na cidade, tenciona aplicar de imediato:
    1. Livre e explícita permissão de circulação da bicicleta nos corredores de BUS?
    2. Desenho de ciclovias em ruas já viavelmente passíveis de as comportar?
    3. Disciplina no estacionamento caótico na cidade, em especial em faixas de rodagem e “segundas filas” aproveitando para aí instalar as ciclovias?

  7. José Pulido Valente diz:

    Senhora e senhores candidatos,

    O PDM fixa a implantação e a altura dos edifícios, com isso impede a criação intelectual e artística dos arquitectos que se vêm obrigados a faze caixotes. Como querem dar um ar pessoal ao que fazem entram no desnho de moda com algumas,poucas (quando as há), escolhas pessoais na fatiota que escolhem para o volume préviamente definido no PDM. A arte e a cultura morreram. Propostas novas para modelos de construção são impedidas. As câmaras anteriores não se incomodaram com o que fizeram.
    Que vão fazer para tornar o Porto rico e culto no que ao patrimonio diz respeito?

  8. celeste ramos diz:

    Ponte de lIama que acabo de vsitar em julho 2009 é vila exemplar
    Não tem betuminoso-é toda de peão e de bicicicleta e de carrinhos tipo golf ele´trico deslocando-se com o slocan escrito no capot – VILA LIMPA
    Também Coimbra tem autocarros de 8 lugares que percorrem todas as ruas as mais estreitas para a população mais idosa que tem dificuldade em SUBIR e tem ainda corrimão nas fachadas para as pessoas subirem ruas estreitae e inclinadas onde mais nada entra – todas as soluções já existem
    A aldeia de Arões (Vale de Cambra) é exemplas de espaços de largo e jardim e equipamento colectivo – é limpa-arrumada, sem BETUMINOSO – só lagedo de pedra e prado natural e ar puro
    É preciso retirar ainda mais betuminoso e carros poluentes
    Ter estacionamentos de bicicletes como em Ponte de Lima para a biciclete não ficar amarrada a um candeeiro + etc
    Não é preciso invetar nada – só executar – implementar
    Os peõees são sempre colaborantes-dêem-lhe as oportunidades
    Até em Lisboa já começa a haver deslocação em bicicleta sobretudo os adolescentes – a cidade é do peão e não do automóvel BRUTAL -transportes electricos e mais pequenos e mais frequentes – tão simples
    Ruido a pior das poluições-O PORTO é das CIDADES MAIS BELAS DO MUNDO e eu conheço 3 continentes-é preciso acabar com os túneis que desmantelam as ruas e a cidade e são autoestrdas urbanas – a rua é do peão e diminuir drasticamente os autocarros a gasoleo-é dsó fazer – nada nos perguntam e para melhorar o trânsito e o ambiente urbano não é preciso referendum- é só precisi fazer sem alardes bacocos-o habitante VÊ-proporcionar mais lugares de estar nos passeios mais largos (e alargá-los, para os velhos viveram na rua nas esplanadas em plenos centros sem atropelamentos até mortais + etc-o túnel determina dois territórios HOSTIS em que os de um lado da rua não podem visitar lojas, e amigos, do outro lado-a arua é do peão – deixem o betuminoso apenas nas autoestradas – como em Ponte de Lima ou como na Aldeia de Vale de PÊSO em Portalegre – a cidade é um conjunto de aldeias – que algumas na maioria sejam do peção, comércio e cultura e actividades lúdicas – e LIMPAS – LIMPAS instalanto mecanismos de monotorização da qualidade do ar e do ruído + etc-maria celeste ramos – 73 anos – também sou peão e não posso correr a atravessar uma ruua de corridas de carros de meninos de 20 a 40 anos-o comércio não perde – só ganha a muito curto prazo

  9. Marília Silva diz:

    Em espaços verdes, soluções que preconiza para o Parque da Cidade, questionar também sobre o empreendimento “Porta do Parque” (lotes 21, 22 e 23) cuja construção está prevista para a frente nascente do parque da cidade.

    Nota: coloco esta questão porque tive conhecimento de que, moradores da zona, tencionam colocar uma providência cautelar, tendo em vista modificar a volumetria da construção, assim como a sua aproximação às respectivas casas.

  10. Mafalda Ferreira diz:

    Considero as questões já formuladas bastante oportunas. Peço que salientem a questão da mobilidade e da bicicleta, salientando a criação de parques de estacionamento para estes meios de transporte! Além disso, a questão dos Espaços Verdes é de grande importância e poderiam usar como exemplo o município de Vila Nova de Gaia em que se estão a isolar áreas para a criação de parques e zonas protegidas em adição aos já existentes Paque Biológico e Parque da Lavandeira, por exemplo.

  11. Eduardo Ferreira diz:

    Porque será que a “Politica”, que deveria representar a satisfação do interesse público, motiva sempre tantos candidatos e outras iniciativas como o voluntariado, tem dificuldade de suprir necessidades mínimas?

  12. Manuel Gonçalves Soares diz:

    1-Pensa dotar a cidade com assentos pelas ruas, avenidas, largos em frente a monumentos, etc., de modo a que os menos jovens e todos os fisicamente inferiorizados (ocasionalmente ou permanentemente) se possam deslocar pela cidade sem terem de entrar em todos os cafés, igrejas ou simplesmente abdicar de se deslocarem pela cidade? A cidade está feita por gente activa, para pessoas muito activas (como os seus próprios designers) sem necessidade de pararem de tantos em tantos metros pensando apenas em centralizar aqueles cidadãos em algumas áreas (e poucas como manda a centralização…).
    2-Pensa sensibilizar os cidadãos para “uma cidade para todas as idades?”
    3-Pensa responsabilizar as nossas autoridades para autoarem os condutores que “armados em chicos espertos” encontraram nos locais para deficientes os seus locais de estacionamento? Os locais para deficientes no aeroporto do Porto é o centro de eleição do “espertismo”…
    4-Pensa colocar no inicio e fim de cada rua locais de estacionamento para deficientes como em algumas cidades europeias “inteligentes”?
    5-Sabe que as linhas orientadoras de falta de condições para os cidadãos não activos é uma escandalosa parceria com os grandes centros comerciais e que conota os responsáveis como corruptos?

  13. nuno gouveia diz:

    Gosto particularmente da pergunta ja formulada sobre mobilidade.

    Gostaria contudo de expressar uma opinião sobre os carros eléctricos: julgo que não são ecológicos.
    Em portugal 65% da energia eléctrica é produzida em centrais a combustíveis fósseis que talvez tenham rendimentos médios de 50%; a rede eléctrica perde cerca de 30% da energia produzida por tranformações em calor (nas linhas, em transformadores, etc). Ou seja, em Portugal, as emissões de CO2 feitas por carros eléctricos devem ser comparáveis às dos a gasolina, se não superiores.

    Veículos ecológicos são os sapatos e as bicicletas, no meu ponto de vista o resto é marketing; mas espero estar errado.

    cumprimentos

  14. maria carvalho diz:

    No passado recente, a zona da baixa portuense tem assistido a uma interessante e espontânea dinâmica de concentração juvenil, que tem contribuído para a revitalização de um tecido urbano até há bem pouco tempo desertificado e “inseguro”, para além de estimular a actividade de lazer nocturno enquanto sector económico. Pela região do Porto e grande Porto, outras zonas assistem e/ou conservam fenómenos idênticos, nomeadamente a zona industrial, zona Ribeirinha de Massarelos, Foz, etc.
    Tenho muito interesse em conhecer as propostas dos diferentes candidatos no que toca a uma gestão eficiente e útil para a cidade desta dinâmica, que envolve não só actores juvenis com necessidades específicas, como questões específicas também do ponto de vista da mobilidade…

  15. MOliveira diz:

    Política Social

    Que medidas pretende tomar face aos sem-abrigo que se apropiam dos espaços públicos sem o mínimo de condições de salubridade?

    Chamo a vossa atenção para esta grave situação social. Obviamente, a
    aglomeração de pessoas em total ausência de condições acarreta
    consequências.
    Exemplico com o caso da Rua de Júlio Dinis, onde resido, zona central e de grande movimento, uma das saidas da Rotunda da Boavista, pertíssimo do grande atractivo turístico que é a Casa da Música.
    Esta rua não só é usada como dormitório mas, também, como WC público, ao ar livre, com as inerentes sequelas em termos de higiene e de saúde pública. No sentido descendente da rua, o passeio fica impregnado com um cheiro nauseabundo a urina, principalmente notado nos meses de Verão, dada a elevada temperatura e baixa pluviosidade.
    Tratando-se de uma zona movimentada, central, onde a aquisição ou arrendamento de casa ou escritórios tem custos bastante elevados, é penoso assistir à deterioração acelerada desta rua, com tanto movimento e comércio, e onde (ainda) é agradável viver.
    Ressalto ainda que esta mensagem não apela a uma proposta de intervenção que contorne o problema, pela simples mudança das pessoas do local, mas pretende sim que os agora candidatos a Presidente da CMP fiquem alertados e atendam a estes casos sociais, procurando, através da acção social, formas de intervir, já que a aglomeração de pessoas de várias proveniências contribuem também para a crescente instalação de um sentimento de insegurança nos residentes. Desta e de outras zonas da cidade com situações semelhantes.

  16. mario carvalho diz:

    Se se preocupam tanto com o bem estar dos portuenses e da cidade do Porto estão dispostos a prescindir do vencimento e de todas as mordomias, se for eleito?

  17. Rui Fonte diz:

    Olá,

    Volto à questão da mobilidade sustentável, mas direccionado para o transporte particular e não o colectivo. Tal como já referiram o transito no Porto, e na maior parte das cidades, é caótico. Qual será a abertura dos candidatos na criação de benefícios municipais para as pessoas que adquirem Veículos Eléctricos (VE), tanto de 2 rodas como de 4 rodas, como por exemplo acontece na cidade de Londres?

    Obrigado.

    Rui Fonte

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