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	<title>Comentários em: Bicicletas no Porto</title>
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	<description>Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente &#124; Sementes para novos tempos</description>
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		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-578</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 00:48:02 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns comentadores parecem não entenderem que a questão não está no dito uso ecológico e benéfico da saúde física mas sim no cumprimento lógico e devido da lei.
Também uso a bicicleta diariamente mas nunca pelos passeios onde circulam os peões - que têm o direito à segurança - sobretudo as crianças e quem as acompanha e as pessoas de idade,quantas com problemas graves de se deslocarem...
Quando encontro obstáculos páro ou levo a bicicleta pela mão no passeio.
Chama-se a isto Civismo, Educação e cumprimento de normas e regras.
Se consideram a lei errada reclamem a quem de direito.
Mas não consigo imaginar ciclo vias em todas as zonas de Cidades com muitos desnivelamentos de terreno.
Como ciclista cumpro a lei.
Como peão exigo a minha segurança sem tropeçar em bicicletas ou ver outros sujeitos ao mesmo.
Só espero que a polícia continue atenta aos infractores que teimam em impor as suas leis pessoais.
Boas pedaladas na estrada, na rua ou nas ciclovias onde existirem.
E sejam sensatos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns comentadores parecem não entenderem que a questão não está no dito uso ecológico e benéfico da saúde física mas sim no cumprimento lógico e devido da lei.<br />
Também uso a bicicleta diariamente mas nunca pelos passeios onde circulam os peões &#8211; que têm o direito à segurança &#8211; sobretudo as crianças e quem as acompanha e as pessoas de idade,quantas com problemas graves de se deslocarem&#8230;<br />
Quando encontro obstáculos páro ou levo a bicicleta pela mão no passeio.<br />
Chama-se a isto Civismo, Educação e cumprimento de normas e regras.<br />
Se consideram a lei errada reclamem a quem de direito.<br />
Mas não consigo imaginar ciclo vias em todas as zonas de Cidades com muitos desnivelamentos de terreno.<br />
Como ciclista cumpro a lei.<br />
Como peão exigo a minha segurança sem tropeçar em bicicletas ou ver outros sujeitos ao mesmo.<br />
Só espero que a polícia continue atenta aos infractores que teimam em impor as suas leis pessoais.<br />
Boas pedaladas na estrada, na rua ou nas ciclovias onde existirem.<br />
E sejam sensatos!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-577</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:30:01 +0000</pubDate>
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		<description>Sr Sá, espero que mantenha a utilização da bicicleta por muitos e longos anos. Moro na cidade de Coimbra (cidade extremamente desnivelada) e sinto-me obrigado, não só a utilizar muitas vezes o passeio, como a deslocar-me em sentido proibido para que seja viável o contorno de determinadas colinas. Ainda espero pela primeira multa!!! A minha bicicleta deve ser semelhante à sua e pela experiência que tenho a velocidade é bastante limitada, o que faz com o perigo seja residual. Já ouvi alguns &quot;bitaites&quot; mas se eu tivesse estacionado o meu carro em cima do mesmo passeio e obrigasse o peão a ir para a estrada para o contornar, nem um resmungo ouviria. Vários policias já passaram por mim e nunca fui multado porque, quem sabe, felizmente sabem que ou é daquela forma (sempre com cuidado) ou em Coimbra não se anda de bicicleta. Deixo só esta informação, estive à poucos dias na Suiça e por baixo do sinal de sentido único aparece sempre um sinal de dois sentidos para bicicletas, isto é, as ruas de sentido único passam a dois para bicicletas...será difícil criar uma lei destas? chama-se a isto organização e vontade para mudar para melhor. Com certeza que os juristas que elaboram as leis não andam de bicicleta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr Sá, espero que mantenha a utilização da bicicleta por muitos e longos anos. Moro na cidade de Coimbra (cidade extremamente desnivelada) e sinto-me obrigado, não só a utilizar muitas vezes o passeio, como a deslocar-me em sentido proibido para que seja viável o contorno de determinadas colinas. Ainda espero pela primeira multa!!! A minha bicicleta deve ser semelhante à sua e pela experiência que tenho a velocidade é bastante limitada, o que faz com o perigo seja residual. Já ouvi alguns &#8220;bitaites&#8221; mas se eu tivesse estacionado o meu carro em cima do mesmo passeio e obrigasse o peão a ir para a estrada para o contornar, nem um resmungo ouviria. Vários policias já passaram por mim e nunca fui multado porque, quem sabe, felizmente sabem que ou é daquela forma (sempre com cuidado) ou em Coimbra não se anda de bicicleta. Deixo só esta informação, estive à poucos dias na Suiça e por baixo do sinal de sentido único aparece sempre um sinal de dois sentidos para bicicletas, isto é, as ruas de sentido único passam a dois para bicicletas&#8230;será difícil criar uma lei destas? chama-se a isto organização e vontade para mudar para melhor. Com certeza que os juristas que elaboram as leis não andam de bicicleta&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Feio</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-572</link>
		<dc:creator>Feio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 16:04:39 +0000</pubDate>
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		<description>Partilho de todo a sua preocupação na preservação do meio ambiente, a manutenção da forma física e as demais mais-valias que o uso da bicicleta nos traz. Mas como nos inserimos numa comunidade que tem as suas normas legais, teremos que as cumprir.
Logo, diz-nos a alínea b) do art.104º do Código da Estrada (CE) que só é equiparado ao trânsito de peões, a condução à mão de velocípedes. Na situação, o caríssimo Sr. cidadão encontrava-se a tripular um velocípede no passeio, que é reservado ao trânsito de peões, salvo algumas excepções previstas na lei.
O art. 17º, n.º1 do CE preceitua que os veículos só podem utilizar as bermas e passeios desde que o acesso a prédios o exija, também não era o caso.
Ao cidadão interveniente na situação, restar-lhe-ia circular pelo lado direito da faixa de rodagem, o mais próximo possível da berma ou passeio, guardando no entanto uma distância destes de modo a evitar acidentes, conforme estipula o n.º1 do art.13º do CE.
É certo e por demais constatado que o estacionamento e o trânsito nas nossas cidades é por demais caótico, sem dúvida, mas as normas legais têm que ser cumpridas.
Sugiro que se faça um requerimento ao Sr. Presidente da Câmara para construir pistas especiais de circulação, as denominadas ciclovias, para obstar a estes transtornos diários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Partilho de todo a sua preocupação na preservação do meio ambiente, a manutenção da forma física e as demais mais-valias que o uso da bicicleta nos traz. Mas como nos inserimos numa comunidade que tem as suas normas legais, teremos que as cumprir.<br />
Logo, diz-nos a alínea b) do art.104º do Código da Estrada (CE) que só é equiparado ao trânsito de peões, a condução à mão de velocípedes. Na situação, o caríssimo Sr. cidadão encontrava-se a tripular um velocípede no passeio, que é reservado ao trânsito de peões, salvo algumas excepções previstas na lei.<br />
O art. 17º, n.º1 do CE preceitua que os veículos só podem utilizar as bermas e passeios desde que o acesso a prédios o exija, também não era o caso.<br />
Ao cidadão interveniente na situação, restar-lhe-ia circular pelo lado direito da faixa de rodagem, o mais próximo possível da berma ou passeio, guardando no entanto uma distância destes de modo a evitar acidentes, conforme estipula o n.º1 do art.13º do CE.<br />
É certo e por demais constatado que o estacionamento e o trânsito nas nossas cidades é por demais caótico, sem dúvida, mas as normas legais têm que ser cumpridas.<br />
Sugiro que se faça um requerimento ao Sr. Presidente da Câmara para construir pistas especiais de circulação, as denominadas ciclovias, para obstar a estes transtornos diários.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: luis</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-515</link>
		<dc:creator>luis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:44:53 +0000</pubDate>
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		<description>Caro José Maria

Todos sabemos que tomar decisões a quente, não é boa ideia!
Também procuro usar a bicicleta diariamente para me deslocar para o trabalho, também &quot;tenho&quot; de circular um pouquinho em cima do passeio, também já tive encontros menos agradáveis com um agente (graduadíssimo)da PSP, por circular em sentido inverso ao permitido (!) na zona pedonal de Santa Catarina.
Como ando muito de bicicleta, felizmente, o saldo é muito positivo. Já tive muitos outros encontros, muitíssimo agradáveis com agentes da PSP.
Concluindo. Ele há doidos em todo o lado.
Pense que o principal beneficiado pelo uso da bicicleta é o próprio José. É a sua saude e a sua &quot;pegada&quot;.
Só porque nós os dois acreditamos piamente no que fazemos, não podemos exigir aos outros que sigam o nosso bom exemplo. A grande revolução é que cada um de nós acredita e faz. Quando os outros perceberem que somos felizes e saudáveis por isso, vão querer imitar.
Note que também não vejo mal nenhum em tentar convencer o resto da malta, na certeza de que não podemos esmorecer quando eles não aderem aos nossos ideais.
Depois, repare que passar a usar o carro, não o vai livrar de encontrar um outro doido qualquer a multa-lo por uma outra qualquer razão estúpida.
Um abraço solidário
Luis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro José Maria</p>
<p>Todos sabemos que tomar decisões a quente, não é boa ideia!<br />
Também procuro usar a bicicleta diariamente para me deslocar para o trabalho, também &#8220;tenho&#8221; de circular um pouquinho em cima do passeio, também já tive encontros menos agradáveis com um agente (graduadíssimo)da PSP, por circular em sentido inverso ao permitido (!) na zona pedonal de Santa Catarina.<br />
Como ando muito de bicicleta, felizmente, o saldo é muito positivo. Já tive muitos outros encontros, muitíssimo agradáveis com agentes da PSP.<br />
Concluindo. Ele há doidos em todo o lado.<br />
Pense que o principal beneficiado pelo uso da bicicleta é o próprio José. É a sua saude e a sua &#8220;pegada&#8221;.<br />
Só porque nós os dois acreditamos piamente no que fazemos, não podemos exigir aos outros que sigam o nosso bom exemplo. A grande revolução é que cada um de nós acredita e faz. Quando os outros perceberem que somos felizes e saudáveis por isso, vão querer imitar.<br />
Note que também não vejo mal nenhum em tentar convencer o resto da malta, na certeza de que não podemos esmorecer quando eles não aderem aos nossos ideais.<br />
Depois, repare que passar a usar o carro, não o vai livrar de encontrar um outro doido qualquer a multa-lo por uma outra qualquer razão estúpida.<br />
Um abraço solidário<br />
Luis</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Maria Sá</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-511</link>
		<dc:creator>José Maria Sá</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:48:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-511</guid>
		<description>Exm.os Srs. 
Até hoje, 21 de Setembro de 2009, 4 pessoas em 11 que escreveram sobre a utilização da bicicleta no Porto (47%) demonstraram inequivocamente a falta de informação em Portugal sobre as inúmeras vantagens da bicicleta nas cidades. 
Note-se que tal acontece num site ligado à ecologia! 
Sei do que falo: já visitei alguns dos países mais desenvolvidos da Europa onde a bicicleta é tão incentivada e de forma talvez absurda para a perspectiva de muitos Portuenses, a avaliar pelo que tenho lido e ouvido. 
Os comentários evidenciam também inadmissíveis generalizações, suposições, raciocínios sem lógica e consequentes injustiças para quem se esforça em bem agir nesta terra.
Estas constatações, a minha idade e outros factores, DESMOTIVAM-ME demasiado e definitivamente. 
Por isso concluo: 
1º REGRESSO AO USO AO AUTOMÓVEL NO PORTO (não é um topo de gama mas é novo, bom e com reduzida emissão de CO2...);
2º PAGO A MULTA (tinha decidido não o fazer); 
3º NÃO DIGO NEM ESCREVO E NEM QUERO OUVIR NEM LER MAIS UMA PALAVRA SOBRE A BICICLETA NO PORTO! 
Boa sorte à Campo Aberto. 
José Maria Sá
Fico com a consciência tranquila! Como poderá testemunhar o Gonçalo – o 1º a comentar a minha “carta” – troquei o carro pela bicicleta para me deslocar para a Escola durante o último ano lectivo. Os transportes colectivos não servem o meu trajecto e a pé demoraria uma hora em ida e volta por dia… Perturbei ligeiramente um ou dois peões, a quem pedi desculpa e perturbei alguns automobilistas a quem não pedi desculpa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exm.os Srs.<br />
Até hoje, 21 de Setembro de 2009, 4 pessoas em 11 que escreveram sobre a utilização da bicicleta no Porto (47%) demonstraram inequivocamente a falta de informação em Portugal sobre as inúmeras vantagens da bicicleta nas cidades.<br />
Note-se que tal acontece num site ligado à ecologia!<br />
Sei do que falo: já visitei alguns dos países mais desenvolvidos da Europa onde a bicicleta é tão incentivada e de forma talvez absurda para a perspectiva de muitos Portuenses, a avaliar pelo que tenho lido e ouvido.<br />
Os comentários evidenciam também inadmissíveis generalizações, suposições, raciocínios sem lógica e consequentes injustiças para quem se esforça em bem agir nesta terra.<br />
Estas constatações, a minha idade e outros factores, DESMOTIVAM-ME demasiado e definitivamente.<br />
Por isso concluo:<br />
1º REGRESSO AO USO AO AUTOMÓVEL NO PORTO (não é um topo de gama mas é novo, bom e com reduzida emissão de CO2&#8230;);<br />
2º PAGO A MULTA (tinha decidido não o fazer);<br />
3º NÃO DIGO NEM ESCREVO E NEM QUERO OUVIR NEM LER MAIS UMA PALAVRA SOBRE A BICICLETA NO PORTO!<br />
Boa sorte à Campo Aberto.<br />
José Maria Sá<br />
Fico com a consciência tranquila! Como poderá testemunhar o Gonçalo – o 1º a comentar a minha “carta” – troquei o carro pela bicicleta para me deslocar para a Escola durante o último ano lectivo. Os transportes colectivos não servem o meu trajecto e a pé demoraria uma hora em ida e volta por dia… Perturbei ligeiramente um ou dois peões, a quem pedi desculpa e perturbei alguns automobilistas a quem não pedi desculpa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Jervis Cunha</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-509</link>
		<dc:creator>Ana Jervis Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 23:01:10 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!

Exactamente, há que conquistar o lugar nas vias que nos pertence, portanto, há que circular nas vias e não no passeio.
Quando está complicado uso a campainha da bicicleta, é muito útil.
Não sei se as ciclovias são assim tão precisas, começa por ser uma questão psicológica, as pessoas pensam que com ciclovia estarão mais seguras para sair com a bicicleta de carro e os carros vêem-se obrigados a respeitar (quando o fazem).
P ex eu não uso as ciclovias &quot;para turista&quot; na marginal Aguda-Miramar (Gaia), prefiro ir a direito pela estrada, é mais rápido e não tenho de pisar traços contínuos...pois! Há que planear bem as ciclovias.
Mas o que me parece que é mesmo preciso é ensinar o Código da Estrada e condução aos ciclistas jovens e adultos e educar/sensibilizar os automobilistas para aprenderem a respeitar.

Ana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Exactamente, há que conquistar o lugar nas vias que nos pertence, portanto, há que circular nas vias e não no passeio.<br />
Quando está complicado uso a campainha da bicicleta, é muito útil.<br />
Não sei se as ciclovias são assim tão precisas, começa por ser uma questão psicológica, as pessoas pensam que com ciclovia estarão mais seguras para sair com a bicicleta de carro e os carros vêem-se obrigados a respeitar (quando o fazem).<br />
P ex eu não uso as ciclovias &#8220;para turista&#8221; na marginal Aguda-Miramar (Gaia), prefiro ir a direito pela estrada, é mais rápido e não tenho de pisar traços contínuos&#8230;pois! Há que planear bem as ciclovias.<br />
Mas o que me parece que é mesmo preciso é ensinar o Código da Estrada e condução aos ciclistas jovens e adultos e educar/sensibilizar os automobilistas para aprenderem a respeitar.</p>
<p>Ana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mafalda Ferreira</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-507</link>
		<dc:creator>Mafalda Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 15:35:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-507</guid>
		<description>Concordo que o passeio seja para os peões. Mas a verdade é que entre uma estrada cheia de carros e um passeio cheio de pessoas não há muito por onde escolher quando se quer andar de bicicleta. Eu ando muito de bicicleta, principalmente em gaia, e verifico que ainda falta fazer muito para que se possa usar este meio de transporte em segurança e &quot;como deve ser&quot;. Não há respeito pelas bicicletas, não há ciclovias, não há lugares para &quot;estacionar&quot; a bicicleta... No fundo, não há ainda uma cultura deste meio de transporte que justifique todas as mudanças necessárias na sociedade para que seja possível e seguro utilizá-lo. As pessoas têm medo de montar numa bicicleta quando os outros condutores não têm respeito nenhum pelos ciclistas passando tão rápido que os desiquilibram ou buzinamdo-lhes como se isso aumentasse a &quot;potência&quot; da bicicleta e os fizesse andar mais rápido; e por isso simplesmente não se aventuram. 
Comentando o prof. José Sá, eu concordo que o passeio seja para os peões até porque no código da estrada a via de trânsito onde circulam carros e etc. está reservada também às bicicletas. Mas não deixo de me sentir solidária pois também eu ando de bicicleta e faço trajectos longos e deparo-me muitas vezes com situações em que usar o passeio é a única hipótese. Acho, contudo, que não nos podemos esquecer que uma bicicleta é um veículo susceptivel de magoar peões  é preciso ter mto cuidado quando se circula com ele nos passeios (assim como os carros também podem &quot;magoar&quot; ciclistas... Enfim, o Mundo mnão é perfeito!)
Concluíndo, falando para todos os que não têm medo de se fazer à estrada na sua bicicleta, somos nós que temos de ir conquistando o nosso espaço na estrada para que outros os possam seguir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que o passeio seja para os peões. Mas a verdade é que entre uma estrada cheia de carros e um passeio cheio de pessoas não há muito por onde escolher quando se quer andar de bicicleta. Eu ando muito de bicicleta, principalmente em gaia, e verifico que ainda falta fazer muito para que se possa usar este meio de transporte em segurança e &#8220;como deve ser&#8221;. Não há respeito pelas bicicletas, não há ciclovias, não há lugares para &#8220;estacionar&#8221; a bicicleta&#8230; No fundo, não há ainda uma cultura deste meio de transporte que justifique todas as mudanças necessárias na sociedade para que seja possível e seguro utilizá-lo. As pessoas têm medo de montar numa bicicleta quando os outros condutores não têm respeito nenhum pelos ciclistas passando tão rápido que os desiquilibram ou buzinamdo-lhes como se isso aumentasse a &#8220;potência&#8221; da bicicleta e os fizesse andar mais rápido; e por isso simplesmente não se aventuram.<br />
Comentando o prof. José Sá, eu concordo que o passeio seja para os peões até porque no código da estrada a via de trânsito onde circulam carros e etc. está reservada também às bicicletas. Mas não deixo de me sentir solidária pois também eu ando de bicicleta e faço trajectos longos e deparo-me muitas vezes com situações em que usar o passeio é a única hipótese. Acho, contudo, que não nos podemos esquecer que uma bicicleta é um veículo susceptivel de magoar peões  é preciso ter mto cuidado quando se circula com ele nos passeios (assim como os carros também podem &#8220;magoar&#8221; ciclistas&#8230; Enfim, o Mundo mnão é perfeito!)<br />
Concluíndo, falando para todos os que não têm medo de se fazer à estrada na sua bicicleta, somos nós que temos de ir conquistando o nosso espaço na estrada para que outros os possam seguir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno Gouveia</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-471</link>
		<dc:creator>Nuno Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 00:15:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-471</guid>
		<description>Antes de mais, e quanto a mim, a multa é justa.
Eu também ando frequentemente de bicicleta na cidade; diria que 90% dos percursos que faço são feitos junto com oa automóveis, nos restantes 10% prevarico; se for multado, aceito com um sorriso, faz parte do risco, ou da preguiça em não contornar aquele quarteirão com sentidos únicos.
Mas mais importante do que a multa poderão ser outras questões mais resolúveis e mais pró-activas:
Proponho criar no seio d Campo Aberto um grupo que trate de: 
1) criar, juntamente com os serviços de cartografia ou similares da Câmaras Municipais da zona do Porto, um mapa da cidade com a indicação básica das inclinações das ruas e respectivos sentidos (códigos de cores, etc), com indicação de percursos mais &quot;friendly&quot; ou mais panorâmicos, etc.
2) fazer o devido &quot;lobbying&quot; para libertar a cidade para os ciclistas: que é feito da continuidade dos passeios da ponte de arrábiba no lado de Gaia?  E das passagens pedonais entre a avenida Sidónio Pais e a Av. AEP? Ou mesmo ate Leça... 

É ainda fundamental: 
a) criar faixas cicláveis em ruas manifestamente largas: Av. França, Av. Boavista, Circunvalação, etc
b) implantar mobiliário urbano para estacionamento (que permita prender o quadro e não só a roda da frente)
c) clarificar as tipologias de faixas pretensamente para bicicletas. Aquela coisa amarela na marginal do rio (de mMssarelos até Matosinhos) não pode ser para bicicletas.

cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, e quanto a mim, a multa é justa.<br />
Eu também ando frequentemente de bicicleta na cidade; diria que 90% dos percursos que faço são feitos junto com oa automóveis, nos restantes 10% prevarico; se for multado, aceito com um sorriso, faz parte do risco, ou da preguiça em não contornar aquele quarteirão com sentidos únicos.<br />
Mas mais importante do que a multa poderão ser outras questões mais resolúveis e mais pró-activas:<br />
Proponho criar no seio d Campo Aberto um grupo que trate de:<br />
1) criar, juntamente com os serviços de cartografia ou similares da Câmaras Municipais da zona do Porto, um mapa da cidade com a indicação básica das inclinações das ruas e respectivos sentidos (códigos de cores, etc), com indicação de percursos mais &#8220;friendly&#8221; ou mais panorâmicos, etc.<br />
2) fazer o devido &#8220;lobbying&#8221; para libertar a cidade para os ciclistas: que é feito da continuidade dos passeios da ponte de arrábiba no lado de Gaia?  E das passagens pedonais entre a avenida Sidónio Pais e a Av. AEP? Ou mesmo ate Leça&#8230; </p>
<p>É ainda fundamental:<br />
a) criar faixas cicláveis em ruas manifestamente largas: Av. França, Av. Boavista, Circunvalação, etc<br />
b) implantar mobiliário urbano para estacionamento (que permita prender o quadro e não só a roda da frente)<br />
c) clarificar as tipologias de faixas pretensamente para bicicletas. Aquela coisa amarela na marginal do rio (de mMssarelos até Matosinhos) não pode ser para bicicletas.</p>
<p>cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Jervis Cunha</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-470</link>
		<dc:creator>Ana Jervis Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 10:05:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-470</guid>
		<description>Olá a todos!
Sou utilizadora diária de bicicleta em Aveiro e faço diariamente a viagem de comboio para o trabalho em Gaia levando a bicicleta comigo no comboio urbano.
Gostaria de vos convidar a visitar o site da Massa Crítica em www.massacriticapt.net, um movimento internacional apartidário e independente pela promoção do uso da bicicleta, q começou em 1992 nos EUA (Critical Mass) e se encontra estendido por numerosos países.
Em Portugal, poderão aproveitar para dialogar sobre estes assuntos na Bicicletada mensal em Aveiro, porto, Coimbra e Lisboa, é sempre na última 6F do mês com saída pelas 18h-18h30 (da Praça dos Leões, no Porto). Este movimento é conhecido da Campo Aberto.
Os assuntos aqui abordados: código da estrada, ciclovias, falta de civismo, exemplos de outros países etc etc estão todos no site da Massa Crítica. Leiam, contribuam para o site e espero que o site contribua para as vossas dúvidas.

É proibido circular de bicicleta no passeio. Infelizmente há jovens que os usam para andar &quot;a sacar cavaladas&quot; denegrindo a imagem do ciclista civilizado. Ciclovias nem sempre são necessárias, há que integrar os vários participantes do tráfego e habituar os carros à presença das bicicletas. Então as ciclovias &quot;para turista&quot; feitas em cima do passeio...têm uma utilidade discutível para o preço que custam.

A melhor maneira de fazer massa crítica é andar de bicicleta, por isso, continuem!

Boas pedaladas,
Ana
Participante da Massa Crítica</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos!<br />
Sou utilizadora diária de bicicleta em Aveiro e faço diariamente a viagem de comboio para o trabalho em Gaia levando a bicicleta comigo no comboio urbano.<br />
Gostaria de vos convidar a visitar o site da Massa Crítica em <a href="http://www.massacriticapt.net" rel="nofollow">http://www.massacriticapt.net</a>, um movimento internacional apartidário e independente pela promoção do uso da bicicleta, q começou em 1992 nos EUA (Critical Mass) e se encontra estendido por numerosos países.<br />
Em Portugal, poderão aproveitar para dialogar sobre estes assuntos na Bicicletada mensal em Aveiro, porto, Coimbra e Lisboa, é sempre na última 6F do mês com saída pelas 18h-18h30 (da Praça dos Leões, no Porto). Este movimento é conhecido da Campo Aberto.<br />
Os assuntos aqui abordados: código da estrada, ciclovias, falta de civismo, exemplos de outros países etc etc estão todos no site da Massa Crítica. Leiam, contribuam para o site e espero que o site contribua para as vossas dúvidas.</p>
<p>É proibido circular de bicicleta no passeio. Infelizmente há jovens que os usam para andar &#8220;a sacar cavaladas&#8221; denegrindo a imagem do ciclista civilizado. Ciclovias nem sempre são necessárias, há que integrar os vários participantes do tráfego e habituar os carros à presença das bicicletas. Então as ciclovias &#8220;para turista&#8221; feitas em cima do passeio&#8230;têm uma utilidade discutível para o preço que custam.</p>
<p>A melhor maneira de fazer massa crítica é andar de bicicleta, por isso, continuem!</p>
<p>Boas pedaladas,<br />
Ana<br />
Participante da Massa Crítica</p>
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		<title>Por: augusto</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-469</link>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:38:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-469</guid>
		<description>realmente é lamentável que não haja nas cidades, zonas de protecção ao ciclistas...


mas:

será que os ciclistas, por mais razões que de certo devem ter/defender; podem ser alvo de susto, ao pacato peão?!

e se o mesmo tiver dificuldades, várias, não de todo logo visíveis?!

Somos pelos cidadãos, mais desfavorecidos - principalmente, todos os que necessitam de cuidados especiais.

por isso, não propomos, a sua visão/assinatura!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>realmente é lamentável que não haja nas cidades, zonas de protecção ao ciclistas&#8230;</p>
<p>mas:</p>
<p>será que os ciclistas, por mais razões que de certo devem ter/defender; podem ser alvo de susto, ao pacato peão?!</p>
<p>e se o mesmo tiver dificuldades, várias, não de todo logo visíveis?!</p>
<p>Somos pelos cidadãos, mais desfavorecidos &#8211; principalmente, todos os que necessitam de cuidados especiais.</p>
<p>por isso, não propomos, a sua visão/assinatura!</p>
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