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	<title>Comentários em: Bicicletas no Porto</title>
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	<description>Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente &#124; Sementes para novos tempos</description>
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		<title>Por: Pedro Magalhães</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-2742</link>
		<dc:creator>Pedro Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 03:30:27 +0000</pubDate>
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		<description>José, estou contigo! Mas por favor, continua, continua! Quem concordou com a multa, NUNCA ANDOU DE BICICLETA NO PORTO. E os carros em cima do passeio que nunca são multados? Ser tolerante, cívico, não é só respeitar a lei instituída. Depois disto vamos multar quem mais? Quem não espera 5 minutos na passadeira para a atravessar enquanto vê um mar de carros parados à sua frente??? O civismo também é reivindicar! Acreditar no BEM COMUM não é civismo?! Ando de bicicleta no Porto. Uns carros buzinam, uns peões protestam de vez em quando. É assim, compreendo-os (os peões) mas continuo, ou então deixo a bicicleta em casa e trago mais um carro para ajudar à maré cheia. Esse polícia NÃO zelou pelos interesses dos peões ou da sociedade, zelou pelos seus próprios interesses: dirigir-se-ía do café ou do posto para o seu carro familiar ou de patrulha. Eu estou contigo José, eu também acredito na vida em sociedade em prol de um bem comum. De outra forma, estaria a apoiar a mortalidade viária, a poluição atmosférica, sonora, visual, o despovoamento dos centros urbanos, a inexistência de crianças a brincarem no porto, etc. Falta cumprir-se muita coisa. Distribua-se consciência, &quot;falta cumprir-se Portugal&quot;.
Força José!

Pedro, Estudante de Arquitectura Paisagista, 24 anos.
A habitar na Rua das Flores, zona da Ribeira, Porto.
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José, estou contigo! Mas por favor, continua, continua! Quem concordou com a multa, NUNCA ANDOU DE BICICLETA NO PORTO. E os carros em cima do passeio que nunca são multados? Ser tolerante, cívico, não é só respeitar a lei instituída. Depois disto vamos multar quem mais? Quem não espera 5 minutos na passadeira para a atravessar enquanto vê um mar de carros parados à sua frente??? O civismo também é reivindicar! Acreditar no BEM COMUM não é civismo?! Ando de bicicleta no Porto. Uns carros buzinam, uns peões protestam de vez em quando. É assim, compreendo-os (os peões) mas continuo, ou então deixo a bicicleta em casa e trago mais um carro para ajudar à maré cheia. Esse polícia NÃO zelou pelos interesses dos peões ou da sociedade, zelou pelos seus próprios interesses: dirigir-se-ía do café ou do posto para o seu carro familiar ou de patrulha. Eu estou contigo José, eu também acredito na vida em sociedade em prol de um bem comum. De outra forma, estaria a apoiar a mortalidade viária, a poluição atmosférica, sonora, visual, o despovoamento dos centros urbanos, a inexistência de crianças a brincarem no porto, etc. Falta cumprir-se muita coisa. Distribua-se consciência, &#8220;falta cumprir-se Portugal&#8221;.<br />
Força José!</p>
<p>Pedro, Estudante de Arquitectura Paisagista, 24 anos.<br />
A habitar na Rua das Flores, zona da Ribeira, Porto.<br />
Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Motivar as massas V ou Planeamento Colaborativo &#171; Um pé no Porto e outro no pedal</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-2303</link>
		<dc:creator>Motivar as massas V ou Planeamento Colaborativo &#171; Um pé no Porto e outro no pedal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 17:06:33 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Seguindo os conselhos do Miguel achei que estava na altura de acrescentar a bicileta ao mix de meios de locomoção que uso habitualmente. Já era sem tempo até considerando que há cerca de um ano tinha participado na organização de uma sessão da Campo Aberto sobre ciclovias. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Seguindo os conselhos do Miguel achei que estava na altura de acrescentar a bicileta ao mix de meios de locomoção que uso habitualmente. Já era sem tempo até considerando que há cerca de um ano tinha participado na organização de uma sessão da Campo Aberto sobre ciclovias. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ciclo percurso #1 &#124; OsMeusApontamentos</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-1799</link>
		<dc:creator>ciclo percurso #1 &#124; OsMeusApontamentos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 13:47:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Seguindo os conselhos do Miguel achei que estava na altura de acrescentar a bicileta ao mix de meios de locomoção que uso habitualmente. Já era sem tempo até considerando que há cerca de um ano tinha participado na organização de uma sessão da Campo Aberto sobre ciclovias. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Seguindo os conselhos do Miguel achei que estava na altura de acrescentar a bicileta ao mix de meios de locomoção que uso habitualmente. Já era sem tempo até considerando que há cerca de um ano tinha participado na organização de uma sessão da Campo Aberto sobre ciclovias. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-578</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 00:48:02 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns comentadores parecem não entenderem que a questão não está no dito uso ecológico e benéfico da saúde física mas sim no cumprimento lógico e devido da lei.
Também uso a bicicleta diariamente mas nunca pelos passeios onde circulam os peões - que têm o direito à segurança - sobretudo as crianças e quem as acompanha e as pessoas de idade,quantas com problemas graves de se deslocarem...
Quando encontro obstáculos páro ou levo a bicicleta pela mão no passeio.
Chama-se a isto Civismo, Educação e cumprimento de normas e regras.
Se consideram a lei errada reclamem a quem de direito.
Mas não consigo imaginar ciclo vias em todas as zonas de Cidades com muitos desnivelamentos de terreno.
Como ciclista cumpro a lei.
Como peão exigo a minha segurança sem tropeçar em bicicletas ou ver outros sujeitos ao mesmo.
Só espero que a polícia continue atenta aos infractores que teimam em impor as suas leis pessoais.
Boas pedaladas na estrada, na rua ou nas ciclovias onde existirem.
E sejam sensatos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns comentadores parecem não entenderem que a questão não está no dito uso ecológico e benéfico da saúde física mas sim no cumprimento lógico e devido da lei.<br />
Também uso a bicicleta diariamente mas nunca pelos passeios onde circulam os peões &#8211; que têm o direito à segurança &#8211; sobretudo as crianças e quem as acompanha e as pessoas de idade,quantas com problemas graves de se deslocarem&#8230;<br />
Quando encontro obstáculos páro ou levo a bicicleta pela mão no passeio.<br />
Chama-se a isto Civismo, Educação e cumprimento de normas e regras.<br />
Se consideram a lei errada reclamem a quem de direito.<br />
Mas não consigo imaginar ciclo vias em todas as zonas de Cidades com muitos desnivelamentos de terreno.<br />
Como ciclista cumpro a lei.<br />
Como peão exigo a minha segurança sem tropeçar em bicicletas ou ver outros sujeitos ao mesmo.<br />
Só espero que a polícia continue atenta aos infractores que teimam em impor as suas leis pessoais.<br />
Boas pedaladas na estrada, na rua ou nas ciclovias onde existirem.<br />
E sejam sensatos!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-577</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:30:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-577</guid>
		<description>Sr Sá, espero que mantenha a utilização da bicicleta por muitos e longos anos. Moro na cidade de Coimbra (cidade extremamente desnivelada) e sinto-me obrigado, não só a utilizar muitas vezes o passeio, como a deslocar-me em sentido proibido para que seja viável o contorno de determinadas colinas. Ainda espero pela primeira multa!!! A minha bicicleta deve ser semelhante à sua e pela experiência que tenho a velocidade é bastante limitada, o que faz com o perigo seja residual. Já ouvi alguns &quot;bitaites&quot; mas se eu tivesse estacionado o meu carro em cima do mesmo passeio e obrigasse o peão a ir para a estrada para o contornar, nem um resmungo ouviria. Vários policias já passaram por mim e nunca fui multado porque, quem sabe, felizmente sabem que ou é daquela forma (sempre com cuidado) ou em Coimbra não se anda de bicicleta. Deixo só esta informação, estive à poucos dias na Suiça e por baixo do sinal de sentido único aparece sempre um sinal de dois sentidos para bicicletas, isto é, as ruas de sentido único passam a dois para bicicletas...será difícil criar uma lei destas? chama-se a isto organização e vontade para mudar para melhor. Com certeza que os juristas que elaboram as leis não andam de bicicleta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr Sá, espero que mantenha a utilização da bicicleta por muitos e longos anos. Moro na cidade de Coimbra (cidade extremamente desnivelada) e sinto-me obrigado, não só a utilizar muitas vezes o passeio, como a deslocar-me em sentido proibido para que seja viável o contorno de determinadas colinas. Ainda espero pela primeira multa!!! A minha bicicleta deve ser semelhante à sua e pela experiência que tenho a velocidade é bastante limitada, o que faz com o perigo seja residual. Já ouvi alguns &#8220;bitaites&#8221; mas se eu tivesse estacionado o meu carro em cima do mesmo passeio e obrigasse o peão a ir para a estrada para o contornar, nem um resmungo ouviria. Vários policias já passaram por mim e nunca fui multado porque, quem sabe, felizmente sabem que ou é daquela forma (sempre com cuidado) ou em Coimbra não se anda de bicicleta. Deixo só esta informação, estive à poucos dias na Suiça e por baixo do sinal de sentido único aparece sempre um sinal de dois sentidos para bicicletas, isto é, as ruas de sentido único passam a dois para bicicletas&#8230;será difícil criar uma lei destas? chama-se a isto organização e vontade para mudar para melhor. Com certeza que os juristas que elaboram as leis não andam de bicicleta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Feio</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-572</link>
		<dc:creator>Feio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 16:04:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-572</guid>
		<description>Partilho de todo a sua preocupação na preservação do meio ambiente, a manutenção da forma física e as demais mais-valias que o uso da bicicleta nos traz. Mas como nos inserimos numa comunidade que tem as suas normas legais, teremos que as cumprir.
Logo, diz-nos a alínea b) do art.104º do Código da Estrada (CE) que só é equiparado ao trânsito de peões, a condução à mão de velocípedes. Na situação, o caríssimo Sr. cidadão encontrava-se a tripular um velocípede no passeio, que é reservado ao trânsito de peões, salvo algumas excepções previstas na lei.
O art. 17º, n.º1 do CE preceitua que os veículos só podem utilizar as bermas e passeios desde que o acesso a prédios o exija, também não era o caso.
Ao cidadão interveniente na situação, restar-lhe-ia circular pelo lado direito da faixa de rodagem, o mais próximo possível da berma ou passeio, guardando no entanto uma distância destes de modo a evitar acidentes, conforme estipula o n.º1 do art.13º do CE.
É certo e por demais constatado que o estacionamento e o trânsito nas nossas cidades é por demais caótico, sem dúvida, mas as normas legais têm que ser cumpridas.
Sugiro que se faça um requerimento ao Sr. Presidente da Câmara para construir pistas especiais de circulação, as denominadas ciclovias, para obstar a estes transtornos diários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Partilho de todo a sua preocupação na preservação do meio ambiente, a manutenção da forma física e as demais mais-valias que o uso da bicicleta nos traz. Mas como nos inserimos numa comunidade que tem as suas normas legais, teremos que as cumprir.<br />
Logo, diz-nos a alínea b) do art.104º do Código da Estrada (CE) que só é equiparado ao trânsito de peões, a condução à mão de velocípedes. Na situação, o caríssimo Sr. cidadão encontrava-se a tripular um velocípede no passeio, que é reservado ao trânsito de peões, salvo algumas excepções previstas na lei.<br />
O art. 17º, n.º1 do CE preceitua que os veículos só podem utilizar as bermas e passeios desde que o acesso a prédios o exija, também não era o caso.<br />
Ao cidadão interveniente na situação, restar-lhe-ia circular pelo lado direito da faixa de rodagem, o mais próximo possível da berma ou passeio, guardando no entanto uma distância destes de modo a evitar acidentes, conforme estipula o n.º1 do art.13º do CE.<br />
É certo e por demais constatado que o estacionamento e o trânsito nas nossas cidades é por demais caótico, sem dúvida, mas as normas legais têm que ser cumpridas.<br />
Sugiro que se faça um requerimento ao Sr. Presidente da Câmara para construir pistas especiais de circulação, as denominadas ciclovias, para obstar a estes transtornos diários.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luis</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-515</link>
		<dc:creator>luis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:44:53 +0000</pubDate>
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		<description>Caro José Maria

Todos sabemos que tomar decisões a quente, não é boa ideia!
Também procuro usar a bicicleta diariamente para me deslocar para o trabalho, também &quot;tenho&quot; de circular um pouquinho em cima do passeio, também já tive encontros menos agradáveis com um agente (graduadíssimo)da PSP, por circular em sentido inverso ao permitido (!) na zona pedonal de Santa Catarina.
Como ando muito de bicicleta, felizmente, o saldo é muito positivo. Já tive muitos outros encontros, muitíssimo agradáveis com agentes da PSP.
Concluindo. Ele há doidos em todo o lado.
Pense que o principal beneficiado pelo uso da bicicleta é o próprio José. É a sua saude e a sua &quot;pegada&quot;.
Só porque nós os dois acreditamos piamente no que fazemos, não podemos exigir aos outros que sigam o nosso bom exemplo. A grande revolução é que cada um de nós acredita e faz. Quando os outros perceberem que somos felizes e saudáveis por isso, vão querer imitar.
Note que também não vejo mal nenhum em tentar convencer o resto da malta, na certeza de que não podemos esmorecer quando eles não aderem aos nossos ideais.
Depois, repare que passar a usar o carro, não o vai livrar de encontrar um outro doido qualquer a multa-lo por uma outra qualquer razão estúpida.
Um abraço solidário
Luis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro José Maria</p>
<p>Todos sabemos que tomar decisões a quente, não é boa ideia!<br />
Também procuro usar a bicicleta diariamente para me deslocar para o trabalho, também &#8220;tenho&#8221; de circular um pouquinho em cima do passeio, também já tive encontros menos agradáveis com um agente (graduadíssimo)da PSP, por circular em sentido inverso ao permitido (!) na zona pedonal de Santa Catarina.<br />
Como ando muito de bicicleta, felizmente, o saldo é muito positivo. Já tive muitos outros encontros, muitíssimo agradáveis com agentes da PSP.<br />
Concluindo. Ele há doidos em todo o lado.<br />
Pense que o principal beneficiado pelo uso da bicicleta é o próprio José. É a sua saude e a sua &#8220;pegada&#8221;.<br />
Só porque nós os dois acreditamos piamente no que fazemos, não podemos exigir aos outros que sigam o nosso bom exemplo. A grande revolução é que cada um de nós acredita e faz. Quando os outros perceberem que somos felizes e saudáveis por isso, vão querer imitar.<br />
Note que também não vejo mal nenhum em tentar convencer o resto da malta, na certeza de que não podemos esmorecer quando eles não aderem aos nossos ideais.<br />
Depois, repare que passar a usar o carro, não o vai livrar de encontrar um outro doido qualquer a multa-lo por uma outra qualquer razão estúpida.<br />
Um abraço solidário<br />
Luis</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Maria Sá</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-511</link>
		<dc:creator>José Maria Sá</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:48:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-511</guid>
		<description>Exm.os Srs. 
Até hoje, 21 de Setembro de 2009, 4 pessoas em 11 que escreveram sobre a utilização da bicicleta no Porto (47%) demonstraram inequivocamente a falta de informação em Portugal sobre as inúmeras vantagens da bicicleta nas cidades. 
Note-se que tal acontece num site ligado à ecologia! 
Sei do que falo: já visitei alguns dos países mais desenvolvidos da Europa onde a bicicleta é tão incentivada e de forma talvez absurda para a perspectiva de muitos Portuenses, a avaliar pelo que tenho lido e ouvido. 
Os comentários evidenciam também inadmissíveis generalizações, suposições, raciocínios sem lógica e consequentes injustiças para quem se esforça em bem agir nesta terra.
Estas constatações, a minha idade e outros factores, DESMOTIVAM-ME demasiado e definitivamente. 
Por isso concluo: 
1º REGRESSO AO USO AO AUTOMÓVEL NO PORTO (não é um topo de gama mas é novo, bom e com reduzida emissão de CO2...);
2º PAGO A MULTA (tinha decidido não o fazer); 
3º NÃO DIGO NEM ESCREVO E NEM QUERO OUVIR NEM LER MAIS UMA PALAVRA SOBRE A BICICLETA NO PORTO! 
Boa sorte à Campo Aberto. 
José Maria Sá
Fico com a consciência tranquila! Como poderá testemunhar o Gonçalo – o 1º a comentar a minha “carta” – troquei o carro pela bicicleta para me deslocar para a Escola durante o último ano lectivo. Os transportes colectivos não servem o meu trajecto e a pé demoraria uma hora em ida e volta por dia… Perturbei ligeiramente um ou dois peões, a quem pedi desculpa e perturbei alguns automobilistas a quem não pedi desculpa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exm.os Srs.<br />
Até hoje, 21 de Setembro de 2009, 4 pessoas em 11 que escreveram sobre a utilização da bicicleta no Porto (47%) demonstraram inequivocamente a falta de informação em Portugal sobre as inúmeras vantagens da bicicleta nas cidades.<br />
Note-se que tal acontece num site ligado à ecologia!<br />
Sei do que falo: já visitei alguns dos países mais desenvolvidos da Europa onde a bicicleta é tão incentivada e de forma talvez absurda para a perspectiva de muitos Portuenses, a avaliar pelo que tenho lido e ouvido.<br />
Os comentários evidenciam também inadmissíveis generalizações, suposições, raciocínios sem lógica e consequentes injustiças para quem se esforça em bem agir nesta terra.<br />
Estas constatações, a minha idade e outros factores, DESMOTIVAM-ME demasiado e definitivamente.<br />
Por isso concluo:<br />
1º REGRESSO AO USO AO AUTOMÓVEL NO PORTO (não é um topo de gama mas é novo, bom e com reduzida emissão de CO2&#8230;);<br />
2º PAGO A MULTA (tinha decidido não o fazer);<br />
3º NÃO DIGO NEM ESCREVO E NEM QUERO OUVIR NEM LER MAIS UMA PALAVRA SOBRE A BICICLETA NO PORTO!<br />
Boa sorte à Campo Aberto.<br />
José Maria Sá<br />
Fico com a consciência tranquila! Como poderá testemunhar o Gonçalo – o 1º a comentar a minha “carta” – troquei o carro pela bicicleta para me deslocar para a Escola durante o último ano lectivo. Os transportes colectivos não servem o meu trajecto e a pé demoraria uma hora em ida e volta por dia… Perturbei ligeiramente um ou dois peões, a quem pedi desculpa e perturbei alguns automobilistas a quem não pedi desculpa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Jervis Cunha</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-509</link>
		<dc:creator>Ana Jervis Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 23:01:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-509</guid>
		<description>Olá!

Exactamente, há que conquistar o lugar nas vias que nos pertence, portanto, há que circular nas vias e não no passeio.
Quando está complicado uso a campainha da bicicleta, é muito útil.
Não sei se as ciclovias são assim tão precisas, começa por ser uma questão psicológica, as pessoas pensam que com ciclovia estarão mais seguras para sair com a bicicleta de carro e os carros vêem-se obrigados a respeitar (quando o fazem).
P ex eu não uso as ciclovias &quot;para turista&quot; na marginal Aguda-Miramar (Gaia), prefiro ir a direito pela estrada, é mais rápido e não tenho de pisar traços contínuos...pois! Há que planear bem as ciclovias.
Mas o que me parece que é mesmo preciso é ensinar o Código da Estrada e condução aos ciclistas jovens e adultos e educar/sensibilizar os automobilistas para aprenderem a respeitar.

Ana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Exactamente, há que conquistar o lugar nas vias que nos pertence, portanto, há que circular nas vias e não no passeio.<br />
Quando está complicado uso a campainha da bicicleta, é muito útil.<br />
Não sei se as ciclovias são assim tão precisas, começa por ser uma questão psicológica, as pessoas pensam que com ciclovia estarão mais seguras para sair com a bicicleta de carro e os carros vêem-se obrigados a respeitar (quando o fazem).<br />
P ex eu não uso as ciclovias &#8220;para turista&#8221; na marginal Aguda-Miramar (Gaia), prefiro ir a direito pela estrada, é mais rápido e não tenho de pisar traços contínuos&#8230;pois! Há que planear bem as ciclovias.<br />
Mas o que me parece que é mesmo preciso é ensinar o Código da Estrada e condução aos ciclistas jovens e adultos e educar/sensibilizar os automobilistas para aprenderem a respeitar.</p>
<p>Ana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mafalda Ferreira</title>
		<link>http://www.campoaberto.pt/2009/08/07/bicicletas-no-porto/comment-page-1/#comment-507</link>
		<dc:creator>Mafalda Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 15:35:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.campoaberto.pt/?p=3895#comment-507</guid>
		<description>Concordo que o passeio seja para os peões. Mas a verdade é que entre uma estrada cheia de carros e um passeio cheio de pessoas não há muito por onde escolher quando se quer andar de bicicleta. Eu ando muito de bicicleta, principalmente em gaia, e verifico que ainda falta fazer muito para que se possa usar este meio de transporte em segurança e &quot;como deve ser&quot;. Não há respeito pelas bicicletas, não há ciclovias, não há lugares para &quot;estacionar&quot; a bicicleta... No fundo, não há ainda uma cultura deste meio de transporte que justifique todas as mudanças necessárias na sociedade para que seja possível e seguro utilizá-lo. As pessoas têm medo de montar numa bicicleta quando os outros condutores não têm respeito nenhum pelos ciclistas passando tão rápido que os desiquilibram ou buzinamdo-lhes como se isso aumentasse a &quot;potência&quot; da bicicleta e os fizesse andar mais rápido; e por isso simplesmente não se aventuram. 
Comentando o prof. José Sá, eu concordo que o passeio seja para os peões até porque no código da estrada a via de trânsito onde circulam carros e etc. está reservada também às bicicletas. Mas não deixo de me sentir solidária pois também eu ando de bicicleta e faço trajectos longos e deparo-me muitas vezes com situações em que usar o passeio é a única hipótese. Acho, contudo, que não nos podemos esquecer que uma bicicleta é um veículo susceptivel de magoar peões  é preciso ter mto cuidado quando se circula com ele nos passeios (assim como os carros também podem &quot;magoar&quot; ciclistas... Enfim, o Mundo mnão é perfeito!)
Concluíndo, falando para todos os que não têm medo de se fazer à estrada na sua bicicleta, somos nós que temos de ir conquistando o nosso espaço na estrada para que outros os possam seguir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que o passeio seja para os peões. Mas a verdade é que entre uma estrada cheia de carros e um passeio cheio de pessoas não há muito por onde escolher quando se quer andar de bicicleta. Eu ando muito de bicicleta, principalmente em gaia, e verifico que ainda falta fazer muito para que se possa usar este meio de transporte em segurança e &#8220;como deve ser&#8221;. Não há respeito pelas bicicletas, não há ciclovias, não há lugares para &#8220;estacionar&#8221; a bicicleta&#8230; No fundo, não há ainda uma cultura deste meio de transporte que justifique todas as mudanças necessárias na sociedade para que seja possível e seguro utilizá-lo. As pessoas têm medo de montar numa bicicleta quando os outros condutores não têm respeito nenhum pelos ciclistas passando tão rápido que os desiquilibram ou buzinamdo-lhes como se isso aumentasse a &#8220;potência&#8221; da bicicleta e os fizesse andar mais rápido; e por isso simplesmente não se aventuram.<br />
Comentando o prof. José Sá, eu concordo que o passeio seja para os peões até porque no código da estrada a via de trânsito onde circulam carros e etc. está reservada também às bicicletas. Mas não deixo de me sentir solidária pois também eu ando de bicicleta e faço trajectos longos e deparo-me muitas vezes com situações em que usar o passeio é a única hipótese. Acho, contudo, que não nos podemos esquecer que uma bicicleta é um veículo susceptivel de magoar peões  é preciso ter mto cuidado quando se circula com ele nos passeios (assim como os carros também podem &#8220;magoar&#8221; ciclistas&#8230; Enfim, o Mundo mnão é perfeito!)<br />
Concluíndo, falando para todos os que não têm medo de se fazer à estrada na sua bicicleta, somos nós que temos de ir conquistando o nosso espaço na estrada para que outros os possam seguir.</p>
]]></content:encoded>
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