• Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto

Foi aprovada a acta da reunião de 12 de Março de 2009 do Conselho Municipal de Ambiente do Porto. A ordem de trabalhos foi a seguinte:

  • Perspectivas das ONG sobre o ambiente na cidade do Porto, num contexto metropolitano;
  • Proposta de inclusão, no site da CMP, de uma lista de grandes equipamentos na cidade e componentes relevantes dos respectivos projectos (algumas plantas, impactes, medidas de minimização, etc.);
  • Proposta de criação, pela CMP, de regulamento municipal relativo à participação pública.

A Campo Aberto propôs à Câmara do Porto mecanismos concretos que permitiriam um reforço substancial da transparência e da participação dos cidadãos na gestão municipal. O vereador do urbanismo revelou os esforços que estão em curso para desmaterializar os processos de licenciamento, os quais deverão, a prazo, permitir uma acesso mais fácil a dados de interesse público e associações a dados que considerem relevantes.

A acta está disponível na página do Conselho Municipal de Ambiente.

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Um comentário até agora.

  1. Andreia Fernandes diz:

    Eu não nasci no Porto, mas estou a viver nesta cidade há 4 anos a realizar a minha licenciatura.
    O Palácio de Cristal tornou-se num local que visito regularmente e até diariamente quando necessito de um local pacífico onde possa estudar tranquilamente. Não o troco por nada.
    É dos poucos locais onde nos podemos esquecer desta incessante urbanização e poluição nas quais nos afogamos diariamente e agora dizem-me que vão destruir parte dele para construir um edifício para realizar reuniões e afins?????!!!!!
    Que coisa mais estúpida, ridícula, sem pés nnem cabeça!!! Sou totalmente contra, espero que o projecto não se realize. Tenho a certeza que outras soluções serão possíveis, que outros locais estarão disponíveis, que não obriguem à destruição de um espaço verde único no centro da cidade do Porto.
    Só espero que na cabeça destes políticos se acenda uma luzinha…

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