• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 30 de Agosto de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Internacional: Londres fez plano para crise climática
Inundações a partir do Tamisa são maior quebra-cabeças da protecção civil. E as defesas actuais não bastam

Londres tem os pés molhados e já sofreu dramas com a subida das águas do Tamisa. Os sistemas de defesa recentes não vão impedir desastres que venham com a mudança climática. O “mayor” traçou já um plano de crise.

O “mayor” (presidente da Câmara) de Londres anunciou, ontem, um plano para minimizar os riscos que as alterações climáticas tragam para a capital do Reino Unido. Muitos desses riscos podem chegar através do Tamisa, que já conta com um sistema de defesa contra inundações. Mas Boris Johnson quer também acautelar ondas de calor e a falta de água potável. Para as duas situações (água a mais ou de menos), o plano do “mayor” estabelece um remédio partilhado: mais e mais árvores.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1006773

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2. Internacional: Derrame mata 2.000 pinguins junto ao Brasil

Praias do Sul do Brasil, sobretudo as de Florianópolis, receberam nas suas areias cerca de dois mil pinguins que ali chegaram já mortos. Os animais terão sido vítimas de um derrame de petroleiro.

Mais de dois mil pinguins deram à costa desde o passado domingo nas praias de Florianópolis. As populações locais, com a ajuda de associações ambientalistas, enterraram a maior parte dos animais, apenas conseguindo salvar 170. Estes últimos serão devolvidos ao mar quando estiverem restabelecidos.

Os pinguins estavam cobertos de petróleo, o que os impede de nadar e respirar. Eles são provenientes da Patagónia e terão sido levados pela corrente marítima cujo limite natural é o Estado do Rio de Janeiro.

A Marinha brasileira efectuou vários sobrevoos da região, mas não localizou a mancha de petróleo ou o navio que esteve na origem do derrame e que terá navegado em alto mar.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1006775

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3. Moscas escapam porque planeiam bem a fuga

Sim, é difícil apanhar moscas. Difícil também é conceber que o pequeno cérebro destes insectos maçadores usa artimanhas para a fuga. Elas planeiam o voo necessário para escapar à perseguição que lhes movemos incessantemente.

Um estudo divulgado pela revista “Current Biology” explica como o cérebro minúsculo da mosca, mais pequeno que uma cabecinha de alfinete, nos consegue derrotar na maioria das vezes e só raramente nos permite raras vitórias em que um jornal bem dobrado é a arma mais eficaz.

Inteligência fulgurante e bom planeamento são as virtudes da mosca. Quem a apanhou na teia deste estudo garante que muito antes de voltear no seu voo, o insecto calcula a localização da ameaça e tece um plano. Em cem milésimos de segundo o bicho coloca-se em posição de pré-voo, centrando a massa do seu corpo e impulsionando-a depois com a força das patas. Isto acontece quer ele esteja a “besourar” à nossa volta, a alimentar-se ou andar. Um cientista da equipa que estudou o comportamento da mosca aconselha: se se quiser apanhar uma delas, não se deve fazer pontaria para a posição em que ela está, mas para um ponto mais além na trajectória prevista. Avance-se matreiramente, que a mosca detecta mal os movimentos lentos, e zás.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1006781

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4. CDU quer lista dos prédios devolutos

A CDU espera, há dois anos, o estudo sobre os prédios abandonados e degradados da cidade. A proposta foi aprovada por unanimidade, mas até agora, tardam as respostas. Depois de férias, Rui Sá promete pedir explicações.

As palavras de denúncia estão relacionadas com a proposta sobre os edifícios devolutos e degradados do Porto – que, recorde-se, surgiu, há dois anos, na sequência do assassínio da transexual Gisberta, morta num prédio do Campo 24 de Agosto -, mas a lista da CDU incluiu, ainda, uma série variada de recomendações que, vão desde o levantamento sobre a situação dos terminais das empresas de transporte de passageiros, até à remoção das vigas metálicas ao longo da Avenida da Boavista e, sua substituição por floreiras, passando pelo relatório sobre as zonas degradadas da parte oriental da cidade, em Campanhã (Areias, Furamontes, Ponte do Gato)…

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1006774

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5. Barrancos: Barrancos: Touros morrem sem mediatismo do passado
Seis anos após a legalização das lides de morte, visitantes diminuem para um terço

Já morreram touros em Barrancos, esta sexta-feira, em duas lides, legais desde 2002, após anos consecutivos de muita polémica. A vila está mais sossegada e “agora só vem quem está mesmo interessado”, dizem os barranquenhos.

Seis anos após a legalização dos touros de morte, são sobretudo os comerciantes locais que têm pena de não haver mais turistas. Mas, diz o povo, “ficaram foi mal habituados”.

“Quando vão a matar o touro, eu viro a cara”. A frase não é de um qualquer sensível defensor dos direitos dos animais vindo da “cidade grande”, mas sim de Francisco Torrado, 76 anos, nado e criado em Barrancos, que celebra este fim-de-semana mais uma edição das Festas de Nª Sª da Conceição, onde se incluem os polémicos touros de morte, legais desde 2002.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Beja&Concelho=Barrancos&Option=Interior&content_id=1006808

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6. Uma centena de cães sobrevivem sem condições

Mais de 100 cães recolhidos por uma associação de protecção aos animais vivem em condições deploráveis na cidade de Bragança, porque falta de dinheiro para concluir as obras do novo canil, em construção há cerca de dois anos.

Os animais vivem amontoados num barracão cedido pela Câmara Municipal, um espaço improvisado, sem condições e sem fossa céptica. O número de cães recolhidos pela Associação Brigantina de Protecção dos Animais (ABPA) não pára de aumentar porque cada vez há mais abandonados, mas o canil está a rebentar pelas costuras. A responsável, Lurdes Gonçalves, teme a chegada do Inverno, uma vez que as obras de construção da circular interna de Bragança, que passa a montante do local, complicou ainda mais o problema.

A ABPA tem um novo canil em construção há dois anos, mas está a avançar lentamente por falta de capacidade financeira daquela entidade sem fins lucrativos. A obra está orçamentada em 125 mil euros e a Câmara de Bragança comparticipou em 50%, mas a associação não dispõe do resto do dinheiro para concluir o projecto. Por fazer está ainda a vedação, a instalação de canalizações, o tratamento de águas residuais e a selagem de um poço. Os responsáveis da associação gostavam de abrir antes do Inverno, mas sem as fossas cépticas, um gerador e uma bomba de água, será difícil fazer a mudança dos animais. O canil está a ser instalado no Vale das Ratas, junto ao antigo aterro sanitário de Bragança, num terreno cedido pelo município, onde estão a ser recuperados duas casas devolutas.

“Temos muita urgência em fazer a mudança, porque está em más condições e a Câmara necessita do terreno porque vai passar por ali a circular interna, já demoliram parte do espaço que serve de canil, ficamos ainda com menos espaço”, explicou Lurdes Gonçalves.

Nas férias do Verão os problemas complicam-se porque não podem contar com os restos da cantina do Instituto Politécnico de Bragança, onde vão buscar a alimentação dos animais.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Bragan%E7a&Option=Interior&content_id=983657

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7. Linha do Tua interditada por tempo indeterminado

A circulação na Linha do Tua está proibida até ao Cachão e só poderá ser restabelecida por decisão do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), independentemente do resultado do inquérito ao acidente de há uma semana. A interdição aplica-se não só às viagens comerciais, mas também aos comboios de serviço, nomeadamente as chamadas “dresinas”, que fazem a manutenção da linha e que só podem circular com autorização prévia.

http://jornal.publico.clix.pt/

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
http://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
www.campoaberto.pt

Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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