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  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 16 de Agosto de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Cada vez mais zonas mortas nos oceanos

As zonas dos oceanos sem oxigénio suficiente para manterem vida marinha estão a aumentar a um ritmo muito preocupante. Neste momento, já ocupam em todo o mundo uma área três vezes superior à de Portugal continental.

“As zonas mortas” nas águas costeiras – regiões do fundo oceânico sem oxigénio, onde a maioria da vida marinha é incapaz de sobreviver – estão a aumentar a um ritmo alarmante em todo o mundo, de acordo com um estudo publicado esta semana na revista “Science”. A tendência está a ser acentuada por fósforo e nitrogénio proveniente de fertilizantes agrícolas, que chegam às águas costeiras através de rios e outros cursos de água.

Só nesta década, o número de zonas costeiras mortas aumentou em cerca de um terço, para 405 em todo o mundo, sobretudo nas costas da Europa e dos Estados Unidos. No total, ocupam pelo menos 250 mil quilómetros quadrados, cerca de três vezes a área de Portugal continental.

A maior situa-se no mar Báltico e tem 80 mil quilómetros quadrados, de acordo com os investigadores. Seguem-se uma no Golfo do México (que começa na foz do rio Mississipi, nos Estados Unidos), e outra na foz do Yangtzé, na China. “Ao contrário do que se pensava no passado, não é um problema local ou regional”, afirmou Robert Diaz do Instituto de Ciência Marinha da Virgínia. “É na verdade um problema global. É principalmente causado pela agricultura, mas também há muito nitrogénio industrial”, acrescentou Diaz, que estudou a proliferação das zonas mortas com Rutger Rosenberg da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

O número de zonas mortas começou a duplicar de dez em dez anos, a partir da década de 1960, segundo os cientistas. Havia 301 dessas zonas no final do século passado, apenas 39 no final dos anos 60, afirmou Diaz.

Os investigadores afirmaram que as zonas mortas devem ser consideradas uma fonte importante de stress para os ecossistemas marinhos, sendo um problema ambiental global ao nível da pesca excessiva, perdas de habitat devido ao desenvolvimento humano e proliferação de algas.

As zonas mortas surgem quando as águas costeiras são invadidas por um excesso de nutrientes, em particular nitrogénio e fósforo, ajudando à produção de pragas de algas. Quando estas plantas morrem e se afundam, servem de alimento a bactérias que consomem o oxigénio das águas das proximidades. O resultado? Grandes áreas do fundo do mar sem oxigénio para sustentar a maior parte da vida marinha. “Os peixes são os que melhor evitam as zonas mortas. Quando o oxigénio começa a diminuir, são espertos e vão-se embora”, afirmou.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=980260

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2. Época de caça abre com mais polémicas
Cerca de 40 mil caçadores podem, a partir de hoje, atirar a mais patos e mais cedo. Ambientalistas estão contra

Patos, rolas e pombos tiveram esta quinta-feira um nascer de dia difícil, talvez fatal. Abriu a caça a estas espécies e, se todos os praticantes deram mesmo uso à licença que já “tiraram”, 40 mil saíram aos campos a exercitar o gatilho.

O calendário venatório foi desta vez publicado em plena Primavera, uma antecipação de meses face a anos precedentes.

Do feito oficial, gaba-se por reflexo a Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), cujo presidente, Jacinto Amaro, garante que o teor da portaria (345-A de 30 de Abril) “foi, pela primeira vez e integralmente, da inteira responsabilidade das organizações da caça”.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=979934

Caça em Zona de Protecção Especial
http://jn.sapo.pt/CidadaoReporter/Interior.aspx?content_id=979228

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3. Parque Nascente repara colector seis anos depois

Há seis anos que seis milhões de litros de esgotos por dia estão a desaguar no rio Tinto. A construção dos acessos ao centro comercial Parque Nascente deixou um colector inutilizado em 2002, mas só agora será reparado.

A situação tem-se arrastado, apesar dos contactos entre as diferentes entidades. Da discussão sobre a quem caberia a responsabilidade de executar a intervenção, seguiu-se a tarefa burocrática de obtenção de pareceres técnicos e de autorizações de diferentes entidades. A chegada do último aval estava prevista para ontem, ou seja, a permissão da Estradas de Portugal para intervir na Estrada da Circunvalação, no Porto.

A convicção da Empresa Municipal de Águas do Porto, que aprovou o projecto para o desvio da instalação de saneamento, é de que será possível começar a empreitada dentro de 15 dias.

O presidente da comissão de estruturação daquela empresa, Poças Martins, acredita que a reparação começará em Setembro e ficará concluída do mesmo mês, pondo-se fim àquela fonte significativa de poluição do rio Tinto. “Será resolvido, finalmente, um problema com muitos anos”, afirma o responsável. A obra será concretizada pelo promotor do centro comercial, em Rio Tinto, no concelho de Gondomar.

O problema surgiu em 2002. Então, decorria a construção dos acessos rodoviários ao Parque Nascente. A empresa construtora solicitou aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (entretanto extintos, dando lugar à empresa municipal) para desactivar, temporariamente, um colector granítico na Circunvalação, oriundo, sobretudo, da zona da Areosa e da Avenida de Fernão de Magalhães, nas Antas.

A autorização foi concedida mediante o compromisso de que a situação seria resolvida rapidamente. Só que a alteração de cotas dos acessos obrigou, como noticiou o JN, a desviar o colector de saneamento e a reinstalá-lo.

Era necessário elaborar o projecto e solicitar a autorização de várias instituições, entre elas a Refer (porque o colector passará pela via-férrea) e a Estradas de Portugal, para executá-lo. Propunha-se que, a título provisório, os seis milhões de litros diários de esgotos fossem encaminhados para a rede de águas pluviais na zona de S. João de Deus, no Porto. Mas acabaram por ficar a correr directamente para o rio Tinto.

Lentamente, chegou-se à solução actual. Com esta intervenção, o caudal de esgoto de seis milhões de litros (ou seis mil metros cúbicos) seguirá, por fim, para a estação de tratamento de águas residuais do Freixo, que possui capacidade para tratar até 35900 metros cúbicos de esgotos.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=980250

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4. Degradação de moliceiros não pára

Embarcações que estão no canal de S. Roque exigem já alguma necessidade de recuperação e manutenção. Executivo camarário atira as culpas para o programa desenvolvido no mandato anterior, presidido por Alberto Souto.

Os moliceiros que se encontram colocados no canal de S. Roque foram mais uma vez alvo de preocupação por parte do vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal de Aveiro, Marques Pereira, que alertou, mais uma vez, para o estado de degradação das embarcações que se encontram naquele local.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=979631

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5. Penafiel: Feira Agrival arranca amanhã

A Agrival, tradicional Feira Agrícola do Vale do Sousa arranca amanhã no Pavilhão de Feiras e Exposições de Penafiel. Sendo esta uma região onde a agricultura continua a ser uma das actividades predominantes, haverá muitas acções direccionadas para o mundo rural, designadamente os concursos de broa de milho, de pão-de-ló, de melão casca de carvalho e da cebola. Destaque ainda para o concurso de gado bovino, uma prova de perícia de tractores, a realizar sob a orientação da Direcção Regional da Agricultura e a I Festa do Caldo Galego. A Agrival prolonga-se até dia 24.

www.oprimeirodejaneiro.pt

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Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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