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Convite/Entrada Livre

Na sede da Campo Aberto mais uma das suas concorridas tertúlias.   Manuela Biltes conversará connosco sobre MICROCRÉDITO: ALTERNATIVA   NUM AMBIENTE DE POBREZA. Tentaremos depois trocar ideias inclusive,   para quem quiser, sobre o financiamento destas e outras alternativas   sociais, ambientais, etc.

Rua de Santa Catarina, 730-2.º Porto

MANUELA BILTES pertence desde o início à ANDC – Associação Nacional   de Direito ao Crédito, que em Portugal tem posto em prática os   conceitos de microcrédito oriundos inicialmente do Prémio Nobel da   Paz 2006, Muhammad Yunus. Nesse contexto, foi animadora de projectos   no Porto, integrou depois uma direcção, e faz agora parte da comissão   de crédito, que analisa as candidaturas  antes de elas serem   apresentadas aos bancos com quem a ANDC tem parcerias (Millennium,   CGD e BES).

A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DIREITO AO CRÉDITO (Pessoa Colectiva de   Utilidade
Pública) é uma associação sem fins lucrativos fundada em 1998.   Inspirada na experiência do Grameen Bank, criado por Muhamad Yunus, a   ANDC apoia quem não tem acesso ao crédito bancário tradicional e   precisa de um empréstimo para criar o seu próprio negócio.

MUHAMMAD YUNUS, economista e banqueiro de Bangladeche, nasceu em   Chittagong  em 1940. Em 2006 foi laureado com o Prémio Nobel da Paz.   É autor do livro Banker to the poor (na tradução portuguesa, O   banqueiro dos pobres). Muhammad Yunus formou-se em economia no   Bangladeche (então parte do Paquistão), doutorou-se nos EUA onde   leccionou, voltou ao seu país quando este se tornou independente, e   foi professor na Universidade de Dhaka. Em 1976 constatou as   dificuldades de pessoas carentes em obter empréstimos na aldeia de   Jobra, num Bangladeche empobrecido e recém-separado do Paquistão. Por   não poderem dar garantias, os bancos recusavam-lhes as pequenas   quantias que permitiriam comprar materiais para trabalhar e vender, e   os usurários taxavam os empréstimos com juros altos. Muhammad Yunus   criou então o Banco Grameen, que empresta sem garantias nem papéis,   sendo, sobretudo, procurado por mulheres: elas são 97 por cento dos   6,6 milhões de beneficiários. A taxa de recuperação é de 98,85 por   cento.

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