• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Grande Porto: Identificados 112 espaços verdes que necessitam de
protecção no

A associação ambientalista Campo Aberto recebeu 112 propostas de zonas
verdes que necessitam de ser protegidas na região do Grande Porto, no
âmbito da campanha 50 Espaços Verdes em Perigo, 50 Espaços Verdes a
Preservar, lançada em Outubro. O ambientalista Nuno Quental destacou a
elevada participação registada nesta campanha, realizada através de
propostas apresentadas na Internet, que classificou como “prova de que
há cada vez mais pessoas sensibilizadas para a necessidade de defender
os espaços verdes em meio urbano”.
Entre 15 de Outubro e 2006 e 31 de Julho de 2007, os habitantes da
Área Metropolitana do Porto (AMP) identificaram, através das propostas
apresentadas na Internet, os locais que consideram estar em perigo e
que necessitam de protecção. No total, foram apresentadas 112
propostas no quadro desta campanha – 26 no concelho da Maia, 23 no
Porto, 22 em Gaia e 18 em Gondomar. As restantes são dos concelhos de
Matosinhos (7), Vila do Conde (6), Valongo (4), Espinho (4) e Póvoa de
Varzim (2). Para poder integrar a lista de locais a preservar, é
necessário que se trate de um espaço verde com valor ecológico e
dimensão social relevante, que esteja ameaçado e que se situe num dos
nove concelhos do Grande Porto (Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Maia,
Matosinhos, Valongo, Porto, Gaia, Gondomar e Espinho). A lista
completa das propostas apresentadas inclui quintas, vales de rios e
ribeiras, jardins privados, campos agrícolas e matas, entre outros
espaços verdes existentes na AMP, uma região densamente povoada e cada
vez mais urbanizada, que tem vindo a perder o “mosaico diversificado
de paisagens de grande beleza” que possuía há alguns anos. Na
perspectiva da associação ambientalista que promove esta campanha, a
Campo Aberto, “o desenvolvimento não precisa de ser depredador da
paisagem”. A primeira fase da campanha, que visava a recepção de
propostas, encerrou a 31 de Julho, seguindo-se agora, até final de
Outubro, o trabalho de vários grupos, que, segundo Nuno Quental, “vão
deslocar-se ao terreno para recolher o máximo de informação possível
sobre cada um dos locais propostos”.
A informação recolhida por estes grupos vai estar depois na base da
actividade que será depois desenvolvida pelos grupos de avaliação, que
farão uma selecção dos locais a proteger. “Vamos ter vários grupos de
avaliação, e cada um fará a sua própria selecção. No final, vamos
fazer uma média e definir a lista final dos locais que serão sujeitos
à votação das pessoas, que estabelecerá os 50 locais a preservar”,
salientou o ambientalista. A divulgação da lista definitiva dos 50
espaços verdes que necessitam de protecção na Área Metropolitana do
Porto ocorrerá no princípio do próximo ano.

Da serra de Santa Justa à barrinha de Esmoriz

A lista de sugestões inclui locais como o Parque Oriental do Porto, a
Reserva Ornitológica do Mindelo, a barrinha de Esmoriz, o monte da
Virgem (Gaia) e a serra de Santa Justa.
Também rio Febros (Gaia), o Núcleo de Moinhos de Alvura (Maia), o
delta dos rios Ferreira e Sousa (Gondomar), o Parque da Gruta da Lomba
e a Quinta de Santo António de Águas Férreas, no Porto, são outras das
sugestões apontadas pelos internautas.

http://jornal.publico.clix.pt/

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2. Crónica: A saga dos mercados
por Jorge Vilas

Apassagem do mundo rural para o urbano foi difícil e dolorosa. Nesse
particular, o Porto funcionava como uma válvula de escape para todos
aqueles que queriam fugir às más colheitas, à carestia do pão e à
praga de filoxera das vinhas, engrossando a multidão dos desvalidos
que exerciam profissões desclassificadas como as dos carrejões e
criados e criadas de servir.

http://jn.sapo.pt/2007/08/06/porto/a_saga_mercados.html

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3. Porto: “É um sítio bem quieto para receber bom ar”

Marisa Santiago participou, recentemente, na organização dos festejos
do Dia de África – “que até passou na RTP” -, iniciativa que escolheu
a relva do Parque da Cidade, no Porto, como sede.

http://jn.sapo.pt/2007/08/06/porto/e_sitio_quieto_para_receber_ar.html

Vivem no Bairro do Seixo, em S. Mamede de Infesta. São 17, mas
costumam ser mais nas idas ao parque. Todos, mas mesmo todos os
indivíduos – grandes, pequenos, médios, sem quaisquer discriminações
de sexo -, têm a seu cargo o transporte de algum artefacto. Bóias,
malas térmicas, cobertores, sacos, bolas…

http://jn.sapo.pt/2007/08/06/porto/feiras_definem_a_duracao_estadia.html

Piquenicão
http://jn.sapo.pt/2007/08/06/porto/piquenicao.html

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4. Santa Maria da Feira: PCP quer saber quem polui as linhas de água

O grupo parlamentar do Partido Comunista (PCP) quer saber de quem é a
responsabilidade da poluição provocada por tricloroetileno, substância
potencialmente cancerígena, usada na indústria de ferragens, que
contamina as linhas de água subterrânea na freguesia de Rio Meão,
Santa Maria da Feira.

http://jn.sapo.pt/2007/08/06/porto/pcp_quer_saber_quem_polui_linhas_agu.html

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5. Aveiro: Peixes e bivalves são o novo sal da ria

É o novo “sal” de Aveiro. Lentamente, a piscicultura e a aquacultura
vão-se impondo na ria. A exploração de bivalves faz-se na zona da
Gafanha da Encarnação e a piscicultura por meia dúzia de marinhas.
Ostras e amêijoas, para França e Espanha, robalo e douradas, para o
mercado nacional estão a impor-se ao sal em toda a ria. O sal, hoje, é
apenas produzido por escassas nove salinas – uma das quais propriedade
da Câmara de Aveiro – e a sua produção, este ano, pouco mais deve que
ultrapassar as 300 toneladas.

http://jn.sapo.pt/2007/08/06/norte/peixes_e_bivalves_o_novo_da_ria.html

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6. Gaia: Obras do Metro avançam hoje

Arrancam hoje as obras de prolongamento da Linha Amarela do Metro que
irá ganhar mais 600 metros e uma nova estação em Gaia. A empreitada,
um investimento de 4,6 milhões de euros, vai durar oito meses,
prevendo-se alguns constrangimentos ao trânsito na Avenida da República.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=e0fd4f066da2766305c2a80a0eb6bbef

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7. Porto: Hospital Conde Ferreira recua

A Câmara do Porto recebeu uma carta do Instituto da Droga e
Toxicodependência onde é solicitada a colaboração da autarquia no
acompanhamento dos utentes do «Porto Feliz». O Hospital Conde Ferreira
recua na sua intenção inicial e disponibiliza as instalações até
Setembro.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6b8ebc9f90e85ffce1d722702a132a75

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8. Amarante: Gasolineira nega estar a poluir o rio Tâmega

A A empresa proprietária do posto de combustíveis do Queimado, em
Amarante, que há um mês foi acusada pela autarquia de poluir o rio
Tâmega com hidrocarbonetos, sustenta que essa acusação “é falsa”. Em
comunicado, a Petrotâmega garante que o posto de combustíveis “é
dotado de uma estação de tratamento de águas residuais provenientes da
sua exploração, possuindo uma cisterna com capacidade para 9000 litros
com caixas de amostras que permitem facilmente aferir os níveis de
contaminação das águas por ele filtradas/tratadas”. A empresa
assegura, ainda, que “essas amostras são pela empresa regularmente
colhidas e nunca apresentaram níveis de contaminação acima dos valores
legais”. Relativamente às acusações da Câmara de Amarante sobre as
descargas de hidrocarbonetos nas caixas de águas pluviais, a
Petrotâmega esclarece que, poucos dias antes da anunciada tamponagem
da conduta que liga o posto ao colector de águas pluviais, o posto foi
fiscalizado e recolhidas amostras da estação de hidrocarbonetos, “que,
à vista desarmada, não apresentavam quaisquer indícios de
ilegalidade”. “A Petrotâmega tentou em vão, junto do presidente da
Câmara Municipal de Amarante, exibir as mesmas, tendo Armindo Abreu
recusado aceitar a validade das amostras ora recolhidas”, refere a
empresa no comunicado.
O texto da gasolineira refere ainda que “uma das alegadas descargas
poluidoras que são imputadas à Petrotâmega ocorreu, como é público, no
dia 5 de Julho, dois dias depois de [o colector em causa] ter sido
tamponado por ordem do presidente da câmara”. As recolhas efectuadas
pela autarquia foram realizadas a 5 de Julho e, no mesmo dia, foi
tamponado o colector que vinha do posto de combustíveis. Fonte dos
serviços municipais referiu que, desde essa data – praticamente um mês
decorrido -, nenhuma descarga com hidrocarbonetos foi detectada no rio
Tâmega ou mesmo na ribeira do Queimado, curso de água onde está ligado
o colector de águas pluviais situado em frente do posto de combustíveis.

http://jornal.publico.clix.pt/

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
http://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias, do Público e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de
outros jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
contacto@campoaberto.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

Selecção hoje feita por Paulo Araújo

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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