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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 20 de Janeiro de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Decomposição de vegetais como barómetro

A decomposição de vegetais na Natureza pode servir de barómetro para prever a evolução do clima, através da medida do volume e do ritmo de emissões de azoto, de acordo com um estudo publicado nos Estados Unidos.

A forma como o azoto é emitido após a decomposição das folhas, da erva ou de outros vegetais é muito previsível e similar em todo o Mundo, concluíram o s investigadores.

As pesquisas, conduzidas a partir de observações e de medidas tomadas durante 10 anos em 27 locais do Planeta, apareceram na edição de 19 de Janeiro da revista “Science”.

Os resultados deste estudo deveriam permitir compreender melhor o crescimento dos vegetais e medir com maior precisão o volume de dióxido de carbono (CO2) que eles armazenam e emitem, o que conduziria a melhores previsões acerca do impacto da decomposição da flora nas mudanças climáticas, consideram os cientistas.

“O volume de azoto disponível na atmosfera é um dos factores-chave que regula o crescimento de vegetais em todo o Planeta, mas o ritmo das suas emissões, resultante da decomposição das plantas, é muito lento”, explica Mark Harmon, professor de Ciência Florestal na Universidade de Oregon e coordenador desta pesquisa.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/sociedade_e_vida/decomposicao_vegetais_como_barometro.html

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2. Montado de azinho está em declínio

O Centro de Estudos da Avifauna Ibérica (CEAI) alertou ontem para o declínio do montado de azinho, que ocupa 460 mil hectares em Portugal, e defendeu a gestão sustentada daqueles povoamentos pelas entidades públicas e privadas.

“O montado é um ecossistema muito importante, particularmente no Alentejo, onde é típico, mas tem estado, há anos, em regressão e declínio por falta de conservação e de ordenamento”, disse Vânia Neves, do CEAI.

A diminuição da vitalidade do montado, em especial o de azinho, que “tem menos formas de rentabilidade económica do que o de sobro, ao qual está associado a cortiça”, segundo referiu, é o tema em discussão num congresso que começou ontem em Évora.

A iniciativa, designada “Sustentabilidades e ruralidades – O montado de azinho”, é promovida pelo CEAI, até amanhã, reunindo investigadores para abordar a sustentabilidade dos povoamentos de azinheira.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/sociedade_e_vida/montado_azinho_esta_declinio.html

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3. Liga de honra
Rui Reininho, Músico

Uma liga de gentis homens, e senhoras também. Quando quase todos se atrevem em pôr em causa as luminárias de uma estrutura social, questionando médicos, juízes polícias e hèlas, gente mais ou menos política, é certamente tempo de esquecer o bacalhau e virar as atenções para os nossos fiéis amigos chegar a casa e ter alguém à espera, ir de férias e poder compartilhá-las com elas, as gatinhas, as cadelinhas ou as iguanas, que também sofrem de depressões ou as tartarugas que pura e simplesmente hibernam.

Direis talvez que é tempo de defender a vida, como na contracepção ou a morte na abstinência. Pensar nas crianças até e depois de certa idade. Saber qual é o gesto, o olhar impudico, como diria o Divino Marquês de Sade que transforma uma criança numa mulher ou num apetecível efebo.

Diria que é porventura a altura de disparar em várias direcções e lembrar a nobilíssima edilidade do concelho de Matosinhos que decidiu, com honra, atenuar o assassínio indiscriminado dos animais abandonados.

Honra por isso a Leixões que merece uma liga alfa como o cão, acima de beta.

E devemos sobretudo chutar a Câmara da Maia para a Liga dos Últimos pela tenebrosa e continuada chacina de centenas de bichinhos por dia através da cruel electrocussão; para estes não interessa quando começa a vida, quem são os pais e familiares mais ou menos biológicos dos animais de estimação. Respeitar os animais é um princípio de civilização, bem mais interessante do que a “cultura” ou outros quaisquer pelouros sanitários.

Enforcar, afogar alguém, transportar seres vivos em condições degradantes para um matadouro ou filmar uma execução de um líder mundial não nos destaca da barbárie pré-romana. E se é tudo uma questão de dólares, por que não implementar o desconto que se tem com a macacada, os bisnaus e os au-aus no tal implacável IRS, um destino tão inevitável como a morte?

Como diria esse grande humor/humanista Mark Twain, quanto mais conheço os homos menos gosto das bichas.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/opiniao/liga_honra.html

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4. Casa de António Nobre em risco de derrocada

A placa alusiva ao local onde o poeta António Nobre morreu, em 1900, desapareceu esta semana do número 531 da Avenida do Brasil, no Porto, disse à Lusa o escritor Mário Cláudio. “Acho absolutamente inqualificável que alguém tenha tirado a placa. Só ficou a mancha do sítio onde estava a placa”, afirmou, advertindo que a casa corre o risco de derrocada, o que deitaria literalmente por terra a ideia de ali ser instalada toda a colecção de António Nobre, que está em gavetões na Biblioteca Pública Municipal do Porto.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/cultura/casa_antonio_nobre_risco_derrocada.html

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5. Descida acentuada das temperaturas em Portugal

Esta descida acentuada de temperaturas, bem como os valores primaveris sentidos nos últimos dias são, para Francisco Ferreira, responsável da Quercus, associação ambientalista, um sintoma do aquecimento global, ” das alterações climáticas que estavam previstas, mas que estão a acontecer mais depressa do que se esperava”.

O ambientalista recordou ainda que os cientistas já tinham alertado para estas mudanças, onde se verificam os extremos, como período de seca ou de chuva intensa.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/primeiro_plano/descida_acentuada_temperaturas_portu.html

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6. Taxas para usar a ria sobem 12 mil por cento

Aumentos de taxas que podem chegar aos 12 mil por cento estão a indignar dirigentes de clubes e associações, empresários e particulares que ocupam terrenos e planos de água do domínio público, nas margens e no leito da ria de Aveiro. Uma medida que está a ser aplicada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) e que envolve uma área com 110 quilómetros quadrados, entre os concelhos de Ovar e Mira, passando por Aveiro, Murtosa, Ílhavo e Vagos.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/primeiro_plano/taxas_para_usar_a_sobem_mil_cento.html

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7. Utentes querem ouvir autarcas contra a STCP

De forma ordeira e, em quase todo o percurso, limitada aos passeios. Assim decorreu, sem problemas de maior, a marcha lenta contra a STCP que apenas interrompeu o trânsito quase à chegada ao Governo Civil do Porto, mas cujos promotores foram identificados pela Polícia. No final, um novo apelo, desta vez a presidentes de câmaras e de juntas para que esclareçam, perante as populações, se concordam ou não com a nova rede.

Foram cerca de 250 as pessoas que se concentraram, pelas 17.30 horas, na Praça da Liberdade, no Porto, e responderam ao apelo da PSP para que não saíssem dos passeios. Recorde-se, conforme adiantou o JN na edição de ontem, que a governadora civil recusou dar autorização ao Movimento de Utentes de Transportes (MUT) da Área Metropolitana. Alegou não ter sido comunicado o percurso específico que iria tomar e também o facto da iniciativa decorrer antes das 19.30 horas. O “email” do MUT chegou ao final da tarde, mas o Governo Civil continuou a manter a sua posição, respondendo, já ao princípio da noite, de forma negativa.

“Nem desfile nem cortejo”

O Movimento, que, anteontem, remeteu a sua primeira mensagem ao Governo Civil faltavam dez minutos para as 17 horas, acusou o Governo Civil de “má fé” e de “ter aproveitado” o facto de não ter comunicado o percurso para “travar” os protestos. Apesar de admitir que a lei assim obriga, há outro requisito legal que Norberto Alves, coordenador do MUT, procurou refutar.

“Isto não foi um desfile nem um cortejo”, alegou, numa referência à lei que obriga que estes dois tipos de manifestação decorram, nos dias úteis, apenas depois das 19.30 horas, como argumentou o Governo Civil. Mas Norberto Alves rejeitou também que tivesse sido uma manifestação, argumentando que a marcha decorreu pelos passeios, sem prejudicar o trânsito. Aliás, na comunicação que, na véspera, enviaram àquela entidade prometiam esforçar-se para “não impedir a circulação de quaisquer viaturas”.

Contudo, na parte derradeira do percurso, a PSP desviou o trânsito numa das vias. Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados, Trindade, Rua de Camões e, finalmente, Rua de Gonçalo Cristóvão até ao Governo Civil, junto à Praça da República, foi o percurso que, apesar de realizado em marcha lenta, pouco demorou.

Foi somente no cruzamento das ruas de Camões e de Gonçalo Cristóvão que a PSP permitiu a passagem do protesto pelo meio da rua, situação que se manteve até ao Governo Civil. Chegados ao destino, os manifestantes mantiveram-se, por indicação policial, concentrados apenas numa das vias, enquanto os automóveis continuavam a circular na outra metade da estrada.

A governadora civil recusou receber o MUT, que ali foi entregar um carta, alegando “não poder dar cobertura” a uma iniciativa “ilegal”. Antes, os três representantes dos utentes, Carlos Pinto, Norberto Alves e André Dias, já tinham sido identificados pela Polícia, seguindo agora o processo para o Ministério Público, que “decidirá em conformidade”, disse Isabel Oneto.

Quem recebeu a carta foi o adjunto da governadora. No documento, que Isabel Oneto garante remeter ao Governo, solicitam à representante do Estado e ao Ministério dos Transportes, que tomem posição pública face à rede da STCP, nomeadamente no que toca à falta de cobertura do serviço e aos transbordos.

Além disso, pedem-lhe que diligencie também junto dos autarcas da Área Metropolitana “para que informem as populações” se concordam com a nova rede, desafiando-os a assumir, publicamente, as suas críticas.

Bloqueios depois de amanhã

Depois de amanhã, vários bloqueios estão previstos em diferentes pontos da Área Metropolitana. Só na freguesia de Rio Tinto, os protestos vão concentrar-se em três pontos distintos, por volta da 17.30 horas Baixa da Ponte, Estação e Forno. O objectivo é reclamar alterações nas três linhas que têm gerado polémica e que servem as zonas de Carreiros e Areias. As correcções anunciadas pela STCP não convencem os utentes. As linhas que servem Rio Tinto vão ser, aliás, tema de uma reunião entre o movimento de utentes e a STCP na próxima quarta-feira. Além desta freguesia, os bloqueios farão, depois de amanhã, sentir-se também na zona do Amial e de Monte dos Burgos, apurou o JN, apesar de não haver ainda confirmação oficial destas manifestações contra a nova rede de transportadas, em vigor desde o início do ano.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/porto/utentes_querem_ouvir_autarcas_contra.html

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8. Caixanova investe 150 milhões na recuperação de oito edifícios

O grupo galego Caixanova – proprietário das caves Calém, Burmester e Barros – compromete-se a investir 150 milhões de euros na reconversão de oito imóveis no Centro Histórico de Gaia até 2016.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/porto/caixanova_investe_milhoes_recuperaca.html

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9. Praça de Lisboa está a concurso

A Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana lançou, ontem, o concurso público para a requalificação e a concessão da gestão a privados.

O espaço comercial (extinto Clérigos Shopping), destruído pelo vandalismo e pelo abandono, não vingou, assim como as tentativas de dar-lhe uma nova vocação. Nem a estátua “A Anja”, do escultor José Rodrigues, sobreviveu.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/porto/praca_lisboa_esta_a_concurso.html

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10. Energia eólica vai ajudar a preservar o lobo ibérico

Por cada megawatt produzido, três empresas ligadas à exploração eólica estão a contribuir com financiamentos para a recuperação e preservação do lobo ibérico e dos seus habitats naturais. Uma iniciativa inédita em Portugal, que está aberta a outros grupos com empreendimentos eólicos no país.

Associação de Conservação do Habitat do Lobo Ibérico nas Serras da Arada, Freita e Montemuro é o nome da agremiação, com sede em Esposende, cujas empresas possuem parques eólicos nos relevos de Montemuro (Lamego, Cinfães, Resende, Castro Daire), Freita e Arada. O objectivo principal passa por “apoiar ou desenvolver projectos na área da conservação da natureza, em especial, na gestão do habitat do lobo ibérico”.

A sua constituição resultou de uma das medidas exigidas pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN) às firmas que estão a fazer investimentos neste sector das energias renováveis. Os sócios fundadores da associação são a Eólica do Montemuro S.A, Eólica da Cabreira, S.A. (que tem à frente o antigo ministro do Ambiente Carlos Pimenta) e Eólica da Arada, S.A.- Empreendimentos Eólicos da Serra da Arada.

A associação é bem vista pelo director do Parque Natural do Alvão, Henrique Pereira. “O Parque Natural do Alvão também tem uma parte de responsabilidade nisto, enquanto membro do ICN, e uma das questões que nos preocuparam muito era a recuperação do habitat do lobo, na Serra de Montemuro. Pelo facto de o número de alcateias que existem a sul do rio Douro ser reduzido e pelo receio que temos que, se nada for feito em termos de habitat, elas possam correr sérios perigos de extinção”.

De acordo com o responsável, “o surgimento desta agremiação resulta de uma das medidas exigidas por parte do ICN às empresas que estão a fazer investimentos nos parques eólicos. “Assim, por cada megawatt instalado, tem de se atribuir uma verba que permita financiar projectos de recuperação do habitat do lobo”.

Apurámos que, depois de amanhã, a associação vai reunir com o ICN e fazer já a análise dos projectos apresentados “. Juntas de freguesia, associações ligadas à área do ambiente e comissões de baldios são agentes que podem apresentar iniciativas, que passam por ajudar o lobo a ter uma auto-suficiência do ponto de vista alimentar”, disse, ao JN, Henrique Pereira.

Assim, poderão ser financiados projectos que passarão pelas reflorestações naturais das serras, nomeadamente, pela introdução de espécies de folha caduca, como carvalhos, sobreiros e outras árvores. “Se um dia não é recuperado este equilíbrio, a espécie está seriamente ameaçada”, avisou Henrique Pereira.

Serão também promovidos projectos para o repovoamento equilibrado de espécies de que o lobo se alimenta, nomeadamente, veados e corços. Refira-se que vários projectos podem já ser implementados neste ano.

A associação tem ainda como objectivo colaborar ou filiar-se noutros organismos nacionais ou internacionais, entre outras actividades.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/norte/energia_eolica_ajudar_a_preservar_o_.html

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11. Ligação ilegal de esgotos causa cheiro nauseabundo

Um cheiro nauseabundo infesta, regularmente, a Rua Alfredo Pereira, no centro histórico de Penafiel. Moradores e comerciantes desesperam e garantem que, em certas horas do dia, o ar fica irrespirável. O foco poluidor só agora foi descoberto pela empresa municipal Penafiel Verde, responsável da água e saneamento públicos uma inspecção com recurso a microfilmagem detectou várias casas com ligações “piratas” de saneamento ligado à rede de águas pluviais.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/norte/ligacao_ilegal_esgotos_causa_cheiro_.html

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12. Oliveira de Azeméis: Sistema inovador permite reduzir factura energética

A Câmara de Oliveira de Azeméis conseguiu poupar 30 mil euros na factura eléctrica de edifícios municipais, entre Outubro e Dezembro de 2006, no âmbito de um projecto intermunicipal.
Segundo disse à Lusa o presidente da autarquia, Ápio Assunção, a economia obtida no consumo energético deve-se à aplicação de um sistema de gestão desenvolvido pela Agência de Energia do EntreDouro e Vouga (EDV Energia).
Ápio Assunção, autarca social-democrata que também preside ao conselho de administração da Agência EDV Energia, anunciou o alargamento do programa aos municípios de Arouca, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra.
À margem destas medidas de poupança, o autarca espera também diminuir a factura energética quando houver abertura da EDP para “uma intervenção mais eficaz do município no sistema de iluminação pública”.
Nesta área, foram já reformulados alguns circuitos com a colocação de lâmpadas mais económicas e “reguladores de fluxo” que permitem disciplinar automaticamente os gastos. “Apesar do aumento do custo da energia vamos conseguir diminuir a nossa factura permitindo melhorar o ratio entre o aluguer que nos é pago pela EDP e aquilo que consumimos”, disse o autarca. O objectivo para 2007 é, para Ápio Assunção, continuar a reduzir os custos e avançar para a utilização de energias alternativas.
A introdução de novas fontes como a biomassa e a energia fotovoltaica nas piscinas municipais, que estão em fase de construção, irá servir de “tubo de ensaio para o que poderá vir a ser a sua aplicação no parque escolar e noutros edifícios sob a responsabilidade do município”, adiantou.
A Agência EDV Energia definiu como objectivo prioritário para este ano a gestão e o controlo dos custos operacionais da água e combustíveis “com vista à sua redução”.
A associação é constituída por entidades públicas e privadas, empenhadas em transformar os municípios do Entre Douro e Vouga numa região sustentável com recurso ao aumento da eficiência energética e a energias renováveis.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=11c484ea9305ea4c7bb6b2e6d570d466&subsec=&id=973404246d74276f72e4236f82693ace

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Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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