• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 30 de Setembro de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Metro do Porto custa metade e rende o dobro do de Lisboa

O metro do Porto, ainda em construção, custou, até 2005, 24,4 milhões de euros por quilómetro. O de Lisboa, que começou a funcionar há 36 anos, não tem números certos, mas sabe-se que ultrapassa os 60 milhões, dado que o investimento elegível para o Fundo de Coesão, nos últimos três projectos, é de 59, 2 milhões. O metro do Porto teve, no ano passado, como receita, por passageiros e por quilómetro, 10,6 cêntimos. O de Lisboa,em 2004, teve metade 5,6 cêntimos, embora com uma taxa de ocupação superior (16,6% contra 13,2%).

Disparidade nos apoios

Em termos de extensão, e ainda faltando definir as linhas de Gondomar, da extensão em Gaia e a linha da Boavista, no Porto, dizem os indicadores agora revelados que a Metro do Porto construiu 58,9 quilómetros, tem cinco linhas , 69 estações e entrou em funcionamento em 2002. Lisboa, que já anda de metropolitano desde 1959, tem uma extensão de 35,6 quilómetros, quatro linhas e 44 estações.

No entanto, olhando para o quadro comparativo que a Junta forneceu aos jornalistas, vê-se que as indemizações compensatórias atribuídas à Metro do Porto foram, apenas, de 2,2 milhões de euros, contra os 20,2 milhões à de Lisboa e, no capítulo dos financiamentos do Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), Lisboa recebeu três vezes mais do que o Porto 28 milhões contra 9,3 milhões.

No que respeita a resultados líquidos, a empresa portuense teve 71,3 milhões de euros negativos (e um passivo bancário de 1.265,5 milhões de euros) e a lisboeta 156,7 (com um passivo de 2.115,2).

“A Junta Metropolitana concluiu que são números para reflectir em termos de equidade do tratamento dado às diversas regiões “, acentuou Rui Rio.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/porto/metro_porto_custa_metade_e_rende_o_d.html

Metro com menor investimento
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=a5adac6cc0377d8b942c1fcc91a59790

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2. Concurso de ideias define intervenção na zona ribeirinha

A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Porto Vivo vai lançar, no próximo mês, um concurso de ideias internacional para definir a intervenção na frente ribeirinha do Porto, entre a Ponte de Maria Pia e o Cais das Pedras. Numa sessão de esclarecimento para comerciantes, Joaquim Branco, presidente da Comissão Executiva da SRU fez o ponto da situação do projecto e manifestou a esperança de que, nos próximos três anos, o eixo Aliados/Mouzinho-Flores/Morro da Sé, assumido como prioridade, estará reabilitado. Nestas três áreas de intervenção prioritária, vários quarteirões vão entrar em obra já em 2007.

Interligada com a revitalização deste eixo principal, avança, também, a recuperação dos quarteirões-piloto. Na linha da frente está o projecto de Carlos Alberto, em obra ainda este ano, até porque já foi assinado o contrato com o parceiro privado. No Infante também já há trabalhos e no Cais das Pedras seguem-se os lecvantamentos físicos do edificado.

Nos restantes dois quarteirões-piloto – Cardosas e D. João I – Joaquim Branco admite que as empreitadas possam avançar este ano. Refira-se que, no caso de D. João I, os edifícios que já estiveram ocupados pela banca deverão ser transformados em casas.

O responsável da SRU referiu que o grupo Millenium (detém 70% dos imóveis) apresentou uma proposta para a implantação de 180 habitações e que as negociações com os restantes proprietários estão bem encaminhadas. Recorde-se que naquele quarteirão existem 23 edifícios (30976 metros quadrados), 16% dos quais em mau estado.

Situação agravou-se

A degradação dos edifícios constitui, mesmo, um dos principais problemas da Baixa do Porto (70% dos imóveis precisam de obras). E uma das principais causas da perda de um terço dos moradores entre 1981 e 2001. Restam 84 mil residentes , sendo que um quarto deles são pensionistas e que se verifica uma “quebra significativa de emprego”.

“Esta era a situação em 2001. E desde esse ano para 2005 a situação não melhorou, antes agravou-se”, admitiu Joaquim Branco, considerando que serão necessários cerca de 20 anos para recuperar os 500 hectares considerados prioritários no centro da cidade do Porto.

Joaquim Branco referiu, ainda, que a SRU pretende avançar com gestores de quarteirão, que ficará responsável pela área mesmo após as obras de recuperação.

Aliados
14 quarteirões; 214 edifícios (259 234m2); 19% de edifícios em mau estado; 32% dos pisos devolutos.
A aposta para esta área prende-se com comércio de luxo, e habitação de gama alta.

Mouzinho/Flores
11 quarteirões; 259 edifícios (136 897 m2); 44% dos edifícios em mau estado; 41% de área bruta de construção devoluta. A intervenção deverá privilegiar o comércio tradicional, o turismo e a habitação.

Morro da Sé
11 quarteirões; 285 edifícios (70 mil m2); 65% dos edifícios são privados; 35% dos edifícios são públicos; 41% estão em mau estado; 22% devolutos. Uma das grandes prioridades da intervenção neste eixo e cativar novos residentes de forma a promover o “equilíbrio social”, uma vez que se trata de uma zona marcada por problemas sociais. A recuperação do edificado e a abertura ao turismo são outras apostas da intervenção.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/porto/concurso_ideias_define_intervencao_z.html

SRU abre concurso em Outubro, zona de Carlos Alberto e Infante mais adiantadas

“A grande prioridade da SRU é o eixo Praça da República/ Aliados/ Trindade”, realçou, sustentando que nos próximos três anos é neste espaço que estará focalizada a sociedade. Nos Aliados, o objectivo é ocupar os pisos devolutos que ascendem a 32 por cento num total de 214 edifícios. Joaquim Branco destacou que neste âmbito é preciso gerar funcionalidades através do “comércio de luxo, hotelaria, habitação de alto standard e âncoras de serviço público”.
Uma das principais preocupações é que cada quarteirão seja auto-suficiente ao nível do estacionamento. Em zonas como a Sé onde não é possível fazer estacionamento porque carros quase lá não passam, “o Plano de Pormenor a ser elaborado para a Avenida da Ponte terá de prever esta situação”, adiantou, ressalvando, porém, que os trâmites a ultrapassar deverão levar pelo menos dois anos até que se criem novas dinâmicas na zona.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=aa488b6f8c30138e9d4926fb487e11a7

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3. Túnel da Senhora da Hora esteve cortado quatro dias

Um problema com o sistema eléctrico de alimentação das bombas de drenagem obrigou ao encerramento da circulação, durante quatro dias, do túnel rodoviário sob a linha do metro, na Senhora da Hora, em Matosinhos. A freguesia voltou a ficar dividida ao meio pelo canal ferroviário.

As fortes chuvas do início da semana alagaram a passagem subterrânea e como o sistema de drenagem das águas não funcionou, a travessia ficou intransitável. Alertada para a situação, a Câmara de Matosinhos vedou o acesso e informou a Empresa do Metro do Porto, ainda responsável pela manutenção da estrutura.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/porto/tunel_senhora_hora_esteve_cortado_qu.html

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4. Aprovada adesão à Águas do Ave

A Assembleia Municipal de Vila do Conde aprovou, ontem, por unanimidade, a adesão do município à Águas do Ave. Conforme o JN noticiou, a empresa deverá construir a nova ETAR de Póvoa de Varzim/Vila do Conde, as estações e condutas elevatórias e os interceptores, num investimento de 20,3 milhões de euros, para realizar até 2010.

O presidente da Câmara, Mário Almeida, lembrou o chumbo da União Europeia, que levou ao abandono do projecto de construção da ETAR com tratamento primário no porto de pesca da Póvoa, atrasando a resolução do problema. O autarca anunciou que só agora está resolvido o problema do saneamento “em baixa”, dado que a Aquapor retirou a providência cautelar, interposta contra a adjudicação da concessão das redes de água e saneamento à Indáqua.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/porto/aprovada_adesao_a_aguas_ave.html

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5. Eólicas com vencedor na próxima semana

Os consórcios liderados pela EDP e Galp Energia para o concurso de atribuição de até 1000 Megawatts (MW) de potência eólio entregaram ontem ao júri do concurso as suas propostas finais, devendo o vencedor ser conhecido em meados da próxima semana, disseram ao JN fontes dos dois agrupamentos.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/economia_e_trabalho/eolicas_vencedor_proxima_semana.html

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6. Miltemas propõe continuidade do “serviço público”

Pelo menos três candidaturas deverão ser entregues, depois de amanhã, na Câmara Municipal do Porto, para disputar a gestão financeira e cultural do Teatro Rivoli no curso dos próximos quatro anos Miltemas, que integra o grupo Almedina Editores e Livreiros; PortoEventos, produtora de espectáculos; e a Plateia, associação dos profissionais de artes cénicas.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/porto/miltemas_propoe_continuidade_servico.html

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7. Autarcas querem gás naturala abastecer parques industriais

O gás natural chegou ontem aos concelhos de Penafiel e de Paredes. O investimento a realizar nestes dois municípios ultrapassará, até final do ano, 2,3 milhões de euros. Os autarcas já começaram a tentar convencer a Portgás a abaster algumas zonas industriais.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/norte/autarcas_querem_naturala_abastecer_p.html

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8. Élisa Ferreira quer Douro a uma só voz

A eurodeputada socialista Elisa Ferreira defendeu, ontem, em Vila Real, uma “Unidade de Missão do Douro forte e com capacidade de mobilização e conciliação ” das várias políticas ministeriais e dos interesses sectoriais.

Perante uma plateia constituída por cerca de uma centena de autarcas, técnicos, catedráticos, ambientalistas e empresários da região, a antiga ministra do Ambiente e do Planeamento lembrou que “o Douro só pode existir politicamente se tiver uma voz única”.

http://jn.sapo.pt/2006/09/30/norte/elisa_ferreira_quer_douro_a_so_voz.html

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
http://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
www.campoaberto.pt
campo-aberto.blogspot.com

Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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Categorias: Boletim

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