• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação




Enquanto lá em cima o modelo é francês, aqui na Praça parece que é italiano ou espanhol, a crer pela projecção de slides com que brindaram a assistência no dia da apresentação em Março, e depois na Assembleia Municipal extraordinária de Junho. Tal como na Avenida dos Aliados, da Praça que conhecíamos apenas sobram os passeios e já todos abocanhado.

Imprimir esta página Imprimir esta página

3 comentários até agora.

  1. Anonymous diz:

    É na verdade confrangedor, violento e não se percebe a que propósito. Afinal o raio do metro só tem as saídas lá cima! E ainda ninguém me explicou porque é que em 500 m há 3 estações de metro! O que irão fazer às pedras? São grandes extensões de trabalho artesanal que se perdem …
    Sei por amigos que as pessoas que andam nos autocarros têm protestado, mas claro, neste caso é a caravana que passa e os cães ladram. Muito triste. EP

  2. Anonymous diz:

    Protestar nos autocarros só serve para desabafar, já não é mau. O necessário teria sido um protesto popular em massa, impedindo que as máquinas avançassem. E issso não aconteceu. Nem vai acontecer, e eles estão descansados e contentes com a sua arrogância que resulta. Querem, podem e mandam. Está resolvido. É muito triste para meia dúzia de pessoas, mas a maioria não se deve importar, nem sabe o que perde.

    M.R.L.

  3. Ana C. diz:

    Realmente o caos está instalado. E aquelas pedrinhas assentes em leque do pavão são do mais piroso que já vi…
    Por acaso vocês sabem a que se deve o esburacamento paralelo ao edifício da Câmara em direcção à estação de metro da Trindade? Faz parte do mesmo projecto?
    Andei por lá a investigar, mas não vi nenhum cartaz indicando qual é a obra (um procedimento que é, tanto quanto sei, obrigatório, mas que as instituições públicas normalmente ignoram).
    Tambémm fui ao site da Câmara do Porto, mas não encontrei qualquer referência a esta nova “frente de obra”.

Deixar comentário