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  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

«(…) Aqui o cidadão comum começa a interrogar-se quem deixou, sem metafísicas culturais nem objecções legais, destruir e subverter o espírito do Jardim da Cordoaria (numa operação que ficará nos anais do desrespeito pelo Porto), consentiu a destruição da Praça dos Leões, aceitou o corte dos belos plátanos centenários de Parada Leitão e se calou perante a transformação do Jardim da Relação em eira de pedra?
Quem não se perturbou com tais projectos e deixou arrasar a Praça de Gonçalves Zarco e colocar a estátua de D. João V em cima de uma tábua de passar a ferro?
E quem aprova que, um dia destes, a Avenida dos Aliados e a Praça apareçam travestidas e desvirtuadas em mais uma requalificação contra o espírito da cidade?»
Hélder Pacheco, no JN de hoje

Outras Opiniões
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6 comentários até agora.

  1. Anonymous diz:

    Até que enfim!!!! S. (de Sementinha 😉

  2. Alexandre Borges Gomes diz:

    Meus caros,

    Ainda ontem enviava para «A Baixa do Porto» as singelas fotos do que está para desaparecer do chão dos Aliados, escrevendo-vos – com uma certa esperança de que assim não viesse a ser – que, depois do «ontem» (os painéis na calçada) e do «hoje» (o já descuidado jeito com que se a remendava), o amanhã estava por vir.

    Pois é, já cá tá! (Vide Cinco meses de obras para mudar Avenida dos Aliados – renovação Requalificação, da responsabilidade da Empresa do Metro, arranca no início da próxima semana. Passeios, faixas de rodagem e placa central terão o mesmo piso granito, hoje no JN). E sempre a empresa do Metro como testa de ferro, qual Secretaria de Obras Públicas.

    Bem me está a parecer que o lobbying visando a Assembleia da República foi mal dirigido… E esqueçam a Câmara, onde é que fica mesmo o Conselho de Administração daquela empresa?

    Triste sina a nossa. Saudações.

    Alexandre J. Borges Gomes
    Angola

  3. manueladlramos diz:

    Pois é esta pouca vergonha! Este desrespeito, esta incultura! Uma pessoa dorme a noite descansada, e acorda para ler estas notícias. Fica-se em condições de ir trabalhar?! Como é que acha que me sinto e como eu tantos outros portuenses !?

  4. AM diz:

    Cara Manuela

    Mas com 7.000 assinaturas (fora os que não assinaram por isto ou aquilo) não será possível arranjar dinheiro para pagar a um advogado para interpor uma providência cautelar?

    Em Lisboa ainda há um Sá Fernandes, aqui parece que, depois da vitória do rio toda a gente se resignou a suportar todas as malfeitorias…

    AMNM

  5. Anonymous diz:

    É uma vergonha desaparecer a calçada portuguesa nesta cidade, que é um dos emblemas de Portugal. Por outro lado é inaceitável que desapareçam as flores e canteiros na cidade, desde o passeio na Foz, ao Jardim da Rotunda da Boavista e agora a Avenida dos Aliados. Não percebo como podem dois arquitectos tao “conceituados” proporem a desvirtualização da nossa cidade e aniquilarem assim memórias de um passado glorioso. A Baixa de Lisboa é cheia de calçada portuguesa, porque temos de ser nós a ficar com uma cidade mais escura, mal calcetada (como é habitual) e com um piso onde os cegos, os velhos, os deficientes e a maioria das mulheres têm dificuldade em andar.

  6. Teófilo M. diz:

    Uma no cravo e outra na ferradura?!

    Na continuação do artigo, o mesmo Helder:

    “Para mim, cidadão da Vitória, face ao que tenho visto por aí, a ultrajar a cidade, não me aquenta nem me arrefenta a saída do túnel em D. Manuel II. E pouco me apoquentam – porque não os vislumbro – os inconvenientes para o museu de tal saída. Acho, sim, que há diferentes pesos e medidas para avaliar os projectos para a cidade e, sobretudo, que não é pela cidade que tudo isto acontece. Se mandasse, acabava já o túnel e punha ponto final numa telenovela pior do que as propriamente ditas.”

    Será de perguntar, se o artigo agora escrito e que parece desfasado no tempo, no que respeita aos Aliados, foi a pedido de confrade, por pressão da Manuela ou com intenções mais graves que pretendem desculpar erros actuais com erros passados, como se fosse essa uma maneira de defenderem o que afirmam ser a sua cidade.

    E assim vai o Porto e seus eméritos defensores.

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