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[PNED] Boletim de 19/IV/2005

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Terça, 19 de Abril de 2005
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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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Destaque: Porto Vivo

O Masterplan para a revitalização urbana e social da Baixa do Porto
define cinco acções estratégicas para o sucesso da intervenção da
Porto Vivo. A Avenida da Ponte é a quinta numa lista que inclui a
criação de um Parque da Ciência e Inovação e a recuperação do mercado
do Bolhão, da frente ribeirinha e da linha do eléctrico histórico.

(a) Retorno dos eléctricos e ligação de metro ao Campo Alegre

O regresso dos eléctricos à Baixa e a criação de uma nova linha do
metro entre o Campo Alegre e o Campo 24 de Agosto são duas das
medidas para melhorar a mobilidade no centro da cidade, que são
referenciadas no Masterplan para a revitalização urbana da Baixa. No
documento, o regresso do eléctrico histórico à Baixa, aproximando a
Praça dos Leões da Praça da Batalha (mantendo, ainda, a ligação na
zona ribeirinha), serve os futuros residentes nessas zonas e,
sobretudo, quem se desloca à cidade para fazer compras. O eléctrico
não invalida o reforço do metro. No Masterplan, realça-se a
importância de uma nova linha transversal. Ligaria o eixo do Campo 24
de Agosto e das Doze Casas, à Baixa (Aliados e Trindade) e ao pólo
universitário no Palácio de Cristal e no Campo Alegre. Aponta-se a
possibilidade de estender esse percurso do metropolitano até
Serralves, que é um pólo cultural importante do Porto.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/retorno_electricos_e_ligacao
_metro_c.html

(b) Avenida da Ponte com comércio, hotelaria e habitação

No estudo, refere-se o potencial desta avenida, transformada pela
linha de metro enterrada, para ganhar nova vida, acolhendo habitação,
comércio qualificado, serviços, estacionamento e hotelaria. A
importância reside na possível articulação com Gaia, a poucos passos.
Esta proposta colide com o desenho do arquitecto Álvaro Siza para a
artéria, que prevê a construção de 48 habitações e de lojas
comerciais na avenida e na Rua de S. Sebastião e de um parque de
estacionamento para 370 viaturas, mas não defendia a introdução de
unidades hoteleiras.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/avenida_ponte_comercio_hotel
aria_e_h.html

(c) Centro de ciência e inovação na área do Campo 24 de Agosto

O Masterplan afasta-se dos pólos universitários e indica as áreas do
Campo 24 de Agosto, do Monte das Feiticeiras, das Doze Casas, da
Fontinha e da Cooperativa dos Pedreiros para a instalação de
indústrias e de pequenas e médias empresas de novas tecnologias, de
ciência (saúde, energia e ambiente) e de criatividade, como o design,
em parceria com a Universidade do Porto e outros estabelecimentos de
ensino da cidade. Assim, nasce o Parque da Ciência e Inovação. Já no
Campo 24 de Agosto, a reabilitação poderá gerar o “Palácio das
Ciências – Centro do Futuro”, com espaços reservados à prática
laboratorial e à investigação, com um auditório (com a capacidade
mínima para 250 pessoas) para apresentação de trabalhos académicos e
realização de conferências. Para que não se feche à sociedade
universitária, teria outros espaços, como cafetaria, sala de
exposições e livraria.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/centro_ciencia_e_inovacao_ar
ea_campo.html

(d) Cais fluviais no Douro e ponte pedonal entre as duas ribeiras

A frente ribeirinha é classificada como área de acção especial da
Porto Vivo. O potencial turístico e de lazer merece a atenção no
Masterplan. Para que as ribeiras de Gaia e do Porto se complementem,
os especialistas defendem a construção de uma ponte pedonal à cota
baixa entre a zona ribeirinha de Gaia e a Alfândega do Porto. Seria
um trunfo importante para a cidade, que poderia aproveitar melhor o
turismo das caves do vinho do Porto.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/cais_fluviais_douro_e_ponte_
pedonal_.html

(e) Mercado do Bolhão aberto à animação diurna e nocturna

Sem perder a vocação de mercado, a vontade é de trazer mais valências
para o espaço, encarando-o como um “fórum”. Seria uma área semi-
aberta para convidar as pessoas a entrarem e atravessarem o mercado.
Este “fórum” acolheria outras lojas, uma praça de alimentação e, em
condições ideais, também estabelecimentos a funcionar fora de horas.
Passaria a ser um ponto de encontro igualmente à noite. A preocupação
com o comércio não acaba aqui. Além de Santa Catarina e de Cedofeita,
o documento prevê a expansão de um novo tipo de comércio (como o que
está a nascer junto ao Mercado Ferreira Borges) e o desenvolvimento
de zonas comerciais temáticas, como os alfarrabistas e as livrarias,
o artesanato ou as antiguidades.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/mercado_bolhao_aberto_a_anim
acao_diu.html

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1. Reabilitação da Baixa fica por 1695 milhões de euros

Recuperar a Baixa do Porto custará mais de 1695 milhões de euros
(quase 340 milhões de contos). O Masterplan da Porto Vivo – Sociedade
de Reabilitação Urbana, que será apresentado hoje à tarde no átrio da
Câmara portuense, delimita 36 áreas de intervenção, prevendo-se a
renovação de 5785 edifícios. Contas feitas, a acção mais barata será
na envolvente da Rua do Mirante, com um custo de 4,22 milhões de
euros, enquanto o eixo Aliados/Liberdade obrigará a dispender 128,1
milhões para recuperar 116 imóveis.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/reabilitacao_baixa_fica_1695
_milhoes.html

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2. Finanças “não estão como eu gosto”

A Câmara do Porto conseguiu reduzir a dívida a fornecedores em 60 por
cento, entre 2001 e 2004. O número enfatizado por Rui Rio não
esconde, em contrapartida, o aumento do endividamento da autarquia no
ano passado. A culpa foi do Euro 2004.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=ede47ead010b
f02cf9971ae4382c55fb

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3. Casa dos 24 será “uma montra da cidade”

A denominada “Casa dos 24”, no Porto, deverá reabrir antes do Verão
como um espaço de apoio aos turistas, concentrando todo o tipo de
informação sobre a cidade, disse ontem à Lusa o vereador Fernando
Albuquerque.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=51ce15f16b56
314a9a37f2d10b91b799

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4. Túnel de Ceuta motiva petição on-line

Enquanto a Câmara do Porto não apresenta um projecto que tenha um
parecer positivo do Instituto Português do Património Arquitectónico
(Ippar), está a circular uma petição on-line a favor da saída do
túnel na Rua D. Manuel II.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=e5427d852d04
b6fb8c20f0eb55733644

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5. Governo não prevê enterramento da linha de metro junto ao “S.
João”

Enterrar [a linha de metro junto ao Hospital de S. João] fica muito
caro e essa solução não está em cima da mesa”, disse Domingues Alves,
da Comissão ad hoc para o enterramento da Linha Amarela, que ontem
foi recebida pelos secretários de Estado dos Transportes e da Saúde,
Ana Paula Vitorino e Francisco Ventura Ramos.

http://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
pIdNoticia=33794&pIdSeccion=7

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6. El Corte Inglés chama a si parte dos custos e da execução da VCI

A Câmara de Gaia aprovou ontem, por unanimidade, na sessão camarária,
um protocolo com a Estradas de Portugal e o El Corte Inglés que
estabelece as obrigações de cada uma das entidades na sequência das
alterações introduzidas ao projecto de contrução do último troço do
IC23/Via de Cintura Interna (VCI), entre o nó da Barrosa e a avenida
da República. Mudanças que se tornaram necessárias para
compatibilizar os acessos da via com a loja. De acordo com o
documento, o grupo espanhol assume a execução de dois corpos do túnel
sob a avenida e a articulação do IC23 com a rede viária municipal,
num total de 2,7 milhões de euros.

http://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
pIdNoticia=33810&pIdSeccion=7

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7. Montanha de lixo na praça D. João I

A Praça de D. João I (Porto) está convertida numa lixeira até depois
de amanhã. Será o destino de pequenas amostras das cerca de 24
toneladas de resíduos recolhidas diariamente da rua nas acções de
varredura dos serviços camarários. A invulgar iniciativa, no âmbito
da campanha de sensibilização “Porto mais limpo. Cidade acolhedora”,
arrancou ontem com a deposição de cerca de seis toneladas de lixo que
tinham sido atiradas para o chão nas últimas horas.

http://jn.sapo.pt/2005/04/19/grande_porto/montanha_lixo_praca.html

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8. Agência Europeia lança guia sobre ambiente

A Agência Europeia do Ambiente lançou um guia com 37 indicadores para
avaliar a evolução das políticas ambientais na União Europeia e
melhorar a qualidade de informação disponível para os decisores
políticos. O guia fornece informação detalhada sobre como construir e
usar os indicadores, concebidos para ajudar os cientistas, analistas
e decisores políticos a avaliar os efeitos das políticas ambientais
sobre as dimensões económica e social do desenvolvimento sustentável.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=0b432ec00509
64ee1b227ae351efc95c

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias, de O Primeiro de Janeiro e de O Comércio do Porto (em um
ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
campo_aberto@oninet.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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