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[PNED] Boletim de 23/II/2005

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2005

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Para os textos integrais das notícias consulte as ligações indicadas.
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Destaque: Abuso de poder

A Câmara de Vila Nova de Famalicão foi ontem acusada de “falta de
consciência ecológica” por ter procedido a um abate de árvores
(carvalhos e cedros em particular), algumas de espécies protegidas e
outras seculares, frisando-se que “deste modo a autarquia hipoteca o
futuro ambiental” de Famalicão. O abate começou na passada sexta-
feira, tendo o presidente da câmara justificado que o corte era
necessário para dar início a um projecto urbanístico, com uma estrada
pelo meio. O autarca lamentou que os críticos não se tenham
manifestado “quando aquelas árvores foram atulhadas com entulho e
sucata e [que agora] não têm hipótese de ser reabilitadas”.

Este autarca soube que as árvores estavam a ser mal tratadas e não
usou do seu poder para o impedir. E aproveita agora esse desleixo da
sua autarquia para justificar o abate. Para quando as penalizações
graves aos autarcas que são incompetentes e actuam de má-fé?

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8395&sid=875
http://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
pIdNoticia=27919&pIdSeccion=9

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1. Cientistas portugueses avaliam estado dos ecosssistemas e como
poderão evoluir
Ana Fernandes

Investigadores tentam atribuir um valor económico aos serviços que a
natureza presta à sociedade. O solo fornece os alimentos. As serras
garantem o fornecimento de água. A floresta presta inúmeros serviços,
que vão da madeira à retenção de carbono. A lista dos bens que os
ecossistemas fornecem à sociedade é longa mas o certo é que não
existe uma avaliação continuada sobre o estado em que se encontram e
a evolução que poderão sofrer. Para colmatar esta lacuna, está a ser
feito, à escala global, um estudo sobre os sistemas naturais, a que
Portugal se juntou. O “Millennium Ecossystem Assessment” (“Avaliação
de Ecossistemas do Milénio”) é um esforço internacional para poder
fornecer aos decisores informação relevante, e com base científica,
sobre as consequências, para os ecossistemas, das acções que
pretendem implantar. O projecto foi lançado pelo secretário-geral das
Nações Unidas, Kofi Annan, em Junho de 2001. Por iniciativa do Centro
de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de
Lisboa, Portugal juntou-se a esta avaliação em 2003. O seu primeiro
relatório intercalar está pronto e foi apresentado no último fim-de-
semana na Associação Americana para o Avanço da Ciência.

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8438&sid=879
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2. Metro do Porto decide hoje data para abertura da Linha Vermelha
Abel Coentrão

A antiga Linha da Póvoa passa a receber, entre Trindade e Pedras
Rubras, o metro. Mais lento do que o comboio, enquanto não chegam
os “tram-trains”, o que só acontecerá em 2007. Três anos depois da
última viagem de comboio, a Linha da Póvoa será parcialmente
reactivada, para o metro, a partir de 5 ou 12 de Março. A data exacta
de abertura da Linha Vermelha, que é hoje decidida pelo conselho de
administração da Empresa do Metro do Porto, marcará também a primeira
experiência de rede do novo meio de transporte da Área Metropolitana
do Porto.

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8389&sid=875

A Comissão de Utentes da Linha da Póvoa (CULP) defende a manutenção,
nas horas de ponta, das ligações em autocarro directas (Póvoa-Viso) e
semidirectas (Póvoa-Vila do Conde-Viso) até que estejam a circular as
carruagens especiais – “tram-train -, ou seja, presumivelmente, até
2007. Armando Herculano, da CULP, disse ao PÚBLICO que as duas
autarquias mostraram simpatia por esta opção e, por isso, é natural
que Mário Almeida, presidente da Câmara de Vila do Conde, levante o
assunto hoje na reunião do conselho de aministração da empresa. Isto,
apesar de o presidente da comissão executiva da Metro, Oliveira
Marques, ter garantido no último encontro com os jornalistas que
Pedras Rubras passaria a ser o “interface” do metro com os
transportes alternativos rodoviários.

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8391&sid=875

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3. À espera que Governo rosa “apague” a Linha Laranja
Hugo Silva, Nuno Silva

O novo Governo vai ter uma palavra a dizer sobre o projecto do metro
na Boavista e os deputados socialistas eleitos pelo Porto esperam que
seja um sonoro “não”. O início da requalificação da Avenida da
Boavista não demove quem critica a construção da Linha Laranja. E
que, em campanha eleitoral, prometeu rever o processo. “A posição do
PS é clara”, sustenta Braga da Cruz. O cabeça de lista pelo Porto,
vitorioso, reafirma a discordância com a opção de instalar o metro na
Boavista, mas parece mais cauteloso quanto à possibilidade do Governo
reverter a decisão. “É uma situação complexa”, observa o engenheiro,
lembrando que o accionista maioritário da Metro do Porto é a Junta
Metropolitana, a quem obedece a Comissão Executiva. O Governo,
sustenta, apenas aprova os financiamentos dos projectos. Braga da
Cruz teme que a linha avance, através da concertação entre a Empresa
do Metro e a Câmara do Porto. “Não o devem fazer”, argumenta o
deputado, considerando uma “subtileza”, que “não é aceitável”, o
arranque dos trabalhos na Avenida da Boavista (deverão ser pagos pela
Metro do Porto). “Está a criar-se um facto consumado”, analisa Braga
da Cruz, referindo que, dessa forma, será mais difícil alterar o
curso do projecto. Ainda assim, acredita que, com a nomeação do novo
ministro dos Transportes, a situação começará a ficar “mais clara”.

Parte da população já está alerta. O abaixo-assinado contra a
construção da linha da Boavista, lançado por um movimento cívico,
continua disponível em alguns estabelecimentos da cidade. O abaixo-
assinado estará disponível mais alguns dias. Falta decidir, ainda, a
quem vai ser entregue o documento.

http://jn.sapo.pt/2005/02/23/grande_porto/a_espera_governo_rosa_apague
_a_linha.html

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4. Plano para o Parque Oriental do Porto pronto este Verão
Natália Faria

A Câmara do Porto aprovou a proposta de elaboração daquele documento,
que prevê a requalificação do Bairro do Lagarteiro e de um clube de
hipismo. O Parque Oriental do Porto está cada vez mais próximo de ser
uma realidade: o executivo camarário deu ontem luz verde à elaboração
de um plano de pormenor para aqueles 81 hectares verdes. A proposta,
aprovada por unanimidade, define já as linhas orientadoras da
intervenção, que abrange ainda a requalificação do Bairro do
Lagarteiro, bem como a preservação dos núcleos rurais agrícolas ali
existentes. Se tudo correr conforme o calendário fixado pelo vereador
do Ambiente, Rui Sá, o plano de pormenor estará concluído antes das
próximas autárquicas, previstas para Outubro. A reunião continha
apenas aquele ponto na ordem de trabalhos, que passou num clima de
unanimidade e praticamente sem discussão. A excepção à regra foi a
intervenção do vereador do PS Rodrigo Oliveira, que lamentou o facto
de o plano de pormenor deixar de fora a marginal do rio Torto.

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8392&sid=875

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5. Porto saiu beneficiado em acessibilidades com o Euro

De acordo com Zorro Mendes, professor do Instituto Superior de
Economia e Gestão, dos 166 milhões gastos em acessibilidades, o Porto
absorveu 107. O Porto foi a cidade anfitriã do Euro 2004 que mais
beneficiou em termos de acessibilidades com a realização do
Campeonato Europeu de Futebol em Portugal, absorvendo 107 dos 166
milhões de euros investidos, segundo foi ontem revelado. A informação
foi avançada por Zorro Mendes, professor no Instituto Superior de
Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, uma das
cinco universidades responsáveis pelo estudo “Avaliação do Impacte
Económico do Euro 2004”. As novas acessibilidades aos estádios do
Dragão e Bessa XXI foram da responsabilidade da Câmara do Porto. Dos
107 milhões de euros investidos em acessibilidades nos dois estádios,
12 por cento (13 milhões de euros) corresponderam à construção da
estação do metro anexa ao Dragão, obra que foi suportada pela empresa
Metro do Porto. Também cerca de 34 por cento do investimento
realizado pela câmara foi financiado pelo Estado, através do
Instituto de Estradas de Portugal (IEP), e quase três quartos (42
milhões de euros) foram objecto de financiamento bancário. O Euro
2004 obrigou a obras na rede viária do Porto, nas zonas do Bessa
(Boavista) e do Dragão (Antas) e à sua interligação com a Via de
Cintura Interna. No âmbito destas obras, foi aberta a nova avenida
paralela à Boavista, construídos túneis na Avenida de Fernão de
Magalhães, realizadas obras de remodelação do nó de Francos e do
Mercado Abastecedor, entre outras.

http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2005&m=02&d=23&id=8394&sid=875

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6. Veículos de turismo sem posturas para estacionar

Os motoristas das viaturas de turismo da cidade do Porto vivem tempos
difíceis, confrontados com a falta de posturas de estacionamento. A
situação, já denunciada numa recente Assembleia Municipal, voltou à
baila, na reunião pública de ontem.

http://jn.sapo.pt/2005/02/23/grande_porto/veiculos_turismo_posturas_pa
ra_estac.html

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7. Jardins da cidade com informação
Joaquim Forte

A cidade de Guimarães é conhecida e elogiada pelos seus jardins. Mas,
quem quiser saber o nome das flores e das espécies florestais que os
enfeitam, não tem essa informação disponível. Isso vai mudar em
breve, garante a Câmara Municipal de Guimarães, que está a ultimar o
processo de identificação de todas as plantas dos jardins públicos,
entre as quais algumas raras e exóticas.

Este levantamento surge para responder às várias solicitações dos
turistas. A autarquia deverá espalhar as placas de informação (em
várias línguas, a pensar nos visitantes estrangeiros), com a
identificação e explicação em torno da origem de cada espécie. Este
trabalho é acompanhado por um plano de classificação de todas as
espécies da fauna e flora do parque da cidade, que faz “ligação” à
montanha da Penha.

No que toca a jardins, além do Parque da Cidade, o roteiro urbano
integra o Largo do Toural, o Jardim da Alameda e o Campo da Feira, os
mais conhecidos e mais visíveis. Mas há outros, mais resguardados do
olhar, como é o caso do Jardim do Palácio de Vila Flor, que abrirá ao
público ao mesmo tempo que o Centro Cultural, o que deve acontecer em
Setembro deste ano. É um jardim de elevada beleza, segundo
especialistas, mas que tem estado “fechado” do olhar dos visitantes.

http://jn.sapo.pt/2005/02/23/minho/jardins_cidade_informacao.html

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8. Molhes do Douro não vão evitar encerramento da barra à navegação

Os molhes do Douro, cuja construção deverá arrancar na Primavera, vão
causar a erosão das praias de Gaia. Este é um dos problemas apontados
por especialistas, que falam também do aumento da poluição do rio e
do facto de os molhes não evitarem o encerramento da barra à
navegação em caso de mau tempo.

http://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?
pIdNoticia=27889&pIdSeccion=7&

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias, de O Primeiro de Janeiro, de O Comércio do Porto e do
Público Local Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não
necessariamente em todos).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
campo_aberto@oninet.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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