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[PNED] Boletim de 9/II/2005

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2005

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Para os textos integrais das notícias consulte as ligações indicadas.
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1. Nasce uma nova Afurada
Cátia Alves da Silva

Está em andamento o Plano de Requalificação Urbana da Afurada. Para
já, as máquinas avançaram no centro da freguesia, onde será fechado o
trânsito. Uma medida que não é totalemente pacífica. Os habitantes
aplaudem, mas os comerciantes colocam algumas reticências.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=c29caaf7c556
9ed822b2ac3d08bd42eb

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2. Em causa a refinaria de Leça

A Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Galp Energia apelou ao
fim das “galpadas” contra a empresa, em especial as que visam a
Refinaria de Leça da Palmeira, em Matosinhos. Em comunicado, a CCT
considera que o futuro da Galp Energia “depende da governação do país
virada para os interesses nacionais ou da sua desgovernação
subordinada ao poder económico e às ambições pessoais”. A CCT acusa o
ex-ministro socialista Pina Moura de ter permitido ao capital
privado “arrecadar 100 milhões de contos [500 milhões de euros] de
lucros (livres de impostos)” e o ex-administrador da Galp António
Mexia de ter “abandonado” a Refinaria de Leça. A Comissão de
Avaliação da Refinaria de Leça, constituída por despacho
governamental após o incêndio de 30 de Julho de 2004 no terminal
petrolífero de Leixões, reuniu-se recentemente com a CCT, que
aproveitou para alertar para “insuficiências objectivas” que
persistem no local do acidente.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=0733c4b6fc37
5772410d1bcb4818ef7f

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3. Faculdade de Medicina trava obras da Linha Amarela do Metro
Abel Coentrão

Há um semáforo vermelho no caminho das obras da Linha Amarela de
metro junto ao Hospital de São João.

http://jornal.publico.pt/2005/02/09/LocalPorto/LP10.html

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4. Descida da oferta de emprego é a maior preocupação na Área
Metropolitana
Ana Trocado Marques

A oferta de emprego desceu drasticamente, os níveis de segurança não
aumentam, a qualidade do ar e das infra-estruturas escolares manteve-
se. São estes os principais resultados de uma sondagem efectuada pelo
IPOM – Instituto de Pesquisa de Opinião e Mercado Ldª. nos nove
municípios do Grande Porto, avaliando os últimos três meses. Para
além dos números, uma conclusão salta à vista: os nove municípios,
que até ao dia 28 de Janeiro compunham a Área Metropolitana do Porto
(AMP) – Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim,
Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia – são, salvo raras
excepções, cada vez mais homogéneos.

http://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/seccion.jsp?
pIdSeccion=7&pVar=1107922792142

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5. Memórias de Marques da Silva
Ana Magalhães

Responsável pela concepção de grande parte do património edificado no
início do século XX na cidade do Porto, o arquitecto José Marques da
Silva é agora recordado. Desenhou a Estação de S. Bento, o Teatro
Nacional S. João, os liceus Alexandre Herculano e Rodrigues de
Freitas, foi também responsável pela concepção da Avenida dos Aliados
e desenhou, entre outro património da cidade do Porto, a Casa de
Serralves.

O arquitecto José Marques da Silva (1889-1947) é agora recordado por
acções desenvolvidas pelo instituto da Universidade do Porto (UP) com
o seu nome. A próxima é uma exposição de fotografia inaugurada
amanhã, na Galeria do Palácio, edifício da Biblioteca Almeida
Garrett. Com o título «Marques da Silva: Imagens de Uma Época», a UP
recupera retratos de fotógrafos portuenses do início do século XX e
evoca a vida do arquitecto. Trabalhos de fotógrafos como Alvão,
Guedes de Oliveira e Teófilo Rego vão servir para contar a história
de Marques da Silva, um arquitecto formado no Porto e com influências
francesas, por ter terminado os estudos em Paris.

Autor ainda do Monumento dos Heróis da Guerra Peninsular, peça
central da rotunda da Boavista, Marques da Silva fez reflectir a sua
influência francesa também nesta praça e, para António Cardoso, as
construções mais recentes neste espaço poderiam ter posto em causa o
seu património. “Por acaso a Casa da Música não destruiu muito o
estilo francês da rotunda e afinal não me aborreceu tanto”,
reconheceu, contestando na mesma o que diz ser “a tirania do novo”.
Para o professor, no centro do Porto “há mais dinheiro para construir
edifícios novos do que para investir na reabilitação do património
antigo”.

Além da exposição de fotografia sobre o arquitecto, inaugurada amanhã
às 18 horas e patente até ao dia 6 de Março, o Instituto Marques da
Silva, dirigido pela Universidade do Porto, vai organizar uma mesa-
redonda no dia 4 de Março, no auditório da Biblioteca Almeida
Garrett. O debate, com início às 15 horas, pretende juntar
especialistas de arquitectura, urbanismo e história do século XX para
esclarecerem a importância do património deixado na cidade do Porto
por Marques da Silva.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=9597b1446510
60311fced8a3717fbec0

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias, de O Primeiro de Janeiro, de O Comércio do Porto e do
Público Local Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não
necessariamente em todos).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

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telefax 229759592
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Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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