• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

[PNED] Lutar Compensa: Boletim 06.01.05

[Esta lista tem actualmente 293 participantes inscritos.]

Destaque: Em Caminha finalmente uma esperança na luta das populações locais
e da Corema, associação de defesa do ambiente, contra mais um dos numerosos
abusos das autoridades que tutelam as rodovias e outras infra-estruturas
rodoviárias. Luta que se vinha arrastando e que parecia chocar contra um
muro inultrapassável. Até que… Poderá não ser a última palavra mas é
certamente um momento importante. Para evitar destruições e aberrações
inúteis, vale a pena esperar até ao último momento, e esperar trabalhando
por uma solução mais razoável.

Viva a Corema!
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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2004

1. Portugal Atravessa Seca, mas Só o Algarve Preocupa

Por RICARDO GARCIA

Portugal está a atravessar um período de seca severa, em boa parte do país,
em termos climáticos. Mas em termos hidrológicos a situação ainda não é
preocupante, a não ser no Algarve, onde duas das principais barragens têm
apenas 14 por cento da água que poderiam comportar.

Na generalidade do país, a quantidade de chuva tem estado abaixo da média
desde Novembro, segundo o Instituto de Meteorologia. No Algarve, a situação
arrasta-se desde Outubro, apesar de o mês ter sido chuvoso no resto do país.
Hoje, o Instituto de Meteorologia deve divulgar cenários sobre o que pode
acontecer, se o tempo se mantiver seco. Para já, não se antevê grande
precipitação pelo menos até dia 14.

http://jornal.publico.pt/2005/01/06/Sociedade/S15.html

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2. Níveis de Ozono Ultrapassaram Limite 300 Horas no Ano Passado

Os níveis de poluição por ozono em Portugal ultrapassaram uma concentração
que pode prejudicar a saúde dos mais sensíveis durante 302 horas no ano
passado, menos 72 horas do que em 2003, segundo dados do Instituto do
Ambiente.

Segundo a página da Internet do Instituto do Ambiente, os níveis de poluição
por ozono que obrigam a informar o público foram ultrapassados em 2004
durante 302 horas – menos do que em 2003, mas um valor 30 vezes superior ao
de 2002.

http://jornal.publico.pt/2005/01/06/Sociedade/S16.html

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3. Especialista em Património Industrial Contra Demolição do Bairro da
Fábrica

Por NUNO CORVACHO

O presidente da Associação Portuguesa do Património Industrial, José Manuel
Lopes Cordeiro, defende a suspensão de qualquer projecto de demolição do
Bairro da Fábrica da Areosa. Para suscitar uma reflexão sobre o futuro do
velho bairro operário portuense, o especialista em Património Industrial
admite mesmo vir a juntar a sua assinatura à reclamação dos moradores que
pretendem alterar o Plano Director Municipal do Porto, pois este, na sua
última versão, abre a porta à possibilidade de se libertar o terreno para
construção.

http://jornal.publico.pt/2005/01/06/LocalPorto/LP09.html

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4. Milhares em Campanha Ambiental

Cerca de doze mil alunos das escolas do 1.º ciclo do Vale do Sousa
participam numa campanha de educação ambiental que tem como principal
destaque as várias formas de tratamento do lixo. A iniciativa, que teve
início na última segunda-feira, reúne 116 escolas dos municípios de
Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira, além de recursos disponibilizados
pela Comunidade Urbana do Vale do Sousa. A campanha, chamada “Dividir para
Reinar”, foi desenvolvida pelo Grupo Suma, responsável pela limpeza urbana
nos três concelhos.

http://jornal.publico.pt/2005/01/06/LocalPorto/LP42.html

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5. Património Por cada um dos elementos que desaparece a cidade torna-se
mais pobre e incaracterística

por hélder pacheco historiador
 
Batentes, aldrabas, fechaduras e bandeiras de portas (em ferro forjado ou
fundido). Letreiros e tabuletas comerciais. Baixos-relevos, vitrais e
painéis pintados ou de cerâmica ou mosaico espalhados por edifícios públicos
e privados. Relógios (como o do Frigorífico de Bacalhau, já completamente
espatifado), termómetros (como o da Singer, também semidestruído) e sinos de
toques de incêndio. Fontes, chafarizes e fontanários (de pedra ou metal).
Azulejos de interiores ou exteriores. Gradeamentos e portões de residências.
http://jn.sapo.pt/2005/01/06/grande_porto/patrimonio.html

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6. Fábricas com colector à porta poluem a ribeira da Granja

Análise Cerca de 41% das empresas inspeccionadas fazem descargas ilegais
para a linha de água, apesar de poderem ligar-se ao saneamento Galerias no
subsolo cheias de lixo e abaladas 
Carla Sofia Luz textos

Ocupa 26% da área do Porto numa corrida turbulenta até ao Douro, mas passa
despercebida à maioria dos portuenses. A ribeira da Granja, também conhecida
por ribeira das Ratas ou do Senhor da Ajuda, mantém uma relação com a cidade
que está longe de ser pacífica. Com 80% do leito canalizado, hoje é o tubo
de esgoto de centenas de fábricas e de habitações. A inspecção está na rua e
já visitou 62 das 157 unidades fabris instaladas nas margens. Mais de 41%
fazem descargas ilegais no curso de água, apesar de terem um colector de
saneamento à porta da empresa.

http://jn.sapo.pt/2005/01/06/grande_porto/fabricas_colector_a_porta_poluem_a
_r.html

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7. Loteamento do Fluvial vai sofrer alterações

Há muito que os mapas da ribeira da Granja se perderam na Câmara do Porto.
Havia o testemunho do passado que indicava, mais metro menos metro, por onde
corria a água. A equipa da Geo Works trouxe a novidade à superfície. Afinal,
a ribeira não passa exactamente onde se pensava.
A surpresa chegou, entre outros locais, à Rua de Aleixo Mota e mexe com o
projecto do Real Clube Fluvial Portuense para essa artéria. Além de uma
urbanização, prevê-se a construção de um novo complexo desportivo com
piscinas. Só que o loteamento terá de sofrer alterações, caso contrário as
fundações dos futuros edifícios ficarão assentes na ribeira.
“Temos a ribeira da Granja a passar a uma profundidade de dez metros nessa
zona”, indica Rui Sá, vereador do Ambiente da Câmara do Porto. “Há casas
que, se não foram construídas em cima da ribeira, estão em leito de cheias”,
adianta. Com o estudo na mão, a Direcção Municipal do Urbanismo
comprometeu-se a analisar se o percurso real da ribeira não irá afectar
outros projectos urbanísticos em apreciação ou já aprovados pela autarquia
portuense.

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8. Caminha Instituto do Ambiente chumbou ligação do IC-1
reforço

Ligação a Caminha, por Lanhelas era contestada por ambientalistas e
população Comissão de avaliação do relatório de conformidade ambiental já
havia dado parecer negativo  direitos reservados
Projecto virtual, desenvolvido pelos ambientalistas, do IC-1 sobre Lanhelas
Luís Almeida

Após o parecer negativo emitido há dias pela comissão de avaliação do
Relatório de Conformidade Ambiental do polémico projecto de execução da
ligação do IC1 à EN1, entre Lanhelas e Gondarém, veio agora o Instituto do
Ambiente reconfirmar a sua reprovação.
Ambientalistas e juntas de freguesia regozijaram-se com esta decisão que foi
ao encontro dos argumentos já apresentados pela comissão de avaliação do
traçado do próprio IC1, entre Riba d’Âncora e Vilar de Mouros agora em
execução, quando afirmou “não compreender a razão da ligação a
Lanhelas/Gondarém”, conforme nos recordou José Gualdino, presidente da
Corema.

http://jn.sapo.pt/2005/01/06/minho/instituto_ambiente_chumbou_ligacao_i.html

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9. Comboios directos não acabam

A aposta da CP passará pela potenciação da Linha do Minho, através de uma
oferta ³mais inteligente e mais cadenciada². Quem o diz é o presidente do
Conselho de Administração da CP, António Ramalho, enquanto desmente que as
ligações directas entre Viana e Porto terminem.

O presidente do Conselho de Administração da CP, António Ramalho, desmentiu
ontem o fim das ligações ferroviárias directas entre Viana do Castelo e o
Porto e garantiu que a empresa aposta na potenciação da Linha do Minho.
³Não há nenhum projecto para acabar com as ligações directas entre Viana do
Castelo e o Porto, mas sim de reorganização da oferta, para aumentar a
cadência dos comboios², assegurou António Ramalho.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a3
18d5&subsec=&id=33d906b290fa74efdb43529191dc3dec

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Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Abaixo apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por José Carlos Marques

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
campo_aberto@oninet.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

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