• Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto

[PNED] 15 Setembro INFOPNED
Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página
net veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
http://groups.yahoo.com/group/pned/

Terça-feira, 15 de Setembro de 2003

1.
JN – país
aveiro

Quatro incêndios quase simultâneos
Quatro fogos, um dos quais de média intensidade, que deflagraram
praticamente em simultâneo, consumiram, ontem, manchas de eucaliptos em
Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro. Segundo o comandante Bismark, dos
Bombeiros de Albergaria-a-Velha, estes incêndios ficaram circunscritos ao
princípio da noite. O fogo que causou maiores preocupações foi o de Vale
Maior, que lavrou em três frentes desde as 15.40 horas. Os bombeiros
conseguiram evitar que as chamas ameaçassem as habitações. Os outros fogos
ocorreram em eucaliptais de Serém, Frias e Paus, tendo sido detectados todos
cerca das 16.30 horas. Dois helicópteros estacionados no Centro de Meios
Aéreos de Albergaria-a-Velha auxiliaram os bombeiros daquela localidade e
ainda os de Águeda e Ílhavo no combate às

2.
JN – país
Braga

Árvore tratada como gato-sapato
Mauzinhos Tentativas de plantação goradas várias vezes pelo pisar constante
de viaturas em pleno passeio
Pedro LeitãoAs tentativas de plantação de uma árvore, em local apropriado
daquela artéria, já terão sido “mais do que muitas”. “Qualquer árvore que os
serviços voltem a plantar não aguenta lá 15 dias, sequer. Pela calada da
noite, voa”, denunciam moradores. Admitem que seja obra de condutores a
“precisarem de lentes mais graduadas”, pois o que foi plantado está à vista
desarmada . “Só não vê quem não quer ver”, lamentam.
Conhecida pelas suas árvores de grande porte, que lhe dão sombra, a Avenida
31 de Janeiro nem sempre têm sido poupada com as podas. “De tempos a tempos,
como já são grandes de mais para depenar, vão mesmo à vida”, recorda um
morador. É algo que dói a quem a elas estava habituado. Mas, no lugar
deixado vago pela árvore abatida, os serviços plantam uma nova. Só que, no
local em causa, não
há planta que resista. “A Câmara até já pôs uma árvore mais crescidinha,
para acabar com o abuso, mas nem essa escapou”.

3.
JN – país
Braga

Variante pode atrasar obras do novo hospital

O concurso para a construção do Hospital de Braga deverá ser lançado no
segundo semestre do próximo ano, o que vai atrasar a obra, cuja conclusão
deverá acontecer em 2010, segundo Mesquita Machado, mas que o coordenador da
ARS garante que acontecerá entre 2007 e 2008. Na última sessão da Assembleia
Municipal (AM) o presidente da Câmara lembrou que os atrasos podem ser
maiores, caso sejam levantados mais problemas, como o da construção da
variante à EN 103. Recentemente, a junta de S. Vítor manifestou desagrado,
ante a possibilidade de tal variante poder vir a atravessar as “Sete
Fontes”.
Pedro Vila-Chã

4.
JN – país
Braga
Freguesia do centro urbano agoniza com falta de gente

Alarme S. João do Souto perdeu seis mil habitantes nos últimos 26 anos e só
sobrevive com mil “resistentes” Quase metade da actual população está
albergada em dois lares de idosos
Pedro Leitão
Éa freguesia de Braga com mais gente nas ruas, mas falta-lhe nas casas o que
lhe sobra ao sair da porta. S. João do Souto, no centro histórico da cidade,
agoniza com a progressiva demandada de habitantes. “Se não fossem os idosos
dos lares de Santa Cruz e deConde Agrolongo, ficava reduzida a pouco mais de
600 moradores”, lastima o presidente da Junta, Miguel Miranda. Quando a
tarde cai e a noite chega, o comércio e os bancos fecham as portas e o
silêncio invade, então, as ruas.
Junta propõe compra de casas para evitar desertificação
É uma solução que pode travar o decréscimo demográfico em S. João do Souto,
Braga. À falta de arrendatários para os apartamentos remodelados com
renovação de imóveis, só restará a hipótese de ser a Câmara a comprá-los
para que sejam alugados como habitação social. É o que propõe o presidente
da Junta de Freguesia, Miguel Miranda. “Comprar o que for possível comprar”,
acrescenta, desejando atrair, por essa forma, os antigos residentes ou
naturais da freguesia.
P.L.

5.
JN – país
Vila Verde
Clube de natação nasce envolto em polémica

O denominado Movimento Vila de Prado a Concelho (MVPAC) manifestou, ontem,
“indignação” pelo que classificam como “ocupação” da piscina local. O MVPAC
contesta a concessão da exploração do equipamento, por entender que o lucro
daí decorrente poderia reverter a favor das “entidades locais”, no intuito
de cobrir as suas despesas. Contudo, afirmam que foram, mais uma vez,
esquecidas pela Câmara Municipal. A população Pradense não aceita que se
forme um clube de natação na Vila de Prado com o nome de Vila Verde.
Pedro Vila-Chã

6.
JN – país

Arriscar tudo e conseguir salvar os animais
Água, onde está a água? A pergunta repete-se e a resposta é vaga. O fumo
nasce no telhado da casa principal. As telhas partem-se e caem com estrondo
por cima dos móveis. A chegada dos bombeiros tarda. Encavalitado numa tábua
de madeira, arranjada à última dahora, Paulo Martinho, guarda florestal,
sobe ao cimo da moradia que ameaça desfazer-se. Os barrotes fumegam e pouco
mais há a fazer. Os moradores fugiram e os animais escapam por pouco. Pela
mão de Armindo Valada, colega de Paulo, que fazia a ronda por entre o
cenário cinzento da serra. “Quando cheguei, o curral da besta já estava a
arder. Foi só o tempo de abrir a porta e deixar sair o animal”, conta
olhando enternecido para o macho que acaba

7.
JN – país
Cerveira

Aqua Museu recolhe fotos e objectos
O Aqua Museu do Rio Minho, estrutura em construção em Vila Nova de Cerveira,
com a inauguração prevista para a próxima Primavera, acaba de lançar uma
campanha de recolha de objectos e fotos antigas ligadas aquele curso de água
internacional.
Carla Vieira

8.
JN – grande porto
Porto

Carros só vão desaparecer do centro de quatro cidades
Bicicletas à solta Matosinhos é o único concelho a aderir na íntegra à
Semana Europeia da Mobilidade, dinamizando uma série de iniciativas Gaia,
Espinho e Gondomar ficam de fora

O concelho de Matosinhos é o único do Grande Porto a aderir à Semana
Europeia da Mobilidade (de 16 a 22 de Setembro). Maia e Valongo aderem só ao
Dia Europeu Sem Carros (assinalado a 22), enquanto que o Porto optou apenas
por apoiar a iniciativa. Póvoa de Varzim e Vila do Conde confessam que, aos
fins-de-semana, já encerram o trânsito nas marginais durante parte do ano. E
que, por isso, não faz muito sentido juntarem-se à iniciativa. De fora ficam
mesmo os concelhos de Gaia, Gondomar e Espinho.
Isabel Forte

9.
JN – grande porto
Metro regressa à Câmara

Carla Sofia Luz
A cedência de um terreno municipal nas Antas à Empresa do Metro para a
construção da estação volta, amanhã de manhã, à reunião privada da Câmara do
Porto. A proposta foi retirada na última sessão por falta de informações,
mas deverá ser aprovada.

10.
O pé em ramo verde

por jorge vilas jornalista As confusões em torno dos futuros traçados do
Metro do Porto parecem não ter um fim à vista

Folheando os jornais que ficaram para trás por causa das férias, dei conta
de que o Metro do Porto, com luz verde e verbas disponíveis para “andar” com
a duplicação da linha da Póvoa e a extensão ao aeroporto e a Gondomar, ficou
encarregado de proceder a mais estudos quanto à possibilidade de implementar
o sistema na Avenida da Boavista. Percebe-se a razão: aquela linha, a
concretizar-se em futuro mais ou menos breve, será como a “cereja no topo do
bolo”, depois de resolvidos os problemas de outras zonas da cidadee da
região que se encontram muito mais carecidas.

11.
Público – opinião

Viriato Era Pastor, Não Era Lenhador
Segunda-feira, 15 de Setembro de 2003
(…)
Aparentemente o único processo economicamente viável que simultaneamente
reduz a combustibilidade da vegetação e, ao mesmo tempo, retém o essencial
da matéria orgânica no sistema, contribuindo para o fundo de fertilidade do
nosso território, é a produção animal, o que, de forma extensiva, só pode
ser feito através da pastorícia.
O que me levou a escrever este artigo não é a convicção de que a pastorícia
é a solução para o problema, nem a ignorância dos enormes problemas com que
se depara a utilização prática do pastoreio racional na prevenção de
incêndios, mas a minha estupefacção pela forma como esta parte da solução
tem sido sistematicamente descartada sem justificação.
Durante anos o fogo foi entendido como um inimigo da floresta sem qualquer
possibilidade de recuperação. Actualmente há dezenas de investigadores e
técnicos a defender a utilização do fogo controlado na política de prevenção
e na gestão das matas e habitats. Para isso foi preciso que investigadores
americanos reintroduzissem cientificamente em Portugal essa técnica milenar
de gestão da paisagem (e muito tem Portugal a agradecer a Moreira da Silva a
ausência de vistas curtas que lhe permitiu falar positivamente do fogo
quando isso era ainda um anátema). Espero que não seja preciso tanto para
que alguém com capacidade de decisão admita sequer avaliar em que medida
pode ser utilizado o mais eficaz processo de transformação de matéria
combustível em matéria orgânica não combustível, com a vantagem adicional de
produzir uns cabritos pelo meio.
Veneno ou remédio? A diferença é só uma questão de dose.
Por HENRIQUE PEREIRA DOS SANTOS
Arquitecto Paisagista

INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho. Em «Fora do Noroeste» (só ocasionalmente), podem inserir-se
notícias de outras regiões que possam apresentar interesse como exemplo
negativo ou positivo para situações equivalentes no Noroeste.

Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

Para os textos integrais consultar:

http://jn.sapo.pt/eddia/eddia3.asp

http://jornal.publico.pt/publico/2003/09/15/indice.html

ou as respectivas edições em papel.

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@egroups.com

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para:
pned-subscribe@yahoogroups.com e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é
“unsubscribe PNED” (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@egroups.com

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a:
pned-owner@egroups.com

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas
mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://www.egroups.com/group/pned

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@egroups.com

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@yahoogroups.com e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é “unsubscribe PNED” (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@egroups.com

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@egroups.com

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://www.egroups.com/group/pned

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em: http://br.yahoo.com/info/utos.html

Imprimir esta página Imprimir esta página

Categorias: Boletim

Deixar comentário