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[PNED] 16 Abr/Patos na Cidade
Quarta-feira, 16 de Abril de 2003

(Para qualquer problema com esta lista, seguir por favor as instruções do
rodapé desta mensagem.)

DESTAQUE: Patos na Cidade

A cidade não tem que ser na totalidade a anti-natureza. O nascimento de
crias de patos no Parque da Cidade vem relembrar-nos essa evidência. Uma
cidade boa para os seres humanos é uma cidade que é boa também para
numerosas espécies de plantas e animais. A intimidação a que assistimos nos
últimos anos apregoava sobranceiramente: se querem verde vão para o campo!
Como se a cidade estivesse condenada a ser conzenta. Os arautos dessa triste
mentalidade continuam em bicos de pés confiados de que serão os próximos
chefes do município. Muita coisa aliás está programada para destruir ou
desfigurar o já não muito que resta de uma presença de natureza humanizada
na cidade. Só os cidadãos que têm da cidade uma noção colorida e não
cinzenta poderão ainda fazer ouvir a sua voz e impedir algumas das
atrocidades ainda previsíveis.

Seguem-se o sumário (Publico Norte Porto e JN) e os resumos de notícias de
interesse urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do JN, em
16 de Abril de 2003. A selecção é da associação Campo Aberto. Para os textos
integrais consultar as referidas páginas ou a respectiva edição em papel.

PNED = Porto e Noroeste em Debate

SUMÁRIOS

Público

1. Deficientes: leis de apoio aos deficientes são ainda pouco aplicadas;
queixas vieram à tona num debate em Gaia

JN

1. Porto: Câmara não aceita ultimatos das associações; Contestação:
Instituições ciganas do Bairro de S. João de Deus deram três dias para ser
ouvidas pela autarquia
2. Porto: Despejos com lei revogada
3. Porto:Patos selvagens:nascimento de crias acrescenta cor ao Parque da
Cidade
4. Maia: Rio Leça levou tudo
5. Caminha: Espanha pretende interditar pesca da lampreia no Minho
6. Ponte da Barca : Vacaria continua a irritar moradores de Bravães
7. Viseu: Polis e requalificação social?
8. Sever do Vouga : Governo admite parar barragem prioritária

RESUMOS

JN

1. Porto: Câmara não aceita ultimatos das associações; Contestação:
Instituições ciganas do Bairro de S. João de Deus deram três dias para ser
ouvidas pela autarquia

“A época dos ultimatos foi um tempo que passou em Portugal”. As palavras são
do presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, que não aceita o ultimato,
lançado, no passado domingo, pelas associações ciganas do Bairro de S. João
de Deus. O autarca garante que tem existido diálogo entre a autarquia e as
instituições representativas dos moradores do empreendimento.

2. Porto: Despejos com lei revogada

polémica Decreto promulgado por Salazar, em 1945, foi revogado há 14 anos
Vereador da Habitação Paulo Morais insiste que as acções de despejo estão a
ser feitas no cumprimento da lei
arquivo jn Carla Sofia Luz

O decreto 35106, promulgado por Salazar, em 1945, foi revogado há 14 anos. A
mesma lei que está a ser usada pela Câmara do Porto para despejar famílias
de habitações municipais. A denúncia partiu da Inter Associações de
Moradores das Estruturas dos Bairros e Ilhas da Cidade do Porto. O vereador
da Habitação, Paulo Morais, afiança que as acções estão a ser feitas “no
estrito cumprimento da legalidade”.

3. Porto:Patos selvagens:nascimento de crias acrescenta cor ao Parque da
Cidade

fernando oliveira
São 13 pequenos patos selvagens e nasceram apenas há alguns dias. O cenário
é o Parque da Cidade, no Porto. Junto ao Edifício Transparente, no lago, as
crias vão nadando de um lado para o outro, sempre debaixo do olhar atento da
mãe-pata que (ainda) não deixa que os filhotes alinhem em outros voos mais
arriscados. Rodeada por outros patos , a progenitora (que em vez de mãe-pata
bem poderia ser mãe-galinha) segue bem de perto as suas crias e não permite
que nada se atravesse no seu caminho. Por entre os juncos e o coaxar das
rãs, os pequenos patos vão dando os seus primeiros passos. Os patinhos não
põem ovos de Páscoa, muito menos ovos de ouro, mas são notícia porque
experimentam os seus primeiros dias de vida.

4. Maia: Rio Leça levou tudo

realojados Câmara entregou casas a seis das famílias afectadas pelas cheias
de Dezembro Ainda faltam indemnizações pela perda dos haveres
josé mota Artur Ramísio

A entrega das chaves de habitações onde vão ser realojadas as vítimas das
últimas cheias do rio Leça abriu as portas para uma vida nova a seis das
oito famílias atingidas. A cerimónia decorreu, na tarde de ontem, nos Paços
do Concelho da Maia.

5. Caminha: Espanha pretende interditar pesca da lampreia no Minho

restrição Proposta deverá ser apresentada antes do Verão e visa a protecção
das espécies Comunidade piscatória portuguesa diz que tal medida vai
prejudicar quem vive da pesca
Luís Almeida

Espanha quer interditar, três dias por senama (quartas, sábados e domingos)
a pesca da lampreia entre a foz daquele rio e Lapela (Monção). Espanha
argumenta que a forte concentração de barcos (75%) dos dois países no
estuário impede as lampreias de atingirem as pesqueiras, bem como os locais
de desova, podendo pôr em perigo as espécies. Apesar das boas intenções, a
comunidade piscatória portuguesa não vê com bons olhos aquela interdição.

6. Ponte da Barca : Vacaria continua a irritar moradores de Bravães

Prazo Câmara deu 90 dias para demolição coerciva da estrutura
L. O.

Uma vacaria, situada no lugar de Côto, em Bravães, Ponte da Barca, está a
deixar a vizinhança “de cabelos em pé”.

7. Viseu: Polis e requalificação social?

por Carlos de Viera e Castro Dirigente do núcleo de viseu da olho vivo
Programa visava integrar o ambiente com valorização de estruturas e criação
de zonas pedonais

O programa Polis foi lançado oficialmente em 14 de Abril de 2000 ­ fez
anteontem três anos ­ com o objectivo de (pela primeira vez a nível
nacional) integrar o ambiente na requalificação urbana, através da
valorização de elementos estruturantes como frentes de rio ou de costa e do
aumento de zonas verdes e de áreas pedonais, condicionando o trânsito
automóvel nos centros urbanos, como condição para a sua revitalização.

8. Sever do Vouga : Governo admite parar barragem prioritária

ribeiradio Ministério do Ordenamento do Território diz que não há verbas,
questionando a continuação da obra Pode haver novo concurso
arquivo JN Edgar Jorge

Os presidentes das câmaras de Sever do Vouga e de Oliveira de Frades, Manuel
Soares e Carlos Rodrigues, respectivamente, temem que a actual conjuntura
económica possa impedir o avanço da barragem de Ribeiradio. Na base destas
preocupações está um ofício recebido recentemente do gabinete do secretário
de Estado Adjunto e do Ordenamento do Território, que dá conta da “actual
inexistência de verbas”, questionando mesmo a continuação da obra. O ofício
refere a complexidade e envolvência do empreendimento e fala de umaatitude
de precaução na condução dos trabalhos.

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